23 de setembro de 2014

Lançado cliente de e-mail Geary 0.8 com redesign e suporte a assinatura

A equipe Yorba anunciou recentemente o lançamento do seu cliente de e-mail Geary, agora na versão 0.8 com muitas das novas funcionalidades e melhorias. Por isso, veja como instalar ou atualizar para essa versão no Ubuntu e seus derivados.
cliente de e-mail
De acordo com a nota de lançamento, Geary 0.8 agora tem um visual muito mais nítido e moderno do que antes. A janela compor nova mensagem e responder agora estão in-line da janela principal. Você ainda pode colocar o compositor fora em uma janela separada através do botão “Detach” (Separar).

Outra novidade é que foi adicionado o suporte a assinatura no Geary. Essa funcionalidade, irá inserir automaticamente a assinatura de seu projeto em um e-mail, seja novo ou uma resposta a outro. Além disso, a nova versão traz uma grande melhoria na velocidade de banco de dados e estabilidade da conexão IMAP e muito mais:

Conheça melhor o cliente de e-mail Geary

Para saber mais sobre esse programa, clique nesse link.

Como instalar o cliente de e-mail Geary 0.8 no Ubuntu e seus derivados

Para instalar o cliente de e-mail Geary 0.8 no Ubuntu e ainda poder receber automaticamente as futuras atualizações dele, você deve fazer o seguinte:
Passo 1. Abra um terminal (no Unity use as teclas CTRL + ALT + T);
Passo 2. Se ainda não tiver, adicione o repositório do programa com este comando:

sudo add-apt-repository ppa:yorba/ppa

Passo 3. Atualize o APT com o comando:

sudo apt-get update

Passo 4. Agora use o comando abaixo para instalar o programa;

sudo apt-get install geary

Uma vez instalado, inicie o programa digitando no Dash:geary

Via UbuntuHandbook

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Instale o Neon Conky com três variantes e deixe seu desktop mais bonito

Que tal dar um belo visual para o seu desktop e ainda receber informações importantes sobre seu sistema? Simples, apenas instale o Neon Conky com três variantes e deixe seu desktop mais bonito
neon conky
O Conky é um monitor de sistema livre leve para X, que exibe todas as informações sobre sua área de trabalho. O programa está licenciado sob a GPL e roda em Linux e BSD. Ele pode exibir esta informação como texto, ou usando simples barras de progresso e widgets de gráficos, com diferentes fontes e cores. Conky é capaz de monitorar diversas variáveis ​​do sistema, incluindo CPU, memória, swap, espaço em disco, a temperatura, top, upload, download, mensagens do sistema, e muito mais. Ele é extremamente configurável, no entanto, a configuração pode ser um pouco difícil de compreender.

Já o Neon Conky é um conjunto feito para o Conky que está disponível em três cores diferentes (azul, vermelho, amarelo). Este conky exibe Data/Hora, CPU, memória, e fazer o upload Internet/velocidade de download.
neon-conky-1

neon-conky-3

Para facilitar a instalação, configuração e até a desinstalação, será usado um script que faz tudo que é necessário para ter o Neon Conky no sistema. Com o script irá automatizar todo processo de instalação para este conky, então todo mundo pode facilmente instalá-lo ou até removê-lo do sistema. Usando um único método de instalação, o script pode trabalhar com a maioria das distribuições Linux sem qualquer problema e sua configuração automatizada e interativa torna as coisas mais fáceis. O script foi testado na maioria dos desktops Linux ambientes: Gnome Shell, Unity, Cinnamon, Gnome Classic, Mate e talvez funcione em outros também.

Conheça melhor o Neon Conky com três variantes

Para saber mais sobre o Neon Conky com três variantes, clique nesse link.

Como instalar o Neon Conky com três variantes no Ubuntu e seus derivados

Para instalar o Neon Conky com três variantes no Ubuntu, você deve fazer o seguinte:
Passo 1. Abra um terminal (no Unity use as teclas CTRL + ALT + T);
Passo 2. Se ainda não tiver, instale o conky com o comando abaixo:

sudo apt-get install conky

Passo 3. Em seguida, baixe o instalador do Neon Conky com esse comando;

cd && wget -O neon-conky.sh http://drive.noobslab.com/data/conky/Neon-Conky/neon-conky.sh

Passo 4. Com o arquivo baixado, use o comando abaixo para torná-lo executável;

chmod +x neon-conky.sh

Passo 5. Agora use o comando abaixo para instalar o programa;

./neon-conky.sh

Durante a configuração da instalação o script irá lhe perguntar qual a cor que você quer e depois o conky será instalado em seu sistema, junto com os papeis de parede relacionados, que serão adicionados a sua pasta de imagens (~/Pictures). Depois da instalação, mude seu papel de parede um dos que o script instalou e combine com o conky que estiver sendo exibido, para obter melhores resultados.

Como desinstalar o Neon Conky com três variantes no Ubuntu e seus derivados

Caso seja necessário, para desinstalar o Neon Conky com três variantes no Ubuntu, faça o seguinte:
Passo 1. Abra um terminal (no Unity use as teclas CTRL + ALT + T);
Passo 2. Baixe o desinstalador do Neon Conky com esse comando;

cd && wget -O uninstall-neon-conky.sh http://drive.noobslab.com/data/conky/Neon-Conky/uninstall-neon-conky.sh

Passo 3. Com o arquivo baixado, use o comando abaixo para torná-lo executável;

chmod +x uninstall-neon-conky.sh

Passo 4. Agora use o comando abaixo para desinstalar o programa;

./uninstall-neon-conky.sh

Via NoobsLab

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Conheça três maneiras de criar um Hotspot Wi-Fi no Ubuntu

Se você precisa criar um Hotspot Wi-Fi no Ubuntu, conheça três maneiras bem simples de fazer isso.
ubuntu
Quem já conhece o site a bastante tempo deve conhecer alguns dos tutoriais sobre como criar um Hotspot Wi-Fi no Ubuntu. Aqui, irei resumir todos eles para que fique mais fácil e acessível para os leitores. São três as maneiras de criar um Hotspot Wi-Fi no Ubuntu e são as seguintes:

  1. Para criar um um Hotspot Wifi no Ubuntu usando um aplicativo de terceiros chamado ap-hotspot, veja este tutorial;
  2. Para criar um um Hotspot Wifi no Ubuntu usando o editor de conexão do KDE, veja este tutorial;
  3. Se seu acesso a Internet é cabeado e você não tem um roteador Wi-Fi para distribuir o acesso da conexão, saiba que é possível usar um computador ou notebook para fazer isso. Para fazer, veja esse tutorial

Independente do método, se puder use SSID oculto, use um bom protocolo de proteção e esteja atento ao uso de senhas. Por questões óbvias de segurança, use senha fortes (no mínimo 8 caracteres, com letras e números, com letras maiúsculas e minúsculas). Embora pareça exagero, tais cuidados além de evitarem que alguém entre na sua rede e tenha acesso às suas informações, também evitarão que este faça coisas na web usando sua estrutura, o que pode ser comprometedor para você em algumas situações. Quando não estiver mais precisando de uma dessas soluções, desative-as e tenha mais segurança nos seus equipamentos, pois quando se trata de redes, todo cuidado é pouco.

Na prática, as três opções pode servir para qualquer tipo de aparelho. Experimente cada uma delas e veja qual serve para você e sua estrutura. Se tiver dificuldade com uma, tente as outras, até encontrar aquela que se adeque às suas necessidades.

Via ubuntuhandbook

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22 de setembro de 2014

Netflix no Linux: lib NSS foi atualizada no Ubuntu para permitir a reprodução HTML5

Está cada dia mais fácil ter Netflix no Linux, ainda mais agora que lib NSS foi atualizada no Ubuntu para permitir a reprodução HTML5, que é o método usado pelo serviço de streaming de vídeo.
netflix no linux
Há pouco tempo escrevi um tutorial mostrando como assistir nativamente os filmes do serviço Netflix no Linux. O processo, entretanto, exigia atualização da biblioteca NSS e usava uma extensão no Google Chrome que alterava o user-agent do navegador para enganar o serviço. A boa noticia é que a lib NSS 3.17 chegou nessa segunda-feira no Ubuntu 14.04 e 12.04 (por meio de uma atualização), e graças a isso, o Netflix em breve deverá usar a reprodução HTML5 no Ubuntu, e você poderá assistir aos filmes sem a necessidade de quaisquer ajustes.

Agora, o único ajuste necessário para usar Netflix com reprodução HTML5 no Ubuntu é usar um agente de usuário personalizada no Google Chrome através de uma extensão que permite essa mudança, mas logo isso não será necessário porque um desenvolvedor do Netflix postou uma mensagem na lista de discussão do Ubuntu-dev alguns dias atrás, perguntando se Canonical planeja atualizar a lib NSS para a versão 3.16.2 ou mais recente e dizendo que, se isso vir a acontecer, “O Netflix conseguiria fazer uma mudança para que os usuários não precisem mais hackear seu User-Agent para reproduzir filmes do serviço”.

Com a atualização de hoje, todas as versões do Ubuntu com suporte à biblioteca como a 12.04, 14.04 e 14.10 (atualmente em desenvolvimento), incluem a NSS 3.17. Então tudo o que falta agora é o Netflix adicionar o Ubuntu à sua lista de sistemas operacionais suportados, e enfim, os usuários do Ubuntu terão reprodução do Netflix usando HTML5, sem precisar mudar nada.

Até então, o serviço de streaming dependia da tecnologia Silverlight, da Microsoft, mas, com a adoção do HTML5 e essa atualização da biblioteca Nss, isso deve mudar. Claro, o Google Chrome ainda é necessário, pois a reprodução HTML5 do Netflix não funcionará com qualquer outro navegador no Linux, isso porque a funcionalidade requer as extensões de mídia criptografadas que são empacotadas com ele.

Se você já atualizou ou vai atualizar seus sistema para obter a nova biblioteca NSS, mas não quer esperar até que o Linux esteja na lista de sistemas operacionais suportados, para que ele possa usar HTML5, consulte este artigo (pule para a parte do user-agent) para saber como adicionar um user-agent personalizado para o Google Chrome, para que finalmente, você possa desfrutar de reprodução nativa do Netflix no no Ubuntu, usando HTML5.

Note-se que NSS 3.17 acabou de chegar aos repositórios do Ubuntu 14.04 e 12.04 repositórios. Por isso, pode levar um tempo até que seja sincronizado com o espelho que você está usando. Tente atualizar o seu sistema até que o pacote apareça nas atualizações.

Via WebUpd8

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Instale a última versão do editor de fontes BirdFont no Ubuntu

Se você pretende criar suas próprias fontes, então instale a última versão do editor de fontes BirdFont no Ubuntu e comece a produzir.
editor de fontes
BirdFont é um editor de fontes de código aberto e escrito em Vala, que permite criar gráficos vetoriais e exportar para os formatos de fontes TTF, EOT e ​​SVG. O programa é desenvolvido por Johan Mattsson com um bom número de pessoas que contribuem com traduções e patches. O editor agora está na versão 1.3 e tem cerca de 42 000 linhas de código.

Conheça melhor o editor de fontes BirdFont

Para saber mais sobre esse programa, clique nesse link.

Como instalar o editor de fontes BirdFont no Ubuntu e seus derivados

BirdFont está disponível nos repositórios do Ubuntu, mas os pacotes são velhos no momento, por isso, para instalar o editor de fontes BirdFont no Ubuntu e ainda poder receber automaticamente as futuras atualizações dele, você deve fazer o seguinte:
Passo 1. Abra um terminal (no Unity use as teclas CTRL + ALT + T);
Passo 2. Se ainda não tiver, adicione o repositório do programa com este comando:

sudo add-apt-repository ppa:ubuntuhandbook1/birdfont

Passo 3. Atualize o APT com o comando:

sudo apt-get update

Passo 4. Agora use o comando abaixo para instalar o programa;

sudo apt-get install birdfont

Uma vez instalado, inicie o programa digitando no Dash:birdfont

Via UbuntuHandbook

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Como acessar sites que estão bloqueados em seu país usando o SelekTOR

Descubra nesse tutorial, como acessar sites que estão bloqueados em seu país, usando o aplicativo SelekTOR, que trabalha com a rede de anonimato Tor.
selektor
Feito em Java, SelekTOR é um front-end gráfico de código aberto para o cliente Tor, que tem algumas vantagens sobre o Vidalia (GUI oficial Tor), tais como:

  • Facilita o uso e configuração do Tor no modo cliente, SelekTOR faz a maioria do trabalho pesado para você;
  • Você pode selecionar rapidamente Nodes de saida por país;
  • SelekTOR pode monitorar continuamente e manter uma conexão com o nó de saída com o melhor tempo de resposta, com tão pouco tempo de inatividade possível;
  • Colocar em proxy todo o tráfego através do nó Tor ativo. SelekTOR também pode fazer o roteamento seletivo de tráfego através do nó Tor ativo com base em padrões de URL.

A opção para selecionar os nós de saída do Tor por país pode ser usada, por exemplo, para acessar sites que não estão disponíveis em seu país, como Netflix, Hulu, CBS, ABC, Pandora, British TV, HBO Go e assim por diante.

SelekTOR precisa de pouquíssima configuração: simplesmente selecione o node de saída do país (e, opcionalmente, o modo de proxy) e você estará pronto – você não tem que configurar o seu navegador web manualmente e não há necessidade de instalar qualquer complemento no navegador. Entre os navegadores suportados estão o Google Chrome, Chromium, Opera, Firefox e Palemoon.

