30 de setembro de 2020

Como instalar o app de acesso remoto Remmina no Linux via Flatpak

Se você precisa de uma ferramenta que torne possível o uso do PC a distância, conheça e veja como instalar o app de acesso remoto Remmina no Linux via Flatpak.

Remmina é uma aplicação de desktop remoto, um software livre coberto pela licença GNU GPL, escrito em C e GTK+, e disponível apenas para sistemas baseados em Unix/Linux.

Como instalar o app de acesso remoto Remmina no Linux via FlatpakComo instalar o app de acesso remoto Remmina no Linux via Flatpak

Ele suporta vários protocolos de rede em uma interface integrada e consistente, no momento em que os protocolos RDP, VNC, NX, SPICE, XDMCP e SSH são suportados.

Adicionalmente, você pode instalar os plugins Remmina: RDP, VNC, NX, XDMCP, SSH e Telepathy.

Basicamente, esse programa pode ser muito útil para administradores de sistemas e para aqueles que precisam acessar computadores remotos.

Principais características do Remmina:

  • Permite manter uma lista de perfis de conexão, organizados por grupos;
  • Permite fazer conexões rápidas colocando diretamente o endereço do servidor;
  • Os desktops remotos com resoluções mais elevadas são roláveis​/escaláveis ​​na janela e no modo de tela cheia;
  • Modo de tela cheia View-port: a área de trabalho remota rola automaticamente quando o mouse se move sobre a borda da tela;
  • Barra de ferramentas flutuante no modo de tela cheia, permite alternar entre os modos, ativar o teclado, minimizar, etc;
  • Interface com guias, opcionalmente gerenciada por grupos;
  • Ícone da bandeja, permite acessar rapidamente perfis de conexão configurados.

Como instalar o app de acesso remoto Remmina no Linux via Flatpak

Para instalar o app de acesso remoto Remmina no Linux via Flatpak você precisa ter o suporte a essa tecnologia instalado em seu sistema. Se não tiver, use o tutorial abaixo para instalar:

Como instalar o suporte a Flatpak no Linux

Depois, você pode instalar o app de acesso remoto Remmina no Linux via Flatpak, fazendo o seguinte:
Passo 1. Abra um terminal;
Passo 2. Use o comando abaixo para instalar o programa via Flatpak. Tenha paciência, pois muitas vezes pode demorar vários minutos para que o Flatpak faça o download de tudo o que precisa;

flatpak install --user https://flathub.org/repo/appstream/org.remmina.Remmina.flatpakref

Passo 3. Para atualizar o programa, quando uma nova versão estiver disponível, execute o comando:

   
flatpak --user update org.remmina.Remmina

Passo 4. E se precisar desinstalar o programa, execute o seguinte comando no terminal:

flatpak --user uninstall org.remmina.Remmina

Ou

flatpak uninstall org.remmina.Remmina

Pronto! Agora, quando quiser iniciar o programa, digite flatpak run org.remmina.Remmina em um terminal.

Veja também

Se você usa o Ubuntu (ou um derivado dele), também pode instalar o programa usando esse outro tutorial:
Como instalar o app de acesso remoto Remmina no Linux

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Como instalar o gerenciador de área de transferência CopyQ no Linux

Se você quiser experimentar a versão mais recente do mais completo gerenciador de área de transferência para Linux, veja como instalar o CopyQ no Linux via Flatpak.

O CopyQ é um avançado gerenciador de área de transferência com recursos de edição e script, além de histórico pesquisável e editável, e com suporte para texto, HTML, imagens e qualquer outro formato personalizado.

Como instalar o gerenciador de área de transferência CopyQ no LinuxComo instalar o gerenciador de área de transferência CopyQ no Linux

Esse programa monitora a área de transferência do sistema e salva seu conteúdo em guias customizadas.

Depois, o conteúdo da área de transferência salva pode ser posteriormente copiada e colada diretamente em qualquer aplicativo.

Ele possui uma aparência totalmente personalizável (cores, fontes, transparência), interface avançada de linha de comando e scripting e uma variedade de atalhos de todo o sistema.

Com o programa você pode personalizar o menu da bandeja, salvar itens em abas ou árvore, navegar rapidamente através de itens, classificar itens, criar novo, editar, remover, copiar/colar para uma aba diferente, colar imediatamente para a janela focada a partir da bandeja ou da janela principal e ignorar o conteúdo copiado de algumas janelas ou contendo algum texto.

Como instalar o gerenciador de área de transferência CopyQ no Linux via Flatpak

Para instalar o gerenciador de área de transferência CopyQ no Linux via Flatpak você precisa ter o suporte a essa tecnologia instalado em seu sistema.

Se não tiver, use o tutorial abaixo para instalar:

Como instalar o suporte a Flatpak no Linux

Depois, você pode instalar o gerenciador de área de transferência CopyQ no Linux via Flatpak, fazendo o seguinte:

   

Passo 1. Abra um terminal;
Passo 2. Use o comando abaixo para instalar o programa via Flatpak. Tenha paciência, pois muitas vezes pode demorar vários minutos para que o Flatpak faça o download de tudo o que precisa;

flatpak install --user https://flathub.org/repo/appstream/com.github.hluk.copyq.flatpakref

Passo 3. Para atualizar o programa, quando uma nova versão estiver disponível, execute o comando:

flatpak --user update com.github.hluk.copyq

Passo 4. E se precisar desinstalar o programa, execute o seguinte comando no terminal:

flatpak --user uninstall com.github.hluk.copyq

Ou

flatpak uninstall com.github.hluk.copyq

Pronto! Agora, quando quiser iniciar o programa, digite flatpak run com.github.hluk.copyq em um terminal.

Você também pode tentar iniciar o programa no menu Aplicativos/Dash/Atividades ou qualquer outro lançador de aplicativos da sua distro, ou digite copyq ou em um terminal, seguido da tecla TAB.

E se você gostou do aplicativo, deixe suas impressões nos comentários!

Veja também

Se você usa o Ubuntu (ou um derivado dele), também pode instalar o programa usando esse outro tutorial:
Como instalar o CopyQ no Ubuntu e sistemas derivados

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Facebook Accounts Center permite Super Sync com Instagram, Messenger

Se você já pensou em poder sincronizar seus serviços do Facebook, a boa notícia é que o Facebook Accounts Center permite Super Sync com Instagram, Messenger e mais.

O Facebook Accounts Center já começou a ser implementada para os usuários e estará disponível no menu de configurações dos aplicativos do Facebook.

O gigante da tecnologia Facebook começou a testar um novo recurso do Facebook Accounts Center, Instagram e Messenger. Ele foi projetado para otimizar a atividade multiplataforma entre suas contas do Instagram e do Facebook.

Facebook Accounts Center permite Super Sync com Instagram, Messenger e mais

Facebook Accounts Center permite Super Sync com Instagram, MessengerFacebook Accounts Center permite Super Sync com Instagram, Messenger
Trata-se de um recurso opcional e você pode usá-lo para gerenciar suas contas do Instagram, Facebook e Messenger. A Central de contas também apresenta uma opção de logon único, o que significa que você pode recuperar rapidamente sua conta se estiver bloqueado.

Falando sobre os controles, você pode alternar as configurações para compartilhar automaticamente suas histórias do Facebook no Instagram ou suas postagens do Instagram em seu mural do Facebook.

Ele também permite que você sincronize seu nome e foto do perfil entre contas. Você também pode manter diferentes imagens de perfil e nomes de usuário para Facebook e Instagram e ainda usar seus outros recursos.

O Facebook Pay é um método de pagamento que funciona em todos os aplicativos da empresa. Você pode usar o Facebook Pay para fazer compras e doações no Facebook, Instagram, Messenger e WhatsApp.

Nos EUA, os usuários podem adicionar suas contas do PayPal ou detalhes de cartão de crédito/débito ao Facebook Pay.

A empresa também está integrando isso ao Centro de contas do Facebook. Isso significa que o centro de contas salvará seus detalhes de pagamento e os disponibilizará nos aplicativos de redes sociais do Facebook.

O recurso será adicionado à Central de Contas ainda este ano.

   

Simplificando, o Facebook está tentando fazer um bom uso de sua integração entre plataformas, vinculando as contas do Facebook e do Instagram o máximo possível.

A Central de contas do Facebook permite que você sincronize seu Instagram, Facebook e Messenger. Se você é um usuário ativo, evita o incômodo de definir preferências para cada postagem.

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HPLIP 3.20.9 lançado com suporte ao Linux Mint 20 e outras distros

A HP anunciou o lançamento do HPLIP 3.20.9 com suporte ao Linux Mint 20 e outras distros, e novos modelos de hardware. Confira as novidades e veja como instalar no Linux.

O HPLIP (ou Hewlett-Packard Linux Imaging and Printing), é um software que vem com drivers de impressão, fax e digitalização para mais de 2.295 impressoras HP sob sistemas baseados em Linux. Ele é um software livre, e de código aberto distribuído sob a licença MIT, BSD e GPL.

Normalmente, a cada nova versão é adicionado o suporte para novos dispositivos de impressão, fax e digitalização da HP, novas distribuições, bem como várias correções.

Agora, A HP lançou a versão HPLIP 3.20.9 de seu driver de imagem e impressão para sistemas operacionais baseados em Linux, que oferece suporte a vários novos dispositivos e distribuições.

Novidades do HPLIP 3.20.9

HPLIP 3.20.9 lançado com suporte ao Linux Mint 20 e outras distrosHPLIP 3.20.9 lançado com suporte ao Linux Mint 20 e outras distros
O HPLIP 3.20.9 foi lançado com suporte a novas impressoras e ao Linux Mint 20, Debian 10.4 e OpenSuse 15.2.

Além disso, foi adicionado o suporte aos seguintes modelos de impressoras:

  • HP LaserJet MFP M234dw;
  • HP LaserJet MFP M234dwe;
  • HP Color LaserJet Managed MFP E57540dn;
  • HP Color LaserJet Managed Flow MFP E57540c;
  • HP Color LaserJet Enterprise MFP M578dn;
  • HP Color LaserJet Enterprise MFP M578f;
  • HP Color LaserJet Enterprise Flow MFP M578c;
  • HP Color LaserJet Enterprise Flow MFP M578z;
  • HP Color LaserJet Managed E55040dw;
  • HP Color LaserJet Managed E55040dn;
  • HP Color LaserJet Enterprise M554dn;
  • HP Color LaserJet Enterprise M555dn;
  • HP Color LaserJet Enterprise M555x.

Para saber mais sobre essa versão do HPLIP, acesse a nota de lançamento.

Atenção: A HP não fornece suporte formal ou comercial ao consumidor para este software. O suporte é fornecido informalmente através de uma série de recursos no site Launchpad.net, e no site oficial do link acima.

Como instalar ou atualizar o HPLIP 3.20.9

Para instalar a versão mais recente do HPLIP nas principais distribuições Linux, use esse tutorial:
Drivers da HP: Instale ou atualize o HPLIP no Linux

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Voyager GS Gamers – um Ubuntu LTS voltado para jogos

Se você gosta do Linux e de jogos, precisa experimentar o sistema Voyager GS Gamers. Antes, conheça mais um pouco sobre ele e descubra onde baixar essa distribuição!

Voyager GS Special Linux Gamers é uma distribuição baseada no Voyager LTS (que é baseado no Ubuntu). Na verdade, ela é uma customização do Xubuntu, criada especificamente para Gamers.

Voyager GS Gamers - um Ubuntu LTS voltado para jogosVoyager GS Gamers – um Ubuntu LTS voltado para jogos

Nessa remasterização, foi adicionado o cliente Steam, Steam Login para Linux, Wine-Staging 2.11, Winetricks (para emulação com scripts de configuração), Gnome Twitch (para os vídeos do Gamers) e o cliente Lutris, para plataforma gratuita de jogos Linux.

Voyager GS Gamers - um Ubuntu LTS voltado para jogos

Voyager GS Gamers - um Ubuntu LTS voltado para jogos

O objetivo é oferecer a possibilidade de iniciar seus jogos no Steam Linux ou pelo (não é um) emulador Wine-Staging com a última atualização, tão facilmente quanto possível.

Embora Voyager GS seja destinada aos jogadores, foram deixadas algumas partes das configurações/recursos do Voyager LTS, para aqueles que gostariam de ter ambas as plataformas, o Voyager padrão e Gamers.

Além disso, se necessário, é possível usar o GS e fazer qualquer outra coisa. Afinal, o objetivo não é ter muitos jogos ou jogos de configurações múltiplas, mas apenas o necessário.

Baixe e experimente o Voyager GS Gamers

A imagem ISO do Voyager GS Gamers pode ser baixada acessando a página de download da distribuição.

Verifique se a imagem ISO está corrompida

Antes de gravar a imagem ISO que você baixou, verifique se ela está corrompida usando o tutorial abaixo:
Como verificar se uma imagem ISO está corrompida

Como gravar uma imagem ISO no Linux

Quem precisar gravar a imagem ISO após o download, pode usar esse tutorial do blog:
Como gravar uma imagem ISO Usando o Nautilus
Como gravar uma imagem ISO usando o Terminal
Como criar um pendrive de instalação
Como criar um pendrive inicializável com GNOME Disks
Como criar um pendrive inicializável com o Etcher no Linux

   

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Thunderbird 78.3.1 lançado com correções importantes e melhorias

Foi lançado o cliente de e-mail Mozilla Thunderbird 78.3.1 com correções importantes e melhorias. Confira as novidades e veja como instalar no Linux.

O Thunderbird é um cliente de correio eletrônico gratuito da Fundação Mozilla, que é de fácil configuração e personalizável, e que possui muitas funcionalidades.

Mozilla Thunderbird é um dos melhores aplicativos de e-mail atualmente e, considerado por alguns uma das melhores alternativas para o Microsoft Outlook no momento.

Esse cliente também acessa arquivos XML, Feeds (Atom e RSS), bloqueia imagens, tem filtro anti-spam embutido e um mecanismo que previne golpes por meio das mensagens.

O melhor de tudo, com os temas, você pode modificar a aparência da interface do Thunderbird. Os temas pode tanto alterar os ícones da barra de ferramentas como modificar todos os elementos da interface do programas.

Agora, o cliente de email de código aberto Mozilla Thunderbird 78.3.1 está agora disponível como uma grande atualização com vários novos recursos e melhorias.

Novidades do Thunderbird 78.3.1

Thunderbird 78.3.1 lançado com correções importantes e melhoriasThunderbird 78.3.1 lançado com correções importantes e melhorias
A atualização mais recente enviada para usuários do Mozilla Thunderbird é a versão 78.3.1 e, como a própria empresa controladora explica, há apenas uma correção importante nesta versão.

É uma correção que resolve travamentos relatados no Thunderbird 78.3.0, uma atualização que foi lançada apenas alguns dias antes. Portanto, esta nova construção é mais um patch de emergência que lida com a coisa toda e traz o Thunderbird de volta à condição de funcionamento total.

Além disso, o Mozilla Thunderbird versão 78.3.1 vem com todas as melhorias incluídas em seu antecessor, então vamos dar uma olhada no que está incluído na versão 78.3.0 também.

Não há novos recursos nesta atualização, apenas alterações e correções.

   

Em primeiro lugar, a implementação do OpenPGP está recebendo mais refinamentos, e a Mozilla diz que essa atualização traz um desempenho de descriptografia aprimorado com mensagens grandes, e a IU para ocultar a chave externa agora está desativada por preferência.

Estas são as melhorias OpenPGP disponíveis nesta atualização, de acordo com o changelog oficial:

  • OpenPGP: desempenho de descriptografia aprimorado com mensagens grandes;
  • OpenPGP: Não mostra a IU de tecla externa quando desabilitada por preferência;
  • Selecionar “Cancelar” no prompt da senha mestra na inicialização relatou dados corrompidos do OpenPGP incorretamente;
  • OpenPGP: a criação de um novo par de chaves não o selecionou automaticamente para uso.

Então, a atualização também inclui uma mudança para MailExtensions. A partir desta atualização, a instalação do MailExtensions legado está desabilitada, de acordo com o changelog oficial.

O Mozilla Thunderbird 78.3 também vem com as seguintes correções de segurança:

  • CVE-2020-15673: Bugs de segurança de memória corrigidos no Thunderbird 78.3;
  • CVE-2020-15678: Ao percorrer as camadas durante a rolagem, um iterador pode ter se tornado inválido, resultando em um cenário potencial de uso após livre;
  • CVE-2020-15676: XSS ao colar dados controlados pelo invasor em um elemento editável de conteúdo;
  • CVE-2020-15677: Baixar falsificação de origem via redirecionamento.

Destas vulnerabilidades, apenas os bugs de segurança de memória foram sinalizados com uma classificação de gravidade alta.

Esses problemas foram descobertos e relatados por um desenvolvedor Mozilla, e a empresa controladora explica que, no pior cenário, um invasor que abuse das vulnerabilidades pode obter acesso para executar código arbitrário em dispositivos onde uma versão sem patch do Mozilla Thunderbird está em execução.

“O desenvolvedor da Mozilla, Jason Kratzer, relatou bugs de segurança de memória presentes no Thunderbird 78.2. Alguns desses bugs mostraram evidências de corrupção de memória e presumimos que, com esforço suficiente, alguns deles poderiam ter sido explorados para executar código arbitrário.”, diz a Mozilla.

No entanto, a Mozilla informou que explorar essas vulnerabilidades com um e-mail malicioso não é possível devido à forma como o Thunderbird está configurado agora.

A Mozilla explica que:

“Em geral, essas falhas não podem ser exploradas por e-mail no produto Thunderbird porque o script é desativado ao ler e-mails, mas são potencialmente riscos em contextos de navegador ou semelhantes a navegador.”

Desnecessário dizer que os usuários do Thunderbird são recomendados a atualizar para a versão mais recente o mais rápido possível, não apenas porque traz as melhorias mais recentes, mas também por causa dessas correções de segurança.

A nova versão do aplicativo de e-mail está disponível em todas as plataformas compatíveis, incluindo Linux, Windows e macOS.

Para saber mais sobre essa versão do Thunderbird, acesse a nota de lançamento.

Como instalar ou atualizar o Thunderbird 78.3.1

Para instalar a versão mais recente do Thunderbird nas principais distribuições Linux, use esse tutorial:
Thunderbird no Linux: veja como instalar manualmente
Como instalar o cliente de e-mail Thunderbird no Linux via Flatpak
Como instalar a última versão do Thunderbird no Ubuntu e derivados

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Chrome agora permite que você edite senhas salvas

Se você sentia falta de uma opção que permitisse modificar suas senhas no navegador do Google, a boa notícia é que o Chrome agora permite que você edite senhas salvas.

Desde 2014, um recurso há muito solicitado é a capacidade de editar senhas que foram salvas anteriormente no Google Chrome.

Felizmente, o Google Chrome está atualmente trabalhando em um recurso que permite editar as senhas que você salvou anteriormente no navegador.

Chrome agora permite que você edite senhas salvas

Chrome agora permite que você edite senhas salvasChrome agora permite que você edite senhas salvas
Atualmente, quando um usuário salva as credenciais de login no navegador, a única maneira de editar essas credenciais é usar o gerenciador de senhas online do Google em https://passwords.google.com/.

Porém, se você quiser alterar uma senha diretamente no navegador Chrome de seu celular ou desktop, será necessário excluir as credenciais salvas anteriormente e, em seguida, fazer login novamente em um site com a nova senha.

Esse método oneroso não é o que os usuários esperam dos gerenciadores de senhas.

Esse recurso foi inicialmente solicitado em 2014, mas foi colocado de lado em favor de outros projetos.

No final de 2018, quando o Google tornou as configurações de senha do Chrome mais acessíveis e visíveis para os usuários, eles começaram a se concentrar mais na implementação desse recurso.

Em uma solicitação de recurso em seu rastreador de bug, o Google explica que:

“Esta é uma solicitação de recurso que acabou de ser bloqueada na priorização geral no passado. Com o Chrome 69, lançamos alterações na interface do usuário que tornam as configurações/senhas mais visíveis – portanto, o contexto mudou um pouco. Vamos reconsiderar trimestralmente planejando, e compartilharei uma atualização depois.”

A boa notícia é que esse recurso está quase pronto e os usuários podem começar a testá-lo nas compilações do Chrome Beta.

   

Como ativar a edição de senha no Chrome Beta

Para permitir a edição de senhas no Google Chrome, siga estas etapas:

Passo 1. Baixe e instale o Chrome Beta para Desktop ou Chrome Beta para Android.
Passo 2. Na barra de endereço, digite chrome://settings/passwords e pressione Enter.
Passo 3. Altere o sinalizador “Edit passwords in settings” (Editar senhas nas configurações) para “Enabled” (Ativado) e reinicie o navegador quando solicitado.
Chrome agora permite que você edite senhas salvas

Chrome agora permite que você edite senhas salvas
Assim que o navegador for reiniciado, você pode ir para a página chrome://settings/passwords, clicar no menu de três pontos verticais ao lado da credencial salva e selecionar “Edit password” (Editar senha).

Ainda existem alguns bugs nos quais os desenvolvedores do Google estão trabalhando antes que esse recurso seja lançado, mas todos os usuários do Chrome podem testar esse recurso quando o Chrome 86 for para o Estável na próxima semana.

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Como instalar o emulador de jogos de PS2 PCSX2 no Linux

Se você é daqueles que gosta dos antigos jogos do PlayStation 2 e quer jogá-los no sistema do pinguim, veja como instalar o emulador de jogos de PS2 PCSX2 no Linux via Flatpak.

O PCSX2 é um emulador de PlayStation 2 para Windows e Linux, que foi criado pela equipe por trás do PCSX (um emulador para o PlayStation original) em 2002, cujo desenvolvimento ainda está ativo até hoje.

Como instalar o emulador de jogos de PS2 PCSX2 no LinuxComo instalar o emulador de jogos de PS2 PCSX2 no Linux

O projeto é open source, e é licenciado sob a Licença Pública Geral GNU v3. Atualmente até 3 núcleos são suportadas (2 núcleos e um adicional se o novo hack MTVU speed for usado).

Infelizmente, para fazer o PCSX2 usar eficientemente 4 ou mais núcleos serão necessárias grandes mudanças no código.

O emulador alcançou velocidades jogáveis em meados de 2007 e versões subsequentes melhoraram a velocidade e compatibilidade tornando-a a solução definitiva para emulação de PS2 e o instrumento certo para manter e preservar o legado do PS2 no mundo moderno.

Embora ainda não seja perfeito, o programa pode emular com sucesso a maioria dos jogos de PS2 comerciais em velocidades jogáveis e bons recursos visuais (muitas vezes melhor do que o PS2 original).

PCSX2 usa apenas 2 núcleos, então se você tem mais do que isso, o uso da CPU será menos de 100%. Mesmo que você tenha exatamente 2 núcleos, o emulador não fará uso de 100% da CPU por causa da maneira que ele trabalha a segmentação (threading).

Isso não significa que o PCSX2 não está usando todo o poder do seu CPU, é normal.

Se o jogo ficar muito lento, acesse a opção “Config”, e depois “Emulation”. verifique a configuração e mova o controle deslizante do Preset mais para direita, como na imagem abaixo:

Emulation

Emulation
   

Nota: O plugin de vídeo definido por padrão não funciona corretamente para algumas placas, por isso, pode ser que você pode encontre muitas falhas gráficas. Nesse caso, você terá de uZZ Ogl PG CG 0.3.0 [libzzogl-cg-0.3.0] em vez e OnePAD 1.1.0 para o game-pad.

plugin de vídeo

plugin de vídeo

Você deve baixar e extrair esta bios para a pasta ~/.config/pcsx2/bios/.

Como instalar o emulador de jogos de PS2 PCSX2 no linux

Como instalar o emulador de jogos de PS2 PCSX2 no linux

Para ver uma lista dos jogos compatíveis, clique nesse link.

Como instalar o emulador de jogos de PS2 PCSX2 no Linux via Flatpak

Para instalar o emulador de jogos de PS2 PCSX2 no Linux via Flatpak você precisa ter o suporte a essa tecnologia instalado em seu sistema. Se não tiver, use o tutorial abaixo para instalar:

Como instalar o suporte a Flatpak no Linux

Depois, você pode instalar o emulador de jogos de PS2 PCSX2 no Linux via Flatpak, fazendo o seguinte:

Passo 1. Abra um terminal;
Passo 2. Use o comando abaixo para instalar o programa via Flatpak. Tenha paciência, pois muitas vezes pode demorar vários minutos para que o Flatpak faça o download de tudo o que precisa;

flatpak install --user https://flathub.org/repo/appstream/net.pcsx2.PCSX2.flatpakref

Passo 3. Para atualizar o programa, quando uma nova versão estiver disponível, execute o comando:

flatpak --user update net.pcsx2.PCSX2

Passo 4. E se precisar desinstalar o programa, execute o seguinte comando no terminal:

flatpak --user uninstall net.pcsx2.PCSX2

Ou

flatpak uninstall net.pcsx2.PCSX2

Pronto! Agora, quando quiser iniciar o programa, digite flatpak run net.pcsx2.PCSX2 em um terminal.

Você também pode tentar iniciar o programa no menu Aplicativos/Dash/Atividades ou qualquer outro lançador de aplicativos da sua distro, ou digite pcsx2 ou em um terminal, seguido da tecla TAB.

E se você gostou do aplicativo, deixe suas impressões nos comentários!

