01 de outubro de 2014

Lançado cliente Pandora Pithos 1.0.1 com várias correções de bugs

Fãs do serviço Pandora.com já podem ouvir suas rádios favoritas no Linux usando o cliente Pithos, que recentemente foi atualizado para a versão 1.0.1.
pithos
Para aqueles não familiarizados com Pithos, este é um simples cliente do serviço Pandora.com, que inclui características como:

  • Arte da capa;
  • Permite alternar entre as estações do Pandora;
  • Permite editar QuickMix e criar estações;
  • Possui integração com o desktop: Ubuntu AppIndicator, notificações, suporta MPRIS v2 e assim Pithos se integra com o menu de som do Ubuntu/extensão GNOME Shell Mediaplayer;
  • Tem suporte a teclas de mídia;
  • Possui suporte a proxy;
  • Tem scrobbling last.fm.

A versão 1.0.1 do Pithos inclui algumas pequenas melhorias e correções de bugs. Por exemplo, foi resolvido o bug que fazia com que o menu de som do UBuntu parasse de funcionar, quando se usava o Pithos.

Pandora é um serviço de streaming e recomendação de música que normalmente só está disponível nos Estados Unidos, Austrália e Nova Zelândia, mas que você pode usá-lo em qualquer outro país com um proxy americano, VPN, um serviço de DNS ou com Tor e SelekTOR, seguindo as dicas desse tutorial:

Como acessar sites que estão bloqueados em seu país usando o SelekTOR

Conheça melhor o cliente Pandora Pithos

Para saber mais sobre esse programa, clique nesse link.

Como instalar o cliente Pandora Pithos no Ubuntu e seus derivados

Para instalar o cliente Pandora Pithos no Ubuntu e ainda poder receber automaticamente as futuras atualizações dele, você deve fazer o seguinte:
Passo 1. Abra um terminal (no Unity use as teclas CTRL + ALT + T);
Passo 2. Se ainda não tiver, adicione o repositório do programa com este comando:

sudo add-apt-repository ppa:pithos/ppa

Passo 3. Atualize o APT com o comando:

sudo apt-get update

Passo 4. Agora use o comando abaixo para instalar o programa;

sudo apt-get install pithos gir1.2-gst-plugins-base-1.0/code>

Depois de instalado, execute o programa digitando no Dash:pithos

Como instalar o cliente Pandora Pithos em outras distribuições

Usuários do Arch Linux pode instalar Pithos via AUR.

Para outras distribuições Linux, consulte a seção que fala de instalação na homepage do Pithos (o aplicativo também deve funcionar em Windows e Mac, mas ainda não há binários por enquanto).

Via WebUpd8

Não está aparecendo algo?

Este post é melhor visualizado acessando direto da fonte. Para isso, clique nesse link.


O que está sendo falado no blog hoje


This entry passed through the Full-Text RSS service - if this is your content and you're reading it on someone else's site, please read the FAQ at fivefilters.org/content-only/faq.php#publishers.

Borderlands 2 no Linux: Jogo já está disponível no Steam

Para alegria de quem estava esperando o lançamento do Borderlands 2 no Linux, Jogo já está disponível no sistema através do cliente Steam ou pelo Steam OS.
borderlands 2 no linux
Borderlands 2 é um popular jogo de ação e RPG desenvolvido pela Gearbox Software e publicado pela 2K Games. O jogo foi portado para o Linux pela Aspyr Media, a empresa que portou Borderlands 2 para Mac em 2012.

Para aqueles não familiarizados com Borderlands 2, este é um jogo de tiro em primeira pessoa que usa o Unreal Engine 3. De acordo com a Wikipedia, o jogo foi um sucesso financeiro, alcançando 8,5 milhões de cópias vendidas em fevereiro de 2014.

No Linux, Borderlands 2 tem os seguintes requisitos de sistema:

  • Ubuntu 14.04 / Steam OS (mas é claro, isso não significa que ele não funcione em outras distribuições Linux);
  • Processador: Intel Core 2 Quad 2.4GHz, AMD Phenom II X4;
  • Memória: 4 GB RAM;
  • HDD espaço: 13 GB;
  • Placa de vídeo (Nvidia): GeForce 260;
  • Memória de vídeo: 1 GB.

A página do jogo no Steam menciona que as placas gráficas integradas da Intel e ATI atualmente não suportadas pelo Borderlands 2 no Linux.

Borderlands 2 custa U$$ 19,99, mas há uma promoção especial neste momento e você pode comprar o jogo por U$$ 4,99 (ou seja, 75% de desconto) para as próximos 32 horas: Borderlands 2 @ vapor .

Borderlands 2: The Pre-Sequel

Aspyr Media confirmou que Borderlands: The Pre-Sequel chegará ao Mac e ao Linux, em 14 outubro de 2014 na América do Norte e em 17 de outubro de 2014 fora da América do Norte. Você pode fazer a pré encomenda de Borderlands: The Pre-Sequel, a partir da GameAgent ou na Steam store por U$$ 59,99.

Conheça melhor o Borderlands 2

Para saber mais sobre esse jogo, clique nesse link.
Para ver o trailer do jogo, dê uma olhada nesse vídeo:
[embedded content]

Via WebUpd8

Não está aparecendo algo?

Este post é melhor visualizado acessando direto da fonte. Para isso, clique nesse link.


O que está sendo falado no blog hoje


This entry passed through the Full-Text RSS service - if this is your content and you're reading it on someone else's site, please read the FAQ at fivefilters.org/content-only/faq.php#publishers.

Como ativar SSH no Ubuntu e acessá-lo remotamente

Quer controlar seu PC a distância e sem complicações? Então veja aqui como ativar SSH no Ubuntu e acessá-lo remotamente, para usá-lo como se estivesse usando um terminal local.
ativar SSH no Ubuntu
Secure Shell (SSH) é um protocolo para acessar uma máquina remota em segurança, que permite a execução de linha de comando e programas gráficos, transferência de arquivos, e até mesmo criar redes privadas virtuais seguras através da Internet. A grande vantagem de usar esse protocolo é a segurança e a simplicidade do acesso. Você trabalhará como se estivesse usando um terminal localmente e poderá fazer tudo que normalmente é possível, nesse tipo de interface.

Como ativar SSH no Ubuntu e acessá-lo remotamente

Por padrão, o Ubuntu não vem com esse recurso ativo, mas você pode facilmente ativá-lo através da instalação do pacote do servidor OpenSSH. Por isso, para ativar SSH no Ubuntu, faça o seguinte:
Passo 1. Abra um terminal (No Unity, use o Dash ou pressionando as teclas CTRL+ALT+T);
Passo 2. Instale o pacote openssh-server a partir da Central de programas ou execute o comando abaixo:

sudo apt-get install openssh-server

Passo 3. Uma vez instalado, o serviço SSH deve ser iniciado automaticamente. Se necessário, você pode iniciar o serviço manualmente através do comando (para parar, substitua “start” por “stop”):

sudo service ssh start

Passo 4. Normalmente, é possível acessar a máquina remota via SSH através do comando (substitua “nomeusario” pelo nome do usuário e “ip-remoto” pelo endereço IP da máquina remota):

ssh nomeusuario@ip-remoto

Passo 5. A porta padrão do SSH é a 22, caso a máquina remota esteja usando outra, é possível informar isso no comando, usando o seguinte formato (substitua “nomeusario” pelo nome do usuário e “ip-remoto” pelo endereço IP da máquina remota e “numeroporta” pelo número da porta): :

ssh nomeusuario@ip-remoto -p numeroporta

Passo 6.

Via UbuntuHandbook

Não está aparecendo algo?

Este post é melhor visualizado acessando direto da fonte. Para isso, clique nesse link.


O que está sendo falado no blog hoje


This entry passed through the Full-Text RSS service - if this is your content and you're reading it on someone else's site, please read the FAQ at fivefilters.org/content-only/faq.php#publishers.

Ferramenta Kernel Update para Ubuntu agora tem uma nova interface gráfica

Já está disponível para download a mais recente versão do Kernel Update para Ubuntu, que agora tem uma nova interface gráfica do usuário e outros novos recursos.
Kernel Update Ubuntu Linux
Graças à equipe Kernel Ubuntu você pode ter o kernel Linux constantemente atualizado para a última versão estável disponível ou para a versão atual em desenvolvimento. Para instalar o novo Kernel Linux você pode baixar os vários pacotes disponibilizados pela equipe Ubuntu Kernel como normalmente é mostrado nessa série do blog ou pode usar um script bem simples que torna isso ainda mais fácil. Da colaboração entre o site lffl linux freedom e AleRitty nasceu a ferramenta Kernel Update, um utilitário que permite instalar facilmente a versão estável atual do kernel Linux.

Agora saiu a nova versão do Kernel Update e com ela algumas correções de bugs. Além disso, o programa também recebeu uma nova interface gráfica do usuário mais intuitiva e capaz de suportar até mesmo o uso do mouse. Com as novidades, será possível trabalhar de forma mais fácil e rápida no Kernel Update, usando o mouse, touchpad ou teclado.

Com o Kernel Update você pode:

  • Atualizar o Kernel do Linux no Ubuntu e derivados para a última versão estável disponível;
  • Verificar semanalmente por novas atualizações (você será notificado de qualquer nova versão, basta iniciar a Kernel Update para iniciar a instalação/atualização);
  • Retirar o Kernel anterior;
  • Instalar a versão do kernel em desenvolvimento, pf-kernel e etc (recursos que serão incluídos em breve).

Lembre-se que o Kernel Update funciona no Ubuntu (versão estável atual e anterior) e derivados e não oficiais (exemplo Kubuntu, Lubuntu, Linux Mint, elementares OS etc).
Atualizar o kernel do Linux é uma operação complexa e você corre o risco de ter problemas com placas de vídeo ou qualquer outra coisa, felizmente, depois de atualizado você ainda pode remover o novo Kernel e voltar para o padrão do Kernel.

Conheça melhor o Kernel Update para Ubuntu

Para saber mais sobre esse programa, clique nesse link.

Como instalar o Kernel Update para Ubuntu

Para instalar o Kernel Update para Ubuntu, você deve fazer o seguinte:
Passo 1. Abra um terminal (no Unity use as teclas CTRL + ALT + T);
Passo 2. Baixe o programa com este comando;

wget https://raw.githubusercontent.com/aleritty/kernelupdate/master/kernel-update

Passo 3. Torne o arquivo baixado executável;

chmod +x kernel-update

Passo 4. Agora use o comando abaixo para iniciar o programa;

sudo ./kernel-update

Vale lembrar que quando você iniciar o script pela primeira vez, ele automaticamente instalará todos os pacotes que são indispensáveis para a utilização, e em seguida, você será capazes de acessar a atualização do kernel, a remoção de qualquer Kernel datado, o script de instalação do sistema ou a verificação semanal para novas atualizações. E para aqueles que já instalaram Kernel Update, ele irá remover a versão anterior e instalar a nova atualização.

Via lffl linux freedom

Não está aparecendo algo?

Este post é melhor visualizado acessando direto da fonte. Para isso, clique nesse link.


O que está sendo falado no blog hoje


This entry passed through the Full-Text RSS service - if this is your content and you're reading it on someone else's site, please read the FAQ at fivefilters.org/content-only/faq.php#publishers.

30 de setembro de 2014

Como baixar legendas automaticamente no Nautilus ou Nemo com Subliminal

Depois de mostrar com o baixar legendas automaticamente no Nautilus ou Nemo com Periscope, é hora vermos com fazer isso usando o Subliminal em conjunto com o gerenciador de arquivos Nautilus ou Nemo, apenas clicando com o botão direito do mouse sobre um vídeo.
Subliminal
Subliminal é uma biblioteca python para busca e download de legendas, que vem com uma interface de linha de comando. Ele suporta sites de legendas como Addic7ed, OpenSubtitles, Podnapisi, TheSubDB e TvSubtitles. Abaixo você encontrará instruções sobre como instalar Subliminal no Ubuntu ou derivados e como adicionar um script no Nautilus ou Nemo, para que você possa facilmente baixar legendas usando Subliminal, a partir do menu de contexto de qualquer um desses dois gerenciadores de arquivos.

Conheça melhor o Subliminal

Para saber mais sobre o Subliminal, clique nesse link.

Como baixar legendas automaticamente no Nautilus/Nemo com Subliminal

Para poder baixar legendas automaticamente no Nautilus/Nemo com Subliminal, você precisa instalar o programa e um script para o Nautilus ou Nemo (o script é necessário para que a opção seja exibida no menu de contexto desses gerenciadores de arquivos). Para isso, faça o seguinte:

Passo 1. Abra um terminal (no Unity use as teclas CTRL + ALT + T);
Passo 2. Primeiro instale o python-pip com este comando:

sudo apt-get install python-pip

Passo 3. Agora use o comando abaixo para instalar o programa;

sudo pip install subliminal

Passo 4. Usar Subliminal na linha de comando é muito fácil: você só precisa especificar o idioma da legenda usando o parâmetro “l” e o arquivo (s) de vídeo para o qual ele deve baixar o subtítulo. Aqui está um exemplo de como o download de legendas para um episódio de The Big Bang Theory (exemplo tirado da página do Subliminal no GitHub):

subliminal -l en -- The.Big.Bang.Theory.S05E18.HDTV.x264-LOL.mp4

Passo 5. Se você usa o Nautilus, para ser capaz de baixar as legendas usando Subliminal no menu de contexto desse gerenciador de arquivos no Ubuntu 14.04 ou mais recente, use os comandos abaixo. Os comandos a seguir irão instalar uma dependência, criar a pasta scripts, baixar um script Nautilus nessa pasta, tornar o script executável e finalmente, reiniciar o Nautilus;

sudo apt-get install wget libnotify-bin
mkdir -p ~/.local/share/nautilus/scripts
wget https://raw.githubusercontent.com/hotice/webupd8/master/download-subtitle -O ~/.local/share/nautilus/scripts/download-subtitle
chmod +x ~/.local/share/nautilus/scripts/download-subtitle
nautilus -q

Passo 6. Se você usa o Nautilus, para ser capaz de baixar as legendas usando Subliminal no menu de contexto desse gerenciador de arquivos no Ubuntu 12.10, use os comandos abaixo. Os comandos a seguir irão instalar uma dependência, criar a pasta scripts, baixar um script Nautilus nessa pasta, tornar o script executável e finalmente, reiniciar o Nautilus;

sudo apt-get install wget libnotify-bin
mkdir -p ~/.gnome2/nautilus-scripts
wget https://raw.githubusercontent.com/hotice/webupd8/master/download-subtitle -O ~/.gnome2/nautilus-scripts/download-subtitle
chmod +x ~/.gnome2/nautilus-scripts/download-subtitle
nautilus -q

Passo 7. Se você usa o Nautilus, para ser capaz de baixar as legendas usando Subliminal no menu de contexto desse gerenciador de arquivos no Ubuntu 12.04, use os comandos abaixo. Os comandos a seguir irão instalar uma dependência, criar a pasta scripts, baixar um script Nautilus nessa pasta, tornar o script executável e finalmente, reiniciar o Nautilus;

sudo apt-get install wget libnotify-bin
mkdir -p ~/.gnome2/nemo-scripts
wget https://raw.githubusercontent.com/hotice/webupd8/master/download-subtitle -O ~/.gnome2/nemo-scripts/download-subtitle
chmod +x ~/.gnome2/nemo-scripts/download-subtitle
nemo -q

Passo 8. Para definir o idioma da legenda usado pelo script no Nautilus em um Ubuntu 14.04 ou mais recente, abra o arquivo com um editor de texto usando o comando abaixo e altere o parâmetro do idioma de “en” para aquele que você deseja usar, em seguida, salve e feche o arquivo :

gedit ~/.local/share/nautilus/scripts/download-subtitle

.
Passo 9. Para definir o idioma da legenda usado pelo script no Nautilus em um Ubuntu 12.04, abra o arquivo com um editor de texto usando o comando abaixo e altere o parâmetro do idioma de “en” para aquele que você deseja usar, em seguida, salve e feche o arquivo :

gedit ~/.gnome2/nemo-scripts/download-subtitle

.
Passo 9. Para definir o idioma da legenda usado pelo script no Nemo em um Ubuntu 12.04, abra o arquivo com um editor de texto usando o comando abaixo e altere o parâmetro do idioma de “en” para aquele que você deseja usar, em seguida, salve e feche o arquivo :

gedit ~/.gnome2/nemo-scripts/download-subtitle

.

Então, para usar baixar legendas automaticamente no Nautilus ou Nemo com Subliminal, clique com o botão direito do mouse em um arquivo de vídeo (ou vários arquivos de vídeo) e selecione Scripts> download-legendas, como você pode ver nas imagens acima.

Via WebUpd8

Não está aparecendo algo?

Este post é melhor visualizado acessando direto da fonte. Para isso, clique nesse link.


O que está sendo falado no blog hoje


This entry passed through the Full-Text RSS service - if this is your content and you're reading it on someone else's site, please read the FAQ at fivefilters.org/content-only/faq.php#publishers.

Como atualizar o Ubuntu Desktop da versão 14.04 para a 14.10 beta final

Faltando poucos menos de um mês para o lançamento da próxima versão do Ubuntu, que tal experimentar o que vem por aí? Se você é corajoso e tem uma máquina com o Ubuntu 14.04 disponível, que não seja essencial, veja aqui como fazer isso.
atualizar o Ubuntu
O Ubuntu 14.10 está programado para ser lançado no dia 26 de outubro. Nesse momento, a versão beta final já está disponível para atualização a partir da versão 14.04 para fins de testes. Acompanhe e aprenda neste simples tutorial, como atualizar seu sistema a partir da edição desktop do Ubuntu 14.04 para o Ubuntu 14.10.

Período de suporte para o Ubuntu 14.10

Ubuntu 14.10 não é uma versão LTS (Long Term Support ou Longo Tempo de Suporte) e portanto, terá suporte por nove meses para Ubuntu Desktop, Ubuntu Server, Ubuntu Core, Kubuntu, Edubuntu, Ubuntu Kylin, juntamente com todos os outros sabores.

Atualizando o Ubuntu desktop da versão 14.04 para a 14.10

Importante: Em máquinas de produção, por favor aguarde até que o Ubuntu 14.10 final seja lançado. Até então, você pode seguir os passos abaixo para atualizar seu sistema.

Antes de começar qualquer processo de atualização, você precisa fazer o seguinte:

  • Backup dos arquivos importantes, documentos, favoritos e outros dados;
  • Se você instalou drivers proprietários manualmente diretamente do site do fabricante, então, a recomendação é que você remova esses drivers antes de reverter para os drivers de código aberto, antes de atualizar;
  • Abra a opção “Programas e atualizações” de “Configurações do sistema” do Unity e desative todos os repositórios de terceiros, na guia “Outros programas”;Atualizar ubuntu 02
  • Confirme se na aba “Atualizações” a opção “Notificar-me de uma nova versão do Ubuntu:” está definida como “Para qualquer nova versão”, se não estiver, altere para ficar assim.atualizacoes

Depois de tomadas as devidas precauções, para atualizar o Ubuntu desktop da versão 14.04 para a 14.10, faça o seguinte:
Passo 1. Abra um terminal (Usando o Dash ou pressionando as teclas CTRL+ALT+T);
Passo 2. Atualize o APT com os comandos (pode ser que seja necessário reiniciar o sistema depois disso):

sudo apt-get update
sudo apt-get dist-upgrade

Passo 3. Agora inicie o atualizador com o comando:

sudo update-manager -d

Passo 3. O atualizador será aberto e informará que existe uma nova versão do Ubuntu está disponível. Clique no botão “Atualizar…” (ou “Update…”, se estiver em inglês);:
atualizar-distro
Passo 4. Na próxima tela, confirme novamente, clicando no botão “Atualizar”.
notas
Passo 5. Depois disso, Atualizador irá buscar dos arquivos a serem instalado e perguntará se você quer realmente iniciar a atualização. Confirme, clicando no botão “Iniciar atualização”;Captura de Tela 2014-09-30 às 08.04.20

atualizando
Passo 7. Se houver pacotes que ficaram obsoletos com a atualização, você será informado e poderá optar entre “Manter” e “Remover”, sendo essa última opção a mais recomendável;obsoletos
Passo 8. Finalmente, você será solicitado a reiniciar o computador para concluir a atualização. Confirme e estará pronto.finalizando

Via Ubuntu Geek

Não está aparecendo algo?

Este post é melhor visualizado acessando direto da fonte. Para isso, clique nesse link.


O que está sendo falado no blog hoje


This entry passed through the Full-Text RSS service - if this is your content and you're reading it on someone else's site, please read the FAQ at fivefilters.org/content-only/faq.php#publishers.

Como criar grupos personalizados no lançador do Unity

Quer personalizar ainda mais seu ambiente? Aprenda a criar grupos personalizados no lançador do Unity, instalando e usando o programa Ubuntu Unity Launcher Folders.
criar grupos personalizados no lançador do Unity
Ubuntu Unity Launcher Folders é um software útil que nos permite facilmente criar grupos de aplicações a serem incluídos no lançador do Unity.

Entre os muitos recursos incluídos no ambiente de trabalho padrão do Ubuntu, destaca-se o Unity Launcher ou lançador do Unity, que é uma barra lateral, onde e possível iniciar aplicativos e gerenciar programas em execução. No Lançador é possível acessar rapidamente algumas características relacionadas com a aplicação graças as QuickList, ou lista rápida, clicando com o botão direito no atalho. Para deixar o lançador ainda melhor, você pode usar o Ubuntu Unity Launcher Folders para criar grupos de aplicações, jogos, favoritos e etc, .

Com o Ubuntu Unity Launcher Folders você pode criar um atalho no lançador que contém, por exemplo, seus jogos ou aplicações favoritos, acessar suas pastas favoritas, criar um grupo dedicado a todas as aplicações do LibreOffice, acessar o Google Chrome web apps e etc. O programa também permite personalizar o ícone de cada atalho, você pode iniciar seus scripts favoritos e nas preferências dá até para personalizar o tamanho dos ícones agrupados no atalho, alterar o tamanho da fonte, e personalizar a “gaveta”, com três diferentes estilos: horizontal, vertical ou caixa.
launcher-0

Conheça melhor o Ubuntu Unity Launcher Folders

Para saber mais sobre esse programa, clique nesse link.

Como instalar o Ubuntu Unity Launcher Folders e criar grupos personalizados no lançador do Unity

Para instalar o Ubuntu Unity Launcher Folders e criar grupos personalizados no lançador do Unity, você deve fazer o seguinte:
Passo 1. Abra um terminal (no Unity use as teclas CTRL + ALT + T);
Passo 2. Se ainda não tiver, adicione o repositório do programa com este comando:

sudo add-apt-repository ppa:asukhovatkin/unity-launcher-folders

Passo 3. Atualize o APT com o comando:

sudo apt-get update

Passo 4. Agora use o comando abaixo para instalar o programa;

sudo apt-get install unity-launcher-folders

Passo 4. Agora use o comando abaixo para instalar o programa;

sudo apt-get install unity-launcher-folders

Passo 5. Depois de instalado, execute o programa digitando no Dash:laucher.
launcher-1
Passo 6. Na tela do programa clique no botão com o símbolo de “+”, para criar um novo grupo;
launcher-2
Passo 7. Na pequena tela que aparece, digite o nome do grupo e confirme clicando no botão “OK”;
launcher-3
Passo 8. Para inserir aplicações dentro do novo grupo basta abrir o Nautilus e ir para a pasta /usr/share/applications/ ou usar o comando abaixo em um terminal, para ir rapidamente;

nautilus /usr/share/applications/

Passo 9. Selecione os aplicativos que quer colocar no grupo e arraste-os para dentro da janela do Editor do Ubuntu Unity Launcher Folders.
Passo 10. Quando terminar, clique no ícone de um disco rígido (o terceiro ícone), para salvar seu trabalho;
launcher-4
Passo 11. Será criado um atalho no lançador com as suas escolhas.
LAUCHER-5

Via lffl linux freedom

Não está aparecendo algo?

Este post é melhor visualizado acessando direto da fonte. Para isso, clique nesse link.


O que está sendo falado no blog hoje


This entry passed through the Full-Text RSS service - if this is your content and you're reading it on someone else's site, please read the FAQ at fivefilters.org/content-only/faq.php#publishers.

29 de setembro de 2014

Como instalar o Google Web Designer no Linux

Se você desenvolve sites, instale e experimente o Google Web Designer, uma poderosa ferramenta gratuita para criar páginas usando o padrão HTML5.
google-web-designer
Google Web Designer é um programa para a criação de sites e anúncios interativos HTML5 para qualquer dispositivo. Usando ele, você pode criar conteúdo usando as ferramentas de desenho, texto, objetos 3D, adicionar animações e Google Fontes diretamente na interface Web Designer Google e muito mais. Como o próprio nome diz, o programa é desenvolvido pela Google. Ele está atualmente em beta e finalmente está disponível para Linux. De acordo com o site do aplicativo, as seguintes distribuições Linux são suportadas atualmente: Ubuntu, Debian, OpenSUSE e Fedora.

Dentro da interface do programa você tem acesso a ferramentas de design como ferramenta de texto, ferramentas de caneta, e formas, bem como a integração de Web Fonts do Google. Com ele você pode adicionar funcionalidades ao projeto usando Web Components pré-programados. Os Componentes padrão incluem iFrame, mapas, área de tap, galeria de imagens, e YouTube. Além disso, cada componente informa automaticamente as métricas, sem a necessidade de codificação.

Conheça melhor o Google Web Designer

Para saber mais sobre esse programa, clique nesse link.

Instalando o o Google Web Designer no Debian, Ubuntu e derivados

Para instalar o o Google Web Designer no Debian, Ubuntu e derivados, faça o seguinte:
Passo 1. Abra um terminal (No Unity, use o Dash ou pressionando as teclas CTRL+ALT+T);
Passo 2. Confira se o seu sistema é de 32 bits ou 64 bits, use o seguinte comando no terminal:

uname -m

Passo 3. Para baixar o pacote de 32 bits do programa para Debian, Ubuntu e seus derivados, use o comando abaixo:

wget -O google-webdesigner.deb https://dl.google.com/linux/direct/google-webdesigner_current_i386.deb

Passo 4. Para baixar o pacote de 64 bits do programa para Debian, Ubuntu e seus derivados, use o comando abaixo:

wget -O google-webdesigner.deb https://dl.google.com/linux/direct/google-webdesigner_current_amd64.deb

Passo 5. Para baixar o pacote de 32 bits do programa Fedora, RedHat, CentOS, openSUSE e outras distros derivadas delas, use o comando abaixo:

wget -O google-webdesigner.rpm https://dl.google.com/linux/direct/google-webdesigner_current_i386.rpm

Passo 6. Para baixar o pacote de 64 bits do programa Fedora, RedHat, CentOS, openSUSE e outras distros derivadas delas, use o comando abaixo:

wget -O google-webdesigner.rpm https://dl.google.com/linux/direct/google-webdesigner_current_x86_64.rpm

Passo 7. Para instalar em um Debian, Ubuntu e seus derivados, use os comandos abaixo (o segundo, só é necessário se aparecer algum erro de dependência):

sudo dpkg -i google-webdesigner.deb
sudo apt-get install -f

Passo 8. Para instalar em um Fedora, RedHat, CentOS e outras distros derivadas delas, use o comando abaixo:

sudo yum localinstall google-webdesigner.rpm

Passo 9. Para instalar em um openSUSE ou um de seus derivados, use o comando abaixo:

sudo zyppergoogle-webdesigner.rpm

Passo 10. Para instalar em um OpenMandriva, Mageia e seus derivados, use o comando abaixo:

sudo urpmi google-webdesigner.rpm

Depois de instalado, execute o programa digitando google no terminal.

Via NoobsLab

Não está aparecendo algo?

Este post é melhor visualizado acessando direto da fonte. Para isso, clique nesse link.


O que está sendo falado no blog hoje


This entry passed through the Full-Text RSS service - if this is your content and you're reading it on someone else's site, please read the FAQ at fivefilters.org/content-only/faq.php#publishers.

Como baixar legendas automaticamente no Nautilus ou Nemo com Periscope

Se você precisa baixar legendas automaticamente, aprenda a fazer isso usando o Periscope em conjunto com o gerenciador de arquivos Nautilus ou Nemo, apenas clicando com o botão direito do mouse sobre um vídeo.
baixar-legendas-automaticamente-nautilus-nemo
Alguns players de mídia, como o SMPlayer, vem com suporte a download de legenda embutido. Já em outros reprodutores, você pode instalar uma extensão para fazer isso, como a extensão VLC VLSub, por exemplo. Mas no geral, a maioria desses players de mídia só usa o site OpenSubtitles para download de legendas e, como qualquer outro site, ele pode ficar offline as vezes. Além disso, utilizar um único serviço de legendas, limita os resultados das buscas. Por causa disso, é interessante ter uma ferramenta externa e mais abrangente como o Periscope, para baixar legendas automaticamente.

Periscope já foi uma ferramenta de legenda bastante popular para Linux. No entanto, seu desenvolvedor não está muito ativo ultimamente e seu PPA não foi atualizado por um longo tempo. No entanto, a ferramenta ainda funciona bem. O programa suporta download de legendas a partir de sites como OpenSubtitles.org, Subscene.com, Addic7ed.com, Podnapisi e outros. Ele pode ser usado via linha de comando, ou usando extensões para Nautilus ou Nemo, que permitem que você baixe legendas usando o menu de contexto desses gerenciadores de arquivo. Nesse tutorial, será mostrado como instalar o Periscope, e como adicioná-lo ao menu de contexto do Nautilus ou Nemo, de modo que você poderá baixar legendas automaticamente neles, com um simples clique.

Conheça melhor o Periscope

Para saber mais sobre o Periscope, clique nesse link.

Como baixar legendas automaticamente no Nautilus/Nemo com Periscope

Para poder baixar legendas automaticamente no Nautilus/Nemo com Periscope, você precisa instalar o programa e uma extensão dele para o Nautilus ou Nemo (a extensão necessário para que a opção seja exibida no menu de contexto desses gerenciadores de arquivos). Para isso, faça o seguinte:

Passo 1. Abra um terminal (no Unity use as teclas CTRL + ALT + T);
Passo 2. Se ainda não tiver, adicione o repositório do programa com este comando:

sudo add-apt-repository ppa:webupd8team/subtitle-utils

Passo 3. Atualize o APT com o comando:

sudo apt-get update

Passo 4. Agora use o comando abaixo para instalar o programa;

sudo apt-get install python-periscope

Passo 5. Se você usa o Nautilus, para instalar a extensão Periscope nesse gerenciador de arquivos, use o comando abaixo:

sudo apt-get install periscope-nautilus

Passo 6. Depois de instalar a extensão, reinicie o Nautilus com esse comando:

nautilus -q

Passo 7. Se você usa o Nemo, para instalar a extensão Periscope nesse gerenciador de arquivos, use o comando abaixo:

sudo apt-get install periscope-nemo

Passo 8. Depois de instalar a extensão, reinicie o Nemo com esse comando:

nemo -q

Usando o Periscope

Para baixar legendas automaticamente com Periscope, basta clicar com o botão direito do mouse sobre um arquivo de vídeo no Nemo ou Nautilus e selecionar a opção “Find subtitles for this video” (Encontre as legendas para este vídeo).
Para fazer o download de uma legenda via linha de comando, use o comando abaixo (Onde “video.mp4″ é o vídeo que você deseja baixar a legendas):

periscope video.mp4

configurando o Periscope

Depois de usar o Periscope pela primeira vez, já é possível acessar o arquivo de configuração dele e modificá-lo. O arquivo é chamado “config”, fica na pasta ~/.config/periscope/ e é basicamente semelhante a este:

[DEFAULT]
lang = en
lang-in-name = no
plugins = 

Nesse arquivo você pode definir o idioma padrão das legendas a serem baixadas, além de outras definições. Assim, para alterar o idioma da legenda padrão, basta abrir este arquivo com um editor de texto, usando o comando abaixo em um terminal:

gedit ~/.config/periscope/config

Com ele aberto, mude o valor depois de “lang” de “en” para o idioma que você deseja. Em seguida, salve e feche o arquivo.

É claro, você pode passar a língua das legendas diretamente via parâmetro –language = LANG, na linha de comando. Porém, se você usar a extensão do programa no Nautilus ou Nemo, é preciso mudar essa definição no arquivo de configuração. Para ver todas as opções disponíveis, use:

periscope --help

Via WebUpd8

Não está aparecendo algo?

Este post é melhor visualizado acessando direto da fonte. Para isso, clique nesse link.


O que está sendo falado no blog hoje


This entry passed through the Full-Text RSS service - if this is your content and you're reading it on someone else's site, please read the FAQ at fivefilters.org/content-only/faq.php#publishers.

Como fazer o cliente Steam funcionar após erro com bibliotecas de 32 bits

Pode acontecer que depois de instalar o Steam em distribuições de 64-Bit, o cliente desse serviço não inicie devido a um erro “You are missing the following 32-bit libraries…” (está faltando as seguintes bibliotecas de 32-bits…). Se esse é o seu caso, veja aqui como fazer o cliente Steam funcionar após esse erro.
Steam Error
A chegada do cliente Steam para Linux trouxe não só muitos jogos nativos para o sistema operacional livre, mas também várias otimizações e melhorias, especialmente aquelas referentes ao suporte de hardware. Graças à colaboração entre a Valve, Intel, Nvidia e AMD nos últimos meses, temos visto melhorias substanciais em ambos os tipos de drivers fornecidos (de código aberto e proprietários), com desempenho gráfico agora semelhante ao encontrado no Microsoft Windows e Mac.

Cliente Steam está disponível para as principais distribuições Linux (em alguns como Manjaro já está instalado por padrão), o problema é que nem sempre ele inicia corretamente devido a um problema com o suporte a Multiarch. Há relatos de um problema após a instalação do cliente Steam, ao inicializar, aparece uma janela que informa o erro “You are missing the following 32-bit libraries, and Steam may not run: libGL.so.1″ (está faltando as bibliotecas de 32 bits a seguir, e não pode ser executado Steam: libGL.so.1), o que impede que o software da Valve inicie. O problema ocorre devido ao fato das bibliotecas Mesa de 32-bits não serem reconhecidas ao iniciar o programa em um sistema de 64-bits.

Conheça melhor o cliente Steam

Para saber mais sobre esse programa, clique nesse link.

Como fazer o cliente Steam funcionar após erro com bibliotecas de 32-bits no Debian, Ubuntu e derivados

Para fazer o cliente Steam funcionar após erro com bibliotecas de 32-bits, você deve fazer o seguinte:
Passo 1. Abra um terminal (no Unity use as teclas CTRL + ALT + T);
Passo 2. Para resolver este problema no Debian, Ubuntu e derivados basta apenas instalar o pacote de 32 bits libgl1-nvidia-glx com o comando:

sudo apt-get install libgl1-nvidia-glx:i386

Passo 3. Após a instalação, crie um arquivo de configuração que identificará a biblioteca no sistema e permitirá inicializar o cliente Steam corretamente. Para isso, use o comando:

sudo nano /etc/ld.so.conf.d/steam.conf

Passo 4. Com o arquivo aberto, cole o conteúdo abaixo. Depois salve e feche o arquivo;

/usr/lib32
/usr/lib/i386-linux-gnu/mesa

Passo 5. Para efetivar tudo, digite o comando a seguir:

sudo ldconfig

Agora, inicie o cliente Steam digitando steam no Dash ou em um terminal.

Como fazer o cliente Steam funcionar após erro com bibliotecas de 32-bits no Arch Linux e derivados

O mesmo problema pode estar acontecendo no Arch Linux e derivados. Para resolvê-lo nessa distribuição, basta instalar o pacote lib32-mesa-libgl digitando no terminal:

sudo pacman -Sy lib32-mesa-libgl

E depois disso, é só iniciar o Steam.

Para mais informações, consulte a seção sobre o assunto no portal Arch Linux.

Via lffl linux freedom

Não está aparecendo algo?

Este post é melhor visualizado acessando direto da fonte. Para isso, clique nesse link.


O que está sendo falado no blog hoje


This entry passed through the Full-Text RSS service - if this is your content and you're reading it on someone else's site, please read the FAQ at fivefilters.org/content-only/faq.php#publishers.

Como fazer o Lubuntu 14.04 ficar parecido com o Windows XP

Precisando criar um ambiente receptivo para usuários vindos do Windows XP da Microsoft? Então veja aqui como fazer o Lubuntu 14.04 ficar parecido com o Windows XP
lubuntu-xp
Depois de ter sido abandonado pela Microsoft, o Windows XP está dando seus últimos suspiros. Para seus usuários, só resta atualizar a opção de migrar para as versões mais recentes do sistema operacional ou para outro sistema semelhante. Para essa última opção, o procedimento pode ser a solução. Ele permitirá personalizar o Lubuntu e criar um ambiente familiar, que pode muito bem ser usado pelos usuários vindos do XP.

O Lubuntu é baseado no LXDE, um ambiente desktop leve que, provavelmente, tem requisitos de hardware ainda mais baixos do que o Windows XP. Ele é uma das melhores opções para ser usado em sistemas mais antigos e também é a distro mais leve da família Ubuntu. Melhor ainda, é muito fácil fazer o Lubuntu 14.04 ficar parecido com o Windows XP, pois você só precisa do pacote temático chamado Lubuntu XP three flavors, do pacote de ícones GnomeXP e uns poucos ajustes. O pacote Lubuntu XP three flavors contém temas Openbox adequados para três cores (azul, verde-oliva, prata), o papel de parede padrão do Windows XP e os botões “Iniciar” estilo XP com um toque Linux (o logotipo do Tux).

Conheça melhor o Lubuntu e os temas usados nesse procedimento

Para saber mais sobre esse programa, clique nesse link.
Para conhecer melhor o tema Lubuntu XP three flavors, clique nesse link.
Para conhecer melhor o tema de ícones GnomeXP, clique nesse link.

Como fazer o Lubuntu 14.04 ficar parecido com o Windows XP

Para fazer o Lubuntu 14.04 ficar parecido com o Windows XP, é claro, você precisa estar usando esse sistema, mas se você estiver usando outra variante do Ubuntu e quiser fazer o procedimento, basta abrir um terminal e executar o comando abaixo para instalar o ambiente em seu Ubuntu.

sudo apt-get install lubuntu-desktop -y

Depois, basta seguir as instruções abaixo e em pouco tempo seu ambiente estará com o mesmo visual do Windows XP.

Instalando o tema de ambiente Windows XP no Lubuntu

Para instalar o tema de ambiente Windows XP, para deixar o Lubuntu 14.04 parecido com o Windows XP, você deve fazer o seguinte:
Passo 1. Abra um terminal, para isso use as teclas CTRL + ALT + T ou procure a opção no menu do ambiente;
Passo 2. Baixe o pacote com o tema XP (Lubuntu XP three flavors), usando o seguinte comando:

wget http://xfce-look.org/CONTENT/content-files/162880-XPTheme.zip

Passo 3. Descompacte o arquivo baixado com este comando:

unzip 162880-XPTheme.zip -d xptheme

Passo 4. Crie um diretório themes oculto em seu diretório home:

mkdir ~/.themes

Passo 5. Vá para a pasta criada na descompactação do tema;

cd xptheme

Passo 6. Copie todas as pastas contêm tema xp no diretório xptheme para o diretório (./themes)

cp -R XP* xp*  ~/.themes

Instalando o tema de ícones Windows XP no Lubuntu

Para instalar o tema com ícones no estilo Windows XP e deixar, faça o seguinte:
Passo 1. Se ainda não estiver aberto, abra um terminal, para isso use as teclas CTRL + ALT + T ou procure a opção no menu do ambiente;
Passo 2. Baixe o pacote com o tema de ícones Gnome XP usando o comando abaixo;

wget -O gnomexp.tar.gz https://db.tt/xQqHauYg

Passo 3. Como comando a seguir, descompacte arquivo baixado;

tar -zxvf gnomexp.tar.gz

Passo 4. Copie os arquivos da pasta criada para a pasta de ícones;

cp -R gnomexp ~/.icons

Configurando o tema e os ícones Windows XP no Lubuntu

Pra finalizar a personalização e deixar o Lubuntu 14.04 parecido com o Windows XP,  faça as seguintes alterações:
Passo 1. Para mudar o tema padrão do Lubuntu para o estilo XP, clique no botão “Iniciar” do ambiente e depois na opção “Preferências”. A seguir, clique no item “Personalizar visual”;
lubuntu-xp-1
Passo 2. Na tela que aparece, clique em uma das três opções de tema XP no quadro do lado esquerdo da aba “Widget”. Par confirmar a alteração, clique no botão “Aplicar” e depois saia da tela, clicando no botão “Fechar”;
lubuntu-xp-2
Passo 3. Para mudar os ícones padrão do Lubuntu para o estilo XP, clique na aba “Temas de ícones”. Na aba, clique no item “GnomeXP” e depois no botão “Aplicar”. Finalmente, para sair da tela, clique no botão “Fechar”;
lubuntu-xp-5
Passo 4. Para mudar o estilo do botão “Iniciar” do Lubuntu para o padrão do Windows XP, clique com o botão direito no botão e no menu que aparece, clique na opção “Configurações de menu”;
lubuntu-xp-3
Passo 5. Na janela que é exibida digite ou navegue (clicando no botão “Navegar”) até o arquivo “xpstart.png” e depois, clique no botão “Fechar”;
lubuntu-xp-4
Passo 6. Para mudar o papel de parede padrão do Lubuntu para o do Windows XP, clique com o botão direito sobre uma área vazia do seu desktop. Quando aparecer um menu, clique na opção “Preferência da Área de trabalho”;
lubuntu-xp-6
Passo 7. A seguir, clique no campo “Papel de parede”. Na tela que aparece, vá para a pasta onde está o arquivo “xpbg.jpg” (a pasta .themes , que fica abaixo da sua pasta home), selecione ele e clique no botão “Abrir”. Para finalizar, clique no botão “Fechar”.lubuntu-xp-7

Via Ubuntu Portal

Não está aparecendo algo?

Este post é melhor visualizado acessando direto da fonte. Para isso, clique nesse link.


O que está sendo falado no blog hoje


This entry passed through the Full-Text RSS service - if this is your content and you're reading it on someone else's site, please read the FAQ at fivefilters.org/content-only/faq.php#publishers.

28 de setembro de 2014

Resumo semanal – 22/09/2014 a 28/09/2014

Depois de uma semana corrida e tumultuada, nada melhor do que se atualizar, não é mesmo? E isso é fácil, pois mesmo que você não tenha tido tempo para ver tudo o que foi postado no blog, você simplesmente só precisa ler esse resumo semanal e pronto.
resumo semanal

Resumo semanal do Blog do Edivaldo de 22/09/2014 a 28/09/2014

22/09/2014

23/09/2014

24/09/2014

25/09/2014

26/09/2014

27/09/2014

Dicas de coisas para fazer depois de instalar o Ubuntu 14.04

Para quem acabou de mudar para o Ubuntu 14.04, uma boa ideia é dar uma olhadas na últimas dicas de coisas para fazer depois de instalar o sistema:
Dicas de coisas para fazer depois de instalar o Ubuntu 14.04


Não está aparecendo algo?

Este post é melhor visualizado acessando direto da fonte. Para isso, clique nesse link.


This entry passed through the Full-Text RSS service - if this is your content and you're reading it on someone else's site, please read the FAQ at fivefilters.org/content-only/faq.php#publishers.

26 de setembro de 2014

Netflix no Linux: Executando o Netflix como um app (atualizado)

Boa noticia para os usuários e fãs do famoso serviço de stream de filmes, além de poder assistir seu filmes favoritos no sistema do pinguim, agora também é possível executar o Netflix no Linux como um app.
netflix no linux
Agora que o Ubuntu já pode ser atualizado para usar a biblioteca NSS compatível com o NetFlix, dá para simplificar um pouco mais o tutorial que mostra como assistir nativamente os filmes do serviço Netflix no Linux. Melhor que isso, graças a dica de um leitor do site br-linux.org (Obrigado por sua ajuda Tales A. Mendonça), dá até para eliminar a etapa da instalação da extensão que muda o user-agent do navegador e executar o Netflix no Linux, como se ele fosse um app. Veja a seguir como fazer isso.

Instalando o Google Chrome do Dev channel no Ubuntu e derivados

Para instalar o Google Chrome do Dev channel no Ubuntu e derivados, faça o seguinte:
Passo 1. Abra um terminal (No Unity, use o Dash ou pressionando as teclas CTRL+ALT+T);
Passo 2. Confira se o seu sistema é de 32 bits ou 64 bits, para isso, abras as “Configurações do Sistema” e clique em “Detalhes”. Ou se preferir, use o seguinte comando no terminal:

uname -m

Passo 3. Se seu sistema é de 32 bits, use o comando abaixo:

wget https://dl.google.com/linux/direct/google-chrome-unstable_current_i386.deb

Passo 4. Se seu sistema é de 64 bits, use o comando abaixo:

wget https://dl.google.com/linux/direct/google-chrome-unstable_current_amd64.deb

Passo 5. Agora instale o programa com o comando:

sudo dpkg -i google-chrome-unstable_current_*.deb

Passo 6. Caso seja necessário, instale as dependências do programa com o comando:

sudo apt-get install -f -y

Agora que o navegador compatível com o serviço de stream está atualizado, é hora de atualizar o sistema (especificamente a biblioteca NSS) e criar o atalho para executar o Netflix com um app.

Atualizando o sistema e criando um atalho para executar o Netflix no Linux

Para atualizar o sistema e criar um atalho para o Netflix no Linux, faça o seguinte:
Passo 1. Se não estiver sendo executado, abra um terminal;
Passo 2. Atualize o APT com esse comando;

sudo apt-get update

Passo 3. Agora atualize o sistema usando o comando abaixo:

sudo apt-get upgrade

Passo 4. Para criar um lançador para executar o Netflix como um app, execute um editor de texto com o comando:

sudo gedit /usr/share/applications/netflix.desktop

Passo 5. Com o arquivo aberto, cole o conteúdo abaixo dentro dele. Em seguida, salve e feche o editor de texto;

[Desktop Entry]
Version=1.0
Type=Application
Terminal=false
Name=Netflix
Exec=google-chrome --no-default-browser-check --user-agent="Mozilla/5.0 (Windows NT 6.3; Win64; x64) AppleWebKit/537.36 (KHTML, like Gecko) Chrome/38.0.2114.2 Safari/537.36" --user-data-dir=/$HOME/.config/netflix --app=http://netflix.com/
Icon=
Categories=Application;Network;

Pronto! Agora você já pode executar o atalho criado digitando no Dash netflix. Se preferir, copie o atalho para o lançado do Unity ou se estiver usando outro ambiente, para a sua área de trabalho. Desse mod, você finalmente poderá executar o Netflix no Linux, com se fosse um app.
Netflix como um app no Linux
Apesar de ter sido focado no Ubuntu, os procedimento acima podem ser adaptados para qualquer distribuição, com pouquíssimos ajustes.

Atualização
Resumindo tudo, para executar o Netflix como um app no Linux, basta atualizar a biblioteca NSS, instalar a versão unstable do Chrome a partir do Dev channel e executar o comando a seguir em um terminal:

google-chrome --no-default-browser-check --user-agent="Mozilla/5.0 (Windows NT 6.3; Win64; x64) AppleWebKit/537.36 (KHTML, like Gecko) Chrome/38.0.2114.2 Safari/537.36" --user-data-dir=/$HOME/.config/netflix --app=http://netflix.com/

Segundo o leitor Maycon França, quem quiser fazer o mesmo no OS X, basta instalar a versão unstable do Chrome a partir do Dev channel e executar o comando a seguir em um terminal (eu testei e funcionou):

/Applications/Google\ Chrome.app/Contents/MacOS/Google\ Chrome --no-default-browser-check --user-agent="Mozilla/5.0 (Windows NT 6.3; Win64; x64) AppleWebKit/537.36 (KHTML, like Gecko) Chrome/38.0.2114.2 Safari/537.36" --user-data-dir=/$HOME/Library/Application\ Support/Google/Chrome/ --app=http://netflix.com/

Não está aparecendo algo?

Este post é melhor visualizado acessando direto da fonte. Para isso, clique nesse link.


O que está sendo falado no blog hoje


This entry passed through the Full-Text RSS service - if this is your content and you're reading it on someone else's site, please read the FAQ at fivefilters.org/content-only/faq.php#publishers.

Navegação multiplataforma: lançado Maxthon Cloud Browser 1.0.5.3 para Linux

Sinonimo de uma verdadeira navegação multiplataforma, Maxthon Cloud Browser chegou a versão 1.0.5.3. Se você já usa ou quer experimentar essa versão, veja aqui como instalar esse navegador no Linux.
maxthon cloud browser linux
Maxthon Cloud Browser é uma aplicação multiplataforma que suporta Linux, Microsoft Windows e sistemas operacionais Mac OS X, além de plataformas móveis como o Android, iOS e Windows Phone. Ele é baseado no navegador Chromium e fornece suporte para as extensões do Google Chrome que podem ser instaladas via Google Chrome Store. Com esse navegador você pode ter uma verdadeira navegação multiplataforma em qualquer dispositivo, com boa velocidade, acesso ao seu histórico, favoritos e outras informações, sem se preocupar com detalhes de sincronização.

O programa possui uma página “speed dial” personalizável, histórico, downloads, gestos do mouse, e outras características comumente encontradas no Chrome/Chromium, mas com um menu de aplicativo melhor. O recurso é uma suíte, onde navegadores baseados em nuvem trabalham em conjunto, tornando mais fácil para os usuários manter uma experiência contínua, independente de dispositivo ou sistema operacional.

Maxthon Cloud Browser 1.0.5.3 para Linux traz diversas melhorias incluindo novas opções de sincronização e a nova atualização, que também inclui a possibilidade de importar extensões e a cronologia do Chrome/Chromium. O desenvolvimento do Maxthon para Linux está trazendo melhorias importantes para a ferramenta de “Passport”, que permite sincronizar favoritos, configurações, senhas e etc entre vários dispositivos (incluindo a versão mobile para Android).

Os desenvolvedores do Maxthon também têm melhorado o suporte a gestos do mouse e a integração com os principais ambientes de desktop Linux. Também foi revisto e melhorado o recurso de “busca rápida”, que permite fazer buscas em vários motores de busca/sites diretamente da barra de endereços do navegador.

Conheça melhor o navegador multiplataforma Maxthon Cloud Browser

Para saber mais sobre o programa, clique nesse link

Instalando o navegador multiplataforma Maxthon Cloud Browser no Linux

Para instalar o Maxthon Cloud Browser no Linux, faça o seguinte:
Passo 1. Abra um terminal;
Passo 2. Confira se o seu sistema é de 32 bits ou 64 bits, para isso, use o seguinte comando:

uname -m

Passo 3. Se seu sistema é de 32 bits, use o comando abaixo:

wget http://dl.maxthon.cn/linux/tars/maxthon-browser-stable-1.0.5.3-i386.tgz

Passo 4. Se seu sistema é de 64 bits, use o comando abaixo:

wget http://dl.maxthon.cn/linux/tars/maxthon-browser-stable-1.0.5.3-x86_64.tgz

Passo 5. Depois de baixar, execute o comando abaixo para descomprimir o pacote baixado;

sudo tar -zxvf maxthon-browser-stable-1.0.5.3*.tgz

Passo 6. Vá para a pasta criada:

cd maxthon

Passo 7. Execute o instalado com o comando:

sudo ./Install.sh

Pronto! Na maioria das distribuições, você pode iniciar o programa digitando maxthon no terminal ou no caso do Ubuntu, digitando o mesmo comando no Dash.

Via lffl linux freedom

Não está aparecendo algo?

Este post é melhor visualizado acessando direto da fonte. Para isso, clique nesse link.


O que está sendo falado no blog hoje


This entry passed through the Full-Text RSS service - if this is your content and you're reading it on someone else's site, please read the FAQ at fivefilters.org/content-only/faq.php#publishers.

Ubuntu 14.10 beta 2 já está disponível para download

Foi lançado o beta 2 do Ubuntu 14.10 Utopic Unicorn, a próxima versão do sistema da Canonical. Se você quer experimentar esse release e instalar ou atualizar o Ubuntu, veja aqui como fazer isso.
Ubuntu 14.10 beta 2
Nesse lançamento do Beta 2 ou beta final do Ubuntu 14.10 Utopic Unicom e suas variantes oficiais já estão disponíveis para download imagens para o Kubuntu, Lubuntu, Ubuntu Gnome, UbuntuKylin, Ubuntu Studio, Xubuntu e Ubuntu Cloud. De acordo com a nota de lançamento, as imagens beta são conhecidos por serem razoavelmente livre de erros ou bugs, enquanto representam um instantâneo muito recente do Ubuntu 14.10 que possui todas as características que estarão na versão final, que será lançada em outubro de 2014.

O que há de novo?

O Beta 2 ou betal final do Ubuntu 14.10 Utopic Unicom inclui versões atualizadas de mais do conjunto de pacotes do sistema, incluindo um kernel atual 3.16.2, melhorias no AppArmor, e muitos mais.

Com o Ubuntu 14.10 Utopic Unicorn, o controverso systemd (208) está disponível nos repositórios, assim, o Ubuntu pode finalmente inicializar usando o systemd, mas ele é ainda não é o padrão. Isso porque existem muitos pacotes que precisam ser atualizados para se ajustar ao systemd. Martin Pitt afirmou que o Ubuntu irá mudar para systemd por padrão “quando estiver pronto”.

Entre as aplicações distribuídas por padrão no Ubuntu 14.10 Utopic Unicorn beta final estão o Firefox 32, TThunderbird 31.1, LibreOffice 4.3.1rc2, Nautilus 3.10.1, Rhythmbox 3.0.3, Empathy 3.8.6, Transmission 2.82, Shotwell 0.20.0, Gedit 3.10.4, Brasero 3.10.0 e Totem 3.10.1 (e outros), além da Unity 7.3.1+14.10.20140915 e GTK 3.12.2. Além disso, o Utopic inclui Mesa 10.2.6 (mas a 10.3 está disponível no repositório proposed) e Xorg server 1.16.0.

O Ubuntu 14.10 beta final vem com GTK 3.12.2 e não a mais recente 3.14 (e, como você pode ver na lista de app acima, traz principalmente apps GNOME 3.10 ), isso porque o GNOME 3.14 acabou de ser lançado e o Ubuntu 14.10 inicioou seu congelamento de ferramentas no dia 21 de agosto.

Quanto aos aplicativos GNOME padrão incluídos no Ubuntu (com Unity), eles ainda estão na versão 3.10, porque eles precisam ser corrigidos para poder suportar adequadamente o Unity (para usar bordas das janelas regulares e menus) e parece que os desenvolvedores do Ubuntu não estão tendo tempo para atualizá-los para esta versão do Ubuntu. Mas há algumas boas notícias para os fãs do GNOME: GNOME Shell foi atualizado para a versão 3.12.2 e está disponível nos repositórios oficiais do Ubuntu 14.10 oficial .

Também é importante observar que o beta final do Ubuntu 14.10 vem com o Ubuntu Kernel 3.16.0-17, com base no upstream do 3.16.3.

Para mais informações sobre o lançamento desse beta 2 do Ubuntu 14.10, basta consultar as notas de versão disponíveis nesta página.

Se quiser experimentar o beta 2 do Ubuntu 14.10, faça o Download acessando os links abaixo:

Unity: http://cdimage.ubuntu.com/releases/14.10/
Kubuntu: http://cdimage.ubuntu.com/kubuntu/releases/14.10/
Lubuntu: http://cdimage.ubuntu.com/lubuntu/releases/14.10/
Ubuntu Gnome: http://cdimage.ubuntu.com/ubuntu-gnome/releases/14.10/
UbuntuKylin: http://cdimage.ubuntu.com/ubuntukylin/releases/14.10/
UbuntuStudio: http://cdimage.ubuntu.com/ubuntustudio/releases/14.10/
Xubuntu: http://cdimage.ubuntu.com/xubuntu/releases/14.10/
Ubuntu Cloud: http://cloud-images.ubuntu.com/releases/utopic/

Atualizar o Ubuntu da versão 14.04 para a 14.10

Mas se você está no Ubuntu 14.04, você também pode atualizar para o último beta do Ubuntu 14.10 para ajudar a testar esta versão de desenvolvimento, usando as informações (genéricas) dos posts abaixo. Observe que você não deve fazer isso em máquinas de produção.

Como atualizar o Ubuntu Desktop da versão 13.10 para a 14.04

Como atualizar o Ubuntu Server da versão 13.10 para a 14.04

Programação de lançamentos do Ubuntu 14.10

O Ubuntu 14.10 será lançado em outubro. Para mais detalhes, consulte o calendário de lançamentos abaixo:

  • 26 de Junho: Alpha 1
  • 24 de Julho: Alpha 2
  • 21 de Agosto: Inicio do ciclo de estabilização
  • 28 de Agosto: Beta 1
  • 25 de Setembro: Beta final
  • 16 de Outubro: Versão final

Via UbuntuHandbook

Não está aparecendo algo?

Este post é melhor visualizado acessando direto da fonte. Para isso, clique nesse link.


O que está sendo falado no blog hoje

No Post found.


This entry passed through the Full-Text RSS service - if this is your content and you're reading it on someone else's site, please read the FAQ at fivefilters.org/content-only/faq.php#publishers.

Programa para editar vídeos: Lançado Lightworks 12 para Linux

Foi lançada a versão 12 do poderoso programa para editar vídeos Lightworks. Veja aqui como instalar ele no Linux.
lightworks
Lightworks é uma ferramenta de edição de vídeo profissional e software de masterização. O aplicativo já foi utilizado em alguns renomados filmes ganhadores do Oscar e do Emmy award, incluindo O Discurso do Rei, Hugo, Os Infiltrados de Martin Scorsese, Missão Impossível, Pulp Fiction, Coração Valente e Batman.

Além de marcar a conclusão dos trabalhos do código-base da multiplataforma do programa, versão 12 introduz melhorias para várias áreas chave e adiciona alguns novos recursos, para aumentar a velocidade do fluxo de trabalho e melhorar a experiência de edição. De acordo com a produtora do programa: “Lightworks ficou muito mais fácil de usar!”

Lightworks está disponível como uma versão gratuita ou como uma versão paga com uma licença pro. A diferença entre a versão gratuita e a paga (pro), é que a versão gratuita é limitada a formatos de web, como MPEG4/H.264 em até 720p, enquanto a versão Pro tem uma gama muito maior de opções de saída, inclui o compartilhamento de projetos, 3D saída estereoscópica e o usuário pode definir locais de projeto.

Conheça melhor o programa para editar vídeos Lightworks

Para saber mais sobre o programa, clique nesse link
Para saber mais detalhes sobre essa versão, clique nesse link

Instalando o programa para editar vídeos Lightworks 12 no Linux

Para instalar o Lightworks 12 no Linux, faça o seguinte:
Passo 1. Abra um terminal (No Unity, use o Dash ou pressionando as teclas CTRL+ALT+T);
Passo 2. Para baixar o instalador do programa para Debian, Ubuntu e seus derivados, use o comando abaixo:

wget http://www.lwks.com/dmpub/lwks-12.0-amd64.deb

Passo 3. Para baixar o instalador do programa para Fedora, RedHat, CentOS ou qualquer outra distro derivada desses, use o comando abaixo:

wget http://www.lwks.com/dmpub/lwks-12.0-amd64.rpm

Passo 4. Para instalar em um Debian, Ubuntu e seus derivados, use os comandos abaixos:

sudo dpkg -i lwks-12.0-amd64.deb
sudo apt-get install -f -y

Passo 5. Para instalar em um Fedora, RedHat e seus derivados, use o comando abaixo:

sudo yum localinstall lwks-12.0-amd64.rpm

Passo 6. Para instalar em um openSUSE ou um de seus derivados, use o comando abaixo:

sudo zypper install lwks-12.0-amd64.rpm

Passo 7. Para instalar em um OpenMandriva, Mageia e seus derivados, use o comando abaixo:

sudo urpmi lwks-12.0-amd64.rpm

Pronto! Na maioria das distribuições, você pode iniciar o programa digitando lightworks no terminal ou no caso do Ubuntu, também funciona digitando o mesmo comando no Dash.

Via EditShare

Não está aparecendo algo?

Este post é melhor visualizado acessando direto da fonte. Para isso, clique nesse link.


O que está sendo falado no blog hoje


This entry passed through the Full-Text RSS service - if this is your content and you're reading it on someone else's site, please read the FAQ at fivefilters.org/content-only/faq.php#publishers.

25 de setembro de 2014

Ubuntu MATE 14.10 Beta 2 já está disponível para download

O Ubuntu MATE 14.10 Beta 2 já está disponível para download. Conheça mais um pouco sobre ele e veja onde baixar.
ubuntu mate 14.10
Ubuntu MATE acaba de chegar a sua segunda versão beta. A distribuição, é uma nova variante do Ubuntu que começou a ser desenvolvida há alguns meses atrás. O primeiro lançamento dessa variante será o Ubuntu MATE 14.10, um Ubuntu 14.10 integrado com o MATE Desktop Environment.

Ubuntu MATE é um projeto da comunidade Ubuntu desenvolvido pela equipe do núcleo de desenvolvimento MATE Desktop e mantido pela equipe de empacotamento Debian. Até o momento, o Ubuntu MATE ainda não é um “sabor” oficial do Ubuntu, mas a equipe do projeto está trabalhando para isso, o que acontecerá no lançamento do Ubuntu 14.10 em outubro.

Ubuntu MATE incluirá a atual versão estável 1.8.1 do MATE Desktop Environment com algumas personalizações que se aplicam tanto para o tema padrão, a instalação do slider, animação durante o boot e etc.

Para quem ainda não conhece o ambiente padrão dessa variante do Ubuntu, o MATE Desktop Environment é a continuação do clássico GNOME 2, que fornece um ambiente de trabalho intuitivo e atraente, usando metáforas tradicionais para outros sistemas operacionais Unix-like e Linux. Os desenvolvedores da Canonical decidiram lançar um derivado capaz de oferecer aos usuários a chance de recuperar a experiência do usuário do Gnome 2, usando o ambiente MATE, tendo em conta a estabilidade e principalmente o sucesso desse ambiente.

Conheça melhor a distribuição Ubuntu MATE

Para saber mais sobre essa distribuição, clique nesse link.
Para saber mais sobre o Ubuntu MATE 14.10 Beta 2, acesse a nota de lançamento.
Para baixar a imagem ISO da distribuição, acesse esse link.

Via UbuntuHandbook

Não está aparecendo algo?

Este post é melhor visualizado acessando direto da fonte. Para isso, clique nesse link.


O que está sendo falado no blog hoje


This entry passed through the Full-Text RSS service - if this is your content and you're reading it on someone else's site, please read the FAQ at fivefilters.org/content-only/faq.php#publishers.

Atualizando o kernel do Ubuntu para uma nova versão – 3.16.3

Greg Kroah-Hartman anunciou na terceira quarta-feira (17) deste mês, o lançamento do Linux 3.16.3. Se você quiser experimentar essa versão, veja a seguir como instalar ela no Ubuntu.
kernel-3.16.3
O kernel 3.16.3 é uma atualização de manutenção que deve corrigir alguns bugs encontrados por usuários e desenvolvedores.

Para ver as principais novidades desse kernel, acesse esse link.

Antes de iniciar começar a atualizar o kernel do Ubuntu, saiba que este é um procedimento que apesar de simples, exige conhecimentos avançados do sistema e deve ser feito por sua própria conta e risco.

Como atualizar o kernel do Ubuntu para a versão 3.16.3

Para atualizar seu kernel para a versão 3.16.3 do Ubuntu 14.04 e derivados, faça o seguinte
Passo 1. Abra um terminal (Usando o Dash ou pressionando as teclas CTRL+ALT+T);
Passo 2. Verifique qual a arquitetura de seu sistema acessando as Configurações do Sistema e a opção “Detalhes” ou usando o comando abaixo:

uname -m

Passo 3. Se estiver usando um sistema de 32 bits, baixe os arquivos DEB com os comandos:

wget http://kernel.ubuntu.com/~kernel-ppa/mainline/v3.16.3-utopic/linux-headers-3.16.3-031603_3.16.3-031603.201409171435_all.deb
wget http://kernel.ubuntu.com/~kernel-ppa/mainline/v3.16.3-utopic/linux-headers-3.16.3-031603-generic_3.16.3-031603.201409171435_i386.deb
wget http://kernel.ubuntu.com/~kernel-ppa/mainline/v3.16.3-utopic/linux-image-3.16.3-031603-generic_3.16.3-031603.201409171435_i386.deb

Passo 4. Se estiver usando um sistema de 32 bits e quiser usar o kernel de baixa latência (para usar em PC´s mais modestos), baixe os arquivos DEB com os comandos:

wget http://kernel.ubuntu.com/~kernel-ppa/mainline/v3.16.3-utopic/linux-headers-3.16.3-031603_3.16.3-031603.201409171435_all.deb
wget http://kernel.ubuntu.com/~kernel-ppa/mainline/v3.16.3-utopic/linux-headers-3.16.3-031603-lowlatency_3.16.3-031603.201409171435_i386.deb
wget http://kernel.ubuntu.com/~kernel-ppa/mainline/v3.16.3-utopic/linux-image-3.16.3-031603-lowlatency_3.16.3-031603.201409171435_i386.deb

Passo 5. Se estiver usando um sistema de 64 bits, baixe os arquivos DEB com os comandos:

wget http://kernel.ubuntu.com/~kernel-ppa/mainline/v3.16.3-utopic/linux-headers-3.16.3-031603_3.16.3-031603.201409171435_all.deb
wget http://kernel.ubuntu.com/~kernel-ppa/mainline/v3.16.3-utopic/linux-headers-3.16.3-031603-generic_3.16.3-031603.201409171435_amd64.deb
wget http://kernel.ubuntu.com/~kernel-ppa/mainline/v3.16.3-utopic/linux-image-3.16.3-031603-generic_3.16.3-031603.201409171435_amd64.deb

Passo 6. Se estiver usando um sistema de 64 bits e quiser usar o kernel de baixa latência (para usar em PC´s mais modestos), baixe os arquivos DEB com os comandos:

wget http://kernel.ubuntu.com/~kernel-ppa/mainline/v3.16.3-utopic/linux-headers-3.16.3-031603_3.16.3-031603.201409171435_all.deb
wget http://kernel.ubuntu.com/~kernel-ppa/mainline/v3.16.3-utopic/linux-headers-3.16.3-031603-lowlatency_3.16.3-031603.201409171435_amd64.deb
wget http://kernel.ubuntu.com/~kernel-ppa/mainline/v3.16.3-utopic/linux-image-3.16.3-031603-lowlatency_3.16.3-031603.201409171435_amd64.deb

Passo 7. Instale o kernel com o comando:

sudo dpkg -i linux-headers-3.16.3-*.deb linux-image-3.16.3-*.deb

Passo 8. Reinicie o sistema com o comando abaixo:

sudo reboot

Passo 9. Se você tiver algum problema e quiser desinstalar o atual kernel, reinicie o computador com um kernel anterior (usando Grub -> Advanced -> select previous kernel) e quando iniciar o sistema, faça login, abra um terminal e execute o comando abaixo para remover o Linux Kernel 3.16.3:

sudo apt-get remove linux-headers-3.16.3-*.deb linux-image-3.16.3-*.deb

Nota: Todos os drivers que não fazem parte da principal árvore do kernel (o que obviamente inclui drivers proprietários) devem ser recompilados para novas versões do kernel.

Não está aparecendo algo?

Este post é melhor visualizado acessando direto da fonte. Para isso, clique nesse link.


O que está sendo falado no blog hoje


This entry passed through the Full-Text RSS service - if this is your content and you're reading it on someone else's site, please read the FAQ at fivefilters.org/content-only/faq.php#publishers.

Como codificar vídeo H.265 usando FFmpeg no Linux (4K e 8K)

Se você está precisando codificar vídeo H.265 usando FFmpeg no Linux, veja aqui como fazer isso.
codificar-vídeo-H.265
Por mais incrível que possa parecer, poucos sabem que quase todos os vídeos que assistimos pela televisão digital terrestre, via cabo, satélite, ou através da Internet, é comprimido. Isso ocorre porque o formato bruto, RAW, é um tipo vídeo não comprimido, é muito grande e iria consumir muita largura de banda. Bem antes do DVD e Blu-ray, havia o CD de vídeo (VCD). Ele foi o primeiro formato usado para distribuir comercialmente filmes em padrão de 120 mm (4.7 polegadas) discos ópticos. O vídeo nos discos era codificado em MPEG-1, um formato de compressão lossy projetado para transmissão de dados de vídeo de 1.5 Mbit/s. Provavelmente o componente mais conhecido do padrão MPEG-1 foi o seu formato de compressão de áudio. Oficialmente chamado de MPEG-1 Audio Layer III, você provavelmente conhece ele como MP3.

Depois do MPEG-1 veio o MPEG-2, que foi escolhido como o padrão de compressão de vídeo para DVD de vídeo. Também foi usado como o padrão de vídeo subjacente para digital por satélite (DVB-S) e TV digital terrestre (DVB-T). MPEG-2 também foi ratificada pela International Telecommunication Union (ITU) como H.262. Depois veio DVD Blu-ray, que além de suportar vídeos codificados em MPEG-2, também suportou H.264 ou MPEG-4 Part 10, Advanced Video Coding (MPEG-4 AVC), como era oficialmente conhecida.

Depois teve o H.264 e em seguida, o H.265. Ele também tem alguns outros nomes, é mais comumente chamado de High Efficiency Video Coding (HEVC) ou MPEG-H. H.265. O formato duplica a taxa de compressão de dados em comparação com o H.264 e pode suportar resoluções de até 8192 × 4320. Isto significa que o vídeo com a mesma qualidade necessita apenas metade da largura da banda (ou tamanho). Alternativamente, isto significa que a qualidade do vídeo pode ser substancialmente melhorada com a mesma taxa de bits, algo muito importante para telas que possuem a definição muito alta (isto é, 4K e 8K).

Conheça melhor o FFmpeg

Para saber mais sobre esse programa, clique nesse link.

Como codificar vídeo H.265 usando FFmpeg no Linux

Para codificar vídeo H.265 usando FFmpeg no Linux, você deve fazer o seguinte:
Passo 1. Abra um terminal;
Passo 2. Confira se o seu sistema é de 32 bits ou 64 bits, para isso, abras as “Configurações do Sistema” e clique em “Detalhes”. Ou se preferir, use o seguinte comando no terminal:

uname -m

Passo 3. Se seu sistema é de 32 bits, use o comando abaixo para baixar o programa:

wget http://johnvansickle.com/ffmpeg/releases/ffmpeg-2.4.1-32bit-static.tar.xz

Passo 4. Se seu sistema é de 64 bits, use o comando abaixo para baixar o programa:

wget http://johnvansickle.com/ffmpeg/releases/ffmpeg-2.4.1-64bit-static.tar.xz

Passo 5. Execute o seguinte comando para descompactar o arquivo:

tar xvf ffmpeg-*-static.tar.xz

Passo 6. Vá para a pasta criada;

cd ffmpeg-*-static/

Passo 7. Para codificar um vídeo em formato H.265, use o seguinte comando (ajuste o video.mp4 e video-h265.mp4, colocando o caminho correto antes do nome). Observe que o parâmetro -i especifica o arquivo de vídeo de entrada, neste caso, “video.mp4″. ffmpeg pode decodificar toda uma variedade de formatos de vídeo, incluindo avi, mp4 e mov. Já o parâmetro -c:a copy informa ao ffmpeg para copiar o fluxo de áudio do arquivo original diretamente para o arquivo de saída. Enquanto -c:v libx265 diz ao ffmpeg para codificar o novo arquivo de vídeo no formato H.265. O último parâmetro é o nome do arquivo de saída codificado H.265 desejado. ffmpeg pode criar mp4, mov e .mkv arquivos com vídeo H.265 codificado. :

./ffmpeg -i video.mp4 -c:a copy -c:v libx265 video-h265.mp4

Passo 8. Uma vez que a codificação tenha terminado, use o comando a seguir para comparar o tamanho dos dois vídeos. Você deve ver uma diminuição significativa no tamanho do arquivo de vídeo H.265 codificado:

ls video.mp4 video-h265.mp4

Passo 9. Por fim, para verificar se o arquivo foi codificado corretamente, use o comando abaixo:

ffprobe video-h265.mp4

É isso aí agora você já tem um arquivo decodificado no formato H.265. Aproveite a qualidade e o tamanho que esse formato oferece.

Via Make Tech Easier

Não está aparecendo algo?

Este post é melhor visualizado acessando direto da fonte. Para isso, clique nesse link.


O que está sendo falado no blog hoje


This entry passed through the Full-Text RSS service - if this is your content and you're reading it on someone else's site, please read the FAQ at fivefilters.org/content-only/faq.php#publishers.

Como apagar o histórico de arquivos abertos recentemente no Ubuntu

Se você está precisando apagar o histórico de arquivos abertos recentemente no Ubuntu, veja aqui como fazer isso.
histórico de arquivos abertos
Recursos como o histórico de arquivos abertos recentemente geralmente são bastante úteis, mas quando esse tipo de funcionalidades começa a comprometer a sua privacidade (quando aparecem na pesquisa do Dash, por exemplo), o melhor a fazer é apagar esse histórico e até desativar o registro. A verdade é que ninguém gosta de pessoas que ficam bisbilhotando suas informações, mesmo que sejam coisas simples.

Normalmente, o histórico de arquivos abertos recentemente vem ativado por padrão no Ubuntu, sendo necessário desativá-lo caso não queira que as informações de seus acessos a arquivos sejam registrados. Por isso, neste tutorial será mostrado como apagar o histórico de arquivos abertos recentemente no Ubuntu e também como desativar o registro dessas informações.

Como apagar o histórico de arquivos abertos recentemente no Ubuntu

Para apagar o histórico de arquivos abertos recentemente no Ubuntu, você deve fazer o seguinte:
Passo 1. Abra o item “Configurações do sistema”, clicando no atalho dele no lançador do ambiente Unity;
histórico de arquivos abertos
Passo 2. Em “Configurações do sistema”, clique no item “Segurança e privacidade”;
histórico de arquivos abertos
Passo 3. Na tela seguinte, clique na aba “Arquivos e aplicativos”;
histórico de arquivos abertos
Passo 4. Em “Arquivos e aplicativos”, clique no botão “Limpar dados de uso…”;
histórico de arquivos abertos
Passo 5. Na tela que aparece, marque o periodo que deseja apagar e em seguida, clique no botão “OK”;
histórico de arquivos abertos
Passo 6. Para ficar mais completo, você também pode desligar a opção  “Gravar a utilização de arquivo e de aplicativos” para evitar que o sistema para gravar seus arquivos e aplicativos recentes.
histórico de arquivos abertos

Pronto! Com essa mudança, ninguém mais saberá quais foram os arquivos que você abriu recentemente.

Via Ubuntu Geek

Não está aparecendo algo?

Este post é melhor visualizado acessando direto da fonte. Para isso, clique nesse link.


O que está sendo falado no blog hoje


This entry passed through the Full-Text RSS service - if this is your content and you're reading it on someone else's site, please read the FAQ at fivefilters.org/content-only/faq.php#publishers.

24 de setembro de 2014

Como instalar o VMware Player no Linux

Está difícil colocar o virtualizador da VMware no Linux? Veja a seguir como instalar o VMware Player no Linux e resolva seu problema.
vmware player no linux
VMware Player é produto de virtualização como o VirtualBox. Ele é oferecido gratuitamente para uso pessoal pela VMware corporation. O programa pode executar aplicativos virtuais existentes e criar suas próprias máquinas virtuais (que requerem um sistema operacional a ser instalado para ser funcional). Ele usa o mesmo núcleo de virtualização do VMware Workstation, um programa semelhante com mais recursos, mas que não é gratuito. A VMware afirma que o Player oferece melhores gráficos, desempenho mais rápido e maior integração do que qualquer outra solução para virtualização.

Esse tipo de aplicativo pode ser muito útil para criar ambientes prontos para, por exemplo, criar demonstrações, fazer testes e até mesmo colocar serviços em VM´s.

Conheça melhor o VMware Player

Para saber mais sobre esse programa, clique nesse link.

Como instalar o VMware Player no Ubuntu e seus derivados

Para instalar o VMware Player no Ubuntu, você deve fazer o seguinte:
Passo 1. Abra um terminal (no Unity use as teclas CTRL + ALT + T);
Passo 2. Baixe o script de instalação do programa com este comando:

wget -O vmware-install.sh http://drive.noobslab.com/data/apps/vmware/vmware-install.sh

Passo 3. Use o comando abaixo para tornar o script executável;

chmod +x vmware-install.sh

Passo 4. Inicie a instalação programa;

sudo ./vmware-install.sh

vmware-player-2
Passo 5. Caso seja necessário, use o comando abaixo para desinstalar o programa;

sudo vmware-installer -u vmware-player

Uma vez instalado, inicie o programa digitando no Dash:vmware

Via NoobsLab

Não está aparecendo algo?

Este post é melhor visualizado acessando direto da fonte. Para isso, clique nesse link.


O que está sendo falado no blog hoje


This entry passed through the Full-Text RSS service - if this is your content and you're reading it on someone else's site, please read the FAQ at fivefilters.org/content-only/faq.php#publishers.

Como resolver o erro “Modo de ponto de acesso não é suportado por este dispositivo”

Se você está tendo problemas para colocar a placa wireless de seu laptop em modo AP, veja aqui como resolver o erro “Modo de ponto de acesso não é suportado por este dispositivo”;
ponto-de-acesso-nao-e-suportado
Através deste tutorial, os usuário que querem criar um AP hotspot wi-fi em seu laptop com Ubuntu, mas ficam sem saída ao esbarrar na mensagem de erro “Wi-Fi Hotspot: Modo de ponto de acesso não é suportado por este dispositivo”, poderão encontrar uma saída para o seu problema. Abaixo será mostrado como corrigir o problema, usando a placa Broadcom bcm4313 como exemplo.

Como resolver o erro “Modo de ponto de acesso não é suportado por este dispositivo”

Para resolver o erro “Modo de ponto de acesso não é suportado por este dispositivo”, você deve fazer o seguinte:
Passo 1. Abra um terminal (no Unity use as teclas CTRL + ALT + T);
Passo 2. Execute o comando abaixo para ver as informações da placa de rede wireless de seu equipamento;

lspci | grep -i Network

Passo 3. No caso dessa placa, a saída será (ou seja, o ID do chip é BCM4313 e ele é fabricado pela Broadcom):

02:00.0 Network controller: Broadcom Corporation BCM4313 802.11bgn Wireless Network Adapter (rev 01)

Passo 4. Consulte a tabela abaixo. Descubra qual o driver que trabalha com o seu adaptador e se ele suporta o modo AP wireless. Para Broadcom, há três drivers que suportam o modo AP, mas apenas o brcmsmac (consulte a página link para chips suportados) suporta chip wi-fi BCM4313.
tabela
Passo 5. Descubra driver atual em execução no seu adaptador Wi-Fi, executando o comando abaixo (Se precisar, instale a ferramenta ethtool a partir da Central de programas do Ubuntu);

ethtool -i wlan0 | grep driver

Passo 6. As saídas de comando são mais ou menos assim (no caso do exemplo, será preciso mudar o driver wireless do wl0 para brcmsmac, para conseguir obter o suporte ao modo AP);

driver: wl0

Passo 7. Instale o driver brcmsmac com este comando;

sudo apt-get install firmware-b43-installer

Passo 8. Depois, verifique se o driver está disponível usando este comando;

lsmod |grep brcmsmac

Passo 9. Use o comando abaixo para desativar o driver wl0 anterior:

sudo modprobe -r wl

Passo 10. Agora, carregue o novo driver:

sudo modprobe brcmsmac

Passo 11. Finalmente execute abaixo para saber se o modo AP é suportado;

iw list

Passo 12. Para alguns chips wireless, execute o comando abaixo em vez de verificar o modos de interface suportados:

sudo iwconfig wlan0 mode master

Passo 13. Para fazer este trabalho na próxima inicialização, vá para a pasta /etc/modprobe.d;

cd /etc/modprobe.d/ && ls

Passo 14. Abra o arquivo blacklist.conf com o comando abaixo;

sudo gedit blacklist.conf

Passo 15. Com o arquivo aberto, localize e remova a linha que bloqueia o driver blacklist brcmsmac e adicione a linha blacklist wl, para bloquear o driver anterior. Salve e feche o arquivo;
Passo 16. Repita o processo nos outros arquivos dessa pasta por precaução (mas apenas se encontrar o blacklist brcmsmac dentro dele.

Via UbuntuHandbook

Não está aparecendo algo?

Este post é melhor visualizado acessando direto da fonte. Para isso, clique nesse link.


O que está sendo falado no blog hoje


This entry passed through the Full-Text RSS service - if this is your content and you're reading it on someone else's site, please read the FAQ at fivefilters.org/content-only/faq.php#publishers.

23 de setembro de 2014

Lançado cliente de e-mail Geary 0.8 com redesign e suporte a assinatura

A equipe Yorba anunciou recentemente o lançamento do seu cliente de e-mail Geary, agora na versão 0.8 com muitas das novas funcionalidades e melhorias. Por isso, veja como instalar ou atualizar para essa versão no Ubuntu e seus derivados.
cliente de e-mail
De acordo com a nota de lançamento, Geary 0.8 agora tem um visual muito mais nítido e moderno do que antes. A janela compor nova mensagem e responder agora estão in-line da janela principal. Você ainda pode colocar o compositor fora em uma janela separada através do botão “Detach” (Separar).

Outra novidade é que foi adicionado o suporte a assinatura no Geary. Essa funcionalidade, irá inserir automaticamente a assinatura de seu projeto em um e-mail, seja novo ou uma resposta a outro. Além disso, a nova versão traz uma grande melhoria na velocidade de banco de dados e estabilidade da conexão IMAP e muito mais:

Conheça melhor o cliente de e-mail Geary

Para saber mais sobre esse programa, clique nesse link.

Como instalar o cliente de e-mail Geary 0.8 no Ubuntu e seus derivados

Para instalar o cliente de e-mail Geary 0.8 no Ubuntu e ainda poder receber automaticamente as futuras atualizações dele, você deve fazer o seguinte:
Passo 1. Abra um terminal (no Unity use as teclas CTRL + ALT + T);
Passo 2. Se ainda não tiver, adicione o repositório do programa com este comando:

sudo add-apt-repository ppa:yorba/ppa

Passo 3. Atualize o APT com o comando:

sudo apt-get update

Passo 4. Agora use o comando abaixo para instalar o programa;

sudo apt-get install geary

Uma vez instalado, inicie o programa digitando no Dash:geary

Via UbuntuHandbook

Não está aparecendo algo?

Este post é melhor visualizado acessando direto da fonte. Para isso, clique nesse link.


O que está sendo falado no blog hoje


This entry passed through the Full-Text RSS service - if this is your content and you're reading it on someone else's site, please read the FAQ at fivefilters.org/content-only/faq.php#publishers.

Instale o Neon Conky com três variantes e deixe seu desktop mais bonito

Que tal dar um belo visual para o seu desktop e ainda receber informações importantes sobre seu sistema? Simples, apenas instale o Neon Conky com três variantes e deixe seu desktop mais bonito
neon conky
O Conky é um monitor de sistema livre leve para X, que exibe todas as informações sobre sua área de trabalho. O programa está licenciado sob a GPL e roda em Linux e BSD. Ele pode exibir esta informação como texto, ou usando simples barras de progresso e widgets de gráficos, com diferentes fontes e cores. Conky é capaz de monitorar diversas variáveis ​​do sistema, incluindo CPU, memória, swap, espaço em disco, a temperatura, top, upload, download, mensagens do sistema, e muito mais. Ele é extremamente configurável, no entanto, a configuração pode ser um pouco difícil de compreender.

Já o Neon Conky é um conjunto feito para o Conky que está disponível em três cores diferentes (azul, vermelho, amarelo). Este conky exibe Data/Hora, CPU, memória, e fazer o upload Internet/velocidade de download.
neon-conky-1

neon-conky-3

Para facilitar a instalação, configuração e até a desinstalação, será usado um script que faz tudo que é necessário para ter o Neon Conky no sistema. Com o script irá automatizar todo processo de instalação para este conky, então todo mundo pode facilmente instalá-lo ou até removê-lo do sistema. Usando um único método de instalação, o script pode trabalhar com a maioria das distribuições Linux sem qualquer problema e sua configuração automatizada e interativa torna as coisas mais fáceis. O script foi testado na maioria dos desktops Linux ambientes: Gnome Shell, Unity, Cinnamon, Gnome Classic, Mate e talvez funcione em outros também.

Conheça melhor o Neon Conky com três variantes

Para saber mais sobre o Neon Conky com três variantes, clique nesse link.

Como instalar o Neon Conky com três variantes no Ubuntu e seus derivados

Para instalar o Neon Conky com três variantes no Ubuntu, você deve fazer o seguinte:
Passo 1. Abra um terminal (no Unity use as teclas CTRL + ALT + T);
Passo 2. Se ainda não tiver, instale o conky com o comando abaixo:

sudo apt-get install conky

Passo 3. Em seguida, baixe o instalador do Neon Conky com esse comando;

cd && wget -O neon-conky.sh http://drive.noobslab.com/data/conky/Neon-Conky/neon-conky.sh

Passo 4. Com o arquivo baixado, use o comando abaixo para torná-lo executável;

chmod +x neon-conky.sh

Passo 5. Agora use o comando abaixo para instalar o programa;

./neon-conky.sh

Durante a configuração da instalação o script irá lhe perguntar qual a cor que você quer e depois o conky será instalado em seu sistema, junto com os papeis de parede relacionados, que serão adicionados a sua pasta de imagens (~/Pictures). Depois da instalação, mude seu papel de parede um dos que o script instalou e combine com o conky que estiver sendo exibido, para obter melhores resultados.

Como desinstalar o Neon Conky com três variantes no Ubuntu e seus derivados

Caso seja necessário, para desinstalar o Neon Conky com três variantes no Ubuntu, faça o seguinte:
Passo 1. Abra um terminal (no Unity use as teclas CTRL + ALT + T);
Passo 2. Baixe o desinstalador do Neon Conky com esse comando;

cd && wget -O uninstall-neon-conky.sh http://drive.noobslab.com/data/conky/Neon-Conky/uninstall-neon-conky.sh

Passo 3. Com o arquivo baixado, use o comando abaixo para torná-lo executável;

chmod +x uninstall-neon-conky.sh

Passo 4. Agora use o comando abaixo para desinstalar o programa;

./uninstall-neon-conky.sh

Via NoobsLab

Não está aparecendo algo?

Este post é melhor visualizado acessando direto da fonte. Para isso, clique nesse link.


O que está sendo falado no blog hoje


This entry passed through the Full-Text RSS service - if this is your content and you're reading it on someone else's site, please read the FAQ at fivefilters.org/content-only/faq.php#publishers.

Conheça três maneiras de criar um Hotspot Wi-Fi no Ubuntu

Se você precisa criar um Hotspot Wi-Fi no Ubuntu, conheça três maneiras bem simples de fazer isso.
ubuntu
Quem já conhece o site a bastante tempo deve conhecer alguns dos tutoriais sobre como criar um Hotspot Wi-Fi no Ubuntu. Aqui, irei resumir todos eles para que fique mais fácil e acessível para os leitores. São três as maneiras de criar um Hotspot Wi-Fi no Ubuntu e são as seguintes:

  1. Para criar um um Hotspot Wifi no Ubuntu usando um aplicativo de terceiros chamado ap-hotspot, veja este tutorial;
  2. Para criar um um Hotspot Wifi no Ubuntu usando o editor de conexão do KDE, veja este tutorial;
  3. Se seu acesso a Internet é cabeado e você não tem um roteador Wi-Fi para distribuir o acesso da conexão, saiba que é possível usar um computador ou notebook para fazer isso. Para fazer, veja esse tutorial

Independente do método, se puder use SSID oculto, use um bom protocolo de proteção e esteja atento ao uso de senhas. Por questões óbvias de segurança, use senha fortes (no mínimo 8 caracteres, com letras e números, com letras maiúsculas e minúsculas). Embora pareça exagero, tais cuidados além de evitarem que alguém entre na sua rede e tenha acesso às suas informações, também evitarão que este faça coisas na web usando sua estrutura, o que pode ser comprometedor para você em algumas situações. Quando não estiver mais precisando de uma dessas soluções, desative-as e tenha mais segurança nos seus equipamentos, pois quando se trata de redes, todo cuidado é pouco.

Na prática, as três opções pode servir para qualquer tipo de aparelho. Experimente cada uma delas e veja qual serve para você e sua estrutura. Se tiver dificuldade com uma, tente as outras, até encontrar aquela que se adeque às suas necessidades.

Via ubuntuhandbook

Não está aparecendo algo?

Este post é melhor visualizado acessando direto da fonte. Para isso, clique nesse link.


O que está sendo falado no blog hoje


This entry passed through the Full-Text RSS service - if this is your content and you're reading it on someone else's site, please read the FAQ at fivefilters.org/content-only/faq.php#publishers.

22 de setembro de 2014

Netflix no Linux: lib NSS foi atualizada no Ubuntu para permitir a reprodução HTML5

Está cada dia mais fácil ter Netflix no Linux, ainda mais agora que lib NSS foi atualizada no Ubuntu para permitir a reprodução HTML5, que é o método usado pelo serviço de streaming de vídeo.
netflix no linux
Há pouco tempo escrevi um tutorial mostrando como assistir nativamente os filmes do serviço Netflix no Linux. O processo, entretanto, exigia atualização da biblioteca NSS e usava uma extensão no Google Chrome que alterava o user-agent do navegador para enganar o serviço. A boa noticia é que a lib NSS 3.17 chegou nessa segunda-feira no Ubuntu 14.04 e 12.04 (por meio de uma atualização), e graças a isso, o Netflix em breve deverá usar a reprodução HTML5 no Ubuntu, e você poderá assistir aos filmes sem a necessidade de quaisquer ajustes.

Agora, o único ajuste necessário para usar Netflix com reprodução HTML5 no Ubuntu é usar um agente de usuário personalizada no Google Chrome através de uma extensão que permite essa mudança, mas logo isso não será necessário porque um desenvolvedor do Netflix postou uma mensagem na lista de discussão do Ubuntu-dev alguns dias atrás, perguntando se Canonical planeja atualizar a lib NSS para a versão 3.16.2 ou mais recente e dizendo que, se isso vir a acontecer, “O Netflix conseguiria fazer uma mudança para que os usuários não precisem mais hackear seu User-Agent para reproduzir filmes do serviço”.

Com a atualização de hoje, todas as versões do Ubuntu com suporte à biblioteca como a 12.04, 14.04 e 14.10 (atualmente em desenvolvimento), incluem a NSS 3.17. Então tudo o que falta agora é o Netflix adicionar o Ubuntu à sua lista de sistemas operacionais suportados, e enfim, os usuários do Ubuntu terão reprodução do Netflix usando HTML5, sem precisar mudar nada.

Até então, o serviço de streaming dependia da tecnologia Silverlight, da Microsoft, mas, com a adoção do HTML5 e essa atualização da biblioteca Nss, isso deve mudar. Claro, o Google Chrome ainda é necessário, pois a reprodução HTML5 do Netflix não funcionará com qualquer outro navegador no Linux, isso porque a funcionalidade requer as extensões de mídia criptografadas que são empacotadas com ele.

Se você já atualizou ou vai atualizar seus sistema para obter a nova biblioteca NSS, mas não quer esperar até que o Linux esteja na lista de sistemas operacionais suportados, para que ele possa usar HTML5, consulte este artigo (pule para a parte do user-agent) para saber como adicionar um user-agent personalizado para o Google Chrome, para que finalmente, você possa desfrutar de reprodução nativa do Netflix no no Ubuntu, usando HTML5.

Note-se que NSS 3.17 acabou de chegar aos repositórios do Ubuntu 14.04 e 12.04 repositórios. Por isso, pode levar um tempo até que seja sincronizado com o espelho que você está usando. Tente atualizar o seu sistema até que o pacote apareça nas atualizações.

Via WebUpd8

Não está aparecendo algo?

Este post é melhor visualizado acessando direto da fonte. Para isso, clique nesse link.


O que está sendo falado no blog hoje


This entry passed through the Full-Text RSS service - if this is your content and you're reading it on someone else's site, please read the FAQ at fivefilters.org/content-only/faq.php#publishers.

Instale a última versão do editor de fontes BirdFont no Ubuntu

Se você pretende criar suas próprias fontes, então instale a última versão do editor de fontes BirdFont no Ubuntu e comece a produzir.
editor de fontes
BirdFont é um editor de fontes de código aberto e escrito em Vala, que permite criar gráficos vetoriais e exportar para os formatos de fontes TTF, EOT e ​​SVG. O programa é desenvolvido por Johan Mattsson com um bom número de pessoas que contribuem com traduções e patches. O editor agora está na versão 1.3 e tem cerca de 42 000 linhas de código.

Conheça melhor o editor de fontes BirdFont

Para saber mais sobre esse programa, clique nesse link.

Como instalar o editor de fontes BirdFont no Ubuntu e seus derivados

BirdFont está disponível nos repositórios do Ubuntu, mas os pacotes são velhos no momento, por isso, para instalar o editor de fontes BirdFont no Ubuntu e ainda poder receber automaticamente as futuras atualizações dele, você deve fazer o seguinte:
Passo 1. Abra um terminal (no Unity use as teclas CTRL + ALT + T);
Passo 2. Se ainda não tiver, adicione o repositório do programa com este comando:

sudo add-apt-repository ppa:ubuntuhandbook1/birdfont

Passo 3. Atualize o APT com o comando:

sudo apt-get update

Passo 4. Agora use o comando abaixo para instalar o programa;

sudo apt-get install birdfont

Uma vez instalado, inicie o programa digitando no Dash:birdfont

Via UbuntuHandbook

Não está aparecendo algo?

Este post é melhor visualizado acessando direto da fonte. Para isso, clique nesse link.


O que está sendo falado no blog hoje


This entry passed through the Full-Text RSS service - if this is your content and you're reading it on someone else's site, please read the FAQ at fivefilters.org/content-only/faq.php#publishers.

Como acessar sites que estão bloqueados em seu país usando o SelekTOR

Descubra nesse tutorial, como acessar sites que estão bloqueados em seu país, usando o aplicativo SelekTOR, que trabalha com a rede de anonimato Tor.
selektor
Feito em Java, SelekTOR é um front-end gráfico de código aberto para o cliente Tor, que tem algumas vantagens sobre o Vidalia (GUI oficial Tor), tais como:

  • Facilita o uso e configuração do Tor no modo cliente, SelekTOR faz a maioria do trabalho pesado para você;
  • Você pode selecionar rapidamente Nodes de saida por país;
  • SelekTOR pode monitorar continuamente e manter uma conexão com o nó de saída com o melhor tempo de resposta, com tão pouco tempo de inatividade possível;
  • Colocar em proxy todo o tráfego através do nó Tor ativo. SelekTOR também pode fazer o roteamento seletivo de tráfego através do nó Tor ativo com base em padrões de URL.

A opção para selecionar os nós de saída do Tor por país pode ser usada, por exemplo, para acessar sites que não estão disponíveis em seu país, como Netflix, Hulu, CBS, ABC, Pandora, British TV, HBO Go e assim por diante.

SelekTOR precisa de pouquíssima configuração: simplesmente selecione o node de saída do país (e, opcionalmente, o modo de proxy) e você estará pronto – você não tem que configurar o seu navegador web manualmente e não há necessidade de instalar qualquer complemento no navegador. Entre os navegadores suportados estão o Google Chrome, Chromium, Opera, Firefox e Palemoon.

O aplicativo também apresenta detalhes dos nodes, bem como possui um Whois de IP embutido:
selektor-whois
selektor-tor-gui

Instalando os pré requisitos necessário para execução do SelekTOR

Instalar os pré requisitos necessário para execução do SelekTOR, você deve fazer o seguinte:
Passo 1. Se não estiver instalado, instale o Java 7 ou 8 (Oracle o OpenJDK), seguindo esse outro tutorial;
Tor está disponível nos repositórios padrão do Ubuntu, mas eles podem estar um pouco desatualizados. Então, para instalar o Tor atualizado no Ubuntu e derivados, faça o seguinte:

Passo 2. Se você estiver usando uma versão mais recente do Ubuntu e o Tor não estiver instalado, instale-o usando simplesmente o comando;

sudo apt-get install tor

Passo 3. Mas se você estiver usando uma versão mais antiga do Ubuntu e o Tor não estiver instalado, adicione esses repositórios usando o comando abaixo:

sudo sh -c "echo  'deb     http://deb.torproject.org/torproject.org $(lsb_release -cs) main ' /etc/apt/sources.list.d/tor.list"

Passo 5. Baixe e adicione a chave do repositório com o comando:

sudo apt-key adv --keyserver hkp://keyserver.ubuntu.com:80 --recv-keys 886DDD89

Passo 6. Atualize o APT com o comando:

sudo apt-get update

Passo 7. Agora instale o programa com o comando abaixo:

sudo apt-get install tor

Passo 8. Se durante a instalação, você for perguntado qual será usuário que deverá ser capaz de controlar o serviço Tor. Selecione o usuário e confirme clicando em “OK”;
tor1
Passo 9. Uma vez que o tor está instalado, você deve desabilitar o serviço dele. Para fazer isso, abra o arquivo de configuração /etc/default/tor, com o comando a seguir:

sudo gedit /etc/default/tor

Passo 10. Com o arquivo aberto, procure pela seguinte linha:

RUN_DEAMON="yes"

Passo 11. Substitua a linha por isto:

RUN_DEAMON="no".

Passo 12. Salve e feche o arquivo;
Passo 13. Agora, pare o serviço do tor, usando o comando;

sudo service tor stop

Instalando o SelekTOR para poder acessar sites que não estão disponíveis em seu país

Para instalar o SelekTOR, faça o seguinte:
Passo 1. Baixo o programa a partir desse link, e salve na sua pasta pessoal;
Passo 2. Abra um terminal;
Passo 3. Extraia o arquivo baixado usando o comando:

tar -xvzf SelekTOR_Linux.tar.gz

Passo 4. Se seu sistema é baseado no Debian (Ubuntu, Linux Mint, KNOPPIX e etc), execute os seguintes comandos para instalar o programa:

sudo ./install.sh

Passo 5. Para instalar o programa em outras distribuições Linux, execute os estes comandos:

su -c ./install.sh

Passo 6. Se seu sistema é baseado no Debian (Ubuntu, Linux Mint, KNOPPIX e etc), e por algum motivo você precisar desinstalar o programa, use este comando:

sudo /opt/selektor/uninstall.sh

Passo 7. Em outras distribuições Linux, se você precisar desinstalar o programa, use este comando:

su -c /opt/selektor/uninstall.sh

Como acessar sites que não estão disponíveis em seu país usando o SelekTOR

Com tudo instalado, para acessar sites que não estão disponíveis em seu país usando o SelekTOR, , você deve fazer o seguinte:
Passo 1. Execute o programa, digitando selektor no terminal ou no Dash;
Passo 2. Clique no drop-down do campo “Active Country”, e selecione o país que você deseja usar (que obviamente, é o país onde o site que você deseja acessar não é bloqueado);
selecionando-pais
Passo 3. A seguir, clique em “Menu” e depois no item “Proxy Pattern Editor”;
menu-proxy
Passo 4. Na janela “SelekTOR Pattern Editor”, clique em “Add New”. Na pequena tela que aparece, digite o padrão para o site que você está tentando acessar (para isso, utilize os padrões já existentes como exemplo) e clique em “Add New”. Ao voltar a tela anterior, clique no botão “Save” para efetivar o cadastramento;
adicionando-pattern
o método acima tem a vantagem de permitir que você use o Tor apenas para os sites que você quer (como Netflix, por exemplo), deixando todos os outros sites/tráfego sem utilizar proxy. Porém, ele tem uma desvantagem também: se algum site, como o Netflix, por exemplo, usa o código colocado em algum outro domínio, para verificar o seu país, este método irá falhar assim, para tais casos, você deve clicar no drop-down do campo “Proxy Mode”, e selecionar a opção “Anonymous (Proxy all traffic)”;
colocando-tudo-proxy
Ao selecionar o modo proxy “Anonymous (Proxy all traffic)”, todo o tráfego será feito pelo proxy. Por isso, não será necessário introduzir quaisquer padrões, basta selecionar o país que você deseja usar em “Active Country” e você já poderá o site bloqueado.

Via WebUpd8

Não está aparecendo algo?

Este post é melhor visualizado acessando direto da fonte. Para isso, clique nesse link.


O que está sendo falado no blog hoje


This entry passed through the Full-Text RSS service - if this is your content and you're reading it on someone else's site, please read the FAQ at fivefilters.org/content-only/faq.php#publishers.

Instale os temas escuros Sable e SableNC no Ubuntu

Precisando mudar o visual do seu desktop? Então instale os temas escuros Sable e SableNC no Ubuntu.
sable-0
Sable e SableNC são temas escuros para GTK e Gnome 3.12. Eles são projetado para GTK (3/2) e trabalham com Unity, Gnome, Cinnamon, Mate e Gnome Classic. Estes temas tem o tom preto, você provavelmente vai precisar ajustar seus monitores contraste até que a maior parte do tema apareça. Sable usa um carbono e base preta com detalhes em cobre e turquesas e SableNC usa carbono e base preta com cinza.

Conheça melhor os temas escuros Sable e SableNC

Para saber mais sobre o tema, clique nesse link.

Instalando os temas escuros Sable e SableNC no Ubuntu e derivados

Para instalar os temas escuros Sable e SableNC no Ubuntu e derivados, faça o seguinte:
Passo 1. Abra um terminal (Usando o Dash ou pressionando as teclas CTRL+ALT+T);
Passo 2. Se você ainda não tem, adicione o repositório do tema com o comando:

sudo add-apt-repository ppa:noobslab/themes

Passo 3. Depois, atualize o APT com este comando:

sudo apt-get update

Passo 4. Finalmente, instale o programa usando o seguinte comando:

sudo apt-get install sable-gtk

Depois de instalar, você pode usar o Unity Tweak Tool, Gnome-tweak-tool ou Ubuntu-Tweak para mudar o tema.

Via NoobsLab

Não está aparecendo algo?

Este post é melhor visualizado acessando direto da fonte. Para isso, clique nesse link.


O que está sendo falado no blog hoje


This entry passed through the Full-Text RSS service - if this is your content and you're reading it on someone else's site, please read the FAQ at fivefilters.org/content-only/faq.php#publishers.

Mapeador de botões do teclado e mouse para botões gamepad: Lançada a versão 2.6 do AntiMicro

Foi lançado o AntiMicro 2.6, o mapeador de botões do teclado e mouse para botões gamepad. O programa recebeu dois novos modos turbo, uma opção para chamar a janela de mapeamento Game Controller a partir de linha de comando, bem como suporte experimental a uinput.
antimicro
Para quem ainda não conhece, AntiMicro é um aplicativo que pode ser usado para mapear as teclas do teclado e o mouse para botões gamepad, o que pode ser bastante útil no caso de jogos sem suporte a gamepad.

AntiMicro é escrito em C++ usando Qt para a estrutura gráfica e foi criado como um substituto para QJoyPad, que infelizmente não está mais sendo mantido. O aplicativo apresenta suporte a controller stick, controles de 8 vias, suporta virtual Dpad, perfis que podem ser carregados via linha de comando e muito mais.

Além disso, o programa recebeu uma extensa série de novas funcionalidades e melhorias, como o spring mouse mode, suporte a joystick hotplugging, Enhanced Precision mouse curve, várias otimizações para Steam OS (isto agora é padrão) e por fim, AntiMicro foi portado para o Windows. Para mais informações, confira o changelog dessa versão.

Para mais informações sobre o AntiMicro, bem como um guia de utilização rápida, consulte nosso artigo anterior:
Mapeie a entrada de teclado/Mouse para seu Gamepad com AntiMicro

Conheça melhor o AntiMicro

Para saber mais sobre esse programa, clique nesse link.

Como instalar o mapeador de botões do teclado e mouse para botões gamepad AntiMicro no Ubuntu e seus derivados

Para instalar o AntiMicro no Ubuntu e ainda poder receber automaticamente as futuras atualizações dele, você deve fazer o seguinte:
Passo 1. Abra um terminal (no Unity use as teclas CTRL + ALT + T);
Passo 2. Se ainda não tiver, adicione o repositório do programa com este comando:

sudo add-apt-repository ppa:ryochan7/antimicro

Passo 3. Atualize o APT com o comando:

sudo apt-get update

Passo 4. Agora use o comando abaixo para instalar o programa;

sudo apt-get install antimicro

Uma vez instalado, inicie o programa digitando no Dash:antimicro

Instalando o mapeador de botões do teclado e mouse para botões gamepad AntiMicro em outras distros

Para baixar e instalar o AntiMicro em outras distros, acesse esse link. Lá estão disponíveis pacotes para o Debian, Ubuntu e Windows, bem como o código fonte. Usuários do Arch Linux podem instalar AntiMicro via AUR.

Via WebUpd8

Não está aparecendo algo?

Este post é melhor visualizado acessando direto da fonte. Para isso, clique nesse link.


O que está sendo falado no blog hoje


This entry passed through the Full-Text RSS service - if this is your content and you're reading it on someone else's site, please read the FAQ at fivefilters.org/content-only/faq.php#publishers.

21 de setembro de 2014

Resumo semanal – 15/09/2014 a 21/09/2014

Se você perdeu alguma postagem ou simplesmente ainda não viu tudo o que foi postado, não se preocupe, leia o resumo semanal e se atualize
resumo semanal

Resumo semanal do Blog do Edivaldo de 15/09/2014 a 21/09/2014

15/09/2014

16/09/2014

17/09/2014

18/09/2014

19/09/2014

20/09/2014

Dicas de coisas para fazer depois de instalar o Ubuntu 14.04

Para quem acabou de mudar para o Ubuntu 14.04, uma boa ideia é dar uma olhadas na últimas dicas de coisas para fazer depois de instalar o sistema:
Dicas de coisas para fazer depois de instalar o Ubuntu 14.04


Não está aparecendo algo?

Este post é melhor visualizado acessando direto da fonte. Para isso, clique nesse link.


This entry passed through the Full-Text RSS service - if this is your content and you're reading it on someone else's site, please read the FAQ at fivefilters.org/content-only/faq.php#publishers.

20 de setembro de 2014

Lançado oficialmente o jogo Wasteland 2

Fãs de Wasteland comemorem, pois após dois anos e meio de desenvolvimento, foi lançado oficialmente o game de RPG pós apocalíptico Wasteland 2.
wasteland 2
Para quem não sabe, Wasteland 2 é uma sequencia direta do RPG Wasteland de 1988, que é considerado a inspiração por trás da série Fallout. O jogo foi desenvolvido graças a uma campanha bem sucedida no Kickstarter, que recebeu quase U$$ 3.000.000 em financiamento.

Wasteland 2 é um jogo de combate baseado em turnos táticos definidos em uma história que ocorre em uma linha do tempo alternativa, em que um holocausto nuclear ocorreu em 1998. O jogo apresenta centenas de personagens, milhares de variações na aparência de seus Rangers junto com mais de 150 armas, dezenas de habilidades e muito mais.

Desenvolvido e publicado pela inXile Entertainment, o jogo foi lançado nesse sexta-feira (19) e está disponível para Linux, Windows e Mac OS X no GOG.com, Steam ou Humble Bundle Store. Wasteland 2 custa U$$ 39,99 para a edição clássica e U$$ 59,99 para a Digital Deluxe Edition (A Deluxe Edition vem com cópias gratuitas de Wasteland 1 e jogos The Bard’s Tale).

No Linux, Wasteland 2 tem os seguintes requisitos mínimos de sistema:

Processador: 2.4 GHz Intel Core 2 Duo ou equivalente
Memória: 4 GB RAM
Gráficos: NVIDIA GeForce GTX 260 ou Radeon HD 4850 (512 MB VRAM)
Disco rígido: 30 GB de espaço disponível

Abaixo você pode assistir o Wasteland 2 Combat Trailer, bem como o trailer de lançamento, para ter uma ideia sobre como o jogo funciona:

[embedded content]

[embedded content]

Conheça melhor o Wasteland 2

Para saber mais sobre esse jogo, clique nesse link.
Para outros detalhes sobre essa versão, consulte a Wikipédia.

Via WebUpd8

Não está aparecendo algo?

Este post é melhor visualizado acessando direto da fonte. Para isso, clique nesse link.


O que está sendo falado no blog hoje


This entry passed through the Full-Text RSS service - if this is your content and you're reading it on someone else's site, please read the FAQ at fivefilters.org/content-only/faq.php#publishers.

19 de setembro de 2014

Como assistir nativamente os filmes do serviço Netflix no Linux (atualizado)

Se você quer assistir nativamente os filmes do serviço Netflix no Linux, veja aqui como fazer isso.
assistir nativamente os filmes do serviço Netflix no Linux
A reprodução nativa de filmes do Netflix Linux já é possível na versão beta mais recente e compilações de desenvolvimento do Google Chrome (sem wrapper do Wine ou Silverlight). No tutorial a seguir, você verá como fazer isso, usando esse navegador em conjunto com a extensão User-Agent Switcher, mais especificamente no Ubuntu.

Antes de qualquer instalação, será preciso atualizar a biblioteca libnss3, para que tudo funcione corretamente. Abaixo, veja como instalar ela via repositório e manualmente. Use o método que lhe for mais conveniente.

Atualizando a libnss3 para uma versão mais recente a partir de um repositório

Para atualizar a libnss3 para uma versão mais recente a partir de um repositório no Ubuntu e ainda poder receber automaticamente as futuras atualizações dele, você deve fazer o seguinte:
Passo 1. Abra um terminal (no Unity use as teclas CTRL + ALT + T);
Passo 2. Se ainda não tiver, adicione o repositório do programa com este comando:

sudo add-apt-repository ppa:leonbo/nss

Passo 3. Atualize o APT com o comando:

sudo apt-get update

Passo 4. Agora use o comando abaixo para instalar o programa;

sudo apt-get install libnss3 libnss3-1d libnss3-nssdb

Passo 5. Atualize o sistema com o comando:

sudo apt-get upgrade

Passo 6. Por fim, reinicie o sistema com o comando abaixo:

sudo reboot

Atualizando a libnss3 para uma versão mais recente baixando o pacote diretamente

Para atualizar a libnss3 para uma versão mais recente no Ubuntu e derivados, faça o seguinte:
Passo 1. Abra um terminal (No Unity, use o Dash ou pressionando as teclas CTRL+ALT+T);
Passo 2. Confira se o seu sistema é de 32 bits ou 64 bits, para isso, abras as “Configurações do Sistema” e clique em “Detalhes”. Ou se preferir, use o seguinte comando no terminal:

uname -m

Passo 3. Se seu sistema é de 32 bits, use o comando abaixo:

wget -O libnss32.zip https://doc-0c-3k-docs.googleusercontent.com/docs/securesc/ha0ro937gcuc7l7deffksulhg5h7mbp1/1du5vsf5n0b6dman6oehk6iokj3ip7lt/1407844800000/14467174561646825769/*/0B8MFusG83BYvdlRwcmFJb2ZNY2M?h=16653014193614665626&e=download

Passo 4. Se seu sistema é de 64 bits, use o comando abaixo:

wget -O libnss64.zip https://doc-0g-3k-docs.googleusercontent.com/docs/securesc/ha0ro937gcuc7l7deffksulhg5h7mbp1/uphstp4j3pr29vpma1s5k34qdarie4op/1407844800000/14467174561646825769/*/0B8MFusG83BYvak5FdkVNMlNxd0U?h=16653014193614665626&e=download

Ou use esses links

libnss3 files for Ubuntu 14.04 LTS (32bit)  libnss3 files for Ubuntu 14.04 LTS (64bit)

Passo 5. Descompacte o arquivo baixado como o comando:

unzip libnss*.zip

Passo 6. Vá para a pasta criada:

cd libnss*

Agora instale o programa com o comando:

sudo dpkg -i libnss3*

Passo 6. Caso seja necessário, instale as dependências do programa com o comando:

sudo apt-get install -f -y

Instalando o Google Chrome do Dev channel no Ubuntu e derivados

Para instalar o Google Chrome do Dev channel no Ubuntu e derivados, faça o seguinte:
Passo 1. Abra um terminal (No Unity, use o Dash ou pressionando as teclas CTRL+ALT+T);
Passo 2. Confira se o seu sistema é de 32 bits ou 64 bits, para isso, abras as “Configurações do Sistema” e clique em “Detalhes”. Ou se preferir, use o seguinte comando no terminal:

uname -m

Passo 3. Se seu sistema é de 32 bits, use o comando abaixo:

wget https://dl.google.com/linux/direct/google-chrome-unstable_current_i386.deb

Passo 4. Se seu sistema é de 64 bits, use o comando abaixo:

wget https://dl.google.com/linux/direct/google-chrome-unstable_current_amd64.deb

Passo 5. Agora instale o programa com o comando:

sudo dpkg -i google-chrome-unstable_current_*.deb

Passo 6. Caso seja necessário, instale as dependências do programa com o comando:

sudo apt-get install -f -y

Instalando e configurando a extensão User-Agent Switcher no Chrome

Passo 1. Execute o programa digitando no Dash:chrome;
Passo 2. Acesso esse link para entrar na página da extensão User-Agent Switcher;
Passo 3. Clique no botão “Gratuito”, para iniciar a instalação da extensão;
assistir nativamente os filmes do serviço Netflix no Linux
Passo 4. Quando for questionado, confirme a instalação da extensão clicando no botão “Adicionar”;
assistir nativamente os filmes do serviço Netflix no Linux
Passo 5. Depois de instalada, aparecerá um ícone da extensão no canto superior direito. Clique nele com o botão direito do mouse e no menu que aparece, clique no item “Opções”;
assistir nativamente os filmes do serviço Netflix no Linux
Passo 6. Na tela de opções da extensão, preencha os campo com os dados abaixo e no final, clique no botão “Add”:

New User-agent name: Netflix

New User-Agent String: (Mozilla/5.0 (Windows NT 6.3; Win 64; x64) AppleWebKit/537.36 (KHTML, like Gecko) Chrome/38.0.2114.2 Safari/537.36)

Replace or Append: Append

Indicator Flag: NFX
assistir nativamente os filmes do serviço Netflix no Linux
Passo 7. Depois de adicionar o perfil, clique normalmente no ícone da extrensão. No menu que aparece, clique na opção “Chrome” e será exibida uma lista de Perfis, clique no perfil criado (“Netflix”, nesse exemplo);
assistir nativamente os filmes do serviço Netflix no Linux
Passo 8. Vá para o site do Netflix e entre com seus dados para acessar o serviço. Antes de começar a assistir, clique no ícone que fica no canto superior direito da tela do Netflix e no menu que aparece, clique na opção “sua conta”;
assistir nativamente os filmes do serviço Netflix no Linux
Passo 9. Nas configurações de sua conta, clique na opção “Configurações de reprodução”;
assistir nativamente os filmes do serviço Netflix no Linux
Passo 10. Em “Configurações de reprodução”, marque a opção “Use o player HTML5 em vez de Silverlight” e depois clique no botão “Salvar”;
assistir nativamente os filmes do serviço Netflix no Linux

Pronto! Você já pode começar a assistir seus filmes no Netflix. Tenha uma boa diversão.

Assistindo nativamente os filmes do serviço Netflix em outras distribuições Linux

Se você usa outra distribuição, procure atualizar sua biblioteca libnss3 e o Google Chrome para a última versão do Dev channel. Tirando isso, todo o resto do processo é igual em qualquer distro Linux.

Via Tech Drive-in e OMG! Ubuntu!

Não está aparecendo algo?

Este post é melhor visualizado acessando direto da fonte. Para isso, clique nesse link.


O que está sendo falado no blog hoje


This entry passed through the Full-Text RSS service - if this is your content and you're reading it on someone else's site, please read the FAQ at fivefilters.org/content-only/faq.php#publishers.

Kernel para PCs mais antigos e netbooks: instale o pf-kernel 3.16 no Ubuntu

Os desenvolvedores do projeto pf-kernel (um kernel para PCs mais antigos e netbooks) lançaram os pacotes da nova versão 3.16 para Ubuntu. Veja como instalá-lo.
kernel para PCs mais antigos pf-kernel 3.16
pf-kernel é um kernel alternativo mais popular (sempre com base na versão oficial divulgada por Linus Torvalds), que inclui várias correções e várias otimizações para acelerar o sistema operacional Linux.

Além dos novos recursos presentes na atual versão estável do kernel Linux 3.16 (que estará por padrão no Ubuntu 14.10, Fedora 21, Debian 8.0 Jessie e outros), pf-kernel inclui também tuxonice acelerando assim o repouso e hibernação do sistema, além de melhorar o suporte de hardware para os laptops mais populares.

O pf-Kernel é projetado principalmente para PCs mais antigos e netbooks, ele possui patchs que melhoraram a gestão do cache do sistema, acelerando os vários processos desde o início do sistema operacional.

Conheça melhor o pf-Kernel

Para saber mais sobre o pf-Kerne, clique nesse link.

Antes de iniciar começar a atualizar o kernel do Ubuntu, saiba que este é um procedimento que apesar de simples, exige conhecimentos avançados do sistema e deve ser feito por sua própria conta e risco. Para mais detalhes sobre esse kernel e os riscos de usá-lo, acesse esse tópico no fórum do Ubuntu

Como atualizar o kernel do Ubuntu para a versão pf-kernel 3.16

Para atualizar seu kernel para a versão pf-kernel 3.16 do Ubuntu 14.04 e derivados, faça o seguinte
Passo 1. Abra um terminal (Usando o Dash ou pressionando as teclas CTRL+ALT+T);
Passo 2. Verifique qual a arquitetura de seu sistema acessando as Configurações do Sistema e a opção “Detalhes” ou usando o comando abaixo:

uname -m

Passo 3. Se estiver usando um sistema de 32 bits, baixe os arquivos DEB com os comandos:

wget ftp://big-bum.uni.cx/pf-kernel/i386/linux-headers-3.16.0-pf2+_3.16.0-pf2+-10.00.Custom_i386.deb
wget ftp://big-bum.uni.cx/pf-kernel/i386/linux-image-3.16.0-pf2+_3.16.0-pf2+-10.00.Custom_i386.deb

Passo 4. Se estiver usando um sistema de 64 bits, baixe os arquivos DEB com os comandos:

wget ftp://big-bum.uni.cx/pf-kernel/amd64/linux-headers-3.16.0-pf2+_3.16.0-pf2+-10.00.Custom_amd64.deb
wget ftp://big-bum.uni.cx/pf-kernel/amd64/linux-image-3.16.0-pf2+_3.16.0-pf2+-10.00.Custom_amd64.deb

Passo 5. Instale o kernel com o comando:

sudo dpkg -i linux-headers-3.16.0-*.deb linux-image-3.16.0-*.deb

Passo 6. Reinicie o sistema com o comando abaixo:

sudo reboot

Passo 7. Se você tiver algum problema e quiser desinstalar o atual kernel, reinicie o computador com um kernel anterior (usando Grub -> Advanced -> select previous kernel) e quando iniciar o sistema, faça login, abra um terminal e execute o comando abaixo para remover o pf-kernel 3.16:

sudo apt-get purge linux.image-3.16.0-pf2+-*
sudo update-grub

Nota: Todos os drivers que não fazem parte da principal árvore do kernel (o que obviamente inclui drivers proprietários) devem ser recompilados para novas versões do kernel.