O aplicativo também apresenta detalhes dos nodes, bem como possui um Whois de IP embutido:
selektor-whois
selektor-tor-gui

Instalando os pré requisitos necessário para execução do SelekTOR

Instalar os pré requisitos necessário para execução do SelekTOR, você deve fazer o seguinte:
Passo 1. Se não estiver instalado, instale o Java 7 ou 8 (Oracle o OpenJDK), seguindo esse outro tutorial;
Tor está disponível nos repositórios padrão do Ubuntu, mas eles podem estar um pouco desatualizados. Então, para instalar o Tor atualizado no Ubuntu e derivados, faça o seguinte:

Passo 2. Se você estiver usando uma versão mais recente do Ubuntu e o Tor não estiver instalado, instale-o usando simplesmente o comando;

sudo apt-get install tor

Passo 3. Mas se você estiver usando uma versão mais antiga do Ubuntu e o Tor não estiver instalado, adicione esses repositórios usando o comando abaixo:

sudo sh -c "echo  'deb     http://deb.torproject.org/torproject.org $(lsb_release -cs) main ' /etc/apt/sources.list.d/tor.list"

Passo 5. Baixe e adicione a chave do repositório com o comando:

sudo apt-key adv --keyserver hkp://keyserver.ubuntu.com:80 --recv-keys 886DDD89

Passo 6. Atualize o APT com o comando:

sudo apt-get update

Passo 7. Agora instale o programa com o comando abaixo:

sudo apt-get install tor

Passo 8. Se durante a instalação, você for perguntado qual será usuário que deverá ser capaz de controlar o serviço Tor. Selecione o usuário e confirme clicando em “OK”;
tor1
Passo 9. Uma vez que o tor está instalado, você deve desabilitar o serviço dele. Para fazer isso, abra o arquivo de configuração /etc/default/tor, com o comando a seguir:

sudo gedit /etc/default/tor

Passo 10. Com o arquivo aberto, procure pela seguinte linha:

RUN_DEAMON="yes"

Passo 11. Substitua a linha por isto:

RUN_DEAMON="no".

Passo 12. Salve e feche o arquivo;
Passo 13. Agora, pare o serviço do tor, usando o comando;

sudo service tor stop

Instalando o SelekTOR para poder acessar sites que não estão disponíveis em seu país

Para instalar o SelekTOR, faça o seguinte:
Passo 1. Baixo o programa a partir desse link, e salve na sua pasta pessoal;
Passo 2. Abra um terminal;
Passo 3. Extraia o arquivo baixado usando o comando:

tar -xvzf SelekTOR_Linux.tar.gz

Passo 4. Se seu sistema é baseado no Debian (Ubuntu, Linux Mint, KNOPPIX e etc), execute os seguintes comandos para instalar o programa:

sudo ./install.sh

Passo 5. Para instalar o programa em outras distribuições Linux, execute os estes comandos:

su -c ./install.sh

Passo 6. Se seu sistema é baseado no Debian (Ubuntu, Linux Mint, KNOPPIX e etc), e por algum motivo você precisar desinstalar o programa, use este comando:

sudo /opt/selektor/uninstall.sh

Passo 7. Em outras distribuições Linux, se você precisar desinstalar o programa, use este comando:

su -c /opt/selektor/uninstall.sh

Como acessar sites que não estão disponíveis em seu país usando o SelekTOR

Com tudo instalado, para acessar sites que não estão disponíveis em seu país usando o SelekTOR, , você deve fazer o seguinte:
Passo 1. Execute o programa, digitando selektor no terminal ou no Dash;
Passo 2. Clique no drop-down do campo “Active Country”, e selecione o país que você deseja usar (que obviamente, é o país onde o site que você deseja acessar não é bloqueado);
selecionando-pais
Passo 3. A seguir, clique em “Menu” e depois no item “Proxy Pattern Editor”;
menu-proxy
Passo 4. Na janela “SelekTOR Pattern Editor”, clique em “Add New”. Na pequena tela que aparece, digite o padrão para o site que você está tentando acessar (para isso, utilize os padrões já existentes como exemplo) e clique em “Add New”. Ao voltar a tela anterior, clique no botão “Save” para efetivar o cadastramento;
adicionando-pattern
o método acima tem a vantagem de permitir que você use o Tor apenas para os sites que você quer (como Netflix, por exemplo), deixando todos os outros sites/tráfego sem utilizar proxy. Porém, ele tem uma desvantagem também: se algum site, como o Netflix, por exemplo, usa o código colocado em algum outro domínio, para verificar o seu país, este método irá falhar assim, para tais casos, você deve clicar no drop-down do campo “Proxy Mode”, e selecionar a opção “Anonymous (Proxy all traffic)”;
colocando-tudo-proxy
Ao selecionar o modo proxy “Anonymous (Proxy all traffic)”, todo o tráfego será feito pelo proxy. Por isso, não será necessário introduzir quaisquer padrões, basta selecionar o país que você deseja usar em “Active Country” e você já poderá o site bloqueado.

Via WebUpd8

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Instale os temas escuros Sable e SableNC no Ubuntu

Precisando mudar o visual do seu desktop? Então instale os temas escuros Sable e SableNC no Ubuntu.
sable-0
Sable e SableNC são temas escuros para GTK e Gnome 3.12. Eles são projetado para GTK (3/2) e trabalham com Unity, Gnome, Cinnamon, Mate e Gnome Classic. Estes temas tem o tom preto, você provavelmente vai precisar ajustar seus monitores contraste até que a maior parte do tema apareça. Sable usa um carbono e base preta com detalhes em cobre e turquesas e SableNC usa carbono e base preta com cinza.

Conheça melhor os temas escuros Sable e SableNC

Para saber mais sobre o tema, clique nesse link.

Instalando os temas escuros Sable e SableNC no Ubuntu e derivados

Para instalar os temas escuros Sable e SableNC no Ubuntu e derivados, faça o seguinte:
Passo 1. Abra um terminal (Usando o Dash ou pressionando as teclas CTRL+ALT+T);
Passo 2. Se você ainda não tem, adicione o repositório do tema com o comando:

sudo add-apt-repository ppa:noobslab/themes

Passo 3. Depois, atualize o APT com este comando:

sudo apt-get update

Passo 4. Finalmente, instale o programa usando o seguinte comando:

sudo apt-get install sable-gtk

Depois de instalar, você pode usar o Unity Tweak Tool, Gnome-tweak-tool ou Ubuntu-Tweak para mudar o tema.

Via NoobsLab

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Mapeador de botões do teclado e mouse para botões gamepad: Lançada a versão 2.6 do AntiMicro

Foi lançado o AntiMicro 2.6, o mapeador de botões do teclado e mouse para botões gamepad. O programa recebeu dois novos modos turbo, uma opção para chamar a janela de mapeamento Game Controller a partir de linha de comando, bem como suporte experimental a uinput.
antimicro
Para quem ainda não conhece, AntiMicro é um aplicativo que pode ser usado para mapear as teclas do teclado e o mouse para botões gamepad, o que pode ser bastante útil no caso de jogos sem suporte a gamepad.

AntiMicro é escrito em C++ usando Qt para a estrutura gráfica e foi criado como um substituto para QJoyPad, que infelizmente não está mais sendo mantido. O aplicativo apresenta suporte a controller stick, controles de 8 vias, suporta virtual Dpad, perfis que podem ser carregados via linha de comando e muito mais.

Além disso, o programa recebeu uma extensa série de novas funcionalidades e melhorias, como o spring mouse mode, suporte a joystick hotplugging, Enhanced Precision mouse curve, várias otimizações para Steam OS (isto agora é padrão) e por fim, AntiMicro foi portado para o Windows. Para mais informações, confira o changelog dessa versão.

Para mais informações sobre o AntiMicro, bem como um guia de utilização rápida, consulte nosso artigo anterior:
Mapeie a entrada de teclado/Mouse para seu Gamepad com AntiMicro

Conheça melhor o AntiMicro

Para saber mais sobre esse programa, clique nesse link.

Como instalar o mapeador de botões do teclado e mouse para botões gamepad AntiMicro no Ubuntu e seus derivados

Para instalar o AntiMicro no Ubuntu e ainda poder receber automaticamente as futuras atualizações dele, você deve fazer o seguinte:
Passo 1. Abra um terminal (no Unity use as teclas CTRL + ALT + T);
Passo 2. Se ainda não tiver, adicione o repositório do programa com este comando:

sudo add-apt-repository ppa:ryochan7/antimicro

Passo 3. Atualize o APT com o comando:

sudo apt-get update

Passo 4. Agora use o comando abaixo para instalar o programa;

sudo apt-get install antimicro

Uma vez instalado, inicie o programa digitando no Dash:antimicro

Instalando o mapeador de botões do teclado e mouse para botões gamepad AntiMicro em outras distros

Para baixar e instalar o AntiMicro em outras distros, acesse esse link. Lá estão disponíveis pacotes para o Debian, Ubuntu e Windows, bem como o código fonte. Usuários do Arch Linux podem instalar AntiMicro via AUR.

Via WebUpd8

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21 de setembro de 2014

Resumo semanal – 15/09/2014 a 21/09/2014

Se você perdeu alguma postagem ou simplesmente ainda não viu tudo o que foi postado, não se preocupe, leia o resumo semanal e se atualize
resumo semanal

Resumo semanal do Blog do Edivaldo de 15/09/2014 a 21/09/2014

15/09/2014

16/09/2014

17/09/2014

18/09/2014

19/09/2014

20/09/2014

Dicas de coisas para fazer depois de instalar o Ubuntu 14.04

Para quem acabou de mudar para o Ubuntu 14.04, uma boa ideia é dar uma olhadas na últimas dicas de coisas para fazer depois de instalar o sistema:
Dicas de coisas para fazer depois de instalar o Ubuntu 14.04


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20 de setembro de 2014

Lançado oficialmente o jogo Wasteland 2

Fãs de Wasteland comemorem, pois após dois anos e meio de desenvolvimento, foi lançado oficialmente o game de RPG pós apocalíptico Wasteland 2.
wasteland 2
Para quem não sabe, Wasteland 2 é uma sequencia direta do RPG Wasteland de 1988, que é considerado a inspiração por trás da série Fallout. O jogo foi desenvolvido graças a uma campanha bem sucedida no Kickstarter, que recebeu quase U$$ 3.000.000 em financiamento.

Wasteland 2 é um jogo de combate baseado em turnos táticos definidos em uma história que ocorre em uma linha do tempo alternativa, em que um holocausto nuclear ocorreu em 1998. O jogo apresenta centenas de personagens, milhares de variações na aparência de seus Rangers junto com mais de 150 armas, dezenas de habilidades e muito mais.

Desenvolvido e publicado pela inXile Entertainment, o jogo foi lançado nesse sexta-feira (19) e está disponível para Linux, Windows e Mac OS X no GOG.com, Steam ou Humble Bundle Store. Wasteland 2 custa U$$ 39,99 para a edição clássica e U$$ 59,99 para a Digital Deluxe Edition (A Deluxe Edition vem com cópias gratuitas de Wasteland 1 e jogos The Bard’s Tale).

No Linux, Wasteland 2 tem os seguintes requisitos mínimos de sistema:

Processador: 2.4 GHz Intel Core 2 Duo ou equivalente
Memória: 4 GB RAM
Gráficos: NVIDIA GeForce GTX 260 ou Radeon HD 4850 (512 MB VRAM)
Disco rígido: 30 GB de espaço disponível

Abaixo você pode assistir o Wasteland 2 Combat Trailer, bem como o trailer de lançamento, para ter uma ideia sobre como o jogo funciona:

[embedded content]

[embedded content]

Conheça melhor o Wasteland 2

Para saber mais sobre esse jogo, clique nesse link.
Para outros detalhes sobre essa versão, consulte a Wikipédia.

Via WebUpd8

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19 de setembro de 2014

Como assistir nativamente os filmes do serviço Netflix no Linux (atualizado)

Se você quer assistir nativamente os filmes do serviço Netflix no Linux, veja aqui como fazer isso.
assistir nativamente os filmes do serviço Netflix no Linux
A reprodução nativa de filmes do Netflix Linux já é possível na versão beta mais recente e compilações de desenvolvimento do Google Chrome (sem wrapper do Wine ou Silverlight). No tutorial a seguir, você verá como fazer isso, usando esse navegador em conjunto com a extensão User-Agent Switcher, mais especificamente no Ubuntu.

Antes de qualquer instalação, será preciso atualizar a biblioteca libnss3, para que tudo funcione corretamente. Abaixo, veja como instalar ela via repositório e manualmente. Use o método que lhe for mais conveniente.

Atualizando a libnss3 para uma versão mais recente a partir de um repositório

Para atualizar a libnss3 para uma versão mais recente a partir de um repositório no Ubuntu e ainda poder receber automaticamente as futuras atualizações dele, você deve fazer o seguinte:
Passo 1. Abra um terminal (no Unity use as teclas CTRL + ALT + T);
Passo 2. Se ainda não tiver, adicione o repositório do programa com este comando:

sudo add-apt-repository ppa:leonbo/nss

Passo 3. Atualize o APT com o comando:

sudo apt-get update

Passo 4. Agora use o comando abaixo para instalar o programa;

sudo apt-get install libnss3 libnss3-1d libnss3-nssdb

Passo 5. Atualize o sistema com o comando:

sudo apt-get upgrade

Passo 6. Por fim, reinicie o sistema com o comando abaixo:

sudo reboot

Atualizando a libnss3 para uma versão mais recente baixando o pacote diretamente

Para atualizar a libnss3 para uma versão mais recente no Ubuntu e derivados, faça o seguinte:
Passo 1. Abra um terminal (No Unity, use o Dash ou pressionando as teclas CTRL+ALT+T);
Passo 2. Confira se o seu sistema é de 32 bits ou 64 bits, para isso, abras as “Configurações do Sistema” e clique em “Detalhes”. Ou se preferir, use o seguinte comando no terminal:

uname -m

Passo 3. Se seu sistema é de 32 bits, use o comando abaixo:

wget -O libnss32.zip https://doc-0c-3k-docs.googleusercontent.com/docs/securesc/ha0ro937gcuc7l7deffksulhg5h7mbp1/1du5vsf5n0b6dman6oehk6iokj3ip7lt/1407844800000/14467174561646825769/*/0B8MFusG83BYvdlRwcmFJb2ZNY2M?h=16653014193614665626&e=download

Passo 4. Se seu sistema é de 64 bits, use o comando abaixo:

wget -O libnss64.zip https://doc-0g-3k-docs.googleusercontent.com/docs/securesc/ha0ro937gcuc7l7deffksulhg5h7mbp1/uphstp4j3pr29vpma1s5k34qdarie4op/1407844800000/14467174561646825769/*/0B8MFusG83BYvak5FdkVNMlNxd0U?h=16653014193614665626&e=download

Ou use esses links

libnss3 files for Ubuntu 14.04 LTS (32bit)  libnss3 files for Ubuntu 14.04 LTS (64bit)

Passo 5. Descompacte o arquivo baixado como o comando:

unzip libnss*.zip

Passo 6. Vá para a pasta criada:

cd libnss*

Agora instale o programa com o comando:

sudo dpkg -i libnss3*

Passo 6. Caso seja necessário, instale as dependências do programa com o comando:

sudo apt-get install -f -y

Instalando o Google Chrome do Dev channel no Ubuntu e derivados

Para instalar o Google Chrome do Dev channel no Ubuntu e derivados, faça o seguinte:
Passo 1. Abra um terminal (No Unity, use o Dash ou pressionando as teclas CTRL+ALT+T);
Passo 2. Confira se o seu sistema é de 32 bits ou 64 bits, para isso, abras as “Configurações do Sistema” e clique em “Detalhes”. Ou se preferir, use o seguinte comando no terminal:

uname -m

Passo 3. Se seu sistema é de 32 bits, use o comando abaixo:

wget https://dl.google.com/linux/direct/google-chrome-unstable_current_i386.deb

Passo 4. Se seu sistema é de 64 bits, use o comando abaixo:

wget https://dl.google.com/linux/direct/google-chrome-unstable_current_amd64.deb

Passo 5. Agora instale o programa com o comando:

sudo dpkg -i google-chrome-unstable_current_*.deb

Passo 6. Caso seja necessário, instale as dependências do programa com o comando:

sudo apt-get install -f -y

Instalando e configurando a extensão User-Agent Switcher no Chrome

Passo 1. Execute o programa digitando no Dash:chrome;
Passo 2. Acesso esse link para entrar na página da extensão User-Agent Switcher;
Passo 3. Clique no botão “Gratuito”, para iniciar a instalação da extensão;
assistir nativamente os filmes do serviço Netflix no Linux
Passo 4. Quando for questionado, confirme a instalação da extensão clicando no botão “Adicionar”;
assistir nativamente os filmes do serviço Netflix no Linux
Passo 5. Depois de instalada, aparecerá um ícone da extensão no canto superior direito. Clique nele com o botão direito do mouse e no menu que aparece, clique no item “Opções”;
assistir nativamente os filmes do serviço Netflix no Linux
Passo 6. Na tela de opções da extensão, preencha os campo com os dados abaixo e no final, clique no botão “Add”:

New User-agent name: Netflix

New User-Agent String: (Mozilla/5.0 (Windows NT 6.3; Win 64; x64) AppleWebKit/537.36 (KHTML, like Gecko) Chrome/38.0.2114.2 Safari/537.36)

Replace or Append: Append

Indicator Flag: NFX
assistir nativamente os filmes do serviço Netflix no Linux
Passo 7. Depois de adicionar o perfil, clique normalmente no ícone da extrensão. No menu que aparece, clique na opção “Chrome” e será exibida uma lista de Perfis, clique no perfil criado (“Netflix”, nesse exemplo);
assistir nativamente os filmes do serviço Netflix no Linux
Passo 8. Vá para o site do Netflix e entre com seus dados para acessar o serviço. Antes de começar a assistir, clique no ícone que fica no canto superior direito da tela do Netflix e no menu que aparece, clique na opção “sua conta”;
assistir nativamente os filmes do serviço Netflix no Linux
Passo 9. Nas configurações de sua conta, clique na opção “Configurações de reprodução”;
assistir nativamente os filmes do serviço Netflix no Linux
Passo 10. Em “Configurações de reprodução”, marque a opção “Use o player HTML5 em vez de Silverlight” e depois clique no botão “Salvar”;
assistir nativamente os filmes do serviço Netflix no Linux

Pronto! Você já pode começar a assistir seus filmes no Netflix. Tenha uma boa diversão.

Assistindo nativamente os filmes do serviço Netflix em outras distribuições Linux

Se você usa outra distribuição, procure atualizar sua biblioteca libnss3 e o Google Chrome para a última versão do Dev channel. Tirando isso, todo o resto do processo é igual em qualquer distro Linux.

Via Tech Drive-in e OMG! Ubuntu!

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Kernel para PCs mais antigos e netbooks: instale o pf-kernel 3.16 no Ubuntu

Os desenvolvedores do projeto pf-kernel (um kernel para PCs mais antigos e netbooks) lançaram os pacotes da nova versão 3.16 para Ubuntu. Veja como instalá-lo.
kernel para PCs mais antigos pf-kernel 3.16
pf-kernel é um kernel alternativo mais popular (sempre com base na versão oficial divulgada por Linus Torvalds), que inclui várias correções e várias otimizações para acelerar o sistema operacional Linux.

Além dos novos recursos presentes na atual versão estável do kernel Linux 3.16 (que estará por padrão no Ubuntu 14.10, Fedora 21, Debian 8.0 Jessie e outros), pf-kernel inclui também tuxonice acelerando assim o repouso e hibernação do sistema, além de melhorar o suporte de hardware para os laptops mais populares.

O pf-Kernel é projetado principalmente para PCs mais antigos e netbooks, ele possui patchs que melhoraram a gestão do cache do sistema, acelerando os vários processos desde o início do sistema operacional.

Conheça melhor o pf-Kernel

Para saber mais sobre o pf-Kerne, clique nesse link.

Antes de iniciar começar a atualizar o kernel do Ubuntu, saiba que este é um procedimento que apesar de simples, exige conhecimentos avançados do sistema e deve ser feito por sua própria conta e risco. Para mais detalhes sobre esse kernel e os riscos de usá-lo, acesse esse tópico no fórum do Ubuntu

Como atualizar o kernel do Ubuntu para a versão pf-kernel 3.16

Para atualizar seu kernel para a versão pf-kernel 3.16 do Ubuntu 14.04 e derivados, faça o seguinte
Passo 1. Abra um terminal (Usando o Dash ou pressionando as teclas CTRL+ALT+T);
Passo 2. Verifique qual a arquitetura de seu sistema acessando as Configurações do Sistema e a opção “Detalhes” ou usando o comando abaixo:

uname -m

Passo 3. Se estiver usando um sistema de 32 bits, baixe os arquivos DEB com os comandos:

wget ftp://big-bum.uni.cx/pf-kernel/i386/linux-headers-3.16.0-pf2+_3.16.0-pf2+-10.00.Custom_i386.deb
wget ftp://big-bum.uni.cx/pf-kernel/i386/linux-image-3.16.0-pf2+_3.16.0-pf2+-10.00.Custom_i386.deb

Passo 4. Se estiver usando um sistema de 64 bits, baixe os arquivos DEB com os comandos:

wget ftp://big-bum.uni.cx/pf-kernel/amd64/linux-headers-3.16.0-pf2+_3.16.0-pf2+-10.00.Custom_amd64.deb
wget ftp://big-bum.uni.cx/pf-kernel/amd64/linux-image-3.16.0-pf2+_3.16.0-pf2+-10.00.Custom_amd64.deb

Passo 5. Instale o kernel com o comando:

sudo dpkg -i linux-headers-3.16.0-*.deb linux-image-3.16.0-*.deb

Passo 6. Reinicie o sistema com o comando abaixo:

sudo reboot

Passo 7. Se você tiver algum problema e quiser desinstalar o atual kernel, reinicie o computador com um kernel anterior (usando Grub -> Advanced -> select previous kernel) e quando iniciar o sistema, faça login, abra um terminal e execute o comando abaixo para remover o pf-kernel 3.16:

sudo apt-get purge linux.image-3.16.0-pf2+-*
sudo update-grub

Nota: Todos os drivers que não fazem parte da principal árvore do kernel (o que obviamente inclui drivers proprietários) devem ser recompilados para novas versões do kernel.

Via lffl linux freedom

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Repositório de drivers de código aberto para placas de vídeo Oibaf também suportará o Ubuntu 14.10: veja como instalar

Há poucos dias foi anunciado que o repositório de drivers de código aberto Oibaf também suportará o Ubuntu 14.10. Conheça um pouco mais sobre esse repositório e veja como instalar ele no Ubuntu e seus derivados.
oibaf
Por razões de licenciamento, o Ubuntu sempre é lançado com drivers de código aberto para placas de vídeo. Mesmo assim, ainda é possível instalar em um momento posterior os drivers proprietários para placas de vídeo AMD, Nvidia, ou para outros dispositivos. Outra alternativa é manter atualizados os drivers de código aberto, X.org, Mesa e etc no Ubuntu, através do repositório PPA Updated and Optimized Open Graphics Drivers/Oibaf. A boa noticia é que há poucos dias foi anunciado que eles também estão disponíveis para o Ubuntu 10.14.

Por conta desse anúncio, graças ao repositório PPA Updated and Optimized Open Graphics Drivers/Oibaf os atuais e futuros usuários do Ubuntu 14.10, a nova versão da biblioteca Mesa, que também inclui várias otimizações que melhoram a performance gráfica. Além da versão em fase de desenvolvimento da biblioteca Mesa, também será possível manter atualizado os drivers de código aberto para placas de vídeo Intel, AMD e Nvidia (nouveau), além de Gallium3D, VDPAU e etc.

A seguir será mostrado como instalar os drivers a partir desse repositório. Mas antes de fazer o procedimento, lembre-se que o repositório PPA Updated and Optimized Open Graphics Drivers/Oibaf incluem versões em desenvolvimento, que podem ter vários bugs e tornar o sistema operacional instável. Portanto, faça por sua própria conta e risco, e fique atento ao comportamento do sistema.

Conheça melhor os drivers de código aberto Oibaf

Para saber mais sobre esse programa, clique nesse link.

Como instalar os drivers de código aberto Oibaf no Ubuntu e seus derivados

Para instalar os drivers de código aberto Oibaf no Ubuntu e ainda poder receber automaticamente as futuras atualizações dele, você deve fazer o seguinte:
Passo 1. Abra um terminal (no Unity use as teclas CTRL + ALT + T);
Passo 2. Se ainda não tiver, adicione o repositório do programa com este comando:

sudo add-apt-repository ppa:oibaf/graphics-drivers

Passo 3. Atualize o APT com o comando:

sudo apt-get update

Passo 4. Agora atualize o sistema com esse comando para instalar os drivers;

sudo apt-get upgrade

Passo 5. Após a atualização, reinicie o sistema usando a opção do sistema para isso ou executando o comando abaixo:

sudo reboot

Como remover os drivers de código aberto Oibaf no Ubuntu e seus derivados

Para remover os drivers de código aberto Oibaf e restaurar Mesa, X.org e etc na versão padrão, faça o seguinte:
Passo 1. Abra um terminal (no Unity use as teclas CTRL + ALT + T);
Passo 2. Agora use o comando abaixo para instalar o programa ppa-purge;

sudo apt-get install ppa-purge

Passo 3. Remova o repositório do programa e tudo mais, com este comando:

sudo ppa-purge ppa:oibaf/graphics-drivers

Via lffl linux freedom

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Instale o pacote de temas Ambiance Blackout Colors

Que tal mudar o visual do seu desktop com um belo conjunto de temas? Instale o pacote de temas Ambiance Blackout Colors e tenha vários temas.
ambiance-blackout-1
O pacote de temas Ambiance Blackout Colors oferece 37 temas para GTK. Ele foi projetado por RAVEfinity sediada na Califórnia e eles também funcionam em outros temas, ícones, papel de parede para desktop Linux e outras plataformas. Esta suite contém 12 novas cores incríveis com 37 variações de cores diferentes, e estes temas compatíveis com o GTK 3.10, projetados para o ambiente Unity, XFCE, Cinnamon, Mate, LXDE e Gnome classic.

Conheça melhor o pacote de temas Ambiance Blackout Colors

Para saber mais sobre o tema, clique nesse link.

Instalando o pacote de temas Ambiance Blackout Colors no Ubuntu e derivados

Para instalar o pacote de temas Ambiance Blackout Colors no Ubuntu e derivados, faça o seguinte:
Passo 1. Abra um terminal (Usando o Dash ou pressionando as teclas CTRL+ALT+T);
Passo 2. Se você ainda não tem, adicione o repositório do tema com o comando:

sudo add-apt-repository ppa:noobslab/themes

Passo 3. Depois, atualize o APT com este comando:

sudo apt-get update

Passo 4. Finalmente, instale o programa usando o seguinte comando:

sudo apt-get install ambiance-blackout-colors

Depois de instalar, você pode usar o Unity Tweak Tool, Gnome-tweak-tool ou Ubuntu-Tweak para mudar o tema.

Via NoobsLab

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18 de setembro de 2014

Modificador de estado de teclas: Instale o Xkbmod Indicator no Ubuntu

Procurando um modificador de estado teclas simples? Então experimente instalar o Xkbmod Indicator no Ubuntu.
modificador de estado de teclas
Por padrão, o Unity não vem com um indicador com a função de modificador de estado de teclas, então Abdellah Chelli criou recentemente como um indicador, denominado Indicador Xkbmod, que é bastante útil para usuários com deficiência que necessitam de usar teclas de aderência. O modificador de estado de teclas Xkbmod Indicator indica o estado das seguintes teclas modificadoras: Shift, Caps Lock, Ctrl, Alt, Num Lock, Super e AltGr (e AltGr bloqueado, pois o símbolo da tecla com um ponto vermelho, significa bloqueado).

Em seu estado atual, o Indicador Xkbmod é considerado um protótipo, por isso ele pode não funcionar como esperado e por padrão, o Indicador Xkbmod só suporta temas com painéis escuros, como Ambiance. No entanto, você pode obter o Indicador Xkbmod para trabalhar com qualquer tema, se você configurá-lo para usar etiquetas (texto) em vez de uma imagem para o indicador. Mas nesse caso, apenas os modificadores de teclado ativo serão exibidos, o que fará com que os indicadores mudem cada vez que você pressionar um modificador do teclado e isso pode ser bem irritante.
indicator-xkbmod-chars
Se você deseja que o indicador de use rótulos em vez de uma imagem, execute o Indicador Xkbmod com o parâmetro “-l” (por exemplo, se você já usou o pacote, copie o arquivo indicator-xkbmod.desktop de /etc/xdg/autostart/ para ~/.config/autostart/ e altere a linha “Exec” neste arquivo, para que o valor dela fique como “/usr/bin/indicator-xkbmod -l”).

Conheça melhor o modificador de estado de teclas Xkbmod Indicator

Para saber mais sobre esse programa, clique nesse link.

Como instalar o modificador de estado de teclas Xkbmod Indicator no Ubuntu e seus derivados

Para instalar o modificador de estado de teclas Xkbmod Indicator no Ubuntu e ainda poder receber automaticamente as futuras atualizações dele, você deve fazer o seguinte:
Passo 1. Abra um terminal (no Unity use as teclas CTRL + ALT + T);
Passo 2. Se ainda não tiver, adicione o repositório do programa com este comando:

sudo add-apt-repository ppa:nilarimogard/webupd8

Passo 3. Atualize o APT com o comando:

sudo apt-get update

Passo 4. Agora use o comando abaixo para instalar o programa;

sudo apt-get install indicator-xkbmod

Uma vez instalado, faça logout e login novamente, e o Xkbmod Indicator deve iniciar automaticamente.

Via WebUpd8

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Lançado Popcorn Time 0.3.3 com suporte para tocadores de mídia externos e Chromecast

Foi lançado nessa quarta-feira (17), o Popcorn Time 0.3.3 trazendo novos recursos e várias correções de bugs. Para instalar ou atualizar o programa no Ubuntu, Debian e derivados, veja aqui como fazer isso.
popcorn time 0.3.3
Popcorn Time é uma aplicação de código aberto para Linux,Windows e Mac, que faz streaming de torrents e possui uma interface no mesmo estilo do Netflix. O aplicativo permite aos usuários transmitir filmes (com legendas) e séries de TV, sem nenhum custo, e que pode ser ilegal em seu país, por isso, use-o por sua própria conta e risco.

Dentre as novidades nessa versão estão um novo suporte para tocadores de mídia (players) externos como o VLC, XBMC, MPlayer, mpv e outros, suporte a Chromecast e Airplay, três novos temas e muito mais. Para muitos, a mudança mais importante do Popcorn 0.3.3, é provavelmente a opção para reproduzir os vídeos usando o seu media player favorito. Aliás, isso pode ser feito a partir da página de vídeo, ao lado do botão “Watch Now” (Assista Agora).
popcorn time 0.3.3
Outra mudança interessante nessa versão é a sincronização com o Trakt.tv: O recurso agora irá lembrar os seus vídeos favoritos para você, com isso, se você usar o Popcorn Time em vários computadores ou remover sua base de dados, você você não perderá eles. No entanto, outra mudança importante é a adição do suporte a temas, juntamente com três novos temas: Black & Yellow, Flat UI and Light.
popcorn time 0.3.3

Para ver mais detalhes sobre essa versão, acesse esse link.

Conheça melhor o Popcorn Time

Para saber mais sobre o programa, clique nesse link.

Importante: antes de atualizar para Popcorn Time 0.3.3, remova o banco de dados da versão antiga ou então o aplicativo não vai funcionar.

Para fazer isso, digite em um terminal o comando:

rm -r ~/.config/Popcorn-Time

Veja como instalar o Popcorn Time no Ubuntu e seus derivados via repositório

Para instalar o Popcorn Time no Ubuntu e seus derivados via repositório, faça o seguinte:
Passo 1. Abra um terminal (Usando o Dash ou pressionando as teclas CTRL+ALT+T);
Passo 2. Se ainda não tiver, adicione o repositório do programa com esse comando

sudo add-apt-repository ppa:webupd8team/popcorntime

Passo 3. Atualize o APT com o seguinte comando:

sudo apt-get update

Passo 4. Agora instale o programa usando o comando abaixo:

sudo apt-get install popcorn-time

Depois disso, para abrir o programa basta clicar no Dash e digitar: popcorntime

Veja como instalar o Popcorn Time no Debian via repositório

Para instalar o Popcorn Time no Debian via repositório, faça o seguinte:
Passo 1. Abra um terminal;
Passo 2. Torne-se administrador com o comando:

su -

Passo 3. Se ainda não tiver, adicione o repositório do programa com esses comandos:

echo "deb http://ppa.launchpad.net/webupd8team/popcorntime/ubuntu trusty main" | tee /etc/apt/sources.list.d/webupd8team-popcorntime.list
echo "deb-src http://ppa.launchpad.net/webupd8team/popcorntime/ubuntu trusty main" | tee -a /etc/apt/sources.list.d/webupd8team-popcorntime.list

Passo 4. Instale a chave do repositorio, usando esse comando:

apt-key adv --keyserver keyserver.ubuntu.com --recv-keys EEA14886

Passo 5. Atualize o APT com o seguinte comando:

sudo apt-get update

Passo 6. Agora instale o programa usando o comando abaixo:

apt-get install popcorn-time

Depois disso, para abrir o programa basta digitando popcorntime no próprio terminal.

Via WebUpd8

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Instale a ferramenta MACchanger para mudar endereço MAC no Linux

Se você está procurando uma ferramenta para mudar endereço MAC, experimente instalar o MACchanger no Linux.
mudar endereço mac
MACchanger-GTK é uma aplicação útil que permite de forma rápida e facil, mudar o endereço MAC no Linux. Ele é um software de código aberto escrito em Perl e Glade, capaz de manipular os endereços MAC de interfaces de rede com facilidade graças a uma interface gráfica intuitiva.

O endereço físico de dispositivos de rede, também chamado de endereço MAC (Media Access Control), é um código de 12 dígitos com o qual você pode identificar cada placa de rede Ethernet ou Wi-Fi presente no nosso computador pessoal ou comunicando pela rede. Através do endereço MAC é possível garantir uma maior segurança para redes locais, por exemplo, ao permitir o acesso apenas a endereços MAC especificados.

Porém, é possível alterar facilmente um endereço MAC através do gerenciador de conexão Network Manager, ou alternativamente, usando o MACchanger-GTK. Usar o programa é fácil, basta executar o software, selecionar a placa de rede Ethernet ou Wi-Fi, digitar um novo endereço MAC e clicar em “Change MAC”, simples assim!

Conheça melhor a ferramenta MACchanger

Para saber mais sobre esse programa, clique nesse link.

Como instalar a ferramenta MACchanger para mudar endereço MAC no Linux (Debian, Ubuntu, Fedora, Arch, openSUSE e seus derivados)

Para instalar a ferramenta MACchanger para mudar endereço MAC no Linux, você deve fazer o seguinte:
Passo 1. Abra um terminal;
Passo 2. Para instalar o MACchanger no Debian, Ubuntu e seus e derivados, use este comando:

sudo apt-get install macchanger-gtk  

Passo 3. Para instalar o MACchanger no Fedora e derivados, use este outro comando:

sudo yum install macchanger-gtk

Passo 4. Para instalar o MACchanger no Arch Linux, Manjaro, Chakra ou qualquer outro derivado, apenas use este outro comando:

sudo pacman -Sy macchanger

Passo 5. Para instalar o MACchanger no openSUSE e derivados, use este outro comando:

zypper install macchanger

Uma vez instalado, inicie o programa digitando macchanger.

Via lffl linux freedom

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17 de setembro de 2014

OCR no Linux: Instale o Lios (Linux-Intelligent-Ocr-Solution)

Se você está a procura de um software de reconhecimento ótico de caracteres (OCR) , experimente instalar o Lios (Linux-Intelligent-Ocr-Solution) no Linux.
ocr no linux Linux-Intelligent-Ocr-Solution in Ubuntu
Softwares de reconhecimento ótico de caracteres (OCR) podem extrair o texto de imagens, documentos e etc com facilidade. Para Linux existe Lios (Linux-inteligente-OCR-Solution), um programa de código aberto muito interessante. .

Escrito em Python 3, o programa consegue “puxar” imagens de um scanner ou webcam (ainda em fase de desenvolvimento) ou a partir de um documento PDF e processá-los por meio de Tesseract ou cuneiforme.

Graças a uma interface gráfica simples, é possível digitalizar a imagem/documento inteira ou apenas uma parte dela. Para completar, ele também tem verificação ortográfica (através aspell), para corrigir o texto digitalizado.

O Lion tem uma série de opções relativas à aquisição através do scanner e permite imprimir diretamente no texto extraído ou exportar tudo em um documento PDF. Também está disponível a partir das preferências um suporte para exibição otimizada para usuários com deficiência visual.

Conheça melhor o Lios

Para saber mais sobre esse programa, clique nesse link.

Instalando o Lios no Linux

Para instalar o Lios no Linux, faça o seguinte:
Passo 1. Abra um terminal;
Passo 2. Para baixar o instalador do programa para Debian, Ubuntu e seus derivados, use o comando abaixo:

wget -O lios.deb  wget http://superb-dca3.dl.sourceforge.net/project/lios/Lios_1.9.1_all.deb

Passo 3. Para baixar o instalador do programa para Fedora, RedHat, CentOS, openSUSE e outras distros derivadas delas, use o comando abaixo:

wget -O lios.rpm http://hivelocity.dl.sourceforge.net/project/lios/lios-1.9-1.noarch.rpm

Passo 4. Para instalar em um Debian, Ubuntu e seus derivados, use os comandos abaixo:

sudo dpkg -i lios.deb
sudo apt-get install -f -y

Passo 5. Para instalar em um Fedora, RedHat, CentOS e outras distros derivadas delas, use o comando abaixo:

sudo yum localinstall lios.rpm

Passo 6. Para instalar em um openSUSE ou um de seus derivados, use o comando abaixo:

sudo zypper install lios.rpm

Passo 7. Para instalar em um OpenMandriva, Mageia e seus derivados, use o comando abaixo:

sudo urpmi lios.rpm

Para baixar outros pacotes de instalação de versões anteriores dessas distros, acesse esse link.

Se tiver problemas com dependências, procure os pacotes nos gerenciadores da distribuição e instale elas. Depois, volte ao procedimento e instale o programa.

Depois de instalado, execute o programa digitando lion. Ao abrir o programa, vá nas nas preferências dele e selecione se irá usar Tesseract ou cuneiforme. Se optar pelo Tesseract, não esqueça de instalar ele.
Linux-Intelligent-Ocr-Solution preferenze
Via lffl linux freedom

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Instalando o WineHQ 1.7.26 no Ubuntu

Foi lançado o Wine 1.7.26. Para instalar ou atualizar, veja aqui como fazer isso no Ubuntu.
windows no linux
Wine é um software livre em constante desenvolvimento que permite que os usuários do Linux, Mac, FreeBSD e Solaris possam instalar e executar aplicativos do Windows, sem uma cópia do Microsoft Windows.
Essa atualização, traz as seguintes mudanças:

  • Ainda mais funções DirectWrite.
  • Melhorias para o arquivo comum de diálogo.
  • Uma série de melhorias C em tempo de execução.
  • Implementação da biblioteca de captura de pacotes.
  • Mais algumas funções DirectWrite.
  • Melhorias no suporte a tabelas HTML.
  • Mais funções matemáticas VBScript.
  • A partir de algumas classes de implementação DirectWrite.
  • Dll invólucro inicial para a biblioteca de captura de pacotes.
  • Algumas melhorias de criptografia.
  • Melhor suporte para arquivos de drag & drop.
  • Melhorias na gestão de cookies HTTP.
  • O suporte inicial para 64 bits Android constrói.
  • Correções para crypto gestão certificados.
  • Suporte para Unicode pares de escalonamento.
  • Melhorado o suporte para cookies Internet.
  • OS X CoreAudio motorista utiliza AUHAL vez de AudioQueue.
  • O suporte inicial para a informação geográfica.
  • Suporte para seções críticas em tempo de execução do C.
  • Dados Unicode atualizado para Unicode 7.0.
  • Suporte para codificação PNG entrelaçado.
  • Esboço inicial para a biblioteca Packager.
  • Várias correções de bugs.

Conheça melhor o Wine e execute aplicativos para Windows no Linux

Se você é um ex-usuário do sistema operacional Windows que ainda quer usar os aplicativos desse sistema no Linux, você pode fazer isso com o Wine.
O programa permite que você execute o software do sistema operacional Windows em outros sistemas operacionais, como Linux, Mac OS e Unix, sem a necessidade de instalar o sistema operacional físico. Ele também fornece implementações alternativas das bibliotecas DLL, que são chamados pelos programas do sistema operacional da Microsoft. Dessa forma, você pode rodar aplicativos para Windows no Linux.
Para saber mais sobre o programa, clique nesse link ou veja essa série de artigos:
Instalando e manipulando aplicativos para Windows no Linux e outros assuntos relacionados

Como instalar o Wine no Ubuntu e seus derivados

Para instalar o Wine no Ubuntu e ainda poder receber automaticamente as futuras atualizações dele, você deve fazer o seguinte:
Passo 1. Abra um terminal (no Unity use as teclas CTRL + ALT + T);
Passo 2. Se ainda não tiver, adicione o repositório do programa com este comando:

sudo add-apt-repository ppa:ubuntu-wine/ppa

Passo 3. Atualize o APT com o comando:

sudo apt-get update

Passo 4. Agora use o comando abaixo para instalar o programa;

sudo apt-get install wine1.7 winetricks

Uma vez instalado, você já pode testar o programa. Para instalar e rodar aplicativos para Windows no Linux, vá para uma pasta onde está um programa Windows e digite : wine programa
Só não esqueça de substituir “programa” pelo nome do executável Windows.

Via NoobsLab

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ExLight Linux: uma variante do Ubuntu que já vem com o ambiente gráfico Enlightenment E19

Se você gostou de testar o ambiente gráfico Enlightenment no Ubuntu, baixe e experimente a distribuição ExLight Linux, que já vem com esse ambiente instalado.
Enlightenment ExLight Linux
Há poucos dias atrás, o projeto Bodhi Linux, uma distribuição baseada no Ubuntu com o ambiente gráfico Enlightenment, foi abandonado. Mas não se preocupe, existe uma alternativa viável a essa distribuição, que é a distro ExLight Linux e ela está disponível em várias versões, incluindo uma que já traz o ambiente desktop Enlightenment E19 e é baseada no Ubuntu 14.04.

Entre as principais características do ExLight Linux E19 está o Kernel Linux atualizado para a versão 3.16.x e vários aplicativos pré-instalados, como o navegador Firefox, editor de documentos AbiWord, o gerenciador de arquivos Nautilus e SpaceFM, Gimp, GParted e etc. Observe também que o gerenciador de inicialização do liveDVD foi revisto e agora permite fazer upload da distribuição inteira na memória RAM, de forma a acelerá-la consideravelmente.

Lembre-se que quando você iniciar o ExLight Linux E19 pela primeira vez, terá acesso ao ambiente gráfico Enlightenment autenticando com username exlight e sem qualquer senha ou como um administrador de sistema com root como nome de usuário e senha. Por razões de segurança, se você instalar o ExLight no disco rígido, mude essa configuração o mais rápido possível.

Conheça melhor a distribuição ExLight Linux

Para saber mais sobre essa distribuição, clique nesse link.
Para baixar a imagem ISO da distribuição, acesse esse link.

Via lffl linux freedom

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Como instalar o eliminador de arquivos e informações BleachBit no Linux

Se você está a procura de um software de limpeza para eliminar informações e até ganhar um pouco mais de espaço no disco, experimente instalar o eliminador de arquivos e informações BleachBit no Linux.
bleachbit-ubuntu
BleachBit é um aplicativo open source escrito em Python e que usa PyGTK. Ele serve para liberar rapidamente o espaço em disco e proteger a sua privacidade. Ele libera cache, exclui cookies, limpa o histórico de Internet, apaga arquivos temporários, apaga registros e descarta lixo que você nem sabia que estava lá.

Projetado para sistemas Linux e Windows, o programa limpa mil aplicações, incluindo Firefox, Internet Explorer, Adobe Flash, Google Chrome, Opera, Safari e muito mais. Além de simplesmente apagar arquivos, BleachBit inclui características avançadas, tais como destruir arquivos para impedir a recuperação do mesmo, limpeza de espaço livre em disco para esconder vestígios de arquivos apagados por outros aplicativos, e vacuuming no Firefox para torná-lo mais rápido.

Conheça melhor o BleachBit

Para saber mais sobre esse programa, clique nesse link.

Instalando o BleachBit no Linux

Para instalar o BleachBit no Linux, faça o seguinte:
Passo 1. Abra um terminal;
Passo 2. Para baixar o instalador do programa para Ubuntu e seus derivados, use o comando abaixo:

wget -O bleachbit.deb http://katana.oooninja.com/bleachbit/sf/bleachbit_1.4_all_ubuntu1404.deb

Passo 3. Para baixar o instalador do programa para Debian e seus derivados, use o comando abaixo:

wget -O bleachbit.deb http://katana.oooninja.com/bleachbit/sf/bleachbit_1.4_all_debian7.deb

Passo 4. Para baixar o instalador do programa para Fedora, use o comando abaixo:

wget -O bleachbit.rpm http://katana.oooninja.com/bleachbit/sf/bleachbit-1.4-1.1.fc20.noarch.rpm

Passo 5. Para baixar o instalador do programa para RedHat, use o comando abaixo:

wget -O bleachbit.rpm http://katana.oooninja.com/bleachbit/sf/bleachbit-1.4-1.1.el7.noarch.rpm

Passo 6. Para baixar o instalador do programa para CentOS, use o comando abaixo:

wget -O bleachbit.rpm http://katana.oooninja.com/bleachbit/sf/bleachbit-1.4-1.1.el7.noarch.rpm

Passo 7. Para baixar o instalador do programa para openSUSE, use o comando abaixo:

wget -O bleachbit.rpm http://katana.oooninja.com/bleachbit/sf/bleachbit-1.4-1.1.opensuse131.noarch.rpm

Passo 8. Para instalar em um Debian, Ubuntu e seus derivados, use o comando abaixo:

sudo dpkg -i bleachbit.rpm && sudo apt-get install -f

Passo 9. Para instalar em um Fedora, RedHat e seus derivados, use o comando abaixo:

sudo yum localinstall bleachbit.rpm

Passo 10. Para instalar em um openSUSE ou um de seus derivados, use o comando abaixo:

sudo zypper install bleachbit.rpm

Passo 11. Para instalar em um OpenMandriva, Mageia e seus derivados, use o comando abaixo:

sudo urpmi bleachbit.rpm

Para baixar outros pacotes de instalação de versões anteriores dessas distros, acesse esse link.

Depois de instalado, execute o programa digitando bleachbit

Via UbuntuHandbook

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16 de setembro de 2014

Lançado o ambiente gráfico Enlightenment E19: Instale no Ubuntu

E foi lançado oficialmente a nova versão do ambiente gráfico Enlightenment E19 com suporte para Wayland, display HiDPI e muito mais. Se você já é usuário desse ambiente ou quer experimentá-lo, veja aqui como instalar ele no Ubuntu e seus derivados.
ambiente grafico enlightenment e19
O Enlightenment é um ambiente de desktop de código aberto capaz de fornecer numerosas personalizações, efeitos, transparências etc, tudo isso usando poucos recursos, o que é bom para os novos computadores pessoais e para os antigos também.

Depois de meses de trabalho duro, finalmente a versão estável do Enlightenment E19 está disponível. De acordo com o anúncio de lançamento do E19, essa nova versão do aguardado ambiente de trabalho “leve” para Linux, inclui vários novos recursos e melhorias, como suporte para o compositor Wayland e para exibição HiDPI  de tal forma que ele pode ser usado, no futuro, em novos lançamentos de monitores com alta densidade de pixels.

Conheça melhor o ambiente Enlightenment E18

Para saber mais sobre as características desse ambiente e o que pode ser feito nele, clique nesse link.

Como instalar o ambiente gráfico Enlightenment E19 no Ubuntu e seus derivados

Para instalar o ambiente gráfico Enlightenment E19 no Ubuntu e ainda poder receber automaticamente as futuras atualizações dele, você deve fazer o seguinte:
Passo 1. Abra um terminal (no Unity use as teclas CTRL + ALT + T);
Passo 2. Se ainda não tiver, adicione o repositório do programa com este comando:

sudo apt-add-repository ppa:niko2040/e19

Passo 3. Atualize o APT com o comando:

sudo apt-get update

Passo 4. Agora use o comando abaixo para instalar o programa;

sudo apt-get install enlightenment terminology 

Acessando o ambiente Enlightenment E18

Uma vez que a instalação estiver concluída, saia da sua sessão atual do Ubuntu. Clique no ícone que fica no canto superior direito da tela de login Ubuntu (No 13.10 é o circulo branco, depois do nome de usuário) e será mostrado um menu com todas as opções de ambientes de desktop atualmente instalados. A mais recente adição a esta lista será o “Enlightenment”. Clique nesta opção e em seguida, coloque suas credenciais de login e confirme para iniciar o novo ambiente.

Ao entrar no ambiente pela primeira vez, será necessário responder as perguntas de um assistente de configuração. Primeiro, selecione o seu país e depois vá respondendo conforme seu gosto como nas imagens a seguir. No Final, você poderá começar a usar e experimentar o ambiente gráfico.

ambiente grafico enlightenment e19

ambiente grafico enlightenment e19

ambiente grafico enlightenment e19

ambiente grafico enlightenment e19

Via lffl linux freedom

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Como corrigir erros ao executar o World Of Warcraft no Linux

Se você instalou o World Of Warcraft no Linux seguindo esse tutorial e teve algum problema, veja aqui como corrigir alguns dos erros mais comuns ligados a execução desse jogo no Linux.
world-of-warcraft-linux
Executar jogos para Windows no Linux ainda não é uma coisa tão corriqueira e livre de problemas, felizmente, alguns problemas tem solução. Veja a seguir alguns dos erros mais comuns ao executar o World Of Warcraft no Linux.

Como corrigir erros ao executar o World Of Warcraft no Linux

Erro 1
Se ao executar o Battle.net, aparecer um erro como esse da imagem abaixo:
wow-battlenet-error
Faça o seguinte:
Passo 1. Abra um terminal;
Passo 2. Execute o configurador do Wine com este comando:

winecfg

Passo 3. Na tela do programa, vá para a aba “Bibliotecas”;
erro-world-of-warcraft-1
Passo 4. Em “Bibliotecas”, clique dentro do campo “Nova substituição para a biblioteca” e digite “DbgHelp” (sem as aspas). Depois, clique em “Adicionar”.
erro-world-of-warcraft-2
Passo 5. Se for questionado, simplesmente confirme clicando em “Sim”;
erro-world-of-warcraft-3
Passo 6. Em seguida, clique no item “DbgHelp” que está dentro de “Substituições existentes” e clique em “Editar”. Na tela que aparece, marque a opção “Desativar” e depois clique no botão “OK”. De volta a guia “Bibliotecas”, clique em “OK” para confirmar e fechar o programa.
erro-world-of-warcraft-4

Erro 2
Se você estiver usando um sistema de 64 bits e o cliente dO jogo World of Warcraft de 64 bits falha com um erro semelhante a este:

ERROR #132 (0x85100084) Fatal exception!
Program: C:\Program Files\World of Warcraft\Wow-64.exe
ProcessID: 57
Exception: 0xC0000005 (ACCESS_VIOLATION) at 0033:0000000005A11A71
The instruction at "0x0000000005A11A71" referenced memory at "0x00007F38ACD6C028".
The memory could not be "read".

Você precisará forçar o World of Warcraft a usar o cliente de 32 bits. Se você usar Battle.net para iniciar o jogo (que só é possível se você não usar o OpenGL, veja abaixo), você pode alterar o World of Warcraft para usar o cliente de 32 bits a partir das configurações disponíveis via Battle.net, clicando com o botão esquerdo do mouse sobre o ícone azul na parte superior esquerda canto do programa Battle.net – o menu não é sensível e, infelizmente, você tem que clicar algumas vezes para fazê-lo funcionar.

Ou, você pode executar o World of Warcraft usando um script – acrescentando “-noautolaunch64bit” para forçar a execução usando o cliente de 32 bits, em vez do de 64 bits. Se você já está usando um script, basta adicionar “-noautolaunch64bit” no final do seu comando de execução. Ou, se você não estiver usando um script, faça o seguinte:
Passo 1. Abra um terminal;
Passo 2. Crie um script, executando um editor de texto com o comando:

gedit ˜/wow

Passo 3. Se você estiver usando um sistema de 32 bits, cole o conteúdo abaixo dentro do arquivo aberto (Substitua “YOURUSERNAME” pelo seu nome de usuário, você também precisará ajustar o seu caminho WoW.exe, caso seja necessário) ;

#!/bin/sh
WINEDEBUG=-all wine "/home/YOURUSERNAME/.wine/drive_c/Program Files/World of Warcraft/WoW.exe" -noautolaunch64bit

Passo 4. Se você estiver usando um sistema de 64 bits, cole o conteúdo abaixo dentro do arquivo aberto (Substitua “YOURUSERNAME” pelo seu nome de usuário, você também precisará ajustar o seu caminho WoW.exe, caso seja necessário) ;

#!/bin/sh
WINEDEBUG=-all wine "/home/YOURUSERNAME/.wine/drive_c/Program Files (x86)/World of Warcraft/WoW.exe" -noautolaunch64bit

Passo 5. Em seguida, salve e feche o arquivo;
Passo 6. Torne o script executável com o seguinte comando:

chmod +x ~/wow

Passo 7. Depois execute o script.

cd && ./wow

Esses foram os principais erros, tem mais outros que adicionarei no decorrer desse dia. Fiquem de olho.

Via WebUpd8

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Ferramenta para backups simples e fácil: instale Duplicati no Linux

Muitas gente deixa de fazer backups regulares, porque muitas ferramentas para essa tarefa são complicadas ou as pessoas simplesmente não têm tempo suficiente. Se esse é o seu caso, o que você precisa é de uma ferramenta para backups simples e fácil como o aplicativo Duplicati.
ferramenta para backup
Duplicati é uma ferramenta muito simples e ao mesmo tempo avançada, que pode resolver seus problemas de backup. Ele é um software de código aberto (LGPL), escrito em C# e está disponível para Windows, Linux e Mac OS X, com traduções para o inglês, espanhol, francês, alemão, dinamarquês, português, italiano e chinês. Inicialmente, o projeto Duplicati foi inspirado no “duplicity for Windows”, mas depois de um tempo, ganhou seu próprio rumo.

O programa é um cliente de backup gratuito que armazena de forma segura usando criptografia, backups incrementais, compactados em serviços de armazenamento em nuvem e servidores de arquivos remotos. Ele funciona com o Amazon S3, Windows Live SkyDrive (OneDrive), Google Drive (Google Docs), Rackspace Cloud File ou WebDAV, SSH, FTP (e muitos mais). Duplicati tem um sistema de agendamento interno, de modo que é fácil ter um backup regular up-to-date. Além disso, ele usa compressão de arquivos e é capaz de armazenar backups incrementais para economizar espaço de armazenamento e largura de banda. Duplicati foi construído com criptografia AES-256 e backups podem ser assinados usando o GNU Privacy Guard. Por último, mas não menos importante, Duplicati oferece várias opções e ajustes, como filtros, regras de exclusão, transferência e opções de largura de banda para executar backups para fins específicos.

Conheça melhor o Duplicati

Para saber mais sobre esse programa, clique nesse link.

Instalando a ferramenta para backups Duplicati no Linux

Para instalar a ferramenta para backups Duplicati no Linux, faça o seguinte:
Passo 1. Abra um terminal;
Passo 2. Para baixar o instalador do programa para Debian, Ubuntu e seus derivados, use o comando abaixo:

wget -O duplicati.deb http://duplicati.googlecode.com/files/Duplicati%201.3.4.deb

Passo 3. Para baixar o instalador do programa para Fedora, RedHat, CentOS ou qualquer outra distro derivada desses, use o comando abaixo:

wget -O duplicati.rpm http://duplicati.googlecode.com/files/Duplicati%201.3.4.noarch.rpm

Passo 4. Para instalar em um Debian, Ubuntu e seus derivados, use o comando abaixo:

sudo dpkg -i duplicati.deb && sudo apt-get install -f

Passo 5. Para instalar em um Fedora, RedHat e seus derivados, use o comando abaixo:

sudo yum localinstall duplicati.rpm

Passo 6. Para instalar em um openSUSE ou um de seus derivados, use o comando abaixo:

sudo zypper install duplicati.rpm

Passo 7. Para instalar em um OpenMandriva, Mageia e seus derivados, use o comando abaixo:

sudo urpmi duplicati.rpm

Depois de instalado, execute o programa digitando duplicati

Via NoobsLab

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15 de setembro de 2014

Como acelerar o Firefox movendo o cache para a memória RAM

Nem sempre o Firefox é rápido como deveria ser, não é mesmo? Por isso, se você quer dar uma melhorada na velocidade dele, veja como acelerar o Firefox movendo o cache para a memória RAM.
firefox-veloz
Por padrão o Firefox coloca seu cache em sua partição Home. Você pode acelerar o Firefox e reduzir gravações em disco, movendo este cache para a memória RAM, claro, se você tem 1GB de RAM ou mais. Para fazer isso você só precisa editar seus arquivos fstab sysctl.conf, e também precisa criar uma nova string nas configurações do Firefox. veja a seguir como fazer isso.

Conheça melhor o Firefox

Para saber mais sobre esse programa, clique nesse link.

Como acelerar o Firefox movendo o cache para a memória RAM

Para acelerar o Firefox movendo o cache para a memória RAM, você deve fazer o seguinte:
Passo 1. Abra um terminal;
Passo 2. Faça uma cópia de segurança do arquivo /etc/fstab,executando o comando abaixo:

sudo cp /etc/fstab /etc/fstab_original

Passo 3. Agora, abra seu arquivo fstab com este comando:

sudo gedit /etc/fstab

Passo 4. Com o arquivo fstab aberto, cole o conteúdo abaixo dentro dele. Depois, salve e feche o arquivo;

tmpfs /tmp tmpfs noexec,defaults,noatime 0 0
tmpfs /var/tmp tmpfs noexec,defaults,noatime 0 0

fstab
Passo 5. Faça uma cópia de segurança do arquivo /etc/sysctl.conf,executando o comando abaixo:

sudo cp /etc/sysctl.conf /etc/sysctl_original

Passo 6. Em seguida, abra seu arquivo sysctl.conf com este comando:

sudo gedit /etc/sysctl.conf

Passo 7. Com o arquivo sysctl.conf aberto, cole o conteúdo abaixo dentro dele. Depois, salve e feche o arquivo;

vm.swappiness=10

sysctl
Passo 8. Se não estiver sendo executado, abra o Mozilla Firefox;
Passo 9. Digite o comando a seguir na barra de endereços do Firefox;

about:config

Passo 10. Será exibida uma mensagem de alerta. Clique no botão “Serei cuidadoso, prometo!”, para poder acessar as configurações do Firefox;
reprodução de vídeos do YouTube
Passo 11. Clique com o botão direito do mouse em uma área em branco e no menu que aparece, clique na opção “Nova preferência” e depois em “String…”;
nova-preferencia
Passo 12. Na janela que será exibida, coloque o valor abaixo e depois clique no botão “OK;

browser.cache.disk.parent_directory

nova-preferencia-1
Passo 13. Na outra janela que aparece coloque o valor abaixo e depois clique no botão “OK. Se ela não for exibida, volte para a tela de configurações do Firefox e clique duas vezes na preferência recém criada, para que ela apareça;

/tmp

nova-preferencia-2
Passo 14. Quando terminar feche o Firefox, reinicie o sistema. Depois faça login, abra o navegador e finalmente, experimente para ver como ficou.

Via n00bs on Ubuntu

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Como instalar o editor de vídeo Cinelerra 4.6 no Ubuntu 14.04

O software de composição e editor de vídeo Cinelerra agora está na versão 4.6. Veja aqui como instalar o programa a partir do binário de 64 bits para Ubuntu 14.04, disponibilizado pela sua produtora.
editor de vídeo Cinelerra
Cinelerra é um software livre de edição não-linear e composição de vídeo profissional para Linux. Ele é distribuído sobre a GNU General Public License, foi lançado em 1 de Agosto de 2002, é produzido pela Heroine Virtual e foi baseado numa parte de um produto anterior conhecido como Broadcast 2000, pertencente à mesma empresa.

Cinelerra inclui suporte a vídeo e áudio de alta fidelidade: ele processa áudio usando de precisão, e pode trabalhar com espaços de cor tanto em RGBA como YUVA, usando ponto flutuante e representações de unidades em 16-bit, respectivamente. Ele é independente de resolução e frame rate, ou seja, suporta vídeo em qualquer velocidade e tamanho. O editor também inclui um mecanismo de composição de vídeo, permitindo ao usuário executar operações de composição avançadas como keying e mattes.

A versão 4.6 traz a divisão de painel de edição, suporte a OpenGL em Intel HD, melhorias no titulador e claro, várias correções de bugs.

Conheça melhor o editor de vídeo Cinelerra

Para saber mais sobre esse programa, clique nesse link.

Instalando o editor de vídeo Cinelerra 4.6 no Ubuntu e derivados

Para instalar o editor de vídeo Cinelerra 4.6 no Ubuntu e derivados, faça o seguinte:
Passo 1. Abra um terminal (No Unity, use o Dash ou pressionando as teclas CTRL+ALT+T);
Passo 2. Se seu sistema é de 64 bits, use o comando abaixo:

wget http://ufpr.dl.sourceforge.net/project/heroines/cinelerra-4.6.x86_64.tar.xz

Passo 5. Depois de baixar, execute o comando abaixo para descomprimir o pacote baixado, para a pasta /opt/;

unxz -c cinelerra-4.6.x86_64.tar.xz | sudo tar xv -C /opt/

Passo 6. Agora crie um lançador para o editor de vídeo Cinelerra, executando um editor de texto com o comando:

gksudo gedit /usr/share/applications/cinelerra-hv.desktop

Passo 7. Copie o conteúdo abaixo, cole no arquivo e salve-o;

[Desktop Entry]
Name=Cinelerra-HV
Comment=Video Editor
Categories=Application;AudioVideo;Multimedia;VideoEditing;
Encoding=UTF-8
Exec=/opt/cinelerra/cinelerra
Icon=
Terminal=false
Type=Application

Pronto! Quando quiser, inicie o programa digitando no Dash:cinelerra

Instalando o Cinelerra em outras distribuições

Quem estiver usando outra distribuição, pode dar uma olhada no site do desenvolvedor do aplicativo acessando esse link. Lá tem as instruções, e se for o caso, o pacote para instalar ele em outras distribuições Linux. Apesar de estar em inglês, as instruções são bem simples. Se quiser, você pode tentar uma versão traduzida pelo Google Translator clicando aqui. Caso existam comandos a serem executados nas instruções, lembre-se que eles não devem ser traduzidos.

Via UbuntuHandbook

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Como instalar o World Of Warcraft no Linux

Se você é um usuários Linux e também é fã de jogos online, aprenda a instalar o World Of Warcraft no Linux.
 world of warcraft linux
World of Warcraft é um MMORPG (Massive Multiplayer Online Role-Playing Game ou jogo de interpretação de personagens online e em massa para múltiplos jogadores) da produtora Blizzard. Ele é um jogo on-line no mundo fantástico de Azeroth, introduzido no primeiro jogo da série, Warcraft: Orcs & Humans em 1994. Atualmente, ele é um dos mais populares MMORPGs de todo o mundo e já conta com mais de 100 milhões de jogadores. Neste tutorial, será mostrado como instalar esse incrível jogo no Linux, usando o Wine.

Conheça melhor o World Of Warcraft

Para saber mais sobre esse programa, clique nesse link.

Instalando o World Of Warcraft no Linux

Para instalar o World Of Warcraft no Linux, faça o seguinte:
Passo 1. Se o Wine ainda não estiver instalado em seus sistema, siga os passos desse outro tutorial para instalar ele;
Passo 2. Abra um terminal;
Passo 3. Se seu sistema é de 32 bits, use o comando abaixo:

wget http://dist.blizzard.com/downloads/wow-installers/full/World-of-Warcraft-Setup-ptBR.exe

Passo 4. Agora execute onstalador através doWine com o comando:

wine World-of-Warcraft-Setup-ptBR.exe

Passo 5. Na primeira tela, aguarde o programa carregar;
wow-1
Passo 6. Na tela de configuração de instalação, modifique ou deixe como está. Em seguida, clique no botão “Continuar”;
wow-2
Passo 7. Aguarde o processo de instalação finalizar;
wow-3
Passo 8. No final do processo, será mostrada a tela de login. Entre com os dados de sua conta (ou crie uma, clicando no botão “Criar conta gratuita”) e depois clique em “Conectar.
wow-4
Pronto! Depois disso, sempre que precisar, você pode iniciar o jogo através do ícones criado na sua área de trabalho. 

Via WebUpd8

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14 de setembro de 2014

Resumo semanal – 08/09/2014 a 14/09/2014

Essa foi mais semana que passou bem rápido, mal deu para publicar tudo que queria. De qualquer forma, aproveite tudo o que foi postado, dando uma olhada no nosso resumo semanal para se atualizar.
Resumo semanal - 01/09/2014 a 07/09/2014

Resumo semanal do Blog do Edivaldo de 08/09/2014 a 14/09/2014

08/09/2014

09/09/2014

10/09/2014

11/09/2014

12/09/2014

13/09/2014

Dicas de coisas para fazer depois de instalar o Ubuntu 14.04

Para quem acabou de mudar para o Ubuntu 14.04, uma boa ideia é dar uma olhadas na últimas dicas de coisas para fazer depois de instalar o sistema:
Dicas de coisas para fazer depois de instalar o Ubuntu 14.04


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13 de setembro de 2014

Alternativa ao Google Earth: Instale o Marble no Linux

Se você está procurando uma alternativa ao Google Earth, experimente instalar o Marble no Linux.
alternativa ao google earth
Marble é um aplicativo desenvolvido pelo projeto KDE que pode fornecer uma alternativa ao Google Earth.

Tal como acontece com a maioria dos aplicativos feitos pelos desenvolvedores do KDE, o Marble também é um projeto criado para ser muito flexível, com a capacidade de interagir com outras aplicações no ambiente de trabalho “K” (por exemplo, interagindo com o digiKam para geolocalização das imagens) e de incluir e criar novos mapas através de um gestor dedicado (a partir do menu “Arquivo” e da sub opção “Fazer download de mapas ou “Criar um novo mapa”).

Mable é baseado nos mapas gratuitos do projeto OpenStreetMap, permitindo-lhe criar percursos, encontrar a melhor rota, a distância entre dois locais e etc. Com ele você também obtém a possibilidade de ter informações sobre cada cidade/país, como o fuso horário, altitude, população e (se disponível), a página na Wikipédia.

Para se tornar uma alternativa ao Google Earth mais completa, o desenvolvimento de Marble está fazendo do programa um globo virtual para KDE cada vez mais completo e funcional, pois também há uma versão para dispositivos móveis com Maemo/MeeGo como por exemplo, Nokia N900 e N9 N950, atualmente não se virá ou não, uma versão para o Android. Além disso, Embora tenha sido desenvolvido para o KDE, é possível instalar o programa em qualquer ambiente de trabalho como o Unity, Gnome Shell, XFCE, LXDE, Cinnamon, Mate e etc.

Conheça melhor o Marble

Para saber mais sobre esse programa, clique nesse link.

Como instalar o Marble, o alternativa ao Google Earth, no Linux (Debian, Ubuntu, Fedora, Arch, openSUSE e seus derivados)

Para instalar o Marble no Linux, você deve fazer o seguinte:
Passo 1. Abra um terminal;
Passo 2. Para instalar o Marble no Debian, Ubuntu e seus e derivados, use este comando:

sudo apt-get install marble

Passo 3. Para instalar o Marble no Fedora e derivados, use este outro comando:

sudo yum install marble

Passo 4. Para instalar o Marble no Arch Linux, Manjaro, Chakra ou qualquer outro deirivado, apenas use este outro comando:

sudo pacman -S kdeedu-marble

Passo 5. Para instalar o Marble no openSUSE e derivados, use este outro comando:

zypper install marble

Uma vez instalado, inicie o programa e comece a explorar o mundo, sem sair de casa.

Via lffl linux freedom

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12 de setembro de 2014

Instale ComplexShutdown para automatizar e agendar tarefas no Linux

Se você busca uma forma de automatizar e agendar tarefas com opções além do fornecido nativamente pelo sistema, instale o ComplexShutdown para automatizar e agendar tarefas no Linux.
agendar tarefas no linux
ComplexShutdown é uma pequena interface para desligar o PC com muitas opções. Ele na verdade é um script mais ou menos simples, escrito em FPC, em seguida, reescrito em python. O objectivo principal desta ferramenta é ser usada para desligar o computador depois de um tempo específico, mas é mais complexo: Você pode especificar quando fazer e o que fazer, com um monte de opções extras. Tudo, claro, embalado em uma interface gráfica simples e intuitiva.
agendar tarefas no linux
Às vezes, você se esqueceu de desligar o computador porque estava com sono ou com pressa, ComplexShutdown pode desligar o computador automaticamente quando você programá-lo. Não apenas o desligamento, mas ele pode executar toneladas de outras ações como logoff, reiniciar, hibernar, colocar em espera ou você pode agendar um comando personalizado com ele. Uma vez que uma tarefa está agendada, uma contagem regressiva informa sobre o tempo restante antes que a tarefa comece. Usando este programa você pode escolher dia e hora específicos para desligar sua máquina ou agendar um comando/script personalizado. Este programa Agenda apenas uma tarefa de cada vez, você não pode agendar muitos casos com ações diferentes, infelizmente, esse é o ponto fraco do programa.

Conheça melhor o ComplexShutdown

Para saber mais sobre esse programa, clique nesse link.

Como instalar o ComplexShutdown no Ubuntu e seus derivados

Para instalar o ComplexShutdown no Ubuntu e ainda poder receber automaticamente as futuras atualizações dele, você deve fazer o seguinte:
Passo 1. Abra um terminal (no Unity use as teclas CTRL + ALT + T);
Passo 2. Se seu sistema é de 32 bits, use o comando abaixo:

wget -O complexshutdown.deb https://launchpad.net/complexshutdown/trunk/0.5/+download/complexshutdown_0.5_all.deb

Passo 3. Agora instale o programa com o comando:

sudo dpkg -i complexshutdown.deb

Passo 4. Caso seja necessário, instale as dependências do programa com o comando:

sudo apt-get install -f

Uma vez instalado, inicie o programa digitando no Dash:complex

Via NoobsLab

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Ferramenta para sincronizar arquivos: Conheça e experimente Syncthing GTK

Se você procura uma alternativa ao BitTorrent Sync, experimente instalar o Syncthing GTK.
syncthing-gui-gnshell
Syncthing é uma aplicação multiplataforma peer-to-peer que faz sincronização de arquivos cliente/servidor e que é semelhante ao BitTorrent Sync. Ele pode ser usado para sincronizar arquivos entre computadores no entanto, ao contrário de BitTorrent Sync, Syncthing é open source.

Já o Syncthing GTK é uma interface GTK3 e Python para o Syncthing (que por padrão, vem apenas com uma interface gráfica web). A ferramenta suporta basicamente todos os recursos do Syncthing como adição/edição/exclusão de nós, adição/edição/exclusão de repositórios, desligamento/reinicio do servidor e edição da configurações do daemon.

Há também alguns recursos extras fornecidos pelo Syncthing GTK, como executar o daemon Syncthing em segundo plano, opção para exibir Node ID e o código QR não só para local, mas para nós remotos também. Além disso, Syncthing GTK possui AppIndicator:

syncthing-unity

Conheça melhor o Syncthing GTK

Para saber mais sobre esse programa, clique nesse link.

Como instalar o Syncthing GTK no Ubuntu e seus derivados

Para instalar o Syncthing GTK no Ubuntu e ainda poder receber automaticamente as futuras atualizações dele, você deve fazer o seguinte:
Passo 1. Abra um terminal (no Unity use as teclas CTRL + ALT + T);
Passo 2. Se ainda não tiver, adicione o repositório do programa com este comando:

sudo add-apt-repository ppa:nilarimogard/webupd8

Passo 3. Atualize o APT com o comando:

sudo apt-get update

Passo 4. Agora use o comando abaixo para instalar o programa;

ssudo apt-get install syncthing-gtk

Uma vez instalado, inicie o programa digitando no Dash:syncthing-gtk

Via WebUpd8

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Instale o Indicator PPA Download Statistics no Ubuntu e derivados

Quer ficar de olho nos seus repositórios PPA? Então instale o Indicator PPA Download Statistics no seu sistema.
Indicator PPA Download Statistics
Há muitos usuários que utilizam repositórios de terceiros (PPA) na sua distribuição. Os repositórios PPA são mantidos pelos desenvolvedores de terceiros e usuários comuns através do serviço Launchpad, desenvolvido pela Canonical que permite instalar e atualizar aplicativos não estão incluídos nos repositórios oficiais ou outras atualizações. Sendo mantido por usuários e desenvolvedores se diz que a chegada de novas aplicações ou atualizações em um PPA é constante, podemos ainda verificar se há novos pacotes diretamente em um applet do painel com a ajuda do Indicator PPA Download Statistics.

Indicator PPA Download Statistics é um applet útil. trata-se de uma simples aplicação de código aberto que nos permite ter informações constantemente atualizadas sobre o nosso PPA favorito. Podemos controlar uma ou mais PPA por dia, verificar se há novos pacotes ou atualizações específicas para a nossa distribuição, com a capacidade de filtrar o resultados e gerenciar um ou mais repositórios de terceiros.

O Indicator PPA Download Statistics suporta tanto Unity que os principais ambientes de desktop como o XFCE, LXDE, Gnome Shell, Cinnamon, KDE e etc. Nas preferências, na gestão de PPA, existe a possibilidade de personalizar o número de resultados a serem exibidos no ‘applet. Há também filtros (por exemplo, para seguirmos a atualização de uma única aplicação) e assim por diante.
indicator-ppa-download-statistics preferenze

Conheça melhor o Indicator PPA Download Statistics

Para saber mais sobre esse programa, clique nesse link.

Como instalar o Indicator PPA Download Statistics no Ubuntu e seus derivados

Para instalar o Indicator PPA Download Statistics no Ubuntu e ainda poder receber automaticamente as futuras atualizações dele, você deve fazer o seguinte:
Passo 1. Abra um terminal (no Unity use as teclas CTRL + ALT + T);
Passo 2. Se ainda não tiver, adicione o repositório do programa com este comando:

sudo add-apt-repository ppa:thebernmeister/indicator-ppa-download-statistics

Passo 3. Atualize o APT com o comando:

sudo apt-get update

Passo 4. Agora use o comando abaixo para instalar o programa;

sudo apt-get install indicator-ppa-download-statistics

Uma vez instalado, inicie o programa digitando no Dash:indicator

Via lffl linux freedom

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Como ampliar uma imagem sem perder qualidade usando o GIMP

Se você quer aumentar o tamanho de uma imagem mas não quer que ela fique distorcida, veja aqui como ampliar uma imagem sem perder qualidade usando o GIMP.
ampliar-imagem-gimp
Para quem ainda não conhece, GIMP significa GNU Image Manipulation Program. O programa é expansível através de plugins e distribuído gratuitamente para ser usado em tarefas como retoque de fotos, composição de imagem e criação de imagem. GIMP funciona em vários sistemas operacionais e é traduzido em muitas línguas. Mesmo tendo muitos recursos, ele pode ser usado como um simples programa de pintura, um programa de retoque de fotos especialista em qualidade, um sistema de processamento em lote on-line, um processador de imagem de produção em massa ou até como um conversor de formato de imagem, além de diversas outras tarefas.

O GIMP é um dos editores de imagens mais utilizados pelos usuários do Linux e é capaz de oferecer uma alternativa viável aberta e gratuita para o popular Adobe Photoshop. No GIMP há vários recursos que permitem manipular ao máximo imagens digitais, como por exemplo, a ampliação de uma foto sem perda de qualidade devido ao uso do algoritmo de reamostragem Lanczos (também chamado Lanczos2 e Lanczos3). Com esse recurso, você pode aumentar o tamanho de uma imagem até 300% sem (em teoria) perder a qualidade, o que é uma funcionalidade muito útil, especialmente quando se trabalha com imagens pequenas. E é exatamente graças a isso, que neste tutorial, será mostrado como ampliar o tamanho de uma imagem sem perder qualidade usando o GIMP.

Se você ainda não tem o programa, instale-o. Para isso, veja os tutorias disponíveis nesse site, acessando esse link.

Conheça melhor o GIMP

Para saber mais sobre esse programa, clique nesse link.

Como ampliar uma imagem sem perder qualidade usando o GIMP

Para ampliar uma imagem sem perder qualidade usando o GIMP, você deve fazer o seguinte:
Passo 1. Abra a imagem usando o Gimp. Para isso, vá para a psta onde ela está e clique com o botão direito sobre ela. No menu que aparece, selecione “Abrir com” e depois clique na opção “Editor de imagens GIMP”;
abrindo-com-gimp
Passo 2. Clique na imagem e em seguida mova o mouse para o topo da tela. Clique no menu “Imagem” e depois na opção “Redimensionar imagem…”;
acessando-redimensionar
Passo 3. Na tela de redimensionamento, escolha o novo tamanho e clique valor que está depois do campo “Qualidade”. Na lista que aparece, escolha a opção “Sinc (Lanczos3)“. Finalmente, clique no botão “Redimensionar”;
definindo-redimensionar
Passo 4. Depois disso, você já pode clicar no menu “Arquivo” depois na opção “Export As…”, para salvar no formato que desejar;
exportando

Pronto! Agora sempre que precisar, você pode usar esse procedimento para ampliar suas imagens, sem perder a qualidade.

E para quem reconheceu a imagem usada no tutorial: Thundercats Ho!

Via lffl linux freedom

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Instale o conjunto de ícones Potenza no Ubuntu

Vamos experimentar novos ícones? Que tal instalar o conjunto de ícones inspirados nos já conhecidos Faenza? Veja aqui como instalar o conjunto de ícones Potenza no Ubuntu e deixe seu desktop com um visual bem diferente.
ícones Potenza
Potenza ícones 2.0, é uma nova versão desse belo conjunto de ícones feita por Alessandro Bompadre. Nesta nova versão, o criador tentou completar este conjunto de ícones, que deve funcionar em todos os ambientes desktop Linux como Unity, Gnome, KDE, Cinnamon e outros. Este conjunto de ícones é inspirado pelos ícones Faenza, mas ele chama a atenção do usuário por causa de sua aparência muito mais simples e minimalista.

Já o Potenza ícones 1.0.x é minimalista, simples e maravilhoso que é feito pela equipe mystras. Esses ícones podem se encaixar com qualquer tipo de tema claro ou escuro. Ele é quase completo e possui a maioria dos ícones necessários e por isso, pode servir em qualquer ambiente de trabalho. Ele tem até mesmo outro irmão chamado Potenza-laranja, que fornece uma versão com ícones alaranjados.

A seguir, veja como instalar o Potenza 2.0, 1.0 e sua versão alaranjada.

Conheça melhor o conjunto de ícones Potenza

Para saber mais sobre o tema, clique nesse link.

Instalando o conjunto de ícones Potenza no Ubuntu e derivados

Para instalar o conjunto de ícones Potenza no Ubuntu e derivados, faça o seguinte:
Passo 1. Abra um terminal (Usando o Dash ou pressionando as teclas CTRL+ALT+T);
Passo 2. Se você ainda não tem, adicione o repositório do tema com o comando:

sudo add-apt-repository ppa:noobslab/potenza

Passo 3. Depois, atualize o APT com este comando:

sudo apt-get update

Passo 4. Para instalar os ícones Potenza 2.0, execute o seguinte comando:

sudo apt-get install potenza-2

Passo 4. Para instalar os ícones Potenza 1.0.x, use o seguinte comando:

sudo apt-get install potenza

Passo 4. Para instalar os ícones Potenza alaranjados, utilize o comando abaixo:

sudo apt-get install potenza-orange

Depois de instalar, você pode usar o Unity Tweak Tool, Gnome-tweak-tool ou Ubuntu-Tweak para mudar o tema.

Via NoobsLab

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11 de setembro de 2014

Lançado o SMPlayer 14.9 com a solução do problema na reprodução de vídeos do YouTube

Foi lançado nesse domingo o SMPlayer 14.9, com a solução do problema na reprodução de vídeos do YouTube. Se você quiser instalar ou atualizar esse programa em seus sistema, veja aqui como fazer isso.
lancado-o-smplayer-14-9-com-a-solucao-do-problema-na-reproducao-de-videos-do-youtube
SMPlayer é um reprodutor livre para Windows e Linux com codecs embutidos, que reproduz praticamente todos os formatos de áudio e vídeo conhecidos, sem precisar de nenhum codec externo. O rpograma é uma interface de código aberto para o MPlayer baseado em QT. Ele possui filtros de áudio e vídeo e equalizador, reprodução em múltiplas velocidade, legendas configuráveis ​​(busca na Internet), rádio embutido, TV, e suporte a navegação no Youtube.

De acordo com a nota de lançamento, a nova versão traz uma nova correção para o problema da reprodução de vídeos do YouTube, melhorias na opção de busca de legendas e a capacidade de desligar o computador após a reprodução.

Conheça melhor o SMPlayer

Para saber mais sobre esse programa, clique nesse link.

Como instalar o SMPlayer no Ubuntu e seus derivados

Para instalar o SMPlayer no Ubuntu e ainda poder receber automaticamente as futuras atualizações dele, você deve fazer o seguinte:
Passo 1. Abra um terminal (no Unity use as teclas CTRL + ALT + T);
Passo 2. Se ainda não tiver, adicione o repositório do programa com este comando:

sudo add-apt-repository ppa:rvm/smplayer

Passo 3. Atualize o APT com o comando:

sudo apt-get update

Passo 4. Agora use o comando abaixo para instalar o programa;

sudo apt-get install smplayer smtube smplayer-themes smplayer-skins

Uma vez instalado, inicie o programa digitando no Dash:smplayer

Via UbuntuHandbook

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Lançado Virtualbox 4.3.16: Instale no Ubuntu

Saiu a versão 4.3.16 do VirtualBox para Linux. Se você já usa ou quer experimentar esse virtualizador, veja aqui como instalar ele no Ubuntu 14.04/13.10/13.04/12.10 e seus derivados.
VirtualBox 4.3.16
VirtualBox é um poderoso produto de virtualização de x86 e AMD64/Intel64 voltado para empresas e para uso doméstico, que atualmente, roda como hospedeiro em Windows, Linux, Macintosh e Solaris e suporta um grande número de sistemas operacionais convidados, incluindo mas não limitado ao Windows (NT 4.0, 2000, XP, Server 2003, Vista, Windows 7, Windows 8), DOS/Windows 3.x, Linux (séries 2.4, 2.6 e 3.x), Solaris e OpenSolaris, OS/2 e OpenBSD. O VirtualBox é um produto rico em recursos e de alto desempenho para clientes corporativos, também é uma solução profissional que está disponível gratuitamente como Software de código aberto sob os termos da GNU General Public License (GPL) versão 2.

O Virtualbox 4.3.16 é uma versão de manutenção da série 4.3, que traz melhorias de estabilidade e diversas correções de bugs. Para mais detalhes, veja o ChangeLog.

Conheça melhor o VirtualBox

Para saber mais sobre o programa, clique nesse link.

Instalando o VirtualBox 4.3.16 no Ubuntu 14.04/13.10/13.04/12.10 e derivados

Para instalar o VirtualBox 4.3.16 no Ubuntu e derivados, faça o seguinte:
Passo 1. Abra um terminal (Usando o Dash ou pressionando as teclas CTRL+ALT+T);
Passo 2. Para adicionar o repositório do aplicativo no Ubuntu 14.04, use o seguinte comando:

sudo sh -c "echo 'deb http://download.virtualbox.org/virtualbox/debian trusty contrib' >> /etc/apt/sources.list"

Passo 3. Se ainda não tiver, adicione o repositório do aplicativo. Para fazer isso no Ubuntu 13.10, use o seguinte comando:

sudo sh -c "echo 'deb http://download.virtualbox.org/virtualbox/debian saucy contrib' >> /etc/apt/sources.list"

Passo 4. Para adicionar o repositório do aplicativo no Ubuntu 13.04, use o seguinte comando:

sudo sh -c "echo 'deb http://download.virtualbox.org/virtualbox/debian raring contrib' >> /etc/apt/sources.list"

Passo 5. Para adicionar o repositório do aplicativo no Ubuntu 12.10, use o seguinte comando:

sudo sh -c "echo 'deb http://download.virtualbox.org/virtualbox/debian quantal contrib' >> /etc/apt/sources.list"

Passo 6. Agora instale a chave PGP usando o seguinte comando:

wget -q http://download.virtualbox.org/virtualbox/debian/oracle_vbox.asc -O- | sudo apt-key add -

Passo 7. Atualize o Apt digitando o comando:

sudo apt-get update

Passo 8. Agora instale o programa com o comando:

sudo apt-get install virtualbox-4.3

Se você tiver problema com o repositório acima, você pode baixar o pacote deb. a partir desse link. Depois de baixar o pacote DEB, basta dar um duplo clique sobre nele para iniciar a instalação.

Depois de instalado, o programa pode se executando a partir do Dash, digitando: virtualbox

Via UbuntuHandbook

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Gigolo – Interface para gerenciar conexões com sistemas de arquivos remotos usando GIO/gvfs

Quer acessar conexões de um jeito simples e rápido, usando uma interface para gerenciar conexões com sistemas de arquivos remotos através de GIO/gvfs? Para conseguir isso, instale o Gigolo no Ubuntu.
sistemas de arquivos remoto
Gigolo é uma interface para gerenciar facilmente as conexões com sistemas de arquivos locais e remotos usando GIO/gvfs. Ele permite que você rapidamente se conecte/monte um sistema de arquivos remoto e e até gerencie marcadores.

O programa é parte do projeto Xfce extras e o repositório Subversion dele está hospedado nos servidores do Xfce. Ele não tem nenhuma dependência Xfce rigida e pode ser usado em outros ambientes de trabalho também. A única dependência é complicada é a GTK2 (2.12 ou mais recente).

Para que não conhece, Gvfs é um sistema de arquivos virtual em espaço de usuário e o sucessor do GnomeVFS, mas o Gvfs não depende do Gnome. Ele exige apenas uma recente versão da GLib e um sistema de DBus configurado corretamente. Em seguida, ele fornece acesso quase transparente aos recursos remotos como FTP ou SFTP conexões (SSH), SMB (compartilhamento do Windows) ou recursos especiais, como o Trash (trash://), Burn (burn://) ou até mesmo acessar a sua câmara fotográfica digital (gphoto2://).

Veja abaixo, mais algumas imagens do programa:
sistemas de arquivos remoto
sistemas de arquivos remoto
sistemas de arquivos remoto

Conheça melhor o Gigolo

Para saber mais sobre esse programa, clique nesse link.

Como instalar o Gigolo no Ubuntu e seus derivados

Para instalar o Gigolo no Ubuntu e ainda poder receber automaticamente as futuras atualizações dele, você deve fazer o seguinte:
Passo 1. Abra a Central de programas do Ubuntu, pesquise e instale o Gigolo;
Passo 2. Se preferir, abra um terminal (no Unity use as teclas CTRL + ALT + T);
Passo 3. Atualize o APT com o comando:

sudo apt-get update

Passo 4. Agora use o comando abaixo para instalar o programa;

sudo apt-get install gigolo

Uma vez instalado, inicie o programa digitando no Dash:gigolo

Via Ubuntu Geek

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Conheça e baixe os novos papeis de parede do Ubuntu 14.10

Os novos papéis de parede padrão do Ubuntu 14.04 Utopic Unicorn já foram escolhidos e se você quiser conhecê-los ou até mesmo baixá-los, veja aqui como fazer isso.
ubuntu-1410
Os novos papeis de parede do Ubuntu 14.10 foram revelados nessa quarta-feira (10). Eles ainda não estão no Ubuntu 14.10, mas se você não quer esperar ou não está usando o Ubuntu 14.10, você pode baixá-los já. O pacote inclui uma seleção de 12 belos papéis de parede e, claro, há também uma imagem do Utopic Unicorn entre eles.

Conhecendo os novos papeis de parede do Ubuntu 14.04

Ubuntu 14.10 Utopic Unicorn community wallpapers
Ubuntu 14.10 Utopic Unicorn community wallpapers
Ubuntu 14.10 Utopic Unicorn community wallpapers
Ubuntu 14.10 Utopic Unicorn community wallpapers
Ubuntu 14.10 Utopic Unicorn community wallpapers
Ubuntu 14.10 Utopic Unicorn community wallpapers
Ubuntu 14.10 Utopic Unicorn community wallpapers
Ubuntu 14.10 Utopic Unicorn community wallpapers
Ubuntu 14.10 Utopic Unicorn community wallpapers
Ubuntu 14.10 Utopic Unicorn community wallpapers
Ubuntu 14.10 Utopic Unicorn community wallpapers
Ubuntu 14.10 Utopic Unicorn community wallpapers

Baixando os novos papeis de parede do Ubuntu 14.10

As imagens acima são pequenas e apenas para fins de apresentação. Estes papéis de parede deverão aparecer no Ubuntu 14.10 em breve, mas até lá, você pode baixar um arquivo com todos os novos papeis de parede do Ubuntu 14.10, a partir do link de download abaixo:

Baixe os novos papeis de parede do Ubuntu 14.10

Via WebUpd8

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10 de setembro de 2014

Ferramenta para gerenciar escolas: Instale SchoolTool

Procurando uma ferramenta para gerenciar escolas? Então instale o SchoolTool e descubra se ela pode ajudá-lo a administrar melhor a sua escola.
schooltool
SchoolTool é um projeto open source e gratuito que fornece um ferramenta para gerenciar escolas. Baseado na web, licenciado sob a GNU General Public License v2, escrito em Pyton usando o framework Zope 3, o programa trabalha com uma única escola. Ele inclui o ingresso dos alunos e dados demográficos, classificação e relatório de grau, rastreamento do desempenho de habilidades dos alunos, competências ou resultados, atendimento, calendários e acompanhamento da intervenção. O programa também é um framework para construção de aplicações personalizadas e configurações para escolas ou estados. Ele tem um forte suporte à tradução, localização e implantação automatizada.

Vale ressaltar que o SchoolTool não é um sistema de gestão de aprendizagem, ou LMS, como o Moodle, embora compartilhem alguns conjuntos de recursos que se sobrepõem, como um livro de notas. Por trás deste projeto, estão os desenvolvedores da Shuttleworth Foundation, que pertence a quem?.

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Conheça melhor a ferramenta para gerenciar escolas SchoolTool

Para saber mais sobre esse programa, clique nesse link.

Como instalar a ferramenta para gerenciar escolas SchoolTool no Ubuntu e seus derivados

Para instalar a ferramenta para gerenciar escolas SchoolTool no Ubuntu e ainda poder receber automaticamente as futuras atualizações dele, você deve fazer o seguinte:
Passo 1. Abra um terminal (no Unity use as teclas CTRL + ALT + T);
Passo 2. Se ainda não tiver, adicione o repositório do programa com este comando:

sudo add-apt-repository ppa:schooltool-owners/2.8

Passo 3. Atualize o APT com o comando:

sudo apt-get update

Passo 4. Agora use o comando abaixo para instalar o programa;

sudo apt-get install schooltool

Passo 5. Use o comando abaixo para reiniciar o serviço do programa;

sudo service schooltool restart

Passo 6. Se você quiser acessar o servidor SchoolTool de outros computadores na rede, digite este comando para abrir o arquivo de configuração:

sudo gedit /etc/schooltool/standard/paste.ini

Passo 7. Com o arquivo aberto, mude o item host para 0.0.0.0. (ele ficará nesse formato: host = 0.0.0.0). Se for para acessar o SchoolTool via proxy Apache, em seguida, mude o item host para host = 127.0.0.1;
Passo 8. Salve o arquivo e feche-o.
Passo 9. Depois da mudança, Use o comando abaixo para reiniciar o serviço do programa;

sudo service schooltool restart

Pronto! Agora você já pode acessar o servidor do SchoolTool a partir de qualquer computador da rede usando o endereço IP. Por exemplo, se o computador onde está instalado o programa tiver o IP 192.168.0.10, então você tem que digitar no navegador 192.168.0.10:7080, para acessar o aplicativo remotamente através da rede.

Via NoobsLab

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Substitua o GRUB pelo gerenciador de boot BURG e deixe o menu de boot mais bonito

Que tal dar uma mudada no visual da tela de boot? Então substitua o GRUB pelo gerenciador de boot BURG e deixe o menu de boot mais bonito.
burg-4
Burg é um fork do gerenciador de boot GRUB. Ele usa um novo formato de objeto que permite que ele seja construído em uma ampla gama de sistemas operacionais, incluindo Linux, Windows, OSX, Solaris, FreeBSD e etc Ele também tem um sistema de menu altamente configurável que trabalha em texto e modo gráfico. Características adicionais como suporte fluxo e dispositivo de entrada / saída múltipla, também estão previstas para BURG. BURG apresenta tematização superior e tem um sistema de menu altamente configurável que trabalha em tempo de inicialização em texto e modo gráfico. Uma vez que é derivado de Burg GRUB, a sua configuração é semelhante em muitos aspectos. O arquivo de configuração principal é /boot/burg/burg.cfg e normalmente é gerada automaticamente. Você pode criar um você mesmo ou usar o grub-customizer para modificar entradas Brug e outras coisas. Você pode até mesmo criar tema para BURG check-out esta ligação para obter mais detalhes sobre BURG.

Conheça melhor o gerenciador de boot BURG

Para saber mais sobre esse programa, clique nesse link.

Como instalar o gerenciador de boot BURG no Ubuntu e seus derivados

Para instalar o gerenciador de boot BURG no Ubuntu e ainda poder receber automaticamente as futuras atualizações dele, você deve fazer o seguinte:
Passo 1. Abra um terminal (no Unity use as teclas CTRL + ALT + T);
Passo 2. Se ainda não tiver, adicione o repositório do programa com este comando:

sudo add-apt-repository ppa:n-muench/burg

Passo 3. Atualize o APT com o comando:

sudo apt-get update

Passo 4. Agora use o comando abaixo para instalar o programa;

sudo apt-get install burg burg-themes

Após a instalação você pode executar o burg-emu digitando burg no Dash. Em seguida, você já pode escolher o tema e alterar a resolução. Você também pode fazr isso enquanto estiver na tela do BURG. Para alterar os temas use a tecla F2 e para mudar a resolução use a tecla F3.

Como desinstalar o gerenciador de boot BURG no Ubuntu e seus derivados

Caso seja necessário, para desinstalar o gerenciador de boot BURG e reverter para o GRUB, faça o seguinte:
Passo 1. Abra um terminal (no Unity use as teclas CTRL + ALT + T);
Passo 2. Use o comando abaixo para desinstalar o programa;

sudo apt-get remove --purge burg burg-themes

Passo 3. Remova o repositório do programa com este comando:

sudo add-apt-repository -r ppa:n-muench/burg

Passo 4. Atualize o APT com o comando:

sudo apt-get update

Passo 5. Atualize a configuração do Grub com o comando:

sudo update-grub

Via NoobsLab

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Instale a ferramenta de controle parental TIMEKPR no Ubuntu

Está precisando ter um controle mais rígido do tempo que seus filhos usam o computador? Então instale a ferramenta de controle parental TIMEKPR no Ubuntu e resolva seu problema.
controle parental
TIMEKPR é uma aplicação de controle parental que pode acompanhar e controlar o acesso de seus filhos ao computador. O aplicativo pode ser usado para limitar facilmente o tempo de duração de login ou horas de acesso para contas de usuários de seus filhos, bem como as contas de bloqueio, com apenas um clique.

Conheça algumas características da ferramenta de controle parental TIMEKPR

  • Permite limitar o uso diário do computador baseando-se na duração de tempo de acesso dos usuários;
  • Permite configurar os momentos do dia em que eles podem ou não podem fazer login;
  • Possui opção para bloquear contas;
  • Possui opção de restrições de derivação para hoje;
  • Permite adicionar recompensas tempo/penalidades;
  • Possui um Ubuntu AppIndicator/notificações.

Infelizmente, o desenvolvimento do TIMEKPR parou, e por causa disso, a aplicação não funciona na versão mais recente do Ubuntu, a 14.04. No entanto, graças ao trabalho de Eduards Bezverhijs, você pode finalmente instalar e usar o TIMEKPR no Ubuntu 14.04. Eduards consertou todos os bugs que impediam a aplicação de funcionar no Ubuntu 14.04 e também acrescentou um AppIndicator Ubuntu, já que a antiga versão do programa estava usando um ícone na bandeja, que não pode ser usado no Unity.

Observe que o indicador TIMEKPR não aparece para os administradores. Ele é exibido apenas em contas para as quais você limitou o tempo de login ou as horas de acesso usando o TIMEKPR, e mostra o tempo restante, juntamente com uma notificação que é exibida no login.

controle parental

Ao contrário do velho GNOME Nanny (que está sem manutenção), TIMEKPR não permite que você controle os sites que seus filhos podem ou não acessar (você pode usar o arquivo hosts ou OpenDNS para isso) e não há opções para escolher quais aplicativos eles estão autorizados a usar. Mas, mesmo com um conjunto limitado de recursos, TIMEKPR ainda é uma ótima ferramenta, se você quer ter certeza de que seus filhos não passam o tempo todo na frente do computador, e você não quer mexer com vários arquivos de configuração.

Conheça melhor a ferramenta de controle parental TIMEKPR

Para saber mais sobre esse programa, clique nesse link.

Como instalar a ferramenta de controle parental TIMEKPR no Ubuntu e seus derivados

Para instalar a ferramenta de controle parental TIMEKPR no Ubuntu e ainda poder receber automaticamente as futuras atualizações dele, você deve fazer o seguinte:
Passo 1. Abra um terminal (no Unity use as teclas CTRL + ALT + T);
Passo 2. Se ainda não tiver, adicione o repositório do programa com este comando:

sudo add-apt-repository ppa:mjasnik/ppa

Passo 3. Atualize o APT com o comando:

sudo apt-get update

Passo 4. Agora use o comando abaixo para instalar o programa;

sudo apt-get install timekpr

Se você não quiser adicionar o repositório PPA ou quiser tentar instalar o TIMEKPR em diferentes versões do Ubuntu (ele só foi testado no Ubuntu 14.04 por isso não pode funcionar com outras versões), pegue o arquivo DEB do TIMEKPR nesse link. Depois de baixar o arquivo, instale-o dando um clique duplo nele.

Uma vez instalado, inicie o programa digitando no Dash:timekpr

Via WebUpd8

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Como instalar facilmente o compilador e vários outros itens relacionados a linguagem Go

Se você é ou pretende ser usuário da linguagem Go, veja como instalar facilmente o compilador e vários outros itens relacionados a essa linguagem.
linguagem Go
Go (ou golang) é uma linguagem de programação inicialmente desenvolvido pelo Google. Ela é uma linguagem estaticamente tipada com sintaxe vagamente derivada de C. Até que o Ubuntu Developer Tools Center da Canonical receba suporte para a instalação da linguagem, você pode usar um script criado por um leitor do site WebUpd8. O script pode ser usado para configurar tudo relacionado a linguagem Go no Ubuntu. Ele faz o download e instala a versão mais recente do compilador Go e da IDE (LiteIDE) no Ubuntu e também configura automaticamente a maioria dos tings que você vai precisar:

Conheça melhor a linguagem Go

Para saber mais sobre esse programa, clique nesse link.

Como instalar facilmente o compilador e vários outros itens relacionados a linguagem Go no Ubuntu e seus derivados

Para instalar o compilador e vários outros itens relacionados a linguagem Go no Ubuntu e seus derivados, você deve fazer o seguinte:
Passo 1. Abra um terminal (no Unity use as teclas CTRL + ALT + T);
Passo 2. Faça o download do script de instalação com este comando:

wget https://github.com/geosoft1/tools/archive/1.0.3.3.tar.gz

Passo 3. Descompacte o arquivo baixado usando o comando a seguir:

tar -xvzf 1.0.3.3.tar.gz

Passo 4. Vá para a pasta criada;

cd tools-1.0.3.3/

Passo 5. Torne o script executável com o comando abaixo:

chmod +x Install.sh

Passo 6. Inicie o script e aguarde até ele terminar todo o trabalho.

./Install.sh

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Última atualização:
23 de setembro de 2014, 15:55
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