Veja também

Se você usa o Ubuntu (ou um derivado dele), também pode instalar o programa usando esse outro tutorial:
Como instalar o emulador de jogos de PS2 PCSX2 no Ubuntu

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Como instalar o editor de legendas Aegisub no Ubuntu e derivados

Se você precisa criar ou modificar legendas de sem complicações, conheça e veja como instalar o editor de legendas Aegisub no Ubuntu e derivados.

Aegisub é uma ferramenta multiplataforma de código aberto para criar e modificar legendas.

Como instalar o editor de legendas Aegisub no Ubuntu e derivadosComo instalar o editor de legendas Aegisub no Ubuntu e derivados

Ele corrige algumas deficiências que afetaram o Medusa Subtitling Station e adiciona muitos outros recursos que faltavam.

Com esta ferramenta, você pode criar legendas para áudio de forma rápida e fácil. Também dá para encontrar nele muitas ferramentas poderosas para estilizá-las. Estes incluem a visualização do vídeo em tempo real.

É um editor de propósito geral que ajuda em muitos aspectos a composição tipográfica (composição tipográfica).

Esta ferramenta é altamente personalizável para o usuário, para adaptá-la ainda mais à nossa maneira de trabalhar.

O formato de legenda nativa do Aegisub é o texto SubStation Alpha, e isso suporta notavelmente o estilo e a posição das legendas.

Este programa também é compatível com outros formatos comuns atualmente, como o SubRip. Ele também suporta outros formatos de legendas, como MicroDVD (.sub) ou Matroska (.mks).

Todos os recursos da edição Aegisub Subtitle são úteis para a sincronização e composição dos projetos. Também enfatiza as funções de tradução e edição das legendas.

Como instalar o editor de legendas Aegisub no Ubuntu e seus derivados

Para instalar o editor de legendas Aegisub no Ubuntu e ainda poder receber automaticamente as futuras atualizações dele, você deve fazer o seguinte:

   

Passo 1. Abra um terminal (use as teclas CTRL + ALT + T);
Passo 2. Se ainda não tiver, adicione o repositório do programa com este comando ou use esse tutorial;

sudo add-apt-repository ppa:alex-p/aegisub

Passo 3. Atualize o gerenciador de pacotes com o comando:

sudo apt-get update

Passo 4. Agora use o comando abaixo para instalar o programa;

sudo apt-get install aegisub

Como instalar o editor de legendas Aegisub manualmente ou em outras distros

Para aqueles que não conseguiram instalar com o procedimento acima, não querem adicionar o repositório ou querem tentar instalar em outra distribuição baseada em Debian, você pode pegar o arquivo DEB do programa na página de download do repositório e instalar ele manualmente (clicando duas vezes nele).

Mas lembre-se! Ao optar por esse tipo de instalação, você não receberá nenhuma atualização do programa.

Pronto! Agora, você pode iniciar o programa no menu Aplicativos/Dash/Atividades ou qualquer outro lançador de aplicativos da sua distro, ou digite aegisub ou em um terminal, seguido da tecla TAB.

Desinstalando o editor de legendas Aegisub no Ubuntu e derivados

Para desinstalar o editor de legendas Aegisub no Ubuntu e derivados, faça o seguinte:

Passo 1. Abra um terminal;
Passo 2. Desinstale o programa, usando os comandos abaixo;

sudo add-apt-repository ppa:alex-p/aegisub -r -y
sudo apt-get remove aegisub --auto-remove

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Como instalar o emulador RetroArch no Linux via Flatpak

Se você é fã de jogos antigos de diferentes plataformas e quer se divertir, conheça e veja como instalar o emulador RetroArch no Linux via Flatpak.

O RetroArch é um frontend para emuladores, motores de jogos e players de mídia.

Como instalar o emulador RetroArch no Linux via FlatpakComo instalar o emulador RetroArch no Linux via Flatpak

Ele permite que você execute jogos clássicos em uma ampla gama de computadores e consoles através de sua interface gráfica.

O RetroArch pode rodar nas plataformas usuais, como Windows, Mac OS X e Linux. Ele também é executado em tablets e smartphones da Apple e com sistema Android, bem como em consoles de jogos como PS3, PSP, PS Vita, Wii, Wii U e muito mais.

O RetroArch possui recursos avançados como shaders, netplay, rebobinação, tempos de resposta no próximo quadro e muito mais!

As configurações do programa também são unificadas, então, a configuração é feita apenas uma vez e pronto.

Como instalar o RetroArch no Linux via Flatpak

Para instalar o RetroArch no Linux via Flatpak você precisa ter o suporte a essa tecnologia instalado em seu sistema. Se não tiver, use o tutorial abaixo para instalar:

Como instalar o suporte a Flatpak no Linux

Depois, você pode instalar o RetroArch no Linux via Flatpak, fazendo o seguinte:
Passo 1. Abra um terminal;
Passo 2. Use o comando abaixo para instalar o programa via Flatpak. Tenha paciência, pois muitas vezes pode demorar vários minutos para que o Flatpak faça o download de tudo o que precisa;

flatpak install --from https://flathub.org/repo/appstream/org.libretro.RetroArch.flatpakref

Passo 3. Para atualizar o programa, quando uma nova versão estiver disponível, execute o comando:

   
flatpak --user update org.libretro.RetroArch

Passo 4. E se precisar desinstalar o programa, execute o seguinte comando no terminal:

flatpak --user uninstall org.libretro.RetroArch

Ou

flatpak uninstall org.libretro.RetroArch

Pronto! Agora, quando quiser iniciar o programa, digite flatpak run org.libretro.RetroArch em um terminal.

Ou apenas digite retroarch no Dash/atividade ou qualquer outro lançador de aplicativos.

E se você gostou do aplicativo, deixe suas impressões nos comentários!

Veja também

Quem pretende instalar o emulador arcade RetroArch em distros que suportam o formato Snap ou DEB, pode usar os seguintes tutoriais:
Como instalar o emulador arcade RetroArch no Linux via Snap
Como instalar o emulador arcade RetroArch no Ubuntu

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Como instalar o lançador de jogos Pegasus no Linux via Flatpak

Se você quer simplificar o acesso aos seu games, conheça e veja como instalar o lançador de jogos Pegasus no Linux via Flatpak.

O Pegasus é um front-end gráfico para navegar na sua biblioteca de jogos (especialmente jogos retrô) e iniciá-los em um só lugar. Ele se concentra na capacidade de personalização, suporte entre plataformas (incluindo dispositivos incorporados) e alto desempenho.

Como instalar o lançador de jogos Pegasus no Linux via FlatpakComo instalar o lançador de jogos Pegasus no Linux via Flatpak

Uma configuração moderna de retro-jogos: em vez de iniciar jogos diferentes com emuladores diferentes, um por um manualmente, você pode adicioná-los ao Pegasus e iniciá-los a partir de uma tela gráfica amigável do seu sofá.

Você pode adicionar todos os tipos de obras de arte (capas), metadados ou visualizações de vídeo para cada jogo para torná-lo ainda melhor!

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Como instalar o lançador de jogos Pegasus no Linux via Flatpak

Para instalar o lançador de jogos Pegasus via Flatpak você precisa ter o suporte a essa tecnologia instalado em seu sistema. Se não tiver, use o tutorial abaixo para instalar:

Como instalar o suporte a Flatpak no Linux

Depois, você pode instalar o lançador de jogos Pegasus via Flatpak, fazendo o seguinte:

Passo 1. Abra um terminal;
Passo 2. Use o comando abaixo para instalar o programa via Flatpak. Tenha paciência, pois muitas vezes pode demorar vários minutos para que o Flatpak faça o download de tudo o que precisa;

flatpak install --user https://flathub.org/repo/appstream/org.pegasus_frontend.Pegasus.flatpakref

Passo 3. Para atualizar o programa, quando uma nova versão estiver disponível, execute o comando:

flatpak --user update org.pegasus_frontend.Pegasus

Pronto! Agora, quando quiser iniciar o programa, digite flatpak run org.pegasus_frontend.Pegasus em um terminal.

   

Você também pode tentar iniciar o programa no menu Aplicativos/Dash/Atividades ou qualquer outro lançador de aplicativos da sua distro, ou digite pegasus ou em um terminal, seguido da tecla TAB.

Como desinstalar o lançador de jogos Pegasus no Linux via Flatpak

Para desinstalar o lançador de jogos Pegasus via Flatpak, fazendo o seguinte:

Passo 1. Abra um terminal;
Passo 2. Desinstale o programa, usando o seguinte comando no terminal:

flatpak --user uninstall org.pegasus_frontend.Pegasus

Ou

flatpak uninstall org.pegasus_frontend.Pegasus

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Como instalar a ferramenta de captura de tela Flameshot no Linux

Se você está a procura de uma alternativa para salvar telas do PC, conheça e veja como instalar a ferramenta de captura de tela Flameshot no Linux.

Flameshot é uma ferramenta de captura de tela simples, mas poderosa, com recurso de anotação.

Como instalar a ferramenta de captura de tela Flameshot no LinuxComo instalar a ferramenta de captura de tela Flameshot no Linux

Flameshot é escrito em C++ com o framework Qt5. Ele oferece um ícone na bandeja do sistema com as opções de menu “Capturar tela” e “Configuração”.

Ao selecionar uma área de tela para capturar, muitos botões de ferramentas de edição aparecem na parte inferior.

E você pode pressionar o botão direito do mouse para mostrar o seletor de cores e Espaço para abrir o painel lateral.

Como instalar a ferramenta de captura de tela Flameshot no Linux

Para instalar a ferramenta de captura de tela Flameshot no Linux, use um dos procedimentos abaixo.

Como instalar a ferramenta de captura de tela Flameshot no Linux via arquivo AppImage

Para instalar a ferramenta de captura de tela Flameshot no Linux via arquivo AppImage, você deve fazer o seguinte:

Passo 1. Abra um terminal;
Passo 2. Confira se o seu sistema é de 32 bits ou 64 bits, para isso, use o seguinte comando no terminal:

uname -m

Passo 3. Se seu sistema é de 64 bits, use o comando abaixo para baixar o programa. Se o link estiver desatualizado, acesse essa página, baixe a última versão e salve-o com o nome flameshot.appimage:

   
wget https://github.com/lupoDharkael/flameshot/releases/download/v0.6.0/flameshot_0.6.0_x86_64.AppImage -O flameshot.appimage

Passo 4. Dê permissão de execução para o arquivo baixado;

chmod +x flameshot.appimage

Passo 5. Agora instale o programa com o comando;

sudo ./flameshot.appimage

Passo 6. Quando você inicia o arquivo pela primeira vez, será perguntado se deseja integrar o programa com o sistema. Clique em “Yes” (Sim) se quiser integrá-lo ou clique em “No” (Não), se não quiser. Se você escolher Sim, o iniciador do programa será adicionado ao menu de aplicativos e ícones de instalação. Se você escolher “No”, sempre terá que iniciá-lo clicando duas vezes no arquivo AppImage.

Integrando os aplicativos AppImage no sistema

Se você quiser integrar melhor esse programa no seu sistema, instale o AppImageLauncher, usando esse tutorial:
Como instalar o integrador AppImageLauncher no Linux

Como instalar a ferramenta de captura de tela Flameshot no Linux Ubuntu, Debian e derivados

Quem quiser instalar a ferramenta de captura de tela Flameshot no Linux Ubuntu, Debian e outros sistemas que suportam arquivos .deb, deve fazer o seguinte:

Passo 1. Abra um terminal;
Passo 2. Confira se o seu sistema é de 32 bits ou 64 bits, para isso, use o seguinte comando no terminal:

uname -m

Passo 3. Se seu sistema é um Ubuntu 16.04 de 64 bits, use o comando abaixo para baixar o programa. Se o link estiver desatualizado, acesse essa página, baixe a última versão e salve-o com o nome flameshot.deb:

wget https://github.com/lupoDharkael/flameshot/releases/download/v0.6.0/flameshot_0.6.0_xenial_x86_64.deb -O flameshot.deb

Passo 4. Se seu sistema é um Ubuntu 18.04 de 64 bits, use o comando abaixo para baixar o programa. Se o link estiver desatualizado, acesse essa página, baixe a última versão e salve-o com o nome flameshot.deb:

wget https://github.com/lupoDharkael/flameshot/releases/download/v0.6.0/flameshot_0.6.0_bionic_x86_64.deb -O flameshot.deb

Passo 5. Se seu sistema é um Debian 8 de 64 bits, use o comando abaixo para baixar o programa. Se o link estiver desatualizado, acesse essa página, baixe a última versão e salve-o com o nome flameshot.deb:

wget https://github.com/lupoDharkael/flameshot/releases/download/v0.6.0/flameshot_0.6.0_jessie_x86_64.deb -O flameshot.deb

Passo 6. Se seu sistema é um Debian 9 de 64 bits, use o comando abaixo para baixar o programa. Se o link estiver desatualizado, acesse essa página, baixe a última versão e salve-o com o nome flameshot.deb:

wget https://github.com/lupoDharkael/flameshot/releases/download/v0.6.0/flameshot_0.6.0_stretch_x86_64.deb -O flameshot.deb

Passo 7. Agora instale o programa com os comandos abaixo:

sudo dpkg -i flameshot.deb
sudo apt-get install -f

Passo 8. Se preferir, use o comando abaixo para instalar o programa;

sudo apt install ./flameshot.deb

Passo 7. Depois, se precisar desinstalar o programa, use esse comando:

sudo apt-get remove flameshot*

Como instalar a ferramenta de captura de tela Flameshot no Linux Fedora, OpenSUse, CentOS e derivados

Quem quiser instalar a ferramenta de captura de tela Flameshot no Linux Fedora, OpenSUse, CentOS e outros sistemas que suportam arquivos .rpm, tem de fazer o seguinte:

Passo 1. Abra um terminal;
Passo 2. Confira se o seu sistema é de 32 bits ou 64 bits, para isso, use o seguinte comando no terminal:

uname -m

Passo 3. Se seu sistema é um Fedora 27 de 64 bits (ou um derivado dele), use o comando abaixo para baixar o programa. Se o link estiver desatualizado, acesse essa página, baixe a última versão e salve-o com o nome flameshot.deb:

wget https://github.com/lupoDharkael/flameshot/releases/download/v0.6.0/flameshot_0.6.0_fedora27_x86_64.rpm -O flameshot.rpm

Passo 4. Se seu sistema é um Fedora 27 de 64 bits (ou um derivado dele), use o comando abaixo para baixar o programa. Se o link estiver desatualizado, acesse essa página, baixe a última versão e salve-o com o nome flameshot.deb:

wget https://github.com/lupoDharkael/flameshot/releases/download/v0.6.0/flameshot_0.6.0_fedora28_x86_64.rpm -O flameshot.rpm

Passo 5. Para instalar em um openSUSE ou um de seus derivados, use o comando abaixo:

sudo zypper install flameshot.rpm

Passo 6. Para instalar em um Fedora, RedHat e seus derivados, use o comando abaixo:

sudo yum localinstall flameshot.rpm

ou

sudo dnf install flameshot.rpm

Passo 7. Para instalar o programa na maioria das distro com suporte a arquivos RPM, use o comando:

sudo rpm -i flameshot.rpm

Passo 8. Depois, se precisar desinstalar o programa, use esse comando:

sudo rpm -e flameshot*

Pronto! Agora, você pode iniciar o programa no menu Aplicativos/Dash/Atividades ou qualquer outro lançador de aplicativos da sua distro, ou digite flameshot ou em um terminal, seguido da tecla TAB.

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Como ativar o Canonical Livepatch Service no Ubuntu 14.04 ou superior

Se você quer poder instalar atualizações do kernel sem precisar ficar reiniciando seu sistema, veja como ativar o Canonical Livepatch Service no Ubuntu 14.04 ou superior.

O Canonical Livepatch Service permite que o usuário instale atualizações críticas de segurança e correções para o kernel do Linux sem a necessidade de reinicializar a distribuição do Linux. Isso reduz o tempo de inatividade da máquina e mantém altos níveis de segurança.

Como ativar o Canonical Livepatch Service no Ubuntu 14.04 ou superiorComo ativar o Canonical Livepatch Service no Ubuntu 14.04 ou superior

Esse serviço beneficia principalmente os usuários do servidor, mas também é útil no desktop pois evita que os usuários parem o que estão fazendo por causa da reinicialização.

E o serviço não custa um centavo. Os usuários podem tirar vantagem do serviço Canonical Livepatch em até 3 máquinas, usando um token emitido pela Canonical.

Para mais de três máquinas, um usuário terá que obter a assinatura do Ubuntu Advantage, que é paga.

Neste tutorial você verá todas as etapas com as quais você pode ativar o serviço Livepatch no Ubuntu.

Como ativar o Canonical Livepatch Service no Ubuntu 14.04 ou superior

Para ativar o Canonical Livepatch Service no Ubuntu 14.04 ou superior, siga os procedimentos abaixo.

Obtendo um token para ativar o serviço Livepatch no Ubuntu

Para ativar o serviço Livepatch no Ubuntu você precisa obter um token que poderá ser usado para ativar o serviço em três máquinas com Ubuntu. Para isso, faça o seguinte:

Passo 1. Acesse o portal do serviço Ubuntu Livepatch.
Passo 2. Marque o seu tipo de usuário (“Ubuntu User” ou “Canonical customer”) e depois clique no botão “Get your Livepatch token”;

Como ativar o Canonical Livepatch Service no Ubuntu 14.04 ou superiorSelecionando o tipo de usuário no portal Canonical Livepatch Service

Passo 3. Entre com seu ID do Ubuntu One e clique no botão “Acessar”. Caso você não tenha, basta criar um novo login clicando no link “Log in or Create account”;

   
TokenFazendo login no Ubuntu One

Passo 5. Após o login, a chave do token para o serviço Ubuntu Livepatch será exibida. Copie e guarde essa informação.

TokenVisualizando o token gerado pelo serviço

Ativando o suporte a pacotes Snap no Linux

Para habilitar o Canonical Livepatch Service no Ubuntu 14.04 ou superior, primeiramente, você precisa ter o suporte à tecnologia Snap instalado em seu sistema.

Felizmente, em versões mais recentes do sistema isso já vem ativado.

Mas, se seu sistema não tiver esse tipo de suporte, use o tutorial abaixo para instalar:

Como instalar o suporte a pacotes Snap no Linux

Ativando o Canonical Livepatch Service no Ubuntu 14.04 ou superior

Agora que você já tem o tokek e o suporte a Snap, para ativar o Canonical Livepatch Service no Ubuntu 14.04 ou superior, faça o seguinte:

Passo 1. Abra um terminal;
Passo 2. Instale o suporte Canonical Livepatch Service, usando esse comando:

sudo snap install canonical-livepatch

Passo 3. Por fim, use o comando abaixo para ativar o Canonical Livepatch Service (substitua Token pelo valor que você recebeu do serviço):

sudo canonical-livepatch enable [Token]
TokenAtivando o Canonical Livepatch Service no Ubuntu 14.04 ou superior

Pronto! O Canonical Livepatch Service já está instalado!

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29 de setembro de 2020

Como instalar o Playonlinux no Ubuntu e derivados

Está precisando rodar alguma aplicação ou jogo no Linux e não quer complicação? Para ajudá-lo nessa tarefa, que tal instalar o Playonlinux no Ubuntu?

Embora alguns aplicativos e jogos do Windows já sejam compatíveis com o Linux, ainda existem muitos que só funcionam no Windows.

Como instalar o Playonlinux no Ubuntu e derivados

Como instalar o Playonlinux no Ubuntu e derivados

O PlayOnLinux traz uma solução gratuita, acessível e eficiente para este problema, pois ele permite que você instale e use facilmente inúmeros aplicativos e jogos projetados para funcionar com o Microsoft Windows.

O programa é uma interface simplificada para o Wine, e por isso, você precisa ter ele instalado.

A boa notícia é que para usá-lo, você não precisa possuir uma licença do Windows.

Claro, nem todos os aplicativos e jogos são suportados, entretanto, você pode usar o módulo de instalação manual para tentar resolver isso.

Para conhecer os aplicativos e jogos projetados para funcionar com o Microsoft Windows que funcionam no PlayOnLinux, consulte essa lista.

Veja algumas imagens do Playonlinux

Como instalar o Playonlinux no Ubuntu e derivados

Como instalar o Playonlinux no Ubuntu e derivados
   

Como instalar o Playonlinux no Ubuntu e derivados

Como instalar o Playonlinux no Ubuntu e derivados

Como instalar o Playonlinux no Ubuntu e derivados

Como instalar o Playonlinux no Ubuntu e derivados

Como instalar o PlayOnLinux no Ubuntu e derivados

Em versões mais recentes, o PlayOnLinux já está disponível nos repositórios padrão do Ubuntu e pode ser instalado pela Central de programas ou usando o comando: sudo apt-get install playonlinux

Mas se você estiver usando uma versão anterior, para instalar PlayOnLinux no Ubuntu e ainda poder receber automaticamente as futuras atualizações dele, você deve fazer o seguinte:

Passo 1. Abra um terminal (use as teclas CTRL + ALT + T);
Passo 2. Baixe e instale a chave do repositório do programa com este comando;

wget -q "http://deb.playonlinux.com/public.gpg" -O- | sudo apt-key add -

Passo 3. Adicione o repositório do programa com este comando. Para Linux Mint, substitua $(lsb_release -sc) por xenial no Mint 18.x, e por bionic no Mint 19;

sudo sh -c 'echo "deb http://deb.playonlinux.com/ $(lsb_release -sc) main" >> /etc/apt/sources.list.d/playonlinux.list'

Passo 4. Atualize o APT com o comando;

sudo apt-get update

Passo 5.Agora instale o programa com o comando abaixo:

sudo apt-get install playonlinux

Como instalar o PlayOnLinux no Linux Ubuntu, Debian e derivados

Quem quiser instalar o PlayOnLinux no Linux Ubuntu, Debian e outros sistemas que suportam arquivos .deb, deve fazer o seguinte:

Passo 1. Abra um terminal;
Passo 2. Use o comando abaixo para adicionar o suporte a 32 bits (se necessário);

sudo dpkg --add-architecture i386

Passo 3. Instale o Wine;

sudo apt-get install wine

Passo 4. Use o comando abaixo para baixar o programa. Se o link estiver desatualizado, acesse essa página, baixe a última versão e salve-o com o nome playonlinux.deb:

wget https://www.playonlinux.com/script_files/PlayOnLinux/4.3.4/PlayOnLinux_4.3.4.deb -O playonlinux.deb

Passo 5. Agora instale o programa com os comandos abaixo:

sudo dpkg -i playonlinux.deb
sudo apt-get install -f

Passo 6. Se preferir, use o comando abaixo para instalar o programa;

sudo apt install ./playonlinux.deb

Passo 7. Depois, se precisar desinstalar o programa, use esse comando:

sudo apt-get remove playonlinux*

Mas lembre-se! Ao optar por esse tipo de instalação, você não receberá nenhuma atualização do programa.

Pronto! Agora, você pode iniciar o programa no menu Aplicativos/Dash/Atividades ou qualquer outro lançador de aplicativos da sua distro, ou digite playonlinux ou em um terminal, seguido da tecla TAB.

Usando o PlayOnLinux

Veja nesse outro tutorial, como instalar um programa usando o PlayOnLinux:
Como instalar o jogo League Of Legends usando o PlayOnLinux

Desinstalando o PlayOnLinux no Ubuntu e derivados

Para desinstalar o PlayOnLinux no Ubuntu e derivados, faça o seguinte:

Passo 1. Abra um terminal;
Passo 2. Desinstale o programa, usando os comandos abaixo;

sudo apt-get remove playonlinux --auto-remove

Veja também

Você também pode instalar o programa usando esse outro tutorial:
Como instalar o Playonlinux no Linux manualmente

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Como instalar o app de renomeação em lote Metamorphose no Linux

Se você precisa automatizar a renomeação de vários arquivos de uma só vez, veja como instalar o app de renomeação em lote Metamorphose no Linux.

Métamorphose é um programa para renomear grandes conjuntos de arquivos e pastas de forma rápida e fácil. Ele é de código aberto e multiplataforma, disponível para Windows, Mac, BSD, Solaris e Linux.

Como instalar o app de renomeação em lote Metamorphose no LinuxComo instalar o app de renomeação em lote Metamorphose no Linux

Ele vem com uma variedade de opções de renomeação, incluindo salvar configurações de opções de renomeamento para uso futuro, visualizar alterações antes de aplicá-las e etc.

Com o seu extenso conjunto de recursos, flexibilidade e interface poderosa, o Métamorphose é uma ferramenta profissional. Um must-have para aqueles que precisam renomear muitos arquivos e/ou pastas em uma base regular.

Além do renomeamento de uso geral, é muito útil para coleções de fotos e músicas, webmasters, programadores, juristas e administradores, etc.

Como instalar o app de renomeação em lote Metamorphose no Linux Ubuntu, Debian e derivados

Quem quiser instalar o app de renomeação em lote Metamorphose no Linux Ubuntu, Debian e outros sistemas que suportam arquivos .deb, deve fazer o seguinte:

Passo 1. Abra um terminal;
Passo 2. Use o comando abaixo para baixar o programa. Se o link estiver desatualizado, acesse essa página, baixe a última versão e salve-o com o nome metamorphose.deb:

wget http://downloads.sourceforge.net/file-folder-ren/metamorphose_1.1.2-2_all.deb -O metamorphose.deb

Passo 3. Agora instale o programa com os comandos abaixo:

sudo dpkg -i metamorphose.deb
sudo apt-get install -f

Passo 4. Se preferir, use o comando abaixo para instalar o programa;

sudo apt install ./metamorphose.deb

Passo 5. Depois, se precisar desinstalar o programa, use esse comando:

   
sudo apt-get remove metamorphose*

Como instalar o app de renomeação em lote Metamorphose no Linux Fedora, OpenSUse, CentOS e derivados

Quem quiser instalar o app de renomeação em lote Metamorphose no Linux Fedora, OpenSUse, CentOS e outros sistemas que suportam arquivos .rpm, tem de fazer o seguinte:

Passo 1. Abra um terminal;
Passo 2. Se seu sistema é um Fedora ou um derivado dele, use o comando abaixo para baixar o programa. Se o link estiver desatualizado, acesse essa página, baixe a última versão e salve-o com o nome metamorphose.rpm:

wget http://downloads.sourceforge.net/file-folder-ren/metamorphose2-0.8.0-9.fedora.noarch.rpm -O metamorphose.rpm

Passo 3. Se seu sistema é um Mandriva ou um derivado dele, use o comando abaixo para baixar o programa. Se o link estiver desatualizado, acesse essa página, baixe a última versão e salve-o com o nome metamorphose.rpm:

wget http://downloads.sourceforge.net/file-folder-ren/metamorphose2-0.8.0-9.mdk.noarch.rpm -O metamorphose.rpm

Passo 4. Se seu sistema é um SUSE ou um derivado dele, use o comando abaixo para baixar o programa. Se o link estiver desatualizado, acesse essa página, baixe a última versão e salve-o com o nome metamorphose.rpm:

wget http://downloads.sourceforge.net/file-folder-ren/metamorphose2-0.8.0-9.suse.noarch.rpm -O metamorphose.rpm

Passo 5. Para instalar em um openSUSE ou um de seus derivados, use o comando abaixo:

sudo zypper install sunflower.rpm

Passo 6. Para instalar em um Fedora, RedHat e seus derivados, use o comando abaixo:

sudo yum localinstall metamorphose.rpm

ou

sudo dnf install metamorphose.rpm

Passo 7. Para instalar o programa na maioria das distro com suporte a arquivos RPM, use o comando:
Passo 8. Agora instale o programa com o comando:

sudo rpm -i metamorphose.rpm

Passo 9. Depois, se precisar desinstalar o programa, use esse comando:

sudo rpm -e metamorphose*

Pronto! Agora, você pode iniciar o programa no menu Aplicativos/Dash/Atividades ou qualquer outro lançador de aplicativos da sua distro, ou digite metamorphose ou em um terminal, seguido da tecla TAB.

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Como instalar o Firefox Nightly no Ubuntu e derivados

Se você é corajoso e quer experimentar as últimas novidades do Firefox sem medir as consequências, veja como instalar o Firefox Nightly no Ubuntu e derivados, e chute o pau da barraca!

Firefox Nightly é a versão Alpha do navegador da Fundação Mozilla. Por conta disso, ele traz tudo (ou não) que poderá aparecer nas versões beta e estável do programa.

Como instalar o Firefox Nightly no Ubuntu e derivadosComo instalar o Firefox Nightly no Ubuntu e derivados

Mas… somente os mais corajosos entre vocês vão querer instalar o Firefox Nightly no Ubuntu. Essas versões não têm garantia, são atualizadas várias vezes ao dia e podem ser bem problemáticas.

O bom do Firefox Nightly é que você pode executá-lo ao lado de uma versão estável do Firefox, o que o torna perfeito para testes.

Além disso, a contrário do PPA do Firefox beta, o repositório do Nightly não substitui sua instalação atual do Firefox.

Isso significa que você pode usar este PPA para instalar o Firefox Nightly junto com uma versão estável do Firefox (ou a versão Beta, se você o instalou acima) sem nenhum efeito negativo.

O Firefox Nightly também usa um perfil diferente no seu sistema. Isso significa que as alterações feitas, os favoritos adicionados ou os complementos que você instalar não afetarão sua versão estável/beta. Novamente, perfeita para testes.

Como instalar o Firefox Nightly no Ubuntu e derivados

Para instalar o Firefox Nightly no Ubuntu e ainda poder receber automaticamente as futuras atualizações dele, você deve fazer o seguinte:

Passo 1. Abra um terminal (use as teclas CTRL + ALT + T);
Passo 2. Se ainda não tiver, adicione o repositório do programa com este comando ou use esse tutorial;

sudo add-apt-repository ppa:ubuntu-mozilla-daily/ppa

Passo 3. Atualize o gerenciador de pacotes com o comando:

   
sudo apt-get update

Passo 4. Agora use o comando abaixo para instalar o programa;

sudo apt-get install firefox-trunk

Depois de instalado, você pode iniciar o aplicativo a partir do menu ou do painel de aplicativos do seu sistema procurando por “nightly”.

Ou apenas digite nightly em um terminal, no Dash/atividade ou qualquer outro lançador de aplicativos.

Se não conseguir localizar o comando de execução, execute o comando abaixo:

which nightly

Desinstalando o Firefox Nightly no Ubuntu e derivados

Para desinstalar o Firefox Nightly no Ubuntu e derivados, faça o seguinte:

Passo 1. Abra um terminal;
Passo 2. Desinstale o programa, usando os comandos abaixo;

sudo add-apt-repository ppa:ubuntu-mozilla-daily/ppa -r -y
sudo apt-get remove firefox-trunk --auto-remove

Veja também

Você também pode instalar o Firefox beta usando esse outro tutorial:
Como experimentar as últimas versões do Firefox no Ubuntu
Firefox no Linux – veja como instalar manualmente
Firefox ESR no Linux – veja como instalar esse navegador manualmente
Como instalar o navegador Firefox no Linux via Snap

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Envie e receba mensagens no Ubuntu Desktop com o Gotify Indicator

Conheça, instale, envie e receba mensagens no Ubuntu Desktop com o Gotify Indicator. Veja como fazer tudo isso no Ubuntu e derivados.

O Gotify Indicator é uma ferramenta simples na área da bandeja do sistema que serve para enviar e receber mensagens através do seu próprio servidor Gotify.

Envie e receba mensagens no Ubuntu Desktop com o Gotify IndicatorEnvie e receba mensagens no Ubuntu Desktop com o Gotify Indicator

Gotify é um servidor que pode enviar e receber mensagens. Funciona como um servidor de notificações por push. Já o Gotify-Indicator é um indicador do Gotify na área de trabalho do Linux.

Com ele, você pode enviar e receber mensagens diretamente do seu computador.

Assim, você pode enviar mensagens para outros dispositivos conectados ao mesmo servidor.

Envie e receba mensagens no Ubuntu Desktop com o Gotify Indicator

Para enviar e receber mensagens no Ubuntu Desktop com o Gotify Indicator. Primeiramente, instale o programa usando as instruções abaixo.

Como instalar o Gotify Indicator manualmente ou em outras distros

Para instalar o Gotify Indicator no Ubuntu e ainda poder receber automaticamente as futuras atualizações dele, você deve fazer o seguinte:

Passo 1. Abra um terminal (use as teclas CTRL + ALT + T);
Passo 2. Se ainda não tiver, adicione o repositório do programa com este comando ou use esse tutorial;

sudo add-apt-repository ppa:atareao/atareao

Passo 3. Atualize o gerenciador de pacotes com o comando:

sudo apt update

Passo 4. Agora use o comando abaixo para instalar o programa;

   
sudo apt install gotify-indicator

Como instalar o Gotify Indicator manualmente ou em outras distros

Para aqueles que não conseguiram instalar com o procedimento acima, não querem adicionar o repositório ou querem tentar instalar em outra distribuição baseada em Debian, você pode pegar o arquivo DEB do programa acessando a página de download do repositório e instalar ele manualmente (clicando duas vezes nele).

Depois de instalado, abra-o no lançador de aplicativos do sistema ou digite gotify ou em um terminal, seguido da tecla TAB, e você verá o indicador na área da bandeja do sistema. Configure o serviço de envio e recebimento de notificações e divirta-se!
Envie e receba mensagens no Ubuntu Desktop com o Gotify Indicator

Envie e receba mensagens no Ubuntu Desktop com o Gotify Indicator

Desinstalando o programa no Ubuntu e derivados

Para desinstalar o Gotify Indicator no Ubuntu e derivados, faça o seguinte:

Passo 1. Abra um terminal;
Passo 2. Desinstale o programa, usando os comandos abaixo;

sudo add-apt-repository ppa:atareao/atareao -r -y
sudo apt-get remove gotify-indicator --auto-remove

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Instale o app de bate-papo para Gamers Discord no Linux via Snap

Se você joga e quer conversar durantes as partidas, conheça e veja como instalar o app de bate-papo para Gamers Discord no Linux via Snap.

Discord é um incrível aplicativo gratuito de bate-papo de voz e texto focado em gamers.

Instale o app de bate-papo para Gamers Discord no Linux via SnapInstale o app de bate-papo para Gamers Discord no Linux via Snap
Esse programa pode ser executado no Windows, MacOS, Android, iOS, Linux e até em um navegador Web, que suporta recursos fundamentais de bate-papo em texto.

Projetado para uso durante jogos, Discord inclui recursos como baixa latência, servidores de bate-papo de voz gratuitos para usuários e uma infraestrutura de servidor dedicada.

Além disso, a empresa por trás do programa lançou sua GameBridge API em dezembro de 2016, o que permite que os desenvolvedores de jogos possam suportar diretamente a integração com o Discord dentro dos jogos.

Como instalar o app de bate-papo para Gamers Discord no Linux via Snap em distros que suportam a tecnologia

Para instalar o app de bate-papo para Gamers Discord no Linux via Snap você precisa ter o suporte a essa tecnologia instalado em seu sistema. Se não tiver, use o tutorial abaixo para instalar:

Como instalar o suporte a pacotes Snap no Linux

Depois, você pode instalar o app de bate-papo para Gamers Discord no Linux via Snap, fazendo o seguinte:

Passo 1. Abra um terminal;
Passo 2. Instale a versão estável do programa, usando esse comando:

sudo snap install discord

Passo 3. Instale a versão edge do programa, usando esse comando:

   
sudo snap install discord --edge

Passo 4. Mais tarde, se você precisar atualizar o programa, use:

sudo snap refresh discord

Passo 5. Depois, se for necessário, desinstale o programa, usando o comando abaixo;

sudo snap remove discord

Pronto! Agora, você pode iniciar o programa no menu Aplicativos/Dash/Atividades ou qualquer outro lançador de aplicativos da sua distro, ou digite discord ou em um terminal, seguido da tecla TAB.

Veja também

Você também pode instalar o programa usando esse outro tutorial:
Instale o app de bate-papo para Gamers Discord no Linux via Flatpak
Instale o app de bate-papo para Gamers Discord no Ubuntu, Debian, Mint e derivados

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Como instalar o cliente de desktop Nextcloud no Linux via Flatpak

Se você usa quer usar os recursos do Nextcloud no sistema do pinguim, veja como instalar o cliente de desktop Nextcloud no Linux via Flatpak.

O cliente de desktop Nextcloud permite que você mantenha sincronizados com o servidor uma ou mais pastas cheias de fotos, vídeos e documentos.

Como instalar o cliente de desktop Nextcloud no Linux via FlatpakComo instalar o cliente de desktop Nextcloud no Linux via Flatpak

Qualquer arquivo que você adicionar, modificar ou excluir nas pastas sincronizadas em sua área de trabalho ou laptop será exibido, alterado ou desaparecerá no servidor e em todos os outros dispositivos conectados.

Enfim, graças ao cliente, você pode trabalhar com seus arquivos mesmo quando não estiver online!

Como instalar o cliente de desktop Nextcloud no Linux via Flatpak

Para instalar o cliente de desktop Nextcloud via Flatpak você precisa ter o suporte a essa tecnologia instalado em seu sistema. Se não tiver, use o tutorial abaixo para instalar:

Como instalar o suporte a Flatpak no Linux

Depois, você pode instalar o cliente de desktop Nextcloud via Flatpak, fazendo o seguinte:

Passo 1. Abra um terminal;
Passo 2. Use o comando abaixo para instalar o programa via Flatpak. Tenha paciência, pois muitas vezes pode demorar vários minutos para que o Flatpak faça o download de tudo o que precisa;

flatpak install --user https://flathub.org/repo/appstream/org.nextcloud.Nextcloud.flatpakref

Passo 3. Para atualizar o programa, quando uma nova versão estiver disponível, execute o comando:

flatpak --user update org.nextcloud.Nextcloud

Pronto! Agora, quando quiser iniciar o programa, digite flatpak run org.nextcloud.Nextcloud em um terminal.

   

Você também pode iniciar o programa no menu Aplicativos/Dash/Atividades ou qualquer outro lançador de aplicativos da sua distro, ou digite nextcloud ou em um terminal, seguido da tecla TAB.

Como desinstalar o cliente de desktop Nextcloud no Linux via Flatpak

Para desinstalar o cliente de desktop Nextcloud via Flatpak, fazendo o seguinte:

Passo 1. Abra um terminal;
Passo 2. Desinstale o programa, usando o seguinte comando no terminal:

flatpak --user uninstall org.nextcloud.Nextcloud

Ou

flatpak uninstall org.nextcloud.Nextcloud

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Como instalar o FreeOffice 2018 no Linux manualmente

Se você está procurando uma alternativa ao Microsoft Office para usar no sistema do pinguim, conheça e veja como instalar o FreeOffice 2018 no Linux manualmente.

O SoftMaker FreeOffice 2018 é uma verdadeira suíte office gratuita para utilização residencial ou comercial, e também, uma ótima alternativa ao Microsoft Office.

Como instalar  o FreeOffice 2018 no Linux manualmenteComo instalar o FreeOffice 2018 no Linux manualmente

Esse pacote fornece uma suíte Office completa com um processador de texto (textMaker), um aplicativo de planilha (PlanMaker) e um programa de apresentações (Presentations), todos compatíveis com o Microsoft Office.

Usando o FreeOffice 2018 você pode não só abrir, mas também salvar documentos nos formatos de arquivo da Microsoft: DOCX, XLSX e PPTX.

Além disso, ele permite que você compartilhe arquivos diretamente com usuários do Microsoft Office, sem precisar exportá-los primeiro.

Nota: Antes de usar o procedimento de instalação abaixo, você precisa fazer um pequeno registro do SoftMaker FreeOffice 2018. Para isso, acesse a página de cadastro do software.

Como instalar o FreeOffice 2018 programa no Linux

Para instalar o FreeOffice 2018 programa no Linux, faça o seguinte:

Passo 1. Abra um terminal;
Passo 2. Confira se o seu sistema é de 32 bits ou 64 bits, para isso, use o seguinte comando no terminal:

uname -m

Passo 3. Se seu sistema é de 32 bits, use o comando abaixo para baixar o programa. Se o link estiver desatualizado, acesse essa página, baixe a última versão e salve-o com o nome freeoffice.tgz:

wget https://www.softmaker.net/down/softmaker-freeoffice-978-i386.tgz -O freeoffice.tgz

Passo 4. Se seu sistema é de 64 bits, use o comando abaixo para baixar o programa. Se o link estiver desatualizado, acesse essa página, baixe a última versão e salve-o com o nome freeoffice.tgz:

   
wget https://www.softmaker.net/down/softmaker-freeoffice-978-amd64.tgz -O freeoffice.tgz

Passo 5. Use o comando a seguir para descompactar o arquivo baixado;

sudo tar xvzf freeoffice.tgz

Passo 6. Use o comando abaixo para iniciar a instalação do programa no sistema. Responda as perguntas do instalador e em poucos minutos estará pronto;

sudo ./installfreeoffice
Como instalar  o FreeOffice 2018 no Linux manualmenteComo instalar o FreeOffice 2018 no Linux manualmente Como instalar  o FreeOffice 2018 no Linux manualmenteComo instalar o FreeOffice 2018 no Linux manualmente

Pronto! Agora, você pode iniciar o programa no menu Aplicativos/Dash/Atividades ou qualquer outro lançador de aplicativos da sua distro, ou digite freeoffice ou em um terminal, seguido da tecla TAB.

Como remover o FreeOffice 2018 no Linux

Para remover o FreeOffice 2018 no Linux, basta fazer abrir um terminal e executar o seguinte comando:

/usr/bin/uninstall_smfreeoffice2018

Veja também

Você também pode instalar o programa usando esse outro tutorial:
Como instalar o FreeOffice 2018 no Linux Ubuntu, Fedora, openSUSE e derivados

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Como instalar o app de geolocalização de fotos Geotagging no Linux via Flatpak

Se você quer colocar as informações de local em fotos já capturadas, conheça e veja como instalar o app de geolocalização de fotos Geotagging no Linux via Flatpak.

Atualmente, muitas pessoas usam equipamentos offline para registrar suas atividades físicas e aventuras. Tais equipamentos utilizam apenas a rede de GPS para economizar bateria. O problema é que no meio dessas atividades/aventuras, as pessoa tiram fotos, e nem sempre, conseguem fazer a marcação do locaonde foi tirada a foto.

Felizmente, agora já é possível fazer isso manualmente e corrigir essa pequena falha usando aplicativos de localização como o Geotagging.

Geotagging é uma ferramenta de geolocalização de fotografia que permite sincronizar suas fotos com o registro de trilha do gps (*.gpx). Você pode ajustar as coordenadas GPS e armazená-las diretamente no EXIF.

Como instalar o app de geolocalização de fotos Geotagging no Linux via Flatpak

Como instalar o app de geolocalização de fotos Geotagging no Linux via FlatpakComo instalar o app de geolocalização de fotos Geotagging no Linux via Flatpak
Para instalar o app de geolocalização de fotos Geotagging via Flatpak você precisa ter o suporte a essa tecnologia instalado em seu sistema. Se não tiver, use o tutorial abaixo para instalar:

Como instalar o suporte a Flatpak no Linux

Depois, você pode instalar o app de geolocalização de fotos Geotagging no Linux via Flatpak, fazendo o seguinte:

Passo 1. Abra um terminal;
Passo 2. Use o comando abaixo para instalar o programa via Flatpak. Tenha paciência, pois muitas vezes pode demorar vários minutos para que o Flatpak faça o download de tudo o que precisa;

flatpak install --user https://flathub.org/repo/appstream/com.github.jmlich.geotagging.flatpakref

Passo 3. Para atualizar o programa, quando uma nova versão estiver disponível, execute o comando:

flatpak --user update com.github.jmlich.geotagging

Pronto! Agora, quando quiser iniciar o programa, digite flatpak run com.github.jmlich.geotagging em um terminal.

   

Você também pode tentar iniciar o programa no menu Aplicativos/Dash/Atividades ou qualquer outro lançador de aplicativos da sua distro, ou digite geotagging ou em um terminal, seguido da tecla TAB.

Como desinstalar o app de geolocalização de fotos Geotagging no Linux via Flatpak

Para desinstalar o app de geolocalização de fotos Geotagging no Linux via Flatpak, fazendo o seguinte:

Passo 1. Abra um terminal;
Passo 2. Desinstale o programa, usando o seguinte comando no terminal:

flatpak --user uninstall com.github.jmlich.geotagging

Ou

flatpak uninstall com.github.jmlich.geotagging

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Como instalar o editor VSCodium no Ubuntu, Debian e derivados

Se você quer usar o Visual Studio Code sem ficar a mercê de rastreadores, conheça e veja como instalar o editor VSCodium no Ubuntu, Debian e derivados.

Você já deve saber o quanto o o Visual Studio é um editor de código impressionante. Embora o código VS seja freeware de código aberto, seu código-fonte está disponível apenas no repositório GitHub oficial da Microsoft e seus downloads são licenciados sob uma licença de código fechado que contém telemetria, portanto você ficará feliz em conhecer o VSCodium.

Como instalar o editor VSCodium no Ubuntu, Debian e derivadosComo instalar o editor VSCodium no Ubuntu, Debian e derivados

O VSCodium é uma versão tracking-free de código aberto do Microsoft Visual Studio Code, criada para que os desenvolvedores não precisem criar o código VS a partir do código-fonte que contém telemetria/rastreadores.

Esse ajuste é realizado usando scripts especiais para clonar o repositório vscode, compilá-lo a partir dos fontes e, em seguida, carregar os binários resultantes para liberações do GitHub do VSCodium, livres de telemetria.

Com isso dito, o VSCodium é uma réplica do Visual Studio Code e, portanto, funciona da mesma maneira com todos os recursos e suporte presentes em seu projeto pai. Exceto pelo ícone do aplicativo, que obviamente é diferente.

Como instalar o editor VSCodium no Ubuntu, Debian e derivados

Para instalar o editor VSCodium no Ubuntu, Debian e derivados e ainda poder receber automaticamente as futuras atualizações dele, você deve fazer o seguinte:

Passo 1. Abra um terminal;
Passo 2. Se ainda não tiver, adicione o repositório do programa com estes comandos ou use esse tutorial;

wget -qO - https://gitlab.com/paulcarroty/vscodium-deb-rpm-repo/raw/master/pub.gpg | sudo apt-key add -
echo 'deb https://gitlab.com/paulcarroty/vscodium-deb-rpm-repo/raw/repos/debs/ vscodium main' | sudo tee --append /etc/apt/sources.list.d/vscodium.list

Passo 3. Atualize o gerenciador de pacotes com o comando:

sudo apt-get update

Passo 4. Agora use o comando abaixo para instalar o programa;

sudo apt-get install vscodium

Pronto! Agora, você pode iniciar o programa no menu Aplicativos/Dash/Atividades ou qualquer outro lançador de aplicativos da sua distro, ou digite vscodium ou em um terminal, seguido da tecla TAB.

   

Desinstalando o programa no Ubuntu e derivados

Para desinstalar o programa no Ubuntu e derivados, faça o seguinte:

Passo 1. Abra um terminal;
Passo 2. Desinstale o programa, usando os comandos abaixo;

sudo apt-get remove vscodium --auto-remove

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Como instalar o gerenciador de bibliografia JabRef no Linux

Se você utiliza bibliografia e quer gerenciar referências, conheça e veja como instalar o gerenciador de bibliografia JabRef no Linux.

JabRef é um software de gerenciamento de referências e citações de plataforma cruzada de código aberto. O programa usa BibTeX como formato nativo, então ele será usado normalmente para LaTeX.

O nome JabRef significa Java, Alver, Batada, Reference. Sua primeira versão foi publicada em 29 de novembro de 2003. Ele passou a ser lançado sob os termos da licença MIT desde a versão 3.6.

JabRef fornecerá aos usuários uma interface para editar arquivos BibTeX, importar dados de bancos de dados científicos online e gerenciar e pesquisar arquivos BibTeX.

Você pode importar mais de 15 formatos de referência e comparar com Google Scholar, Springer ou MathSciNet. Ele também vem com extensões de navegador para importar diretamente do navegador da web.

Isso nos permitirá obter detalhes com base no ISBN, DOI, PubMed-ID e arXiv-ID. Ao mesmo tempo, nos dará a possibilidade de usar Word, LibreOffice e OpenOffice para inserir e formatar as citações.

Como instalar o gerenciador de bibliografia JabRef no Linux via Snap em distros que suportam a tecnologia

Como instalar o gerenciador de bibliografia JabRef no LinuxComo instalar o gerenciador de bibliografia JabRef no Linux
Para instalar o gerenciador de bibliografia JabRef no Linux, use um dos procedimentos abaixo.

Como instalar o gerenciador de bibliografia JabRef no Linux via Snap em distros que suportam a tecnologia

Para instalar o gerenciador de bibliografia JabRef via Snap você precisa ter o suporte a essa tecnologia instalado em seu sistema. Se não tiver, use o tutorial abaixo para instalar:

Como instalar o suporte a pacotes Snap no Linux

Depois, você pode instalar o gerenciador de bibliografia JabRef via Snap, fazendo o seguinte:

   

Passo 1. Abra um terminal;
Passo 2. Instale a versão estável do programa, usando esse comando:

sudo snap install jabref

Passo 3. Instale a versão candidate do programa, usando esse comando:

sudo snap install jabref --candidate

Passo 4. Instale a versão beta do programa, usando esse comando:

sudo snap install jabref --beta

Passo 5. Instale a versão edge do programa, usando esse comando:

sudo snap install jabref --edge

Passo 6. Mais tarde, se você precisar atualizar o programa, use:

sudo snap refresh jabref

Como instalar o gerenciador de bibliografia JabRef no Linux Ubuntu, Debian e derivados

Quem quiser instalar o gerenciador de bibliografia JabRef no Linux Ubuntu, Debian e outros sistemas que suportam arquivos .deb, deve fazer o seguinte:

Passo 1. Abra um terminal;
Passo 2. Confira se o seu sistema é de 32 bits ou 64 bits, para isso, use o seguinte comando no terminal:

uname -m

Passo 3. Se seu sistema é de 64 bits, use o comando abaixo para baixar o programa. Se o link estiver desatualizado, acesse essa página, baixe a última versão e salve-o com o nome jabref.deb:

wget https://github.com/JabRef/jabref/releases/download/v5.1/jabref_5.1-1_amd64.deb -O jabref.deb

Passo 4. Agora instale o programa com os comandos abaixo:

sudo dpkg -i jabref.deb
sudo apt-get install -f

Passo 5. Se preferir, use o comando abaixo para instalar o programa;

sudo apt install ./jabref.deb

Passo 6. Depois, se precisar desinstalar o programa, use esse comando:

sudo apt-get remove jabref*

Como instalar o gerenciador de bibliografia JabRef no Linux Fedora, OpenSUse, CentOS e derivados

Quem quiser instalar o gerenciador de bibliografia JabRef no Linux Fedora, OpenSUse, CentOS e outros sistemas que suportam arquivos .rpm, tem de fazer o seguinte:

Passo 1. Abra um terminal;
Passo 2. Confira se o seu sistema é de 32 bits ou 64 bits, para isso, use o seguinte comando no terminal:

uname -m

Passo 3. Se seu sistema é de 64 bits, use o comando abaixo para baixar o programa. Se o link estiver desatualizado, acesse essa página, baixe a última versão e salve-o com o nome jabref.rpm:

wget https://github.com/JabRef/jabref/releases/download/v5.1/jabref-5.1-1.x86_64.rpm -O jabref.rpm

Passo 4. Para instalar em um openSUSE ou um de seus derivados, use o comando abaixo:

sudo zypper install jabref.rpm

Passo 5. Para instalar em um Fedora, RedHat e seus derivados, use o comando abaixo:

sudo yum localinstall jabref.rpm

ou

sudo dnf install jabref.rpm

Passo 6. Para instalar o programa na maioria das distro com suporte a arquivos RPM, use o comando:

sudo rpm -i jabref.rpm

Passo 7. Depois, se precisar desinstalar o programa, use esse comando:

sudo rpm -e jabref*

Pronto! Agora, você pode iniciar o programa no menu Aplicativos/Dash/Atividades ou qualquer outro lançador de aplicativos da sua distro, ou digite jabref ou em um terminal, seguido da tecla TAB.

Como desinstalar o gerenciador de bibliografia JabRef no Linux via Snap em distros que suportam a tecnologia

Para desinstalar o gerenciador de bibliografia JabRef no Linux via Snap, fazendo o seguinte:

Passo 1. Abra um terminal;
Passo 2. Depois, se for necessário, desinstale o programa, usando o comando abaixo;

sudo snap remove jabref

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KDE Plasma 5.18.6 LTS traz melhorias no WireGuard VPN, Wayland e HiDPI

E foi lançado o KDE Plasma 5.18.6 com melhorias no WireGuard VPN, Wayland e HiDPI e outros recursos. Confira as novidades e veja como instalar no Linux.

O KDE Plasma Desktop é um poderoso ambiente que oferece uma área de trabalho de aparência bonita que tira total vantagem da tecnologia de computação moderna.

A equipe por trás projeto afirma que se você está procurando um ambiente de trabalho familiar, Plasma Desktop oferece todas as ferramentas necessárias para uma experiência de computação de desktop moderna para que você possa ser produtivo desde o início.

Através do uso de efeitos visuais e gráficos escaláveis, a experiência de desktop não é apenas suave, mas também agradável aos olhos.

Agora, o Projeto KDE anunciou hoje a disponibilidade geral do KDE Plasma 5.18.6 LTS como a sexta atualização de manutenção da série de ambientes de desktop KDE Plasma 5.18 LTS com suporte de longa data.

Novidades do KDE Plasma 5.18.6

KDE Plasma 5.18.6 LTS traz melhorias no WireGuard VPN, Wayland e HiDPIKDE Plasma 5.18.6 LTS traz melhorias no WireGuard VPN, Wayland e HiDPI
O KDE Plasma 5.18.6 LTS está aqui quase cinco meses após a atualização do KDE Plasma 5.18.5 e traz um total de 36 mudanças que adicionam várias melhorias a alguns dos principais componentes e aplicativos do ambiente de desktop em uma tentativa de manter o Plasma 5.18 Série LTS estável, segura e confiável.

Os destaques desta versão incluem ícone aprimorado da bandeja do sistema da Plasma Networks para não aparecer mais em branco quando as conexões VPN do WireGuard estão ativas, pop-ups de notificação aprimorados para serem totalmente visíveis na tela de bloqueio no Wayland e alteração do atalho de teclado Ctrl + D para não mais mover itens selecionados da área de trabalho para a lixeira.

O suporte HiDPI também foi aprimorado nesta versão para fazer com que vários Task Switchers não padrão tenham o tamanho certo ao usar a escala fracionária.

Além disso, o KDE Plasma 5.18.6 aprimora o gerenciador de pacotes Discover para evitar a abertura no login se houver uma restauração de sessão em uso, confirmar uma ação de reinicialização com o usuário e melhor suporte Fwupd para atualizações de firmware.

Entre alguns dos bugs corrigidos nesta atualização, há um problema que pode ter feito com que os painéis do Plasma fossem desenhados incorretamente na parte superior das janelas do jogo em tela cheia, um problema com menus de contexto perdidos de vários itens da bandeja do sistema, bem como um problema com os eventos do calendário não sendo exibidos a princípio.

   

A janela KWin e o gerenciador de composição parecem ter recebido mais atenção nesta atualização, abordando vários problemas do X11, mas também adicionando suporte Qt 5.15 para a decoração do Plastik, recorte de janela adequado, suporte para pegar todos os modificadores de teclado possíveis para comandos de janela e muito mais Mais.

Para saber mais sobre essa versão do KDE Plasma, acesse a nota de lançamento e o Changelog.

Como instalar ou atualizar o KDE Plasma 5.18.6

Os pacotes de código-fonte do KDE Plasma 5.18.6 estão disponíveis para download agora, na página de anúncios de lançamento.

No entanto, é recomendável que a maioria dos usuários atualize para esta versão assim que esses novos pacotes chegarem aos repositórios de software estáveis ​​de suas distribuições Linux favoritas.

Se você já fez o upgrade para o KDE Plasma 5.18 LTS a partir de uma versão anterior (por exemplo, KDE Plasma 5.17), é altamente recomendável atualizar para o KDE Plasma 5.18.6 para uma melhor experiência.

Se quiser tentar, para instalar a versão mais recente do KDE Plasma no Ubuntu e derivados, use esse tutorial:
Instalar a versão mais recente do KDE Plasma 5.x no Ubuntu e derivados

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Como instalar o WallpaperDownloader no Ubuntu, Arch Linux e derivados

Se você procura uma forma de gerenciar seus papeis de parede, veja como instalar o WallpaperDownloader no Ubuntu, Arch e derivados.

WallpaperDownloader é um baixador de papel de parede de código aberto baseado em Java, que também serve como um gerenciador de papel de parede.

Como instalar o WallpaperDownloader no Ubuntu, Arch e derivadosComo instalar o WallpaperDownloader no Ubuntu, Arch e derivados

Ess aplicativo foi construído por Eloy García Almadénalso para incluir o recurso para mudar papéis de parede a intervalos prescritos, uma opção para definir um diretório padrão para papéis de parede e configurações de notificação, entre outras opções.

O WallpaperDownloader possui uma interface intuitiva com controles que permitem baixar papéis de parede com base em resoluções de tela preferidas, palavras-chave, tamanho da imagem e provedores de imagens.

Esse gerenciador de papel de parede funciona bem com o GNOME, Unity, XFCE, KDE Plasma e Mate. Por isso, tenha a certeza de que funcionará corretamente com o seu ambiente de trabalho.

WallpaperDownloader oferece uma opção para baixar papéis de parede em intervalos estabelecidos, vários fornecedores de papel de parede, permite filtrar papéis de parede por resoluções de tela personalizadas, filtrar papéis de parede por tipo de pesquisa: relevante, mais novo, etc., além de uma opção para definir o diretório de download.

Lembre-se, antes de instalar o programa você precisa ter o java no seu sistema. Para isso, veja esse tutorial:
Como instalar as últimas versões do Oracle Java no Ubuntu

Como instalar o WallpaperDownloader no Linux

Para instalar o WallpaperDownloader no Linux, use um dos procedimentos abaixo.

Como instalar a versão mais recente do WallpaperDownloader no Linux em distros que suportam Snap

Para instalar o WallpaperDownloader no Linux via Snap você precisa ter o suporte a essa tecnologia instalado em seu sistema. Se não tiver, use o tutorial abaixo para instalar:

Como instalar o suporte a pacotes Snap no Linux

   

Depois, você pode instalar o WallpaperDownloader no Linux via Snap, fazendo o seguinte:

Passo 1. Abra um terminal;
Passo 2. Instale o programa, usando esse comando:

sudo snap install wallpaperdownloader

Passo 3. Mais tarde, se você precisar atualizar o programa, use:

sudo snap refresh wallpaperdownloader

Passo 4. Depois, se for necessário, desinstale o programa, usando o comando abaixo;

sudo snap remove wallpaperdownloader

Como instalar o WallpaperDownloader no Arch Linux e seus derivados

Para instalar o WallpaperDownloader no Arch Linux, basta ter o yaourt instalado no seu sistema. Se não tiver, use esse tutorial:

Como instalar e usar o Yaourt no Arch Linux e derivados

Depois, abra um terminal e executar o seguinte comando:

yaourt wallpaperdownloader

Como instalar o WallpaperDownloader no Ubuntu e seus derivados

Para instalar o WallpaperDownloader no Ubuntu e ainda poder receber automaticamente as futuras atualizações dele, você deve fazer o seguinte:

Passo 1. Abra um terminal (use as teclas CTRL + ALT + T);
Passo 2. Se ainda não tiver, adicione o repositório do programa com este comando ou use esse tutorial;

sudo add-apt-repository ppa:eloy-garcia-pca/wallpaperdownloader

Passo 3. Atualize o gerenciador de pacotes com o comando:

sudo apt-get update

Passo 4. Agora use o comando abaixo para instalar o programa;

sudo apt-get install wallpaperdownloader

Passo 5. Depois, caso seja necessário, desinstale o programa, usando os comandos abaixo;

sudo add-apt-repository ppa:eloy-garcia-pca/wallpaperdownloader -r -y
sudo apt-get remove wallpaperdownloader --auto-remove

Pronto! Agora, quando quiser iniciar o programa, digite wallpaperdownloader em um terminal (seguido da tecla TAB), ou clicando no ícone dele ou menu de aplicativos do sistema.

Atenção!!! Não feche o aplicativo enquanto ele estiver sendo executando.

Existe um botão “minimizar” na parte inferior da janela do aplicativo.

Se você clicar nele, o aplicativo irá diretamente para a bandeja do sistema e fornecerá um ícone para interagir diretamente com ele sem ter a janela principal visível.

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Como mudar o comprimento mínimo da senha no Ubuntu

Se você não precisa usar senha complexas e grandes, veja nesse tutorial como mudar o comprimento mínimo da senha no Ubuntu e até desativar a verificação de complexidade.

Segurança é importante, e claro, senhas complicadas e enormes, realmente dificultam alguma coisa. Mas essa regra nem sempre vale para todo tipo de situação. Por exemplo, para usar uma sistema em uma máquina virtual de testes não relacionados a segurança, isso é praticamente desnecessário.

Como mudar o comprimento mínimo da senha no UbuntuComo mudar o comprimento mínimo da senha no Ubuntu

Por padrão, o Ubuntu requer um comprimento mínimo de senha de 8 caracteres, e o sistema também verifica a complexidade dela, ainda que você possa definir uma senha curta durante a instalação do Ubuntu. Isso é necessário para melhorar a segurança do sistema.

Para mudar esse comportamento é preciso mexer no arquivo /etc/pam.d/common-password, que guarda as configurações relacionadas a senhas.

Se você quiser definir uma senha curta, mais longa ou até desativar a verificação de complexidade, edite o arquivo seguindo abaixo:

Antes de fazer a mudança, tenha certeza de que isso é realmente necessário e que você está preparado para mexer no arquivo de configuração. Lembre-se: a configuração padrão do sistema existe para garantir um nível aceitável de segurança.

Como mudar o comprimento mínimo da senha no Ubuntu

Para mudar o comprimento mínimo da senha no Ubuntu, você deve fazer o seguinte:

Passo 1. Abra um terminal (use as teclas CTRL + ALT + T);
Passo 2. Execute o comando abaixo para editar o arquivo de configuração:

sudo nano /etc/pam.d/common-password

Como mudar o comprimento mínimo da senha no Ubuntu

Como mudar o comprimento mínimo da senha no Ubuntu

Passo 3. Com o arquivo é aberto na tela do terminal, vá ate a linha que possui o seguinte conteúdo:

   
password     [success=1 default=ignore]    pam_unix.so obscure sha512

Passo 4. Para definir o comprimento mínimo da senha, adicionar minlen=N (N é um número) no fim da linha;
Passo 5. Para desativar a verificação de complexidade, remova a palavra “obscure” dessa linha;

Como mudar o comprimento mínimo da senha no Ubuntu

Como mudar o comprimento mínimo da senha no Ubuntu

Passo 4. Depois disso, pressione as teclas Ctrl + X, digite Y para salvar as alterações, e finalmente, pressione “Enter” para sair da edição;

Pronto! Agora, você já pode alterar sua senha usando o comando passwd USERNAME, claro, substituindo USERNAME pelo nome de usuário.

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Como acessar sites bloqueados em regiões censuradas com o Lantern

Sabe aquele site que você precisa acessar mas nunca consegue porque está bloqueado? Pois é, agora tem como resolver isso. Para isso, veja como acessar sites bloqueados em regiões censuradas usando o app Lantern.

Lantern é um software de código aberto que serve para contornar mecanismos de censura da Internet. Segundo a página do aplicativo, ele é “gratuito e oferece acesso rápido, confiável e seguro à Internet aberta”.

Como acessar sites bloqueados em regiões censuradas com o LanternComo acessar sites bloqueados em regiões censuradas com o Lantern

A aplicação está disponível para desktops (Linux, Windows, Mac) e aparelhos com o sistema Android, mas ele não é novo.

Lantern é produzido pela empresa Brave New Software, cujo fundador e desenvolvedor líder é Adam Fisk, ex-desenvolvedor do LimeWire e LittleShoot.

O projeto começou em 2013, e inicialmente, era disponibilizado apenas através de um sistema para convidados.

Mas com o lançamento da versão 2.0 (em 2015), isso foi abandonado, e agora, qualquer um pode baixar, instalar e usar a aplicação.

Para desbloquear sites, Lantern depende dos seus próprios servidores e da largura de banda dos usuários (com conexões para vários usuários ao mesmo tempo) que estão em regiões sem censura, já que estes últimos acabam atuando como pontos de acesso.

De acordo com a FAQ do Lantern, o programa criptografa todo o tráfego quando você está acessando um site bloqueado.

É importante mencionar que o Lantern não foi concebido para ser uma ferramenta de anonimato. Se é isso que precisa, você deve usar o Tor em seu lugar, já que o objetivo do Lantern é apenas fornecer acesso rápido, fácil de usar e seguro aos sites bloqueados.

Por falar em facilidade, a aplicação é muito fácil de usar: basta instalar e executar. Ao iniciar, ele deve mudar automaticamente o proxy do seu sistema, permitindo que o seu navegador Web possa acessar sites bloqueados.

   

A interface de usuário do programa consiste em uma bandeja/appindicator e uma interface web (que abre automaticamente após o lançamento de Lantern).

Essa interface permite o acesso a algumas configurações, como a opção que permite executar o Lantern na inicialização do sistema, proxy de todo o tráfego, ativar/desativar as estatísticas de uso anônimas e gerenciar o proxy do sistema.

Como acessar sites bloqueados em regiões censuradas com o Lantern

Como acessar sites bloqueados em regiões censuradas com o Lantern

O programa pode ser muito útil para acessar serviços estrangeiros que não estão disponíveis no Brasil (como Hulu e Pandora), ou outros como a Netflix, que funciona no Brasil, mas possui um catálogo diferente em outros países.

Para mais informações sobre Lanterna, verificar a sua FAQ.

Como instalar o Lantern no Linux Ubuntu, Debian e derivados e acessar sites bloqueados

Para instalar o Lantern no Linux Ubuntu, Debian e derivados, basta baixar o pacote DEB, disponível nessa link, clicando em “Download Desktop”.

Depois de baixar, basta dar um duplo clique sobre ele. Então, confirme a instalação e aguarde terminar o processo.

Se preferir, você também pode fazer o seguinte:

Passo 1. Abra um terminal;
Passo 2. Confira se o seu sistema é de 32 bits ou 64 bits, para isso, use o seguinte comando no terminal:

uname -m

Passo 4. Se seu sistema é de 64 bits, use o comando abaixo para baixar o programa. Se o link estiver desatualizado, acesse essa página, baixe a última versão e salve-o com o nome lantern.deb:

wget https://getlantern.org/lantern-installer-64-bit.deb -O lantern.deb

Passo 5. Agora instale o programa com o comando:

sudo dpkg -i lantern.deb

Passo 6. Caso seja necessário, instale as dependências do programa com o comando:

sudo apt-get install -f

Pronto! Agora, quando quiser iniciar o programa, digite lantern no Dash (ou em um terminal, seguido da tecla TAB).

Como acessar sites bloqueados em regiões censuradas com o Lantern

Acessar sites bloqueados em regiões censuradas com o Lantern é muito simples: basta executar o aplicativo.

Por padrão, o programa tenta usar um proxy apenas para sites que ele detecta como bloqueado. Infelizmente isso nem sempre funciona adequadamente para a maioria dos sites.

No entanto, tudo funciona como esperado depois que você ativa a opção “proxy all traffic” (proxy todo tráfego).

Para fazer essa mudança, clique no ícone do Lantern no painel do Ubuntu. Quando for exibido o menu, clique na opção “Mostre o Lanterna”;

Na tela do navegador, clique no ícone da engrenagem que fica no lado inferior direito;

Como acessar sites bloqueados em regiões censuradas com o Lantern

Como acessar sites bloqueados em regiões censuradas com o Lantern

Em “Configurações”, marque a opção “Proxy todo o tráfego” e depois clique no botão “Fechar”;

Como acessar sites bloqueados em regiões censuradas com o Lantern

Como acessar sites bloqueados em regiões censuradas com o Lantern
Depois de fazer isso, você precisar reiniciar (fechar e executar novamente) o Lantern e seu navegador, para que a mudança seja aplicada.

Desinstalando o Lantern no Linux Ubuntu, Debian e derivados

Para desinstalar o Lantern no Linux Ubuntu, Debian e derivados, faça o seguinte:

Passo 1. Abra um terminal;
Passo 2. Desinstale o programa, usando os comandos abaixo;

sudo apt-get remove lantern --auto-remove

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Como detectar o ambiente gráfico do Linux usando o terminal

Se você está usando o sistema do pinguim e não sabe qual ambiente está rodando, veja como detectar o ambiente gráfico do Linux usando o terminal.

O Linux é basicamente um kernel e ferramentas. A maiorias das distribuições antigamente iniciavam exibindo apenas o prompt do terminal.

Como detectar o ambiente gráfico do Linux usando o terminalComo detectar o ambiente gráfico do Linux usando o terminal

Depois de um tempo, surgiram vários ambientes gráficos que passaram a ser iniciados logo que o sistema for carregado.

Atualmente, o Linux oferece um infinidade ambientes gráficos que podem ser utilizados pelos usuários como a área de trabalho.

Sim. O Linux não se resume apenas a KDE, GNOME, MATE, Cinnamon ou qualquer um dos ambientes gráficos mais populares. Existem tantos ambientes, que as vezes fica difícil escolher.

Apesar dessa variedade, nem sempre é fácil descobrir qual ambiente está sendo executado. A menos que você seja um veterano em sistemas Linux e que tenha testado a maioria dos ambientes gráficos.

Muito embora alguns ambientes ofereçam uma forma de identificá-los, isso nem sempre é verdadeiro com outros. Nessa horas, o terminal continuam sendo a melhor opção para usar.

Como detectar o ambiente de área de trabalho do Linux usando o terminal

Existem várias opções disponíveis para identificar o ambiente de área de trabalho em execução em uma área de trabalho do Linux. Aqui mostrarei duas opções.

Primeiro, execute o seguinte comando para verificar o nome do Desktop Environment.

echo $XDG_CURRENT_DESKTOP

Além disso, você também pode identificar a área de trabalho, verificando os processos atualmente em execução.

   

no exemplo abaixo, o comando mostrará os processos em execução para desktops XFCE ou KDE ou GNOME.

ps -e | grep -E -i "xfce|kde|gnome"

Você verá os resultados abaixo. De acordo com o resultado abaixo, a área de trabalho do GNOME está sendo usada neste sistema.

Como detectar o ambiente gráfico do Linux usando o terminal

Como detectar o ambiente gráfico do Linux usando o terminal

E então? Gostou da dica? Deixe sua opinião nos comentários.

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Mesa 20.2 lançado com RADV ACO por padrão e suporte gráfico inicial a RDNA2

O projeto Mesa informou que lançou a mais recente versão de seu pacote de drivers gráficos, o Mesa 20.2. Confira os detalhes desse release.

MESA são os drivers de software Linux de código aberto disponíveis para hardware AMD, NVIDIA e Intel. Eles servem como uma alternativa de fonte aberta para drivers proprietários de código fechado fornecidos por fornecedores de GPU.

Mesa se relaciona com vários outros projetos de código aberto: o Direct Rendering Infrastructure e X.org, para fornecer suporte OpenGL em Linux, FreeBSD e outros sistemas operacionais.

Agora, o Mesa 20.2 foi lançado como a mais recente atualização estável de correção de bugs da série de drivers Mesa.

Novidades do Mesa 20.2

Mesa 20.2 lançado com RADV ACO por padrão e suporte gráfico inicial a RDNA2Mesa 20.2 lançado com RADV ACO por padrão e suporte gráfico inicial a RDNA2
Esta atualização do driver gráfico do Mesa Q3’2020 está saindo com um mês de atraso, mas a espera vale a pena, dadas as muitas atualizações do driver OpenGL e Vulkan de código aberto.

Há um novo suporte para GPU, RADV está usando o compilador de shader ACO por padrão, muito melhor suporte para LLVMpipe OpenGL, novas extensões Vulkan e muito mais.

  • ACO é usado por padrão no driver RADV Vulkan e todo deve estar em ótima forma e mais rápido do que AMDGPU LLVM para RADV.
  • Suporte preliminar para Navi 2 / GFX10.3 (Navy Flounder e Sienna Cichlid).
  • Suporte Intel Rocket Lake e outras melhorias contínuas Gen12 / Xe, incluindo a placa de vídeo discreta DG1.
  • Continuação do trabalho no driver Zink Gallium3D para OpenGL sobre Vulkan.
  • Nouveau NVC0 Gallium3D agora expõe HMM para suporte OpenCL SVM.
  • LLVMpipe agora tem suporte para OpenGL 4.
  • A Panfrost está colocando seu suporte Arm Midgard em forma e fazendo outras melhorias.
  • Melhoria no manuseio da virtualização de GPU para RadeonSI.
  • Continuação do trabalho no back-end do R600g NIR.
  • Suporte de cache de disco TGSI para NIR.
  • Intel ANV e Radeon RADV continuando a oferecer suporte às últimas extensões de API Vulkan.

A lista completa das alterações do Mesa 20.2.0 pode ser encontrada na lista de discussão. O Mesa 20.2.1 deve ser lançado em cerca de duas semanas para entregar o lote inicial de correções estáveis.

Enquanto isso, o Mesa 20.3 deve chegar em cerca de dois meses, como o próximo lançamento de recurso do Mesa3D.

Como instalar ou atualizar o Mesa 20.2

Aqueles que compilam o Mesa a partir da fonte podem obtê-lo no Git ou Mesa3D.org.

Para instalar a versão mais recente do Mesa no Ubuntu, use esse tutorial:
Como instalar a versão mais recente do driver Mesa no Ubuntu

   

O que está sendo falado no blog

Veja mais artigos publicados neste dia…

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Como matar processos zumbis no Linux usando o terminal

Se você está tendo problema com programa que ocupam espaço e desestabilizam o seu sistema, veja como matar processos zumbis no Linux usando o terminal.

Embora os repositórios do Ubuntu e de outras distros contenham programas muito poderosos e estáveis, pode acontecer que durante uma sessão de trabalho sejam criados processos zumbis.

Como matar processos zumbis no Linux usando o terminalComo matar processos zumbis no Linux usando o terminal

Processos ou programas zumbis são programas que não funcionam, mas consomem recursos do computador.

Esses processos podem tornar o computador mais lento e até parar de funcionar, se o processo for muito importante ou ocupar muito espaço na memória do sistema.

Você pode resolver este problema de operação usando um programa gráfico ou comandos terminal. Graficamente, isso pode ser feito através do System Monitor ou qualquer outro app gerenciador de tarefas/processos.

Pessoalmente, eu prefiro resolver esses processos zumbis através do terminal porque consome menos recursos e carrega menos o sistema operacional.

Como matar processos zumbis no Linux usando o terminal

Para matar processos zumbis no Linux usando o terminal, primeiro temos que executar o comando top que nos mostrará todos os processos que estão ocorrendo no Ubuntu.

Assim que tivermos as informações, veremos o número de processos zumbis que o sistema operacional possui; mas isso não nos diz quais são os processos.

Para saber disso, temos que executar o seguinte código no terminal:

ps axo stat,ppid,pid,comm | grep -w defunct

Depois de executar isso, no terminal, veremos o nome e o número de processos zumbis que o sistema possui.

   

Agora temos que matar todos os processos zumbis para que o sistema fique livre deles. Para isso, é necessário que executar no terminal o seguinte comando com cada processo zumbi:

sudo kill -9 NÚMERO DO PROCESSO

Isso vai matar o processo, mas temos que fazer um de cada vez.

Como matar processos zumbis no Linux usando o terminal

Como matar processos zumbis no Linux usando o terminal

Quando terminar, você perceberá como o Ubuntu funciona corretamente ou de forma mais rápida e eficiente.

Um pequeno truque para melhorar o funcionamento do Linux a longo prazo, consiste em localizar esses processos zombie e relacioná-los aos programas que os gerou.

Sabendo que um determinado programa sempre gera processos zumbis, em seguida, substitua ele por uma alternativa equivalente.

Isso evitará problemas com processos zumbis, deixará seu sistema mais estável e responsivo, e você nem mesmo precisará usar comandos no terminal.

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Enso OS 0.4 lançado com um novo aplicativo de anotações e mais

E foi lançado o Enso OS 0.4 com um novo aplicativo de anotações e mais. Confira as novidades dessa atualização e descubra onde baixar a distro.

Enso OS 0.4 é uma distro simples baseada no Xubuntu com o objetivo de criar um ambiente utilizável que você possa rodar em computadores antigos, não importa quantos anos a máquina tenha.

Este sistema operacional também incorpora recursos favoritos de outras distros Linux para oferecer uma combinação e um sistema operacional poderoso. Por exemplo, sendo baseado no Xubuntu, possui desktop Xfce no topo do Ubuntu e gerenciador de janelas Gala do sistema operacional elementary OS.

Agora, o criador do projeto Enso, Nick Wilkins, lançou uma nova versão 0.4 do Enso OS com o codinome “Singing Sunflower”.

Novidades do Enso OS 0.4

Enso OS 0.4 lançado com um novo aplicativo de anotaçõesEnso OS 0.4 lançado com um novo aplicativo de anotações

O Enso OS 0.4 é baseado no Ubuntu 20.04 “Focal Fossa” de suporte de longo prazo (LTS), que foi lançado no início deste ano.

A primeira e mais importante atualização na versão 0.4 é a introdução de um novo aplicativo de anotações chamado Pinny. É um aplicativo simples e direto que você pode usar para escrever suas notas ou fragmentos de código.
Enso OS 0.4 lançado com um novo aplicativo de anotações

Enso OS 0.4 lançado com um novo aplicativo de anotações
Por padrão, Pinny usa fonte firecode monoespaçada, que suporta ligaduras de programação.

Junto com a adição do novo aplicativo, o Enso 0.4 também abordou seu gerenciador de aplicativos, o Apphive, que ajuda a pesquisar, instalar e remover aplicativos no sistema.

Como a versão anterior do Apphive enfrentava um problema de desempenho durante o carregamento inicial ou pesquisa de aplicativo, a nova versão Enso 4.0 trabalhou nisso para tornar o Apphive mais responsivo durante a execução de tarefas em segundo plano.

Não apenas o desempenho, mas o Apphive atualizado agora exibe os aplicativos mais marcados na tela inicial junto com o número de estrelas que recebeu.
Enso OS 0.4 lançado com um novo aplicativo de anotações

Enso OS 0.4 lançado com um novo aplicativo de anotações
Por último, no lado do tema, o Enso OS agora tem um tema escuro baseado no tema Arc gtk, que você pode habilitar para trabalhar facilmente em ambientes com pouca luz.

Se você quiser experimentar o Enso OS, baixe sua imagem ISO clicando nos links mais abaixo e instale seguindo o guia oficial de instalação.

   

Para saber mais sobre essa versão da distribuição, acesse a nota de lançamento.

Baixe e experimente o Enso OS 0.4

A imagem ISO do Enso OS 0.4 já pode ser baixada acessando a página de download da distribuição.

Verifique se a imagem ISO está corrompida

Antes de gravar a imagem ISO que você baixou, verifique se ela está corrompida usando o tutorial abaixo:
Como verificar se uma imagem ISO está corrompida

Como gravar uma imagem ISO no Linux

Quem precisar gravar a imagem ISO após o download, pode usar esse tutorial do blog:

Como gravar uma imagem ISO Usando o Nautilus
Como gravar uma imagem ISO usando o Terminal
Como criar um pendrive de instalação
Como criar um pendrive inicializável com GNOME Disks
Como criar um pendrive inicializável com o Etcher no Linux

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Dell XPS 13 Developer Edition agora vem com chips Intel de 11ª geração

Boa notícia para os fãs da dobradinha Dell + Ubuntu, o Dell XPS 13 Developer Edition agora vem com chips Intel de 11ª geração. Confira os detalhes.

Dentre os grandes fabricantes de hardware, a Dell tem sido um dos poucos que investe em hardware com Linux pré instalado. O maior destaque da empresa tem sido a série de laptops Developer Edition com o Ubuntu.

Sim. A parceria da Dell com a Canonical tem rendido ótimos laptops, com um sistema operacional afinado com o hardware da empresa.

E agora, o Dell XPS 13 Developer Edition recebeu uma nova atualização que traz processadores Intel de 11ª geração.

Dell XPS 13 Developer Edition agora vem com chips Intel de 11ª geração

Dell XPS 13 Developer Edition agora vem com chips Intel de 11ª geraçãoDell XPS 13 Developer Edition agora vem com chips Intel de 11ª geração
O modelo revisado não foge a nenhuma convenção. É uma versão atualizada do modelo XPS 13 lançado no início deste ano, embora ofereça os mais recentes processadores Intel de 11ª geração, gráficos Intel Iris Xe, portas Thunderbolt 4 e até 32 GB de 4267 MHz LPDDR4x RAM.

Estes também são os primeiros portáteis Dell a possuir a certificação Intel “Evo”.

Mas o que é Intel Evo? Pense nisso como uma garantia. Notebooks com certificação Evo têm chips Intel de 11ª geração, podem acordar do modo de espera em menos de 1s, oferecem bateria de pelo menos 9 horas de duração (com tela Full HD) e suportam carregamento rápido (com até 4 horas com uma única carga de 30 minutos) – se eles não puderem atender a nenhum desses critérios, eles não serão certificados.

Mas 9 horas não é o máximo que você pode esperar, conforme relatório do Engadget:

“O Developer Edition baseado em Linux vem pré-carregado com o Ubuntu 20.04LTS e a Dell tem como meta uma duração máxima da bateria de quase 19 horas. Ele também possui uma tela InfinityEdge FHD + atualizada.”

Sem mentira: 19 horas para um laptop Linux é incrivelmente bom. A eficiência de energia melhora com cada versão do kernel Linux, mas permanece um pouco fora do que eu considerava ideal.

Se a Dell conseguiu obter alguns ganhos nesta área, isso é muito emocionante (e, egoisticamente, espera-se que não seja exclusivo das máquinas XPS).

   

Nenhuma palavra sobre o preço ainda, mas os modelos atualizados estarão disponíveis para compra nos EUA e Canadá a partir de 30 de setembro nas lojas usuais da Dell. Seguem-se lançamentos europeus e asiáticos.

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Como transmitir mídia do Gnome para o Chromecast com o Cast to TV

Se você quer ver filmes, imagens e ouvir músicas do PC na sua TV, veja como transmitir mídia do Gnome para o Chromecast com o Cast to TV.

Ficou um pouco mais fácil para os usuários do Ubuntu transmitir vídeos, músicas e imagens para uma TV equipada com o Chromecast diretamente da área de trabalho.

Como transmitir mídia do Gnome para o Chromecast com o Cast to TVComo transmitir mídia do Gnome para o Chromecast com o Cast to TV

Anteriormente, mostrei a vocês como transmitir um vídeo do Linux para um Chromecast usando a ferramenta MKChromecast de código aberto, e as versões mais recentes do popular media player VLC também têm suporte integrado ao Chromecast.

Agora, há uma nova maneira de os usuários do Linux transmitir conteúdo para uma TV próxima pela rede local usando o dongle do Google, usando apenas uma extensão do GNOME Shell.

A extensão “Cast to TV” do GNOME Shell é uma ferramenta baseada em bandeja. Quando instalado e ativado, você acessa seus recursos através do menu principal de status do GNOME Shell. Não tem (infelizmente) a opção de usar um applet separado.

A extensão permite transmitir vídeo, fotos e músicas do Linux para o Chromecast, com opções para codificar mídia em tempo real, definir a posição dos controles do player de tela, configurações de taxa de bits e exibir um visualizador de música na TV ao reproduzir músicas.

Como transmitir mídia do Gnome para o Chromecast com o Cast to TV

Embora o Cast to TV seja uma extensão do GNOME, não é tão simples de configurar e usar como outras extensões do GNOME.

A página da extensão no Github detalha as dependências necessárias para usar a ferramenta. Tudo isso é necessário (a extensão não funcionará sem eles), mas, felizmente, todos disponíveis para instalação por meio dos repositórios padrão do Ubuntu e de outras distribuições Linux.

A principal delas, o FFmpeg pode ser instalado usando esses tutoriais:
Como instalar o framework multimídia FFmpeg no Linux via Snap
Como instalar a versão mais recente do FFmpeg no Linux Debian, Ubuntu e Fedora

Enfim, para transmitir mídia do Gnome para o Chromecast com o Cast to TV, use os procedimentos abaixo.

   

Como instalar a extensão Cast to TV

Primeiramente, você deve instalar a extensão Cast to TV. Para isso, visite a página da extensão usando um navegador Web, como o Google Chrome ou o Firefox, e deslize o botão de alternar de “desligado” para “ligado” para acionar a instalação.

Se tiver alguma dúvida sobre esse procedimento, consulte esse outro tutorial:
Descubra como instalar extensões do Gnome Shell
Aceite a solicitação de instalação quando ela aparecer e aguarde alguns segundos enquanto o complemento é baixado, descompactado e instalado.

Em seguida, você precisa instalar várias dependências adicionais que a ferramenta precisa por meio do NPM, o “gerenciador de pacotes node.js”. Se você não tem esse recurso instalado no seu sistema, use um desses tutoriais:

Descubra como instalar o Node.js no Linux nativamente
Veja como instalar o interpretador Node.js no Linux via Snap

Depois de instalar, abra um terminal e acesse a pasta da extensão:

cd ~/.local/share/gnome-shell/extensions/[email protected]

Em seguida, execute o comando abaixo:

npm install

Você verá uma lista completa dos pacotes recebidos no prompt de comando, mas, se quiser verificar antes de executá-los, eles serão listados no arquivo “package.json”, na pasta da extensão.

A extensão Cast to TV será ativada automaticamente na instalação.Se mais tarde você decidir que não quer usá-lo, lembre-se de que você pode gerenciar todos as suas Extensões do GNOME usando a fantástica ferramenta de desktop “GNOME Tweaks”, que está disponível na loja de software.

Como usar a extensão Cast to TV

Para transmitir um arquivo de vídeo, imagem ou música para o dispositivo Chromecast disponível mais próximo na sua rede (e, idealmente, haverá apenas um no intervalo), basta abrir o menu Status, selecionar seu tipo de conteúdo e selecionar seu arquivo de mídia, e o streaming começará instantaneamente.

Dependendo do modelo do Chromecast, você pode descobrir que alguns formatos de vídeo não funcionam. No entanto, se o vídeo não for reproduzido, não entre em pânico. Selecione a opção ‘Transcode Video’ durante a seleção do arquivo, para codificar o vídeo para um formato H.264 suportado.

Isso é praticamente tudo que existe para isso! A configuração talvez seja um pouco mais envolvente do que usar algo como o MKChromecast ou o VLC, mas a integração da interface nativa é bem mais interessante.

Veja também

Como usar o VLC para enviar vídeo para o Chromecast no Linux
Como transmitir vídeos para o Chromecast via terminal usando o Stream2Chromecast

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Plank no Ubuntu – instale uma Dock leve no Ubuntu e derivados

Se você está a procura de uma Dock para Ubuntu, ou seja, um launch (lançador) leve para o ambiente gráfico do seu sistema, então a dock Plank pode ser uma ótima escolha. Por isso, veja como instalar a dock Plank no Ubuntu e derivados.

Plank pretende ser a dock mais simples do planeta. O objetivo é fornecer apenas o que é necessário em uma dock e absolutamente nada mais.

Plank no Ubuntu - instale uma Dock leve no Ubuntu e derivadosPlank no Ubuntu – instale uma Dock leve no Ubuntu e derivados

No entanto, ela é uma biblioteca que pode ser estendida para criar outros programas de dock com recursos mais avançados.

Essa dock foi criada pela mesma equipe que produziu a Docky, assim, Plank é a tecnologia subjacente para Docky (a partir da versão 3.0.0) e tem como objetivo fornecer todas as características centrais, enquanto Docky permite adicionar coisas extravagantes como Docklets, painters, diálogos de configurações e etc.

Plank no Ubuntu - instale uma Dock leve no Ubuntu e derivados

Plank no Ubuntu - instale uma Dock leve no Ubuntu e derivados

O aplicativo, que está disponível por padrão no Elementary OS, tem vários modos de esconder, posição da tela personalizável, tema e tamanho do ícone, suporta fixação aplicativos para a dock, quicklists e muito mais.

Instalando a Plank, uma Dock para ubuntu

Plank está disponível nos repositórios oficiais do Ubuntu (começando com o Ubuntu 15.04), no entanto, isso nem sempre entrega a versão mais recente.

Por isso, para ter a última versão do Plank no Ubuntu mais atual e ainda poder receber automaticamente as futuras atualizações dele, você deve fazer o seguinte:

Passo 1. Abra um terminal (pressionando as teclas CTRL+ALT+T);
Passo 2. Se ainda não tiver, adicione o repositório do programa com este comando ou use esse tutorial;

sudo add-apt-repository -y ppa:ricotz/docky

Passo 3. Atualize o APT com o comando:

   
sudo apt-get update

Passo 4. Agora instale o programa com o comando:

sudo apt-get install plank

Como instalar o programa manualmente ou em outras distros

Se não quiser adicionar o repositório ou quer tentar instalar em outra distribuição baseada em Debian, você pode pegar o arquivo DEB do programa na página de download do repositório e instalar ele manualmente (clicando duas vezes nele).

Mas lembre-se! Ao optar por esse tipo de instalação, você não receberá nenhuma atualização do programa.

Pronto! Agora, você pode iniciar o programa no menu Aplicativos/Dash/Atividades ou qualquer outro lançador de aplicativos da sua distro, ou digite plank ou em um terminal, seguido da tecla TAB.

Se você quiser que a dock Plank inicie automaticamente no Ubuntu, veja esse tutorial:
Como gerenciar a inicialização de aplicativos no Ubuntu

Desinstalando a dock Plank no Ubuntu e derivados

Para desinstalar a dock Plank no Ubuntu e derivados, faça o seguinte:

Passo 1. Abra um terminal;
Passo 2. Desinstale o programa, usando o comando abaixo;

sudo apt-get remove plank --auto-remove

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Como instalar o programa de backup BackuPy no Linux via Snap

Se você quer fazer cópias de segurança confiáveis de seus dados, conheça e veja omo instalar o programa de backup BackuPy no Linux via Snap.

BackuPy é um programa de backup simples em python com ênfase na integridade dos dados e comportamento transparente.

Como instalar o programa de backup BackuPy no Linux via SnapComo instalar o programa de backup BackuPy no Linux via Snap

Ele possui modos de backup, espelho e sincronização, permite que você compare arquivos usando atributos ou CRCs, tem detecção e alertas de arquivos corrompidos, detecção e alertas de modificações inesperadas de arquivos no destino fora de backups e espelhos ou conflitos de sincronização (um arquivo foi modificado nos dois lados desde a última sincronização).

BackuPy usa banco de dados formatado em JSON para rastrear arquivos e logs formatados em CSV, os arquivos estão sempre seguros por padrão, sendo movidos para um diretório de archive estruturado de forma idêntica antes de serem excluídos ou substituídos e permite filtrar arquivos com expressões regulares.

Como instalar o programa de backup BackuPy no Linux via Snap em distros que suportam a tecnologia

Para instalar o programa de backup BackuPy via Snap você precisa ter o suporte a essa tecnologia instalado em seu sistema. Se não tiver, use o tutorial abaixo para instalar:

Como instalar o suporte a pacotes Snap no Linux

Depois, você pode instalar o programa de backup BackuPy via Snap, fazendo o seguinte:

Passo 1. Abra um terminal;
Passo 2. Instale a versão estável do programa, usando esse comando:

sudo snap install backupy

Passo 3. Instale a versão candidate do programa, usando esse comando:

sudo snap install backupy --candidate

Passo 4. Instale a versão beta do programa, usando esse comando:

   
sudo snap install backupy --beta

Passo 5. Instale a versão edge do programa, usando esse comando:

sudo snap install backupy --edge

Passo 6. Mais tarde, se você precisar atualizar o programa, use:

sudo snap refresh backupy

Pronto! Agora, você pode iniciar o programa no menu Aplicativos/Dash/Atividades ou qualquer outro lançador de aplicativos da sua distro, ou digite backupy ou em um terminal, seguido da tecla TAB.

Execute backupy -h para obter uma lista de todos os recursos e opções.

Como desinstalar o programa de backup BackuPy no Linux via Snap em distros que suportam a tecnologia

Para desinstalar o programa de backup BackuPy via Snap, fazendo o seguinte:

Passo 1. Abra um terminal;
Passo 2. Depois, se for necessário, desinstale o programa, usando o comando abaixo;

sudo snap remove backupy

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Como instalar o cliente FTP sFTP no Linux via Snap

Se você procura o aplicativo FTP moderno e bonito para acessar servidores, conheça e veja como instalar o cliente FTP sFTP no Linux via Snap.

O sFTP é um cliente FTP/SFTP/FTPIS/FTPES/SSH repleto de recursos, com uma interface moderna e fácil de usar.

Como instalar o cliente FTP sFTP no Linux via SnapComo instalar o cliente FTP sFTP no Linux via Snap

O cliente sFTP utiliza as mais modernas bibliotecas e utiliza as mais recentes tecnologias (afinal, quem preferiria um aplicativo antiquado/antiquado), é por isso que usa as mais recentes estruturas e os mais recentes designs modernos.

Especificações / Requisitos
Para usar o aplicativo cliente sFTP, você precisará do seguinte:

Como instalar a versão mais recente do cliente FTP sFTP no Linux via Snap em distros que suportam a tecnologia

Para instalar o cliente FTP sFTP via Snap você precisa ter o suporte a essa tecnologia instalado em seu sistema. Se não tiver, use o tutorial abaixo para instalar:

Como instalar o suporte a pacotes Snap no Linux

Depois, você pode instalar o cliente FTP sFTP no Linux via Snap, fazendo o seguinte:

Passo 1. Abra um terminal;
Passo 2. Instale a versão estável do programa, usando esse comando:

sudo snap install sftpclient

Passo 3. Instale a versão candidate do programa, usando esse comando:

sudo snap install sftpclient --candidate

Passo 4. Instale a versão beta do programa, usando esse comando:

   
sudo snap install sftpclient --beta

Passo 5. Instale a versão edge do programa, usando esse comando:

sudo snap install sftpclient --edge

Passo 6. Mais tarde, se você precisar atualizar o programa, use:

sudo snap refresh sftpclient

Passo 7. Depois, se for necessário, desinstale o programa, usando o comando abaixo;

sudo snap remove sftpclient

Pronto! Agora, você pode iniciar o programa no menu Aplicativos/Dash/Atividades ou qualquer outro lançador de aplicativos da sua distro, ou digite sftp ou em um terminal, seguido da tecla TAB.

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Como instalar o Grub Customizer no Debian, Ubuntu e derivados

Se você usa um sistema baseado no Debian e quer configurar o Grub de um jeito fácil, veja como instalar o Grub Customizer no Debian, Ubuntu e derivados, para poder fazer isso.

Para a grande maioria das pessoas mudar as configurações do Grub é algo que pode ser um pouco assustador. Para esses (e quem não quiser ficar alterando arquivo de configuração manualmente), existe o Grub Customizer.

Como instalar o Grub Customizer no Debian, Ubuntu e derivadosComo instalar o Grub Customizer no Debian, Ubuntu e derivados

O programa é uma interface gráfica para alteração das configurações do grub2 (gerenciador de boot padrão do Ubuntu).

Ele é uma aplicação agradável, que permite ao usuário editar as entradas do menu a partir da tela de inicialização do GRUB e definir o sistema operacional padrão.

Instalando o Grub Customizer no Debian, Ubuntu e derivados

Para instalar o Grub Customizer no Debian, Ubuntu e derivados, faça o seguinte:

Passo 1. Abra um terminal;
Passo 2. Confira se o seu sistema é de 32 bits ou 64 bits, para isso, use o seguinte comando no terminal:

uname -m

Passo 3. Se seu sistema é de 32 bits, use o comando abaixo para baixar o programa. Se o link abaixo não servir, acesse essa página, baixe a versão certa para seu sistema e salve-o com o nome grub-customizer.deb:

wget https://launchpad.net/~danielrichter2007/+archive/ubuntu/grub-customizer/+files/grub-customizer_5.1.0-0ubuntu1~ppa1b_i386.deb -O grub-customizer.deb

Passo 4. Se seu sistema é de 64 bits, use o comando abaixo para baixar o programa. Se o link abaixo não servir, acesse essa página, baixe a versão certa para seu sistema e salve-o com o nome grub-customizer.deb:

wget https://launchpad.net/~danielrichter2007/+archive/ubuntu/grub-customizer/+files/grub-customizer_5.1.0-0ubuntu1~ppa1b_amd64.deb -O grub-customizer.deb

Passo 5. Agora instale o programa com o comando:

sudo dpkg -i grub-customizer.deb

Passo 6. Caso seja necessário, instale as dependências do programa com o comando:

   
sudo apt-get install -f

Pronto! Agora, você pode iniciar o programa no menu Aplicativos/Dash/Atividades ou qualquer outro lançador de aplicativos da sua distro, ou digite grub ou em um terminal, seguido da tecla TAB.

Desinstalando o Grub Customizer no Debian, Ubuntu e derivados

Para desinstalar o Grub Customizer, faça o seguinte:

Passo 1. Abra um terminal;
Passo 2. Desinstale o programa, usando o comando abaixo;

sudo apt-get remove grub-customizer --auto-remove

Veja também

O procedimento acima mostra como instalar o Grub Customizer no Debian, Ubuntu e derivados usando o pacote DEB. Se você quiser fazer isso no Ubuntu, usando um repositório, veja esse outro tutorial:

Como instalar o Grub Customizer no Ubuntu

Teve problemas ao inicializar, use esse tutorial:
Como instalar o Boot Repair no Ubuntu

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Como instalar o gravador de tela asciinema no Linux via Snap

Se você quer capturar tudo o que é feito no terminal, conheça e veja como instalar o gravador de tela asciinema no Linux via Snap.

asciinema é um incrível gravador de tela focado no terminal. O programa é uma solução gratuita e de código aberto para gravar sessões de terminal e compartilhá-las na web.

Como instalar o gravador de tela asciinema no Linux via SnapComo instalar o gravador de tela asciinema no Linux via Snap

Grave e compartilhe suas sessões de terminal, da maneira certa. Esqueça aplicativos de gravação de tela e vídeo desfocado. Desfrute de uma abordagem leve e puramente baseada em texto para gravação em terminal.

Registre exatamente onde você trabalha – em um terminal. Para começar, basta executar asciinema rec, para finalizar pressione Ctrl-D ou digite exit.

Toda vez que você vir um comando que deseja experimentar em seu próprio terminal, basta pausar o player e copiar e colar o conteúdo desejado. É só um texto depois de tudo!

Incorpore facilmente um player asciicast na postagem do blog, na página de documentação do projeto ou nos slides de conversa da conferência.

Como instalar o gravador de tela asciinema no Linux via Snap em distros que suportam a tecnologia

Para instalar o gravador de tela asciinema via Snap você precisa ter o suporte a essa tecnologia instalado em seu sistema. Se não tiver, use o tutorial abaixo para instalar:

Como instalar o suporte a pacotes Snap no Linux

Depois, você pode instalar o gravador de tela asciinema no Linux via Snap, fazendo o seguinte:

Passo 1. Abra um terminal;
Passo 2. Instale a versão estável do programa, usando esse comando:

   
sudo snap install asciinema --classic

Passo 3. Instale a versão edge do programa, usando esse comando:

sudo snap install asciinema --edge --classic

Passo 4. Mais tarde, se você precisar atualizar o programa, use:

sudo snap refresh asciinema

Pronto! Agora, você pode iniciar o programa no menu Aplicativos/Dash/Atividades ou qualquer outro lançador de aplicativos da sua distro, ou digite asciinema ou em um terminal, seguido da tecla TAB.

Como desinstalar o gravador de tela asciinema no Linux via Snap em distros que suportam a tecnologia

Para desinstalar o gravador de tela asciinema via Snap, fazendo o seguinte:

Passo 1. Abra um terminal;
Passo 2. Depois, se for necessário, desinstale o programa, usando o comando abaixo;

sudo snap remove asciinema

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28 de setembro de 2020

Como instalar a última versão do Whisker Menu no Linux

Se seu ambiente padrão é XFCE, que tal deixar ele ainda mais fácil de usar? Para conseguir isso, instale a última versão do Whisker Menu.

Whisker Menu é um lançador de aplicativos alternativo para Xfce e uma alternativa inovadora para o menu padrão do ambiente XFCE.

Como instalar a última versão do Whisker Menu no Linux

Como instalar a última versão do Whisker Menu no Linux

O recurso inclui uma moderna barra de pesquisa e permite que os usuários possam acessar facilmente todos os aplicativos instalados a partir do sistema, ou acessar aplicações por categorias. Ele também se lembra dos últimos 10 aplicativos que foram usados recentemente.

A seguir você verá como como instalar o Whisker Menu no Ubuntu, Linux Mint, Debian, Fedora, OpenSUSE e sistemas derivados destes. Claro, todos usando o XFCE como o ambiente desktop.

Como instalar o Whisker Menu no Ubuntu e seus derivados

Para instalar o Whisker Menu no Ubuntu e ainda poder receber automaticamente as futuras atualizações dele, você deve fazer o seguinte:

Passo 1. Abra um terminal (use as teclas CTRL + ALT + T);
Passo 2. Se ainda não tiver, adicione o repositório do programa com este comando:

sudo add-apt-repository ppa:gottcode/gcppa

Passo 3. Atualize o gerenciador de pacotes com o comando:

sudo apt-get update

Passo 4. Agora use o comando abaixo para instalar o programa;

sudo apt-get install xfce4-whiskermenu-plugin

Passo 5. Se depois você precisar desinstalar o programa, use o comando abaixo;

   
sudo apt-get remove xfce4-whiskermenu-plugin

Como instalar o Whisker Menu no Debian e sistemas derivados

Para instalar o o Whisker Menu no Debian e sistemas derivados e ainda poder receber automaticamente as futuras atualizações dele, você deve fazer o seguinte:

Passo 1. Abra um terminal;
Passo 2. Se você estiver usando um Debian 10, adicione o repositório do programa com este comando:

sudo sh -c 'echo "deb http://download.opensuse.org/repositories/home:/gottcode/Debian_10/ /" >> /etc/apt/sources.list.d/xfce4-whiskermenu-plugin.list'

Passo 3. Baixe e importe a chave do repositório com estes comandos:

wget http://download.opensuse.org/repositories/home:/gottcode/Debian_10/Release.key
sudo apt-key add - < Release.key

Passo 4. Atualize o gerenciador de pacotes com o comando:

sudo apt-get update

Passo 5. Agora use o comando abaixo para instalar o programa;

sudo apt-get install xfce4-whiskermenu-plugin

Passo 6. Se por algum motivo você precisar remover o programa, use o comando abaixo:

sudo apt-get remove xfce4-whiskermenu-plugin

Como instalar o Whisker Menu no Fedora e sistemas derivados

Para instalar o Whisker Menu no Fedora e sistemas derivados, faça o seguinte:

Passo 1. Abra um terminal;
Passo 2. Se seu sistema for um Fedora 30 (ou baseado nele), adicione o repositório do programa com este comando:

sudo wget http://download.opensuse.org/repositories/home:/gottcode/Fedora_30/home:gottcode.repo -O /etc/yum.repos.d/home:gottcode.repo

Passo 3. Se seu sistema for um Fedora 31 (ou baseado nele), adicione o repositório do programa com este comando:

sudo wget http://download.opensuse.org/repositories/home:gottcode/Fedora_31/home:gottcode.repo -O /etc/yum.repos.d/home:gottcode.repo

Passo 4. Se seu sistema for um Fedora 32 (ou baseado nele), adicione o repositório do programa com este comando:

sudo wget http://download.opensuse.org/repositories/home:gottcode/Fedora_32/home:gottcode.repo -O /etc/yum.repos.d/home:gottcode.repo

Passo 5. Atualize o gerenciador de pacotes com o comando:

sudo yum update

Passo 6. Para instalar o programa cliente com suporte a vídeo, em ambientes desktop baseados na biblioteca GTK;

sudo yum install xfce4-whiskermenu-plugin

Passo 7. Se por algum motivo você precisar remover o programa, use o comando abaixo:

sudo yum remove xfce4-whiskermenu-plugin

Como instalar o Whisker Menu no OpenSUSE e sistemas derivados

Para instalar o Whisker Menu no OpenSUSE e sistemas derivados, faça o seguinte:

Passo 1. Abra um terminal;
Passo 2. Se seu sistema for um openSUSE Tumbleweed (ou baseado nele), adicione o repositório do programa com este comando:

sudo zypper addrepo http://download.opensuse.org/repositories/home:/gottcode/openSUSE_Tumbleweed/home:gottcode.repo

Passo 3. Se seu sistema for um openSUSE Leap 15.1 (ou baseado nele), adicione o repositório do programa com este comando:

sudo zypper addrepo http://download.opensuse.org/repositories/home:/gottcode/openSUSE_Leap_15.1/home:gottcode.repo

Passo 4. Se seu sistema for um openSUSE Leap 15.2 (ou baseado nele), adicione o repositório do programa com este comando:

sudo zypper addrepo http://download.opensuse.org/repositories/home:/gottcode/openSUSE_Leap_15.2/home:gottcode.repo

Passo 5. Atualize o gerenciador de pacotes com o comando:

sudo zypper refresh

Passo 6. Para instalar o programa cliente com suporte a vídeo, em ambientes desktop baseados na biblioteca GTK;

sudo zypper install xfce4-whiskermenu-plugin

Passo 7. Se por algum motivo você precisar remover o programa, use o comando abaixo:

sudo zypper remove xfce4-whiskermenu-plugin

Uma vez instalado, adicione o Whisker Menu no painel, clicando com o botão direito do mouse no painel e selecionando “Panel” > “Add New Items…” (“Painel” > “Adicionar novos itens…”), em seguida, selecione “Whisker Menu” e clique em “Add” (Adicionar) e depois mova ele para a esquerda.

whisker menu

whisker menu

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Zoom no Linux? Veja como instalar esse app de Videoconferência

Se você precisa usar o Zoom no Linux, conheça um pouco mais sobre ele e veja como instalar esse incrível aplicativo de Videoconferência.

O premiado Zoom traz videoconferência, Webconferência, Webinars, Compartilhamento de tela, reuniões on-line e mensagens em grupo em um aplicativo fácil de usar.

Zoom no Linux? Veja como instalar esse app de VideoconferênciaZoom no Linux? Veja como instalar esse app de Videoconferência

Além de oferecer Videoconferência com mensagens em tempo real e compartilhamento de conteúdo, o Zoom também traz:

  • Uma experiência empresarial consistente para todos os casos de uso;
  • Projetado e otimizado para trabalhar de forma confiável;
  • Até 500 participantes de vídeo e 10.000 espectadores;
  • Fácil de usar, comprar e dimensionar;
  • Preços mais acessíveis e diretos.

Como instalar o app de Videoconferência Zoom no Linux via Flatpak/Snap

Para instalar o app de Videoconferência Zoom no Linux, use um dos procedimento

Como instalar o app de Videoconferência Zoom no Linux via Flatpak

Para instalar o app de Videoconferência Zoom no Linux via Flatpak você precisa ter o suporte a essa tecnologia instalado em seu sistema. Se não tiver, use o tutorial abaixo para instalar:

Como instalar o suporte a Flatpak no Linux

Depois, você pode instalar o app de Videoconferência Zoom no Linux via Flatpak, fazendo o seguinte:

Passo 1. Abra um terminal;
Passo 2. Use o comando abaixo para instalar o programa via Flatpak. Tenha paciência, pois muitas vezes pode demorar vários minutos para que o Flatpak faça o download de tudo o que precisa;

flatpak install --user https://flathub.org/repo/appstream/us.zoom.Zoom.flatpakref

Passo 3. Para atualizar o programa, quando uma nova versão estiver disponível, execute o comando:

flatpak --user update us.zoom.Zoom

Passo 4. Desinstale o programa, usando o seguinte comando no terminal:

   
flatpak --user uninstall us.zoom.Zoom

Ou

flatpak uninstall us.zoom.Zoom

Como instalar o app de Videoconferência Zoom no Linux via Snap em distros que suportam a tecnologia

Para instalar o app de Videoconferência Zoom no Linux via Snap você precisa ter o suporte a essa tecnologia instalado em seu sistema. Se não tiver, use o tutorial abaixo para instalar:

Como instalar o suporte a pacotes Snap no Linux

Depois, você pode instalar o app de Videoconferência Zoom no Linux via Snap, fazendo o seguinte:

Passo 1. Abra um terminal;
Passo 2. Instale a versão estável do programa, usando esse comando:

sudo snap install zoom-client

Passo 3. Instale a versão candidate do programa, usando esse comando:

sudo snap install zoom-client --candidate

Passo 4. Instale a versão beta do programa, usando esse comando:

sudo snap install zoom-client --beta

Passo 5. Instale a versão edge do programa, usando esse comando:

sudo snap install zoom-client --edge

Passo 6. Em seguida, execute os comandos abaixo para dar as permissões para o programa;

sudo snap connect zoom-client:audio-record
sudo snap connect zoom-client:camera
sudo snap connect zoom-client:hardware-observe
sudo snap connect zoom-client:network-manager
sudo snap connect zoom-client:process-control
sudo snap connect zoom-client:system-observe

Passo 7. Mais tarde, se você precisar atualizar o programa, use:

sudo snap refresh zoom-client

Passo 8. Depois, se for necessário, desinstale o programa, usando o comando abaixo;

sudo snap remove zoom-client

Pronto! Agora, você pode iniciar o programa no menu Aplicativos/Dash/Atividades ou qualquer outro lançador de aplicativos da sua distro, ou digite zoom ou em um terminal, seguido da tecla TAB.

E se você instalou a versçao Flatpak, também pode iniciar o programa, digitando flatpak run us.zoom.Zoom em um terminal.

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Como instalar o gerenciador de tarefas Taskbook no Linux

Se você quiser ser ainda mais produtivo na linha de comando, conheça e veja como instalar o gerenciador de tarefas Taskbook no Linux.

Taskbook é um aplicativo terminal terrivelmente bem feito e que permite criar listas de tarefas, fazer anotações e organizar suas tarefas usando boards (quadros) e cards (cartões).

Como instalar o gerenciador de tarefas Taskbook no LinuxComo instalar o gerenciador de tarefas Taskbook no Linux

O Hacker News descreveu esse aplicativo como “o Trello, mas para o Terminal“, uma descrição que não é totalmente precisa.

O Taskbook é mais parecido com uma ferramenta de lista de tarefas simples do que com um análogo do Trello para o terminal.

Por exemplo, falta o fluxo espacial do Trello, ou seja, poder ver todas as suas colunas lado a lado e não há recursos de colaboração de equipe, marcação ou outros recursos avançados.

Mas isso não significa que não seja útil. Pelo contrário!

Usando o Taskbook, você pode criar, editar, pesquisar e gerenciar suas tarefas diárias, anotações e boards usando multiplas boards.

O aplicativo também é incrivelmente fácil de usar, graças ao memorável conjunto de comandos (-t para nova tarefa, -c para verificar um item, -l para lista, etc).

Por padrão, o Taskbook mostra tarefas e anotações em uma exibição de board.

A visualização alternativa de “timeline” (linha do tempo) alterna para um agrupamento baseado em data, listando suas tarefas com base em quando você as adicionou/criou.

   

Você pode rapidamente listar itens com base em seu status, prioridade ou outros atributos, por exemplo, tb -l incomplete mostra todos os itens incompletos/pendentes/desmarcados de todas as suas pastas, enquanto tb -l my board com certeza listará apenas os itens com estrela da board ‘my board’.

Há pouco mais a dizer: Taskbook funciona exatamente como projetado e extremamente bem.
Se você está regularmente na linha de comando, algo como o Taskbook é uma obrigação (embora existam muitos aplicativos de terminal de lista de tarefas por aí).

Com o Taskbook você pode:

  • Adicionar rapidamente tarefas e notas a quadros;
  • Mover tarefas entre placas;
  • Escolher entre a visualização de board e de linha do tempo;
  • Definir prioridade de tarefa/estrela;
  • Pesquisar e filtrar tarefas, notas e quadros;
  • Arquivar, excluir e restaurar tarefas, anotações e placas;
  • Sintaxe fácil de aprender.

O aplicativo é configurável através do arquivo ~/.taskbook.json em sua pasta local, com dados armazenados em um arquivo JSON em ~/.taskbook/storage (embora você possa escolher seu próprio local de armazenamento).

Como instalar o gerenciador de tarefas Taskbook no Linux

Taskbook precisa do Nodejs/NPM para ser instalado no Linux. Se você não tem esse recurso em seu sistema, use um dos tutoriais abaixo:

Descubra como instalar o Node.js no Linux
Veja como instalar o interpretador Node.js no Linux via Snap

Para instalar o gerenciador de tarefas Taskbook no Linux, faça o seguinte:

Passo 1. Abra um terminal;
Passo 2. Execute o seguinte comando para instalar o gerenciador de tarefas Taskbook;

sudo npm install --global taskbook

Em seguida, para executar o aplicativo com o arquivo de ajuda mostrado, use o comando:

tb --help

Confira o manual do voo

Esse aplicativo também tem um excelente “manual de voo” que percorre cada um dos comandos, desde como criar uma board e mover itens entre elas, até como colocar estrelas nos itens, selecioná-los ou restaurar aqueles que você excluiu.

Ler o guia pode lhe poupar muitos testes, por isso recomendo que você dê uma olhada.

P.S: Se você procura algo semelhante, mas com uma GUI, é altamente recomendável verificar o Notion.

Ele não tem um cliente Linux, mas ele tem uma interface web e clientes para Windows e MacOS.

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Como instalar a VPN WireGuard no Linux via Snap

Se você precisa estabelecer conexões seguras com criptografia, conheça e veja como instalar o WireGuard no Linux via Snap.

O WireGuard® é uma VPN extremamente simples, mas rápida e moderna, que utiliza criptografia de última geração.

Como instalar a VPN WireGuard no Linux via SnapComo instalar a VPN WireGuard no Linux via Snap

O objetivo é ser mais rápido, mais simples, mais enxuto e mais útil do que o IPSec, evitando a enorme dor de cabeça.

Ele pretende ser consideravelmente mais eficiente que o OpenVPN. Esse snap empacota o executável wireguard-go userspace e os binários wg e wg-quick criados a partir do repositório principal.

Com uma sobreposição, o /etc/wireguard é mapeado para $SNAP_COMMON – e é nesse ponto que o WireGuard procurará por arquivos de configuração e chave.

Como instalar a VPN WireGuard no Linux via Snap em distros que suportam a tecnologia

Para instalar a VPN WireGuard via Snap você precisa ter o suporte a essa tecnologia instalado em seu sistema. Se não tiver, use o tutorial abaixo para instalar:

Como instalar o suporte a pacotes Snap no Linux

Depois, você pode instalar a VPN WireGuard via Snap, fazendo o seguinte:

Passo 1. Abra um terminal;
Passo 2. Instale a versão estável do programa, usando esse comando:

sudo snap install wireguard-ammp

Passo 3. Instale a versão candidate do programa, usando esse comando:

   
sudo snap install wireguard-ammp --candidate

Passo 4. Instale a versão beta do programa, usando esse comando:

sudo snap install wireguard-ammp --beta

Passo 5. Instale a versão edge do programa, usando esse comando:

sudo snap install wireguard-ammp --edge

Passo 6. Mais tarde, se você precisar atualizar o programa, use:

sudo snap refresh wireguard-ammp

Pronto! Agora, você pode iniciar o programa no menu Aplicativos/Dash/Atividades ou qualquer outro lançador de aplicativos da sua distro, ou digite wireguard ou em um terminal, seguido da tecla TAB.

Como desinstalar a VPN WireGuard no Linux via Snap em distros que suportam a tecnologia

Para desinstalar a VPN WireGuard via Snap, fazendo o seguinte:

Passo 1. Abra um terminal;
Passo 2. Depois, se for necessário, desinstale o programa, usando o comando abaixo;

sudo snap remove wireguard-ammp

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Como instalar o cliente Whatsapp whatsapp-for-linux no Linux via Snap

Se você quer usar o Whatsapp no PC e sem precisar abrir um browser, conheça e veja como instalar o cliente Whatsapp whatsapp-for-linux no Linux via Snap.

whatsapp-for-linux é um aplicativo não oficial do WhatsApp para Linux que oferece uma interface limpa e prática.

Como instalar o cliente Whatsapp whatsapp-for-linux no Linux via SnapComo instalar o cliente Whatsapp whatsapp-for-linux no Linux via Snap

Escrito em C++ com a ajuda de gtkmm-3.0 e webkit2, esse cliente não oficial do WhatsApp para o Linux é mais uma opção para as pessoas que querem usar esse famoso app de mensagens no sistema do pinguim, sem depender de um navegador.

Mas como a própria descrição do app diz, trata-se de um cliente não oficial, e portanto, não tem o suporte oficial do Facebook.

Como instalar o cliente Whatsapp whatsapp-for-linux no Linux via Snap em distros que suportam a tecnologia

Para instalar o cliente Whatsapp whatsapp-for-linux via Snap você precisa ter o suporte a essa tecnologia instalado em seu sistema. Se não tiver, use o tutorial abaixo para instalar:

Como instalar o suporte a pacotes Snap no Linux

Depois, você pode instalar o cliente Whatsapp whatsapp-for-linux via Snap, fazendo o seguinte:

Passo 1. Abra um terminal;
Passo 2. Instale a versão estável do programa, usando esse comando:

sudo snap install whatsapp-for-linux

Passo 3. Mais tarde, se você precisar atualizar o programa, use:

sudo snap refresh whatsapp-for-linux

Pronto! Agora, você pode iniciar o programa no menu Aplicativos/Dash/Atividades ou qualquer outro lançador de aplicativos da sua distro, ou digite whatsapp-for-linux ou em um terminal, seguido da tecla TAB.

   

Como desinstalar o cliente Whatsapp whatsapp-for-linux no Linux via Snap em distros que suportam a tecnologia

Para desinstalar o cliente Whatsapp whatsapp-for-linux via Snap, fazendo o seguinte:

Passo 1. Abra um terminal;
Passo 2. Depois, se for necessário, desinstale o programa, usando o comando abaixo;

sudo snap remove whatsapp-for-linux

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Gerenciador de download: Instale o uGet no Ubuntu

Se você precisa de um gerenciador de download leve e rápido, experimente instalar o uGet no Ubuntu.

uGet é um aplicativo gerenciador de download para Linux desenvolvido com GTK+. Ele usa poucos recursos e, ao mesmo tempo embala um conjunto inigualável e poderoso de recursos.

Gerenciador de download: Instale o uGet no UbuntuGerenciador de download: Instale o uGet no Ubuntu

Esses recursos incluem uma fila, pausar/retomar, multi conexão (com gestão adaptativa do segmento), espelhos (várias fontes), multi-protocolo, a categorização avançadas, velocidade limite, monitor de área de transferência, downloads em lote, integração com o FireFox via FlashGot e muito mais.

Ele permite que você possa classificar os downloads, e suporta a importação de download a partir de arquivos HTML.

Cada categoria tem uma configuração independente que pode ser herdado por cada download nessa categoria.

Se você quiser integrar o uGet com o Chrome, use esse tutorial:
Como integrar o uGet com o Chrome no Ubuntu e derivados

Instalando o gerenciador de download uGet no Ubuntu e derivados

Para instalar o gerenciador de download uGet no Ubuntu e derivados, faça o seguinte:

Passo 1. Abra um terminal (Usando o Dash/Atividades ou pressionando as teclas CTRL+ALT+T);
Passo 2. Se ainda não tiver, adicione o repositório do programa com este comando ou use esse tutorial;

sudo add-apt-repository ppa:plushuang-tw/uget-stable

Passo 3. Atualize o APT com o comando:

sudo apt-get update

Passo 4. Agora instale o programa com o comando:

   
sudo apt-get install uget aria2

Como instalar o gerenciador de download uGet manualmente ou em outras distros

Se não quiser adicionar o repositório ou quer tentar instalar em outra distribuição baseada em Debian, você pode pegar o arquivo DEB do programa na página de download do repositório e instalar ele manualmente (clicando duas vezes nele).

Mas lembre-se! Ao optar por esse tipo de instalação, você não receberá nenhuma atualização do programa.

Pronto! Agora, você pode iniciar o programa no menu Aplicativos/Dash/Atividades ou qualquer outro lançador de aplicativos da sua distro, ou digite uget ou em um terminal, seguido da tecla TAB.

Desinstalando o gerenciador de download uGet no Ubuntu e derivados

Para desinstalar o gerenciador de download uGet no Ubuntu e derivados, faça o seguinte:

Passo 1. Abra um terminal;
Passo 2. Desinstale o programa, usando os comandos abaixo;

sudo add-apt-repository ppa:plushuang-tw/uget-stable -r -y 
sudo apt-get remove uget aria2 --auto-remove

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Como instalar o Homebrew no Ubuntu 20.04, Debian 10 e derivados

Se você quer poder instalar ainda mais aplicativos no seu sistema Linux, conheça e veja como instalar o Homebrew no Ubuntu 20.04, Debian 10 e derivados.

Instalar aplicativos no Linux é bastante fácil. No entanto, outras ferramentas ajudam ainda mais com o processo. Então, neste post, mostrarei como instalar o Homebrew no Ubuntu 20.04, Debian 10 e derivados.

Como instalar o Homebrew no Ubuntu 20.04, Debian 10 e derivadosComo instalar o Homebrew no Ubuntu 20.04, Debian 10 e derivados

O APT é o gerenciador de pacotes do Debian e Ubuntu. É um dos mais antigos e serve para instalar e desinstalar pacotes dos repositórios adicionados ao sistema. Claro, essa não é a única coisa para a qual ele serve, mas é a mais básica.

No entanto, há outro que pode ajudar a complementá-lo.

O Homebrew é um gerenciador de pacotes CLI que executa as mesmas operações, mas não a partir dos repositórios do sistema.

Isso expande ainda mais a quantidade de programas e pacotes disponíveis. Um exemplo disso é que, através do Homebrew, podemos ter a versão estável mais recente do wget.

O projeto foi inicialmente destinado ao macOS como um complemento à loja oficial de aplicativos.

Isso nos permite instalar outros aplicativos apenas executando um comando. Algo que muitos usuários deste sistema apreciam. No entanto, também possui uma versão para Linux fácil de instalar e usar.

O Homebrew instala os programas em /usr/local e, em seguida, cria um link simbólico para a pasta binária. Isso significa que ele não requer sudo e não afeta o sistema.

Como instalar o Homebrew no Ubuntu 20.04, Debian 10 e derivados

É bastante simples instalar o Homebrew no Debian e no Ubuntu. E existem até vários métodos.

   

No entanto, o recomendado pelo site do projeto é aquele que baixa um script e faz tudo.

Então, para instalar o Homebrew no Ubuntu 20.04, Debian 10 e derivados, você deve fazer o seguinte:

Passo 1. Abra um terminal;
Passo 2. Antes de começarmos, instalaremos alguns pacotes básicos de compilação. Provavelmente alguns já estão instalados, mas é melhor ter certeza;

sudo apt-get install build-essential curl file git

Passo 3. Agora podemos iniciar a instalação com o seguinte comando;

/bin/bash -c "$(curl -fsSL https://raw.githubusercontent.com/Homebrew/install/master/install.sh)"

Passo 4. O comando acima baixa o script de instalação usando curl e depois o executa. Inicialmente, você verá uma lista de alterações e, depois de pressionar Enter, a instalação começará. No final, se tudo correu bem, você verá uma mensagem.
Passo 5. Após a conclusão da instalação, é hora de disponibilizar o programa no sistema. Para fazer isso, execute estes comandos;

test -d ~/.linuxbrew && eval $(~/.linuxbrew/bin/brew shellenv)
test -d /home/linuxbrew/.linuxbrew && eval $(/home/linuxbrew/.linuxbrew/bin/brew shellenv)
test -r ~/.bash_profile && echo "eval" ($(brew --prefix)/bin/brew shellenv)" >>~/.bash_profile
echo "eval $($(brew --prefix)/bin/brew shellenv)" >>~/.profile

Passo 6. Uma vez executados, estão prontos. Podemos usar o Homebrew agora. Para saber se o Homebrew está instalado corretamente, podemos instalar o pacote de teste chamado hello;

brew install hello

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Wine-Staging 5.18 lançado com correção para Microsoft Flight Simulator e mais

Foi lançado o Wine-Staging 5.18 com correção para Microsoft Flight Simulator, perfil de cor sRGB e mais outros recursos. Confira todas as novidades e veja como instalar no Linux.

Wine Staging é uma versão do Wine que fornece correções de bugs e recursos que ainda não estão disponíveis em versões regulares do Wine.

Com ele, os usuários tem acesso aos novos recursos do Wine bem antes da maioria das pessoas.

O Wine Staging era conhecido como Wine Compholio e foi inicialmente criado para o Pipelight, um projeto que levava o Silverlight e outros plugins feitos apenas para o Windows, para navegadores web do Linux.

Agora, foi anunciado o lançamento Wine-Staging 5.18 como o mais recente instantâneo de desenvolvimento quinzenal.

Novidades do Wine-Staging 5.18

Wine-Staging 5.18 lançado com correção para Microsoft Flight Simulator e maisWine-Staging 5.18 lançado com correção para Microsoft Flight Simulator e mais
O Wine-Staging 5.18 está chegando mais leve do que seus predecessores, já que se reduziu a apenas 615 patches graças a vários patches em torno do MSXML3, NTDLL, XACTEngine e outros abrindo caminho para a base de código upstream do Wine. Mas também há uma nova funcionalidade no Wine-Staging 5.18, incluindo:
  • Suporte inicial ao perfil de cores sRGB, ao abordar um bug de seis anos em torno de alguns aplicativos que precisam de suporte de espaço de cores sRGB. Isso ajuda, por exemplo, o Microsoft Office 2007/2010 com suporte à exportação de PDF.
  • Nos últimos lançamentos do Wine-Staging, vimos trabalho para colocar o Microsoft Flight Simulator (2020) em funcionamento no Linux. O mais recente no Wine-Staging 5.18 é adicionar a DLL Windows.Globalization para evitar uma tela preta e travar com o simulador de vôo.
  • DLLs XACTEngine adicionadas para ajudar jogadores como Roller Coaster Rampage, Supreme Commander, Two Worlds Epic Edition, Supreme Commander Forged Alliance e, presumivelmente, outros jogos também.

Para saber mais sobre essa versão do Wine-Staging, acesse a nota de lançamento.

Como instalar ou atualizar o Wine-Staging 5.6

Aqueles com bastante tempo de mão enquanto se isolam, podem iniciar o Wine ou o Wine-Staging do WineHQ.org para desfrutar de aplicativos e jogos do Windows no Linux.

Para instalar a versão mais recente do Wine-Staging nas principais distribuições Linux, use esse tutorial:
Experimente os novos recursos do Wine mais rápido com Wine Staging no Ubuntu, Debian, Mint e Fedora

O que está sendo falado no blog

Veja mais artigos publicados neste dia…
   

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Como instalar o navegador Falkon no Linux (antigo QupZilla)

Se você gostava do QupZilla e quer usá-lo, mesmo depois dele ter mudado de nome, veja como instalar o navegador Falkon no Linux.

O navegador anteriormente conhecido como QupZilla ganhou um nome melhor (Falkon) e uma nova casa, o KDE. Isso traz uma navegação web de qualidade de volta ao software KDE nativo, pela primeira vez em alguns anos.

Como instalar o navegador Falkon no Linux (antigo QupZilla)Como instalar o navegador Falkon no Linux (antigo QupZilla)

O novo navegador usa QtWebEngine e oferece uma experiência agradável e a integração com todas as partes do ambiente Plasma.

A distribuição que traz a última versão do ambiente KDE, o KDE Neon, está adotando pacotes Snap como seu formato de empacotamento.

E com o Falkon agora sob os auspícios do KDE, sua chegada como um aplicativo Snap, era apenas uma questão de tempo. E o tempo é agora.

Falkon é um modesto pacote com o tamanho de 3,2 MB, já que a maior parte do seu tamanho total é fornecido pelo framework KDE. Abaixo, você verá com instalar esse novo navegador em seu sistema.

Para saber mais sobre essa versão do programa, clique nesse link.

Como instalar o navegador Falkon no Linux

Para instalar o navegador Falkon no Linux, use um dos procedimentos abaixo.

Como instalar o navegador Falkon no Linux via Flatpak

Para instalar o navegador Falkon no Linux via Flatpak você precisa ter o suporte a essa tecnologia instalado em seu sistema. Se não tiver, use o tutorial abaixo para instalar:

Como instalar o suporte a Flatpak no Linux

   

Depois, você pode instalar o navegador Falkon no Linux via Flatpak, fazendo o seguinte:
Passo 1. Abra um terminal;
Passo 2. Use os comandos abaixo para instalar o programa via Flatpak. Tenha paciência, pois muitas vezes pode demorar vários minutos para que o Flatpak faça o download de tudo o que precisa;

flatpak remote-add --if-not-exists flathub https://flathub.org/repo/flathub.flatpakrepo
flatpak remote-add --if-not-exists kdeapps --from https://distribute.kde.org/kdeapps.flatpakrepo

Como instalar o navegador Falkon no Linux via arquivo AppImage

Para instalar o navegador Falkon no Linux via arquivo AppImage, você deve fazer o seguinte:

Passo 1. Abra um terminal (No Unity, use o Dash ou pressionando as teclas CTRL+ALT+T);
Passo 2. Confira se o seu sistema é de 32 bits ou 64 bits, para isso, use o seguinte comando no terminal:

uname -m

Passo 3. Se seu sistema é de 64 bits, use o comando abaixo para baixar o programa. Se o link estiver desatualizado, acesse essa página, baixe a última versão e salve-o com o nome falkon.appimage:

wget https://download.kde.org/stable/falkon/3.0.1/Falkon-3.0.1.AppImage -O falkon.appimage

Passo 4. Dê permissão de execução para o arquivo baixado;

chmod +x falkon.appimage

Passo 5. Agora instale o programa com o comando;

sudo ./falkon.appimage

Passo 6. Quando você inicia o arquivo pela primeira vez, será perguntado se deseja integrar o programa com o sistema. Clique em “Yes” (Sim) se quiser integrá-lo ou clique em “No” (Não), se não quiser. Se você escolher Sim, o iniciador do programa será adicionado ao menu de aplicativos e ícones de instalação. Se você escolher “No”, sempre terá que iniciá-lo clicando duas vezes no arquivo AppImage.

Se você quiser integrar melhor esse programa no seu sistema, instale o AppImageLauncher, usando esse tutorial:
Como instalar o integrador AppImageLauncher no Linux

Como instalar a versão mais recente do navegador Falkon no Linux em distros que suportam Snap

Para instalar o navegador Falkon no Linux via Snap você precisa ter o suporte a essa tecnologia instalado em seu sistema. Se não tiver, use o tutorial abaixo para instalar:

Como instalar o suporte a pacotes Snap no Linux

Depois, você pode instalar o navegador Falkon no Linux via Snap, fazendo o seguinte:

Passo 1. Abra um terminal;
Passo 2. Se você usa o KDE Neon, e ele está atualizado, você deve ter o Kpl da plataforma KDE Framework já instalado. Se você não estiver usando o KDE Neon, ou está usando uma máquina sem o KDE, você pode instalar o snap da plataforma KDE usando este comando:

sudo snap install kde-frameworks-5

Passo 3. Instale a versão mais recente do navegador Falkon, usando esse comando:

sudo snap install falkon --edge

Passo 4. Mais tarde, se você precisar atualizar o snap do navegador Falkon no Linux, use:

sudo snap refresh falkon

Passo 5. Depois, se for necessário, desinstale o programa, usando o comando abaixo;

sudo snap remove falkon

Pronto! Agora, você pode iniciar o programa no menu Aplicativos/Dash/Atividades ou qualquer outro lançador de aplicativos da sua distro, ou digite falkon ou em um terminal, seguido da tecla TAB.

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Touchégg 2 lançado após uma revisão completa feita pelo seu desenvolvedor

Depois de fazer uma revisão completa e atualizar partes importantes de seu aplicativo, José Expósito anunciou o lançamento do Touchégg 2. Confira as novidades.

Se você já usou o Macbook, deve saber o quão impressionante é seu trackpad multitoque. Usando uma combinação de gestos com os dedos, você pode realizar várias ações úteis.

Mas, no caso do Linux, você pode perdê-lo em seu laptop, pois apenas as principais distros do Linux como o Ubuntu são totalmente certificadas por fabricantes OEM. No entanto, você ainda pode transformar seu touchpad normal em um semelhante ao Mac usando um aplicativo chamado Touchégg.

Touchégg é um antigo aplicativo reconhecedor de gestos multitoque para Linux lançado em 2011 por José Expósito. Ele é executado em segundo plano e transforma os gestos feitos no touchpad em ações visíveis na área de trabalho.

Por exemplo, você pode deslizar para cima com 3 dedos para maximizar uma janela ou deslizar para a esquerda com 4 dedos para alternar para a próxima área de trabalho. Outras ações e gestos também estão disponíveis e você também pode configurar.

Por anos, ele continuou a funcionar em todos os ambientes de desktop. No entanto, como o desktop Linux avançou muito, o Touchégg não funciona em ambientes de desktop usando tecnologias modernas como o Wayland compositor.

Agora, Jose revisou reescreveu completamente a versão antiga e lançou uma nova versão 2.0.0 após mais de anos de intervalo.

Novidades do Touchégg 2

Touchégg 2 lançado após uma revisão completa feita pelo seu desenvolvedorTouchégg 2 lançado após uma revisão completa feita pelo seu desenvolvedor
Esse novo lançamento visa tornar o aplicativo compatível com novas pilhas de tecnologia incorporadas no GNOME, KDE e outros desktops.

Agora você experimentará animações mais suaves que seguem seus dedos, como esta animação maximizada. Além disso, a v2.0 adicionou suporte para drivers libinput para fazer o aplicativo funcionar para ambientes de desktop baseados em Wayland compositor e libinput.

   

Posteriormente, você pode usar o novo Swipe executado movendo três ou mais dedos de forma síncrona na mesma direção e gestos de pinça localizando dois ou mais dedos no touchpad.

Aqui está uma lista de todas as ações disponíveis que o Touchegg v2.0 permite realizar:

  • Maximize ou restaure uma janela (MAXIMIZE_RESTORE_WINDOW);
  • Minimize uma janela (MINIMIZE_WINDOW);
  • Tile / snap uma viúva (TILE_WINDOW);
  • Fechar uma janela (CLOSE_WINDOW);
  • Alternar desktops / espaços de trabalho (CHANGE_DESKTOP);
  • Mostrar área de trabalho (SHOW_DESKTOP);
  • Atalho de teclado (SEND_KEYS);
  • Execute um comando (RUN_COMMAND).

Por último, para melhor compatibilidade com todos os ambientes de desktop, Touchegg v2.0.0 removeu a dependência da biblioteca Qt.

Para saber mais sobre essa versão do Touchégg, acesse a nota de lançamento.

Como instalar ou atualizar o Touchégg 2

Para instalar a versão mais recente do Touchégg nas principais distribuições Linux, use esse tutorial:
Como instalar o gerenciador de gestos Multi-Touch Touchégg no Linux

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Mac OS 8 no Linux? Agora você pode executar usando o macintosh.js

Quer rodar o Mac OS 8 no Linux? Agora você pode executar usando o macintosh.js. Conheça melhor esse aplicativo e veja como instalar no Linux.

Se ficar em casa por muito tempo se torna muito chato, que tal executar algum software antigo no seu PC Linux para ter uma ideia do software com o qual costumávamos trabalhar nos anos 90? E que tal executar o Mac OS 8 no Linux?

Mac OS 8 no Linux? Agora você pode executar usando o macintosh.js

Mac OS 8 no Linux? Agora você pode executar usando o macintosh.jsMac OS 8 no Linux? Agora você pode executar usando o macintosh.js
Acontece que um aplicativo Electron lançado pelo desenvolvedor Felix Rieseberg nos permite instalar o Mac OS 8 em praticamente qualquer computador Windows, Linux ou Mac, e a página GitHub do projeto garante que você terá a experiência completa.

Sim. Tendo entregue uma versão do Windows 95 baseada em Electron em 2018, Felix está de volta com um novo pacote de máquina virtual (e um novo pedido de desculpas por criá-lo em primeiro lugar).

No macintosh.js, Felix coloca o antigo sistema Mac OS 8 da Apple nas mãos das massas. O feito técnico é possível graças ao JavaScript e à estrutura de criação de aplicativos favorita de todos, Electron.

Estamos falando de um Macintosh Quadra de 1991, com a máquina virtual emulando o SO rodando em uma CPU da Motorola, que é a que a própria Apple usou em seus computadores antes de fazer a migração para o PowerPC.

O aplicativo vem equipado com alguns dos aplicativos que os usuários mais gostaram há quase 30 anos, incluindo o Internet Explorer e o Netscape, embora não seja preciso dizer que nenhum deles funcionaria para navegar na Web, dada a tecnologia antiga disponível nele.

O desenvolvedor ainda enfatiza que você não seria capaz de abrir o Google, mas ainda é uma maneira bem interessante de ver quanto tempo o mundo do navegador dura desde os anos 90.

Ele explica que:

“Você encontrará vários jogos e demos pré-instalados, graças a um antigo CD de demonstração do MacWorld de 1997. Ou seja, Oregon Trail, Duke Nukem 3D, Civilization II, Alley 19 Bowling, Damage Incorporated e Dungeons & Dragons.”

“Também existem vários aplicativos e avaliações pré-instalados, incluindo Photoshop 3, Premiere 4, Illustrator 5.5, StuffIt Expander, Kit de construção de páginas Web da Apple e muito mais.”

É claro que não é preciso dizer que isso nada mais é do que um projeto divertido que permite que você experimente as primeiras versões do Mac, por isso não deve, de forma alguma, “fazer algo sério com isso”, como o próprio desenvolvedor explica.

   

Você pode encontrar detalhes completos na página do projeto no GitHub.

Como instalar o macintosh.js no Linux Ubuntu, Debian e derivados para rodar o Mac OS 8 no Linux

Quem quiser instalar o macintosh.js no Linux Ubuntu, Debian e outros sistemas que suportam arquivos .deb, deve fazer o seguinte:

Passo 1. Abra um terminal;
Passo 2. Confira se o seu sistema é de 32 bits ou 64 bits, para isso, use o seguinte comando no terminal:

uname -m

Passo 3. Se seu sistema é de 64 bits, use o comando abaixo para baixar o programa. Se o link estiver desatualizado, acesse essa página, baixe a última versão e salve-o com o nome macintosh.deb:

wget https://github.com/felixrieseberg/macintosh.js/releases/download/v1.0.6/macintosh.js_1.0.6_amd64.deb -O macintosh.deb

Passo 4. Agora instale o programa com os comandos abaixo:

sudo dpkg -i macintosh.deb
sudo apt-get install -f

Passo 5. Se preferir, use o comando abaixo para instalar o programa;

sudo apt install ./macintosh.deb

Passo 6. Depois, se precisar desinstalar o programa, use esse comando:

sudo apt-get remove macintosh*

Como instalar o programa no Linux Fedora, OpenSUse, CentOS e derivados para rodar o Mac OS 8 no Linux

Quem quiser instalar o programa no Linux Fedora, OpenSUse, CentOS e outros sistemas que suportam arquivos .rpm, tem de fazer o seguinte:

Passo 1. Abra um terminal;
Passo 2. Confira se o seu sistema é de 32 bits ou 64 bits, para isso, use o seguinte comando no terminal:

uname -m

Passo 3. Se seu sistema é de 64 bits, use o comando abaixo para baixar o programa. Se o link estiver desatualizado, acesse essa página, baixe a última versão e salve-o com o nome macintosh.rpm:

wget https://github.com/felixrieseberg/macintosh.js/releases/download/v1.0.6/macintosh.js-1.0.6-1.x86_64.rpm -O macintosh.rpm

Passo 4. Para instalar em um openSUSE ou um de seus derivados, use o comando abaixo:

sudo zypper install macintosh.rpm

Passo 5. Para instalar em um Fedora, RedHat e seus derivados, use o comando abaixo:

sudo yum localinstall macintosh.rpm

ou

sudo dnf install macintosh.rpm

Passo 6. Para instalar o programa na maioria das distro com suporte a arquivos RPM, use o comando:

sudo rpm -i macintosh.rpm

Passo 7. Depois, se precisar desinstalar o programa, use esse comando:

sudo rpm -e macintosh*

Pronto! Agora, quando quiser iniciar o programa, digite macintosh em um terminal (seguido da tecla TAB), ou clicando no ícone dele ou menu de aplicativos do sistema.

Esta versão do Mac OS 8 de uso gratuito, mas não me pergunte se é executado como um campeão no Windows, macOS e Linux (eu testei apenas no último).

Ele é executado como um aplicativo independente que é inicializado diretamente no sistema operacional, ou seja, não há necessidade de se preocupar com instaladores, partições ou caixas de diálogo de configuração).

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Como instalar o gerenciador de gestos Multi-Touch Touchégg no Linux

Se você quer usar o trackpad multitoque no seu PC com o sistema do pinguim, conheça e veja como instalar o gerenciador de gestos Multi-Touch Touchégg no Linux.

Se você já usou o Macbook, deve saber o quão impressionante é seu trackpad multitoque. Usando uma combinação de gestos com os dedos, você pode realizar várias ações úteis.

Mas, no caso do Linux, você pode perdê-lo em seu laptop, pois apenas as principais distros do Linux como o Ubuntu são totalmente certificadas por fabricantes OEM.

No entanto, você ainda pode transformar seu touchpad normal em um semelhante ao Mac usando um aplicativo chamado Touchégg.

Touchégg é um antigo aplicativo reconhecedor de gestos multitoque para Linux lançado em 2011 por José Expósito. Ele é executado em segundo plano e transforma os gestos feitos no touchpad em ações visíveis na área de trabalho.

Como instalar o gerenciador de gestos Multi-Touch Touchégg no Linux Ubuntu, Debian e derivados

Como instalar o gerenciador de gestos Multi-Touch Touchégg no LinuxComo instalar o gerenciador de gestos Multi-Touch Touchégg no Linux
Para instalar o gerenciador de gestos Multi-Touch Touchégg no Linux, use um dos procedimentos abaixo.

Como instalar o gerenciador de gestos Multi-Touch Touchégg no Linux Ubuntu, Debian e derivados

Quem quiser instalar o gerenciador de gestos Multi-Touch Touchégg no Linux Ubuntu, Debian e outros sistemas que suportam arquivos .deb, deve fazer o seguinte:

Passo 1. Abra um terminal;
Passo 2. Confira se o seu sistema é de 32 bits ou 64 bits, para isso, use o seguinte comando no terminal:

uname -m

Passo 3. Se seu sistema é de 64 bits, use o comando abaixo para baixar o programa. Se o link estiver desatualizado, acesse essa página, baixe a última versão e salve-o com o nome touchegg.deb:

wget https://github.com/JoseExposito/touchegg/releases/download/2.0.0/touchegg_2.0.0_amd64.deb.deb -O touchegg.deb

Passo 4. Agora instale o programa com os comandos abaixo:

   
sudo dpkg -i touchegg.deb
sudo apt-get install -f

Passo 5. Se preferir, use o comando abaixo para instalar o programa;

sudo apt install ./touchegg.deb

Passo 6. Depois, se precisar desinstalar o programa, use esse comando:

sudo apt-get remove touchegg*

Como instalar o erenciador de gestos Multi-Touch Touchégg no Linux Fedora, OpenSUse, CentOS e derivados

Quem quiser instalar o erenciador de gestos Multi-Touch Touchégg no Linux Fedora, OpenSUse, CentOS e outros sistemas que suportam arquivos .rpm, tem de fazer o seguinte:

Passo 1. Abra um terminal;
Passo 2. Confira se o seu sistema é de 32 bits ou 64 bits, para isso, use o seguinte comando no terminal:

uname -m

Passo 3. Se seu sistema é de 64 bits, use o comando abaixo para baixar o programa. Se o link estiver desatualizado, acesse essa página, baixe a última versão e salve-o com o nome touchegg.rpm:

wget https://github.com/JoseExposito/touchegg/releases/download/2.0.0/touchegg-2.0.0-1.x86_64.rpm -O touchegg.rpm

Passo 4. Para instalar em um openSUSE ou um de seus derivados, use o comando abaixo:

sudo zypper install touchegg.rpm

Passo 5. Para instalar em um Fedora, RedHat e seus derivados, use o comando abaixo:

sudo yum localinstall touchegg.rpm

ou

sudo dnf install touchegg.rpm

Passo 6. Para instalar o programa na maioria das distro com suporte a arquivos RPM, use o comando:

sudo rpm -i touchegg.rpm

Passo 7. Depois, se precisar desinstalar o programa, use esse comando:

sudo rpm -e programa*

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Google Meet limitará o tempo das contas gratuitas após 30 de setembro

Depois de oferecer mais completo desde abril, infelizmente, o Google Meet limitará o tempo das contas gratuitas após 30 de setembro.

Em abril, o Google tornou o Google Meet totalmente gratuito para todos os usuários até 30 de setembro. Essa mudança veio em resposta ao crescimento cintilante de seu rival, Zoom, em um curto espaço de tempo (por causa da do isolamento social causado pela pandemia).

À medida que nos aproximamos do fim do período gratuito do Meet, o gigante da tecnologia parece decidido a seguir o cronograma original, o que significa que haverá um limite de tempo para o plano gratuito em um futuro próximo.

Google Meet limitará o tempo das contas gratuitas após 30 de setembro

Google Meet limitará o tempo das contas gratuitas após 30 de setembroGoogle Meet limitará o tempo das contas gratuitas após 30 de setembro
Desde o anúncio do Google, o Meet permitiu que os titulares de contas gratuitas usassem o serviço com até 100 participantes simultâneos sem qualquer restrição de tempo.

O fornecimento de recursos completos, juntamente com um número crescente de pessoas mudando para trabalho remoto e aulas on-line, viu a base de usuários do Google Meet crescer aos trancos e barrancos em pouco tempo.

No entanto, o serviço em breve estabelecerá um limite de tempo de 60 minutos para usuários do plano gratuito após 30 de setembro. Além do Google Meet, GSuite e GSuite for Education, os usuários também perderão o acesso a recursos avançados do plano gratuito.

Recursos como salvar videoconferências no Google Drive e transmissão ao vivo para mais de 100 mil espectadores no mesmo domínio estarão disponíveis apenas para usuários pagos, a partir de outubro.

Um porta-voz do Google teria dito ao The Verge:

“Não temos nada a comunicar sobre as alterações na promoção e recursos avançados que expiram … Se isso mudar, avisaremos você.”

Pode-se inferir da declaração que não há mudança nos planos do gigante da tecnologia a partir de agora, e é mais provável que o acesso total gratuito ao Google Meet e outros serviços terminará na data programada.

O limite de tempo de 60 minutos para contas gratuitas do Google Meet certamente afetaria os gerentes que gostam de longas reuniões de equipe e os professores que estão acostumados a tomar seu tempo em palestras on-line – as pessoas que o usam para conferências com menos de uma hora notariam diferença virtualmente zero.

   

Você confia no Google Meet para trabalho ou escola? Você acha que o novo limite de tempo é suficiente para suas necessidades? Conte-nos nos comentários abaixo.

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Swift System agora é código aberto e suporta o Linux

A Apple informou que o Swift System agora é código aberto e que ele recebeu suporte ao Linux. Confira os detalhes dessa importante mudança.

A Swift é uma linguagem de programação desenvolvida pela Apple para desenvolvimento no iOS, macOS, watchOS, tvOS e Linux. Ela foi desenvolvida para manter compatibilidade com a API Cocoa e com código existente em Objective-C.

Em junho deste ano, os engenheiros da Apple lançaram o Swift System – uma nova biblioteca para fazer interface com tipos de moeda de baixo nível e chamadas de sistema.

Agora, a Apple abriu o código-fonte do Swift System e também adicionou suporte para Linux.

Swift System agora é código aberto e suporta o Linux

Swift System agora é código aberto e suporta o LinuxSwift System agora é código aberto e suporta o Linux
A ideia por trás do Swift System é apresentar uma solução completa para interfaces de sistema de baixo nível para todas as plataformas Swift suportadas. Então, vamos verificar o que há de novo nele:

Deixando interfaces C importadas para trás

A maioria dos sistemas operacionais que usamos hoje trabalha com suporte a algum tipo de interface de sistema escrita em C e tem permanecido a mesma por décadas.

Essas APIs podem ser usadas diretamente do Swift, mas essas interfaces de sistema com tipos fracos importados de C são propensas a erros e não gerenciáveis.

Por exemplo, em sistemas operacionais semelhantes ao UNIX, como Linux e SO da Apple, as funções mal digitadas têm vários contras e não conseguem utilizar a expressividade e segurança de tipo que se pode encontrar no Swift.

Apresentando interfaces idiomáticas Swift

O módulo Swift System apresenta vários recursos de linguagem para melhorar a expressividade e reduzir as chances de erro. Por exemplo, o System define a chamada de sistema aberta como uma função estática com argumentos padrão no namespace FileDescriptor:
imagem

Ao comparar esta versão com a versão original em C, você pode detectar diferenças significativas, como:

   

O sistema usa estruturas representáveis ​​brutas e conjuntos de opções. Esses tipos fortes ajudam a identificar erros em tempo de compilação e são mais fáceis de converter de e para os tipos C mais fracos.

Os erros são lançados usando o mecanismo de linguagem padrão e não podem ser perdidos.

FilePath é um pacote de bytes gerenciado e terminado em nulo que está em conformidade com ExpressibleByStringLiteral – muito mais seguro de se trabalhar do que um UnsafePointer .

É importante observar que System não é uma plataforma cruzada, mas uma biblioteca multiplataforma. Ele fornece um conjunto separado de APIs e comportamentos em cada plataforma com suporte, que reflete de perto as interfaces subjacentes do sistema operacional.

Portanto, uma única importação puxará as interfaces da plataforma nativa específicas para o sistema operacional que você escolher.

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Como instalar o gerenciador de papel de parede Korembi no Ubuntu

Se você quer colocar incríveis papéis de parede em seu desktop, conheça e veja como instalar o gerenciador de papel de parede Korembi no Ubuntu, Debian e derivados.

Komorebi é um gerenciador de papel de parede bonito e personalizável que vem com seu próprio conjunto de imagens, que vão desde fundos com efeito paralaxe até papéis de parede com gradient, que podem ser personalizados a qualquer momento.

Como instalar o gerenciador de papel de parede Korembi no UbuntuComo instalar o gerenciador de papel de parede Korembi no Ubuntu

Uma das mudanças mais notáveis ​​na última versão é o criador de papel de parede incorporado, que você pode acessar a qualquer momento, através do seu iniciador de aplicativos preferido.

Principais características do gerenciador de papel de parede Korembi:

  • Permite Animar papéis de parede em intervalos de tempo;
  • Possui um criador de papel de parede incorporado;
  • Permite exibir informações básicas do sistema (por exemplo, RAM e estatísticas da CPU) e hora e data;
  • Possui um menu universal acessível por duplo toque em qualquer lugar no papel de parede;
  • Suporte para wallpapers de vídeo;
  • Opção para ajustar o tamanho da fonte, espaçamento e etc.

Como instalar o gerenciador de papel de parede Korembi no Linux Ubuntu, Debian e derivados

Quem quiser instalar o programa no Linux Ubuntu, Debian e outros sistemas que suportam arquivos .deb, deve fazer o seguinte:

Passo 1. Abra um terminal;
Passo 2. Confira se o seu sistema é de 32 bits ou 64 bits, para isso, use o seguinte comando no terminal:

uname -m

Passo 3. Se seu sistema é de 32 bits, use o comando abaixo para baixar o programa. Se o link estiver desatualizado, acesse essa página, baixe a última versão e salve-o com o nome komorebi.deb:

wget https://github.com/iabem97/komorebi/releases/download/0.9.2/Komorebi.for.32-bit.deb -O komorebi.deb

Passo 4. Se seu sistema é de 64 bits, use o comando abaixo para baixar o programa. Se o link estiver desatualizado, acesse essa página, baixe a última versão e salve-o com o nome komorebi.deb:

wget https://github.com/cheesecakeufo/komorebi/releases/download/v2.1/komorebi-2.1-64-bit.deb -O komorebi.deb

Passo 5. Agora instale o programa com os comandos abaixo:

sudo dpkg -i komorebi.deb
sudo apt-get install -f

Passo 6. Se preferir, use o comando abaixo para instalar o programa;

   
sudo apt install ./komorebi.deb

Pronto! Agora, quando quiser iniciar o programa, digite komorebi em um terminal (seguido da tecla TAB), ou clicando no ícone dele ou menu de aplicativos do sistema.

Desinstalando o gerenciador de papel de parede Korembi no Ubuntu e derivados

Para desinstalar o gerenciador de papel de parede Korembi no Ubuntu e derivados, faça o seguinte:

Passo 1. Abra um terminal;
Passo 2. Desinstale o programa, usando os comandos abaixo;

sudo apt-get remove komorebi* --auto-remove

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Como instalar o Moskotcho Password Generator no Linux via Snap

Se você quer aumentar a segurança de suas senhas, conheça e veja como instalar o Moskotcho Password Generator no Linux via Snap.

Não existe coisa mais chata do que criar senha, não é mesmo? Felizmente, existem aplicativos para fazer isso por nós.

Moskotcho Password Generator é um aplicativo de código aberto para gerar senhas aleatórias e seguras.

Como instalar o Moskotcho Password Generator no Linux via SnapComo instalar o Moskotcho Password Generator no Linux via Snap

Pelo Moskotcho Password Generator, você pode gerar senhas aleatórias e seguras. Você pode escolher o tamanho da senha, personalizar o conteúdo (minúsculas, maiúsculas, números e símbolos).

E com o procedimento abaixo, você verá com instalar esse procedimento abaixo, você poderá ter e usar esse importante aplicativo no Linux.

Como instalar o Moskotcho Password Generator no Linux via Snap em distros que suportam a tecnologia

Para instalar o Moskotcho Password Generator via Snap você precisa ter o suporte a essa tecnologia instalado em seu sistema. Se não tiver, use o tutorial abaixo para instalar:

Como instalar o suporte a pacotes Snap no Linux

Depois, você pode instalar o Moskotcho Password Generator via Snap, fazendo o seguinte:

Passo 1. Abra um terminal;
Passo 2. Instale a versão estável do programa, usando esse comando:

sudo snap install moskotcho-password-generator

Passo 3. Mais tarde, se você precisar atualizar o programa, use:

   
sudo snap refresh moskotcho-password-generator

Pronto! Agora, você pode iniciar o programa no menu Aplicativos/Dash/Atividades ou qualquer outro lançador de aplicativos da sua distro, ou digite moskotcho ou em um terminal, seguido da tecla TAB.

Como desinstalar o Moskotcho Password Generator no Linux via Snap em distros que suportam a tecnologia

Para desinstalar o Moskotcho Password Generator via Snap, fazendo o seguinte:

Passo 1. Abra um terminal;
Passo 2. Depois, se for necessário, desinstale o programa, usando o comando abaixo;

sudo snap remove moskotcho-password-generator

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Como instalar o incrível tema Mac OS X Leopard no Linux

Se você gostava do visual do Mac OS X 10.5 e quer experimentá-lo no sistema do pinguim, veja como instalar o incrível tema Mac OS X Leopard no Linux.

Mac OS X Leopard (versão 10.5) é o sexto lançamento do Mac OS X, da Apple, um sistema operacional para desktop e servidor para computadores Macintosh.

Como instalar o incrível tema Mac OS X Leopard no LinuxComo instalar o incrível tema Mac OS X Leopard no Linux

Essa versão do Mac OS foi lançada no dia 26 de outubro de 2007 como o sucessor do Tiger (versão 10.4). O Leopard adicionou granito à já elegante interface Aqua.

Com o tema Mac OS X Leopard você poderá deixar seu sistema com o mesma aparência do Mac OS X 10.5, e experimentar um pouco a experiência visual dessa versão do Mac.

Este tema é compatível com os ambientes Unity, GNOME, Cinnamon, Pantheon e Xfce, ficando muito bonito neste último.

Instalando o tema Mac OS X Leopard no Linux

Para instalar o tema Mac OS X Leopard no Linux, faça o seguinte:

Passo 1. Abra um terminal;
Passo 2. Baixe o tema com o seguinte comando:

wget https://github.com/B00merang-Project/OS-X-Leopard/archive/master.zip

Passo 3. Se você quiser instalar o tema apenas para o seu usuário, use o comando abaixo para descompactar o arquivo baixado na sua pasta de temas:

unzip master.zip -d .themes/

Passo 4. Se você quiser instalar o tema para todos os usuários, use o comando abaixo para descompactar o arquivo baixado na pasta de temas do sistema:

sudo unzip master.zip -d /usr/share/themes/

Depois de instalar, você pode usar o comando gsettings set org.gnome.desktop.interface gtk-theme "OS-X-Leopard-master" ou os utilitários Unity Tweak Tool, Gnome-tweak-tool ou Ubuntu-Tweak, para mudar o tema.

   

Ou, use este tutorial:

Como mudar o tema e conjunto de ícones padrão do Ubuntu.

Desinstalando o tema Mac OS X Leopard no Linux

Para desinstalar o tema Mac OS X Leopard, faça o seguinte:

Passo 1. Abra um terminal;
Passo 3. Se você instalou o tema apenas para o seu usuário, use o comando abaixo para apagar a pasta dele dentro da sua pasta de temas:

rm -Rf .themes/OS-X-Leopard-master/

Passo 3. Se você instalou o tema para todos os usuários, use o comando abaixo para apagar a pasta dele dentro da pasta de temas do sistema:

sudo rm -Rf /usr/share/themes/OS-X-Leopard-master/

Para voltar ao estado anterior, você pode usar o comando gsettings set org.gnome.desktop.interface gtk-theme "Radiance" ou os utilitários Unity Tweak Tool, Gnome-tweak-tool ou Ubuntu-Tweak, para mudar o tema.

Ou, use este tutorial:

Como mudar o tema e conjunto de ícones padrão do Ubuntu.

Veja também

Se você não quer mexer com temas, mas procura por uma distro com visual parecido com o do macOS, leia esse artigo:
Conheça algumas distribuições Linux inspiradas no macOS

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Como instalar o ambiente herbstluftwm no Ubuntu, Debian e derivados

Se você procura um ambiente gráfico simples, leve e configurável, conheça e veja como instalar o ambiente herbstluftwm no Ubuntu, Debian e derivados.

herbstluftwm é um gerenciador de janelas de código aberto com “tiles”, o qual você pode organizar suas telas manualmente em quadros que não se sobrepõem mutuamente.

Como instalar o ambiente herbstluftwm no Ubuntu, Debian e derivadosComo instalar o ambiente herbstluftwm no Ubuntu, Debian e derivados

Ou seja, as janelas do aplicativo serão empilhadas umas sobre as outras, em vez das típicas configurações de sobreposição de janelas.

O herbstluftwm oferece uma operação rápida e, como seu arquivo de configuração é um script que é executado na inicialização, ele é configurado em tempo de execução por meio de chamadas ipc do herbstclient.

Ele faz uso de tags (ou espaços de trabalho) que podem ser adicionados ou removidos em tempo de execução.

herbstluftwm pode parecer muito técnico se você é novo no uso de gerenciadores de janelas Linux, então não se esqueça que você sempre pode fazer referência a qualquer um dos guias disponibilizados pela equipe de herbstluftwm.

Para mais detalhes sobre o uso do herbstluftwm, consulte este tutorial.

Como instalar o ambiente herbstluftwm no Ubuntu, Debian e derivados

Para instalar o ambiente herbstluftwm no Ubuntu, Debian e derivados, você deve fazer o seguinte:

Passo 1. Abra um terminal;
Passo 2. Atualize o gerenciador de pacotes com o comando:

sudo apt-get update

Passo 3. Instale o herbstluftwm com o seguinte comando;

   
sudo apt-get install herbstluftwm

Saia da sessão atual e quando aparecer a tela de login, escolha o herbstluftwm. Entre com seu usuário e senha, e assim que o ambiente estiver na tela, comece a experimentá-lo.

Para saber como instalar o herbstluftwm em outras distribuições, consulte essa página do site oficial.

Desinstalando o ambiente herbstluftwm no Ubuntu e derivados

Para desinstalar o ambiente herbstluftwm no Ubuntu e derivados, faça o seguinte:

Passo 1. Abra um terminal;
Passo 2. Desinstale o programa, usando os comandos abaixo;

sudo apt-get install herbstluftwm --auto-remove

Veja também

Conheça também esse outro gerenciador de janelas:
Como instalar o ambiente i3 no Ubuntu, Debian e seus derivados

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Como instalar o mapeador de teclado e mouse AntiMicroX no Linux via Flatpak

Se você quer jogar no PC com comodidade, conheça e veja como instalar o mapeador de teclado e mouse AntiMicroX no Linux via Flatpak.

AntiMicroX é um programa gráfico usado para mapear botões do teclado e controles do mouse para um gamepad. Útil para jogar jogos sem suporte para gamepad.

Como instalar o mapeador de teclado e mouse AntiMicroX no Linux via FlatpakComo instalar o mapeador de teclado e mouse AntiMicroX no Linux via Flatpak

Só que mais que um programa gráfico usado para mapear as teclas do teclado e os controles do mouse para um gamepad, este programa é útil para jogar jogos de PC usando um gamepad que não possui qualquer forma de suporte de gamepad integrado.

O AntiMicroX foi inspirado no QJoyPad, mas possui recursos adicionais.

Como instalar o mapeador de teclado e mouse AntiMicroX no Linux via Flatpak

Para instalar o mapeador de teclado e mouse AntiMicroX no Linux via Flatpak você precisa ter o suporte a essa tecnologia instalado em seu sistema. Se não tiver, use o tutorial abaixo para instalar:

Como instalar o suporte a Flatpak no Linux

Depois, você pode instalar o mapeador de teclado e mouse AntiMicroX via Flatpak, fazendo o seguinte:

Passo 1. Abra um terminal;
Passo 2. Use o comando abaixo para instalar o programa via Flatpak. Tenha paciência, pois muitas vezes pode demorar vários minutos para que o Flatpak faça o download de tudo o que precisa;

flatpak install --user https://flathub.org/repo/appstream/io.github.antimicrox.antimicrox.flatpakref

Passo 3. Para atualizar o programa, quando uma nova versão estiver disponível, execute o comando:

flatpak --user update io.github.antimicrox.antimicrox

Pronto! Agora, quando quiser iniciar o programa, digite flatpak run io.github.antimicrox.antimicrox em um terminal.

   

Você também pode tentar iniciar o programa no menu Aplicativos/Dash/Atividades ou qualquer outro lançador de aplicativos da sua distro, ou digite antimicrox ou em um terminal, seguido da tecla TAB.

Como desinstalar o mapeador de teclado e mouse AntiMicroX no Linux via Flatpak

Para desinstalar o mapeador de teclado e mouse AntiMicroX no Linux via Flatpak, fazendo o seguinte:

Passo 1. Abra um terminal;
Passo 2. Desinstale o programa, usando o seguinte comando no terminal:

flatpak --user uninstall io.github.antimicrox.antimicrox

Ou

flatpak uninstall io.github.antimicrox.antimicrox

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Calibre 5 lançado com realces de texto armazenados no e-book e mais

Kovid Goyal anunciou o lançamento do Calibre 4.21 que traz com realces de texto armazenados no e-book e mais. Confira as novidades e veja como instalar no Linux.

O Calibre é um projeto de código aberto e multiplataforma, que tem como objetivo fornecer uma plataforma completa para a gestão, edição, visualização e compartilhamento de livros digitais ou como alguns chamam, ebooks.

Com o aplicativo Calibre é possível fazer o gerenciamento de livros digitais em formatos populares como ebup, CBZ, mobi, FB2 e etc, além de converter vários livros digitais e sincronizá-los no leitor de ebook e dispositivos móveis com facilidade, graças a uma interface simples e funcional

O Calibre é popular por um motivo: é poderoso e funciona no Windows, macOS e Linux. Na verdade, não há nada tão amplo ou tão caracterizado quanto o Calibre em qualquer sistema (que eu saiba).

Se você está apenas atrás de um leitor de e-books limpo e descomplicado para Linux, recomendo usar o Foliate.

Mas para qualquer outra coisa relacionada ao eBook, seja remover eBooks pagos de DRM, converter ePub em um formato diferente, editar metadados ou arte da capa, sincronizar com dispositivos populares – o Calibre está em uma classe à parte.

Agora, o criador do Calibre Kovid Goyal lançou o Calibre 5, uma nova atualização de manutenção do melhor software de gerenciamento de e-book disponível para sistemas operacionais baseados em Linux.

Novidades do Calibre 5

Calibre 5 lançado com realces de texto armazenados no e-book e maisCalibre 5 lançado com realces de texto armazenados no e-book e mais
Calibre 5.0 é a primeira versão do aplicativo a usar Python 3 totalmente. Eu entendo que isso soa como um “recurso” muito chato para destacar, mas a mudança está muito atrasada.

O suporte ao Python 3 dá ao aplicativo uma base melhor sobre a qual versões futuras podem se sustentar e garante que o aplicativo seja executado de forma segura e estável em distribuições Linux modernas.

Não que fosse um esforço fácil. Os desenvolvedores do Calibre dizem que o processo “… envolveu portar meio milhão de linhas de código Python e dezenas de milhares de linhas de código de extensão para Python 3”.

   

Por causa da porta do Python 3, você deve estar ciente de que vários plug-ins opcionais/de terceiros não funcionarão mais.

Se um plug-in não foi atualizado para funcionar com o Python 3, provavelmente não é um plug-in de alta demanda ou de uso crítico.

Você pode ver uma lista de plug-ins afetados no fórum MobileRead, de maneira confusa, os plug-ins riscados FORAM atualizados para funcionar com o Calibre 5.x, mas os não tachados não.

O visualizador de e-books integrado do Calibre agora permite adicionar texto destacado. Selecione o trecho de texto que deseja destacar e você pode adicionar uma cor de destaque, notas, sublinhados, tachado e muito mais.

Os realces são armazenados no arquivo .ePub fornecido e na biblioteca do Calibre. O aplicativo adiciona um painel separado no qual você pode visualizar todos os destaques em um determinado livro, bem como todos os destaques globalmente.

O visualizador de e-book no Calibre 5.x também oferece suporte a texto vertical e da direita para a esquerda.

Confira o changelog completo para obter mais detalhes.

Como instalar ou atualizar o Calibre 5

Você pode baixar a versão mais recente do Calibre agora mesmo no site oficial.

Os binários são fornecidos para sistemas de 32 e 64 bits, juntamente com as fontes, se você quiser compilá-lo. Obviamente, você também poderá instalar a nova versão do Calibre a partir dos repositórios de software estáveis ​​da sua distribuição favorita nos próximos dias.

Para instalar a versão mais recente do Calibre nas principais distribuições Linux, use esse tutorial:
Como instalar o gerenciador de eBooks Calibre no Linux via Flatpak
Como instalar o Calibre no Linux de um jeito simples

Os usuários do Linux também podem instalar a versão mais recente executando o seguinte comando em um terminal. Isso baixa o script de instalação oficial do Calibre que, por sua vez, busca o binário mais recente e o instala no diretório relevante:

sudo -v && wget -nv -O- https://download.calibre-ebook.com/linux-installer.sh | sudo sh /dev/stdin

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Desenvolvedor criou um DOS Subsystem For Linux (DSL)

Na contramão da atual adoção do Linux pela Microsoft via WSL, um desenvolvedor criou um DOS Subsystem For Linux (DSL), que surpreendentemente, funciona muito bem.

Essa é uma história um pouco parecida com a do surgimento do Linux, quando Linus Torvalds aproveitou suas férias e criou a base do kernel que viria a se tornar o Linux.

Coincidentemente, um desenvolvedor de Melbourne ficou entediado durante o bloqueio do coronavírus, então acabou criando um DOS Subsystem For Linux (DSL, ou subsistema DOS para Linux).

Desenvolvedor criou um DOS Subsystem For Linux (DSL)

Desenvolvedor criou um DOS Subsystem For Linux (DSL)Desenvolvedor criou um DOS Subsystem For Linux (DSL)
O desenvolvedor por trás desse DSL é Charlie Somerville, um engenheiro de software que gosta de programação de sistemas e está interessado em computação retro, especialmente quando se trata do Microsoft DOS e Windows dos anos 90.

Somerville disse ao Itnews que se inspirou no Subsistema Windows da Microsoft para Linux (WSL), então escreveu DSL para se divertir.

A princípio, ele só queria ver se conseguia fazer o Linux inicializar a partir da linha de comando do DOS. Depois que isso aconteceu, ele pensou em aumentar ainda mais o nível para ver se conseguia continuar executando o DOS depois que o Linux estivesse em execução.

“Estou surpreso com a facilidade com que tudo funciona, considerando o quão * duvidoso * é tudo haha.”, diz Somerville.

Como funciona o subsistema DOS para Linux?

O DSL é uma ferramenta que os usuários do DOS nunca tiveram até agora: um ambiente Linux integrado semelhante ao que os usuários do Windows 10 desfrutam através do Windows Subsystem for Linux (WSL).

O subsistema DOS para Linux é como uma alternativa WSL para usuários que preferem trabalhar em um ambiente MS-DOS. DSL integra um ambiente Linux real em sistemas MS-DOS, que permite aos usuários executar aplicativos DOS e Linux a partir do prompt de comando DOS.


via GIPHY

   

Para esclarecer como funciona o DSL, Somerville explicou em um tópico do Hacker News:

“Quando o DSL é chamado pela primeira vez na linha de comando, ele inicializa o kernel do Linux, que assume o controle do computador a partir do DOS.”

Agora, aqui está o truque: DSL usa um recurso de processador chamado VM8086, que permite que um sistema operacional de 32 bits execute código legado de 16 bits principalmente de forma nativa.

Esta abordagem de rodar o DOS no VM8086 é, na verdade, como funcionavam os primeiros Windows, extensores DOS, etc. O kernel do Linux também suporta VM86, embora seja em grande parte não documentado e não seja realmente usado atualmente.

O DSL então retorna ao DOS, que essencialmente foi invertido e agora está sendo executado sem saber em uma tarefa VM8086. Felizmente, o Linux não parece destruir a memória do DOS durante seu próprio processo de inicialização.

Vale ressaltar que o DSL mal consegue emular hardware como o teclado para fazer as coisas funcionarem e, assim, permitir acesso ao hardware do DOS para todo o resto.

Mas deve-se notar que rodar dois sistemas operacionais simultaneamente no mesmo hardware é extremamente frágil e inseguro, é claro. No entanto, parece funcionar surpreendentemente bem.

Esse recurso parece estar funcionando no MS-DOS 6.22 e no FreeDOS. Você pode obter mais informações sobre o DSL na página do projeto no Github.

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Samba 4.13 lançado com uma solução para a vulnerabilidade ZeroLogon

E foi lançado o Samba 4.13 com uma solução para a vulnerabilidade ZeroLogon. Confira as novidades e veja com instalar no seu sistema Linux.

Samba é um projeto que oferece uma implementação completa de um controlador de domínio e serviço Active Directory, compatível com a implementação do Windows 2000 e capaz para atender a todas as versões de clientes Windows com suporte da Microsoft, incluindo o Windows 10.

O Samba 4, é um produto servidor multifuncional, que também oferece a implementação de servidor de arquivos, serviço de impressão e servidor de autenticação (winbind).

Ele atua como um serviço oferecendo uma implementação completa de um controlador e serviço de domínio do Active Directory, compatível com a implementação do Windows 2000 e capaz de servir todas as versões dos clientes Windows compatíveis com a Microsoft, incluindo o Windows 10.

Agora, a caba de ser anunciado o lançamento da nova versão de um dos principais servidores de arquivos da atualidade, o Samba 4.13.

Novidades do Samba 4.13

Samba 4.13 lançado com uma solução para a vulnerabilidade ZeroLogonSamba 4.13 lançado com uma solução para a vulnerabilidade ZeroLogon
Samba 4.13 é uma versão em que se adiciona a solução para a vulnerabilidade detectada há poucos dias pelo ZeroLogon (CVE-2020-1472), além dos requisitos desta nova versão Python já mudou para a versão 3.6 e também outras mudanças.

Nesta nova versão do protocolo, a solução para a vulnerabilidade ZeroLogon (CVE-2020-1472) foi adicionada, o que pode permitir que um invasor obtenha direitos de administrador em um controlador de domínio em sistemas que não usam a configuração “server schannel=yes”.

Outra mudança que foi feita nesta nova versão do Samba é que os requisitos mínimos para Python foram aumentados de Python 3.5 para Python 3.6.

Embora a capacidade de construir um servidor de arquivos com Python 2 ainda seja preservada (antes de executar ./configure ‘e’ make ‘, você precisa definir a variável de ambiente ‘PYTHON=python2’), mas no próximo ramo ela será removida e Python 3.6 será necessário para a compilação.

Por outro lado, a funcionalidade “links largos = sim”, que permite aos administradores de servidor de arquivos criar links simbólicos para uma área fora da partição SMB/CIFS atual, foi movida de smbd para um módulo “vfs_widelinks” separado.

   

Atualmente, este módulo é carregado automaticamente se houver um parâmetro “wide links = yes” na configuração.

O suporte para “links largos = sim” está planejado para ser removido no futuro devido a questões de segurança, e os usuários do samba são fortemente aconselhados a usar “mount –bind” para montar partes externas do sistema de arquivos em vez de “wide links = yes”.

“Observe que os desenvolvedores do Samba recomendam alterar todas as instalações que atualmente usam “wide links = yes” para usar montagens de links o mais rápido possível, pois “links largos = sim” é uma configuração inerentemente insegura que gostaríamos de remover do Samba. . Mover o recurso para um módulo VFS permite que isso seja feito de uma forma mais limpa no futuro.”

orte ao controlador de domínio do modo clássico foi preterido. Os usuários de controladores de domínio do tipo NT4 (‘clássicos’) devem migrar para os controladores de domínio Samba Active Directory para trabalhar com clientes Windows modernos.

Os métodos de autenticação inseguros que só podem ser usados ​​com SMBv1 estão obsoletos: “logins de domínio”, “autenticação NTLMv2 bruta”, “autenticação de texto simples do cliente”, “autenticação do cliente NTLMv2”, “autenticação cliente lanman “e” uso do cliente spnego “.

Além disso, o suporte para a opção “ldap ssl ads” do smb.conf foi removido. A próxima versão deve remover a opção “canal do servidor”.

Das outras mudanças que se destacam, está a eliminação de:

  • Anúncios Ldap SSL removidos;
  • smb2 desativa a verificação da sequência de bloqueio;
  • smb2 desativar nova tentativa de quebra de bloqueio;
  • logins de domínio;
  • autenticação NTLMv2 bruta;
  • autenticação de texto simples do cliente;
  • Cliente de autenticação NTLMv2;
  • cliente de autenticação lanman;
  • Usando o cliente spnego;
  • Um canal do servidor será removido na versão 4.13.0;
  • A opção obsoleta smb.conf “ldap ssl ads” foi removida.
  • A opção obsoleta “server schannel” smb.conf provavelmente foi removida na versão final 4.13.0.

Para saber mais sobre essa versão do Samba, acesse a nota de lançamento.

Como instalar ou atualizar o Samba 4.13

Para instalar a versão mais recente do Samba nas principais distribuições Linux, apenas aguarde a atualização dele aparecer no seu sistema e execute o update.

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Última atualização:
30 de setembro de 2020, 16:07
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