27 de maio de 2017

Ultimate Edition Gamers – Uma distro para os fãs de jogos

Ultimate Edition Gamers - Uma distro para os fãs de jogos

Se você é fã de jogos, então a distribuição Ultimate Edition Gamers é a escolha certa. Conheça mais um pouco sobre ela e descubra onde baixar a distro.


Jogar no Linux tem se tornado algo cada vez mais comum e popular nos últimos anos. Para deixar isso ainda mais fácil, agora os gamers de Linux podem usar a distribuição Ultimate Edition Gamers.

Ultimate Edition Gamers - Uma distro para os fãs de jogos

Ultimate Edition Gamers – Uma distro para os fãs de jogos

Ultimate Edition Gamers oferece muitos jogos para Linux e pode até mesmo rodar jogos do Windows via Wine e PlayOnLinux. Claro, isso tem um preço: um arquivo ISO de mais de 4 GB.

Como é baseado na versão LTS do sistema operacional Ubuntu, Ultimate Edition Gamers vem com uma das maiores coleções de jogos de Linux. Além disso, a distro inclui uma versão pré-configurada do popular software XBMC Media Center, que oferece aos usuários acesso instantâneo a diversos canais de TV.

A distribuição está atualmente disponível em uma edição MATE de 64 bits, e vem com a última versão do Wine e PlayOnLinux, o que permite aos usuários executar os jogos do Windows em seu sistema operacional baseado em kernel Linux.

Ela também traz o Compiz para poder oferecer incríveis efeitos de desktop. Para completar, a suíte de escritório LibreOffice também está incluída, juntamente com o Steam para Linux.

Assim, não importa se você é um gamer hardcore ou você quer apenas relaxar e assistir a um filme ou programa de TV, ou ouvir seus artistas favoritos, Ultimate Edition Gamers tem tudo isso. E quem sabe, ela se torne o seu sistema de entretenimento definitivo?

Conheça melhor a distribuição Ultimate Edition Gamers

Para saber mais sobre a distribuição Ultimate Edition Gamers, clique nesse link.

Baixe e experimente o Ultimate Edition Gamers

A imagem ISO do Ultimate Edition Gamers pode ser baixada acessando a página de download da distribuição.

Verifique se a imagem ISO está corrompida

Antes de gravar a imagem ISO que você baixou, verifique se ela está corrompida usando o tutorial abaixo:
Como verificar se uma imagem ISO está corrompida

Como gravar uma imagem ISO no Linux

Quem precisar gravar a imagem ISO após o download, pode usar esse tutorial do blog:
Como gravar uma imagem ISO Usando o Nautilus
Como gravar uma imagem ISO usando o Terminal
Como criar um pendrive de instalação
Como criar um pendrive inicializável com GNOME Disks
Como criar um pendrive inicializável com o Etcher no Linux

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Jogue Super Mario Bros no Ubuntu com o SuperTux

Jogue Super Mario Bros no Ubuntu com o SuperTux

Quer jogar Super Mario Bros no Ubuntu? Bom, não tem o mesmo personagem, mas experimente instalar o SuperTux e veja se gosta.


SuperTux é um jogo 2D semelhante ao jogo original Super Mario. Ele se baseia nos primeiros jogos da série Mario, da Nintendo, e traz o Tux, mascote do Linux, como atração principal.

Jogue Super Mario Bros no Ubuntu com o SuperTux

Conheça melhor o SuperTux

Para saber mais sobre esse programa, clique nesse link.

Super Mario Bros no Ubuntu – veja como instalar o SuperTux

Para instalar o SuperTux pata ter um tipo de Super Mario Bros no Ubuntu, e ainda poder receber automaticamente as futuras atualizações dele, você deve fazer o seguinte:
Passo 1. Abra um terminal (no Unity use as teclas CTRL + ALT + T);
Passo 2. Se ainda não tiver, adicione o repositório do programa com este comando ou use esse tutorial;

sudo add-apt-repository ppa:ubuntuhandbook1/apps

Passo 3. Atualize o gerenciador de pacotes com o comando:

sudo apt-get update

Passo 4. Agora use o comando abaixo para instalar o programa;

sudo apt-get install supertux supertux-data

Como instalar o SuperTux manualmente ou em outras distros

Se não quiser adicionar o repositório ou quer tentar instalar em outra distribuição baseada em Debian, você pode pegar o arquivo DEB do programa nesse link e instalar ele manualmente (clicando duas vezes nele).

Mas lembre-se! Ao optar por esse tipo de instalação, você não receberá nenhuma atualização do programa.

Pronto! Agora, quando quiser iniciar o programa, digite supertux no Dash (ou em um terminal, seguido da tecla TAB).