Via lffl linux freedom

Não está aparecendo algo?

Este post é melhor visualizado acessando direto da fonte. Para isso, clique nesse link.


O que está sendo falado no blog hoje


This entry passed through the Full-Text RSS service - if this is your content and you're reading it on someone else's site, please read the FAQ at fivefilters.org/content-only/faq.php#publishers.

Repositório de drivers de código aberto para placas de vídeo Oibaf também suportará o Ubuntu 14.10: veja como instalar

Há poucos dias foi anunciado que o repositório de drivers de código aberto Oibaf também suportará o Ubuntu 14.10. Conheça um pouco mais sobre esse repositório e veja como instalar ele no Ubuntu e seus derivados.
oibaf
Por razões de licenciamento, o Ubuntu sempre é lançado com drivers de código aberto para placas de vídeo. Mesmo assim, ainda é possível instalar em um momento posterior os drivers proprietários para placas de vídeo AMD, Nvidia, ou para outros dispositivos. Outra alternativa é manter atualizados os drivers de código aberto, X.org, Mesa e etc no Ubuntu, através do repositório PPA Updated and Optimized Open Graphics Drivers/Oibaf. A boa noticia é que há poucos dias foi anunciado que eles também estão disponíveis para o Ubuntu 10.14.

Por conta desse anúncio, graças ao repositório PPA Updated and Optimized Open Graphics Drivers/Oibaf os atuais e futuros usuários do Ubuntu 14.10, a nova versão da biblioteca Mesa, que também inclui várias otimizações que melhoram a performance gráfica. Além da versão em fase de desenvolvimento da biblioteca Mesa, também será possível manter atualizado os drivers de código aberto para placas de vídeo Intel, AMD e Nvidia (nouveau), além de Gallium3D, VDPAU e etc.

A seguir será mostrado como instalar os drivers a partir desse repositório. Mas antes de fazer o procedimento, lembre-se que o repositório PPA Updated and Optimized Open Graphics Drivers/Oibaf incluem versões em desenvolvimento, que podem ter vários bugs e tornar o sistema operacional instável. Portanto, faça por sua própria conta e risco, e fique atento ao comportamento do sistema.

Conheça melhor os drivers de código aberto Oibaf

Para saber mais sobre esse programa, clique nesse link.

Como instalar os drivers de código aberto Oibaf no Ubuntu e seus derivados

Para instalar os drivers de código aberto Oibaf no Ubuntu e ainda poder receber automaticamente as futuras atualizações dele, você deve fazer o seguinte:
Passo 1. Abra um terminal (no Unity use as teclas CTRL + ALT + T);
Passo 2. Se ainda não tiver, adicione o repositório do programa com este comando:

sudo add-apt-repository ppa:oibaf/graphics-drivers

Passo 3. Atualize o APT com o comando:

sudo apt-get update

Passo 4. Agora atualize o sistema com esse comando para instalar os drivers;

sudo apt-get upgrade

Passo 5. Após a atualização, reinicie o sistema usando a opção do sistema para isso ou executando o comando abaixo:

sudo reboot

Como remover os drivers de código aberto Oibaf no Ubuntu e seus derivados

Para remover os drivers de código aberto Oibaf e restaurar Mesa, X.org e etc na versão padrão, faça o seguinte:
Passo 1. Abra um terminal (no Unity use as teclas CTRL + ALT + T);
Passo 2. Agora use o comando abaixo para instalar o programa ppa-purge;

sudo apt-get install ppa-purge

Passo 3. Remova o repositório do programa e tudo mais, com este comando:

sudo ppa-purge ppa:oibaf/graphics-drivers

Via lffl linux freedom

Não está aparecendo algo?

Este post é melhor visualizado acessando direto da fonte. Para isso, clique nesse link.


O que está sendo falado no blog hoje


This entry passed through the Full-Text RSS service - if this is your content and you're reading it on someone else's site, please read the FAQ at fivefilters.org/content-only/faq.php#publishers.

Instale o pacote de temas Ambiance Blackout Colors

Que tal mudar o visual do seu desktop com um belo conjunto de temas? Instale o pacote de temas Ambiance Blackout Colors e tenha vários temas.
ambiance-blackout-1
O pacote de temas Ambiance Blackout Colors oferece 37 temas para GTK. Ele foi projetado por RAVEfinity sediada na Califórnia e eles também funcionam em outros temas, ícones, papel de parede para desktop Linux e outras plataformas. Esta suite contém 12 novas cores incríveis com 37 variações de cores diferentes, e estes temas compatíveis com o GTK 3.10, projetados para o ambiente Unity, XFCE, Cinnamon, Mate, LXDE e Gnome classic.

Conheça melhor o pacote de temas Ambiance Blackout Colors

Para saber mais sobre o tema, clique nesse link.

Instalando o pacote de temas Ambiance Blackout Colors no Ubuntu e derivados

Para instalar o pacote de temas Ambiance Blackout Colors no Ubuntu e derivados, faça o seguinte:
Passo 1. Abra um terminal (Usando o Dash ou pressionando as teclas CTRL+ALT+T);
Passo 2. Se você ainda não tem, adicione o repositório do tema com o comando:

sudo add-apt-repository ppa:noobslab/themes

Passo 3. Depois, atualize o APT com este comando:

sudo apt-get update

Passo 4. Finalmente, instale o programa usando o seguinte comando:

sudo apt-get install ambiance-blackout-colors

Depois de instalar, você pode usar o Unity Tweak Tool, Gnome-tweak-tool ou Ubuntu-Tweak para mudar o tema.

Via NoobsLab

Não está aparecendo algo?

Este post é melhor visualizado acessando direto da fonte. Para isso, clique nesse link.


O que está sendo falado no blog hoje


This entry passed through the Full-Text RSS service - if this is your content and you're reading it on someone else's site, please read the FAQ at fivefilters.org/content-only/faq.php#publishers.
Scottish readers: Undecided about the referendum? Please read How the media shafted the people of Scotland and Scottish Independence, Power And Propaganda.

18 de setembro de 2014

Modificador de estado de teclas: Instale o Xkbmod Indicator no Ubuntu

Procurando um modificador de estado teclas simples? Então experimente instalar o Xkbmod Indicator no Ubuntu.
modificador de estado de teclas
Por padrão, o Unity não vem com um indicador com a função de modificador de estado de teclas, então Abdellah Chelli criou recentemente como um indicador, denominado Indicador Xkbmod, que é bastante útil para usuários com deficiência que necessitam de usar teclas de aderência. O modificador de estado de teclas Xkbmod Indicator indica o estado das seguintes teclas modificadoras: Shift, Caps Lock, Ctrl, Alt, Num Lock, Super e AltGr (e AltGr bloqueado, pois o símbolo da tecla com um ponto vermelho, significa bloqueado).

Em seu estado atual, o Indicador Xkbmod é considerado um protótipo, por isso ele pode não funcionar como esperado e por padrão, o Indicador Xkbmod só suporta temas com painéis escuros, como Ambiance. No entanto, você pode obter o Indicador Xkbmod para trabalhar com qualquer tema, se você configurá-lo para usar etiquetas (texto) em vez de uma imagem para o indicador. Mas nesse caso, apenas os modificadores de teclado ativo serão exibidos, o que fará com que os indicadores mudem cada vez que você pressionar um modificador do teclado e isso pode ser bem irritante.
indicator-xkbmod-chars
Se você deseja que o indicador de use rótulos em vez de uma imagem, execute o Indicador Xkbmod com o parâmetro “-l” (por exemplo, se você já usou o pacote, copie o arquivo indicator-xkbmod.desktop de /etc/xdg/autostart/ para ~/.config/autostart/ e altere a linha “Exec” neste arquivo, para que o valor dela fique como “/usr/bin/indicator-xkbmod -l”).

Conheça melhor o modificador de estado de teclas Xkbmod Indicator

Para saber mais sobre esse programa, clique nesse link.

Como instalar o modificador de estado de teclas Xkbmod Indicator no Ubuntu e seus derivados

Para instalar o modificador de estado de teclas Xkbmod Indicator no Ubuntu e ainda poder receber automaticamente as futuras atualizações dele, você deve fazer o seguinte:
Passo 1. Abra um terminal (no Unity use as teclas CTRL + ALT + T);
Passo 2. Se ainda não tiver, adicione o repositório do programa com este comando:

sudo add-apt-repository ppa:nilarimogard/webupd8

Passo 3. Atualize o APT com o comando:

sudo apt-get update

Passo 4. Agora use o comando abaixo para instalar o programa;

sudo apt-get install indicator-xkbmod

Uma vez instalado, faça logout e login novamente, e o Xkbmod Indicator deve iniciar automaticamente.

Via WebUpd8

Não está aparecendo algo?

Este post é melhor visualizado acessando direto da fonte. Para isso, clique nesse link.


O que está sendo falado no blog hoje


This entry passed through the Full-Text RSS service - if this is your content and you're reading it on someone else's site, please read the FAQ at fivefilters.org/content-only/faq.php#publishers.
Scottish readers: Undecided about the referendum? Please read How the media shafted the people of Scotland and Scottish Independence, Power And Propaganda.

Lançado Popcorn Time 0.3.3 com suporte para tocadores de mídia externos e Chromecast

Foi lançado nessa quarta-feira (17), o Popcorn Time 0.3.3 trazendo novos recursos e várias correções de bugs. Para instalar ou atualizar o programa no Ubuntu, Debian e derivados, veja aqui como fazer isso.
popcorn time 0.3.3
Popcorn Time é uma aplicação de código aberto para Linux,Windows e Mac, que faz streaming de torrents e possui uma interface no mesmo estilo do Netflix. O aplicativo permite aos usuários transmitir filmes (com legendas) e séries de TV, sem nenhum custo, e que pode ser ilegal em seu país, por isso, use-o por sua própria conta e risco.

Dentre as novidades nessa versão estão um novo suporte para tocadores de mídia (players) externos como o VLC, XBMC, MPlayer, mpv e outros, suporte a Chromecast e Airplay, três novos temas e muito mais. Para muitos, a mudança mais importante do Popcorn 0.3.3, é provavelmente a opção para reproduzir os vídeos usando o seu media player favorito. Aliás, isso pode ser feito a partir da página de vídeo, ao lado do botão “Watch Now” (Assista Agora).
popcorn time 0.3.3
Outra mudança interessante nessa versão é a sincronização com o Trakt.tv: O recurso agora irá lembrar os seus vídeos favoritos para você, com isso, se você usar o Popcorn Time em vários computadores ou remover sua base de dados, você você não perderá eles. No entanto, outra mudança importante é a adição do suporte a temas, juntamente com três novos temas: Black & Yellow, Flat UI and Light.
popcorn time 0.3.3

Para ver mais detalhes sobre essa versão, acesse esse link.

Conheça melhor o Popcorn Time

Para saber mais sobre o programa, clique nesse link.

Importante: antes de atualizar para Popcorn Time 0.3.3, remova o banco de dados da versão antiga ou então o aplicativo não vai funcionar.

Para fazer isso, digite em um terminal o comando:

rm -r ~/.config/Popcorn-Time

Veja como instalar o Popcorn Time no Ubuntu e seus derivados via repositório

Para instalar o Popcorn Time no Ubuntu e seus derivados via repositório, faça o seguinte:
Passo 1. Abra um terminal (Usando o Dash ou pressionando as teclas CTRL+ALT+T);
Passo 2. Se ainda não tiver, adicione o repositório do programa com esse comando

sudo add-apt-repository ppa:webupd8team/popcorntime

Passo 3. Atualize o APT com o seguinte comando:

sudo apt-get update

Passo 4. Agora instale o programa usando o comando abaixo:

sudo apt-get install popcorn-time

Depois disso, para abrir o programa basta clicar no Dash e digitar: popcorntime

Veja como instalar o Popcorn Time no Debian via repositório

Para instalar o Popcorn Time no Debian via repositório, faça o seguinte:
Passo 1. Abra um terminal;
Passo 2. Torne-se administrador com o comando:

su -

Passo 3. Se ainda não tiver, adicione o repositório do programa com esses comandos:

echo "deb http://ppa.launchpad.net/webupd8team/popcorntime/ubuntu trusty main" | tee /etc/apt/sources.list.d/webupd8team-popcorntime.list
echo "deb-src http://ppa.launchpad.net/webupd8team/popcorntime/ubuntu trusty main" | tee -a /etc/apt/sources.list.d/webupd8team-popcorntime.list

Passo 4. Instale a chave do repositorio, usando esse comando:

apt-key adv --keyserver keyserver.ubuntu.com --recv-keys EEA14886

Passo 5. Atualize o APT com o seguinte comando:

sudo apt-get update

Passo 6. Agora instale o programa usando o comando abaixo:

apt-get install popcorn-time

Depois disso, para abrir o programa basta digitando popcorntime no próprio terminal.

Via WebUpd8

Não está aparecendo algo?

Este post é melhor visualizado acessando direto da fonte. Para isso, clique nesse link.


O que está sendo falado no blog hoje


This entry passed through the Full-Text RSS service - if this is your content and you're reading it on someone else's site, please read the FAQ at fivefilters.org/content-only/faq.php#publishers.
Scottish readers: Undecided about the referendum? Please read How the media shafted the people of Scotland and Scottish Independence, Power And Propaganda.

Instale a ferramenta MACchanger para mudar endereço MAC no Linux

Se você está procurando uma ferramenta para mudar endereço MAC, experimente instalar o MACchanger no Linux.
mudar endereço mac
MACchanger-GTK é uma aplicação útil que permite de forma rápida e facil, mudar o endereço MAC no Linux. Ele é um software de código aberto escrito em Perl e Glade, capaz de manipular os endereços MAC de interfaces de rede com facilidade graças a uma interface gráfica intuitiva.

O endereço físico de dispositivos de rede, também chamado de endereço MAC (Media Access Control), é um código de 12 dígitos com o qual você pode identificar cada placa de rede Ethernet ou Wi-Fi presente no nosso computador pessoal ou comunicando pela rede. Através do endereço MAC é possível garantir uma maior segurança para redes locais, por exemplo, ao permitir o acesso apenas a endereços MAC especificados.

Porém, é possível alterar facilmente um endereço MAC através do gerenciador de conexão Network Manager, ou alternativamente, usando o MACchanger-GTK. Usar o programa é fácil, basta executar o software, selecionar a placa de rede Ethernet ou Wi-Fi, digitar um novo endereço MAC e clicar em “Change MAC”, simples assim!

Conheça melhor a ferramenta MACchanger

Para saber mais sobre esse programa, clique nesse link.

Como instalar a ferramenta MACchanger para mudar endereço MAC no Linux (Debian, Ubuntu, Fedora, Arch, openSUSE e seus derivados)

Para instalar a ferramenta MACchanger para mudar endereço MAC no Linux, você deve fazer o seguinte:
Passo 1. Abra um terminal;
Passo 2. Para instalar o MACchanger no Debian, Ubuntu e seus e derivados, use este comando:

sudo apt-get install macchanger-gtk  

Passo 3. Para instalar o MACchanger no Fedora e derivados, use este outro comando:

sudo yum install macchanger-gtk

Passo 4. Para instalar o MACchanger no Arch Linux, Manjaro, Chakra ou qualquer outro derivado, apenas use este outro comando:

sudo pacman -Sy macchanger

Passo 5. Para instalar o MACchanger no openSUSE e derivados, use este outro comando:

zypper install macchanger

Uma vez instalado, inicie o programa digitando macchanger.

Via lffl linux freedom

Não está aparecendo algo?

Este post é melhor visualizado acessando direto da fonte. Para isso, clique nesse link.


O que está sendo falado no blog hoje


This entry passed through the Full-Text RSS service - if this is your content and you're reading it on someone else's site, please read the FAQ at fivefilters.org/content-only/faq.php#publishers.
Scottish readers: Undecided about the referendum? Please read How the media shafted the people of Scotland and Scottish Independence, Power And Propaganda.

Planeta Ubuntu Brasil

O Planeta Ubuntu Brasil é um agregador de blog's dos usuários da distribuição Ubuntu Linux no Brasil. Para ter seu blog agregado, leia as nossas regras.


Última atualização:
01 de outubro de 2014, 19:55
Horário UTC

Planet ATOM
RSS10 RSS20
OPML FOAF

Blogs inscritos


© 2011 Ubuntu Brasil. Ubuntu, o logotipo Ubuntu e Canonical são marcas registradas de Canonical Ltd.
Os comentários dos blogs agregados nesta página representam a opinião de seu autor.