Desinstalando o SuperTux no Ubuntu e derivados

Para desinstalar o SuperTux no Ubuntu e derivados, faça o seguinte:
Passo 1. Abra um terminal;
Passo 2. Desinstale o programa, usando os comandos abaixo;

sudo apt-get remove supertux supertux-data
sudo apt-get autoremove

Fonte

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Abrir pastas e arquivos com um clique: aprenda a configurar no Ubuntu

Abrir pastas e arquivos com um clique: aprenda a configurar no Ubuntu

Nem todo mundo gosta de ter que clicar duas vezes, por isso, se você quiser abrir pastas e arquivos com um clique, aprenda a configurar isso no Ubuntu.


Há muito tempo o duplo clique é praticamente um padrão nas atuais interfaces gráficas. Os usuários já estão tão acostumados com ele, que ninguém percebe que seria muito mais produtivo usar apenas um clique.

Abrir pastas e arquivos com um clique: aprenda a configurar no Ubuntu

Então, porque não podemos simplesmente abrir pastas e arquivos com um clique? O problema é que, infelizmente, mudar velhos hábitos não é tão fácil assim.

Por isso, esse tutorial é apenas uma dica que você pode ou não usar (tudo dependerá do quanto você está acostumado com o duplo clique).

Portanto, se você quer ganhar mais agilidade ou simplesmente não gosta de dar um duplo clique em arquivos ou pastas para abri-los, siga os passos desse tutorial para ativar opção “Clique único para abrir itens” no Nautilus e passar a fazer a mesma tarefa, usando apenas um clique.

Como configurar o Ubuntu para abrir pastas e arquivos com um clique

Para instalar o programa no Ubuntu e ainda poder receber automaticamente as futuras atualizações dele, você deve fazer o seguinte:
Passo 1. Abra o Nautilus, clicando no ícone dele ou digitando nautilus no terminal;

Abrir pastas e arquivos com um clique: aprenda a configurar no Ubuntu

Passo 2. No painel superior, clique no menu “Editar” e depois na opção “Preferências”;

Abrir pastas e arquivos com um clique: aprenda a configurar no Ubuntu

Passo 3. Em “Preferências”, clique na aba “Comportamento”;

Abrir pastas e arquivos com um clique: aprenda a configurar no Ubuntu

Passo 4. Na aba “Comportamento”, clique no item “Clique único para abrir itens”. Depois, clique no botão “Fechar”.

Abrir pastas e arquivos com um clique: aprenda a configurar no Ubuntu

Pronto! Agora você só precisa clicar um vez para abrir arquivos ou pastas. Comece usando devagar e com cuidado para não correr o risco de sair abrindo diversos arquivos ao mesmo tempo.

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Como adicionar uma quicklist de arquivos recentes no Lançador do Unity

Como adicionar uma quicklist de arquivos recentes no Lançador do Unity

Esqueceu o nome do último arquivo que abriu no LibreOffice? Então instale o RecentQuicklists para adicionar uma quicklist de arquivos recentes no Lançador do Unity.


O Ubuntu RecentQuicklists é um script escrito em Python que adiciona uma quicklist (lista rápida) que mostra os arquivos acessados ​​recentemente por aplicativos fixados no lançador do Unity. Para acessar a lista, basta dar um clique do botão direito do mouse no ícone do aplicativo.

Como adicionar uma quicklist de arquivos recentes no Lançador do Unity

O script deve funcionar com qualquer aplicativo que manipule arquivos, desde que tenha um arquivo de área de trabalho em /usr/share/applications/. Entre as aplicações confirmadas que funcionam com o Ubuntu RecentQuicklists estão LibreOffice (Writer, Calc, Impress), Gedit, Firefox, Google Chrome, VLC, Clementine, Evince, Atom e outros.

Para obter mais informações sobre a compatibilidade, você pode querer verificar o Ubuntu RecentQuicklists wiki e a FAQ.

A ferramenta permite alguma personalização através de seu arquivo de configuração (chamado “urq.conf” – ele deve estar disponível na pasta de script depois de executá-lo pela primeira vez!). As opções são as seguintes:

  • maxage – mostra somente arquivos que foram acessados ​​nos últimos dias;
  • showfullpath – quando definido como “True”, exibe o caminho e o nome do arquivo, e quando definido como “False”, ele só exibe o nome do arquivo;
  • maxentriesperlist – o número máximo de arquivos recentes a serem exibidos em uma única lista rápida;
  • startupsplash – mostra ou oculta uma notificação quando o Ubuntu RecentQuicklist é iniciado;
  • Mais…

Como adicionar uma quicklist de arquivos recentes no Lançador do Unity

É importante mencionar que os arquivos usados ​​recentemente aparecem como listas rápidas apenas para os aplicativos que foram fixados no lançado do Unity, antes de executar o Ubuntu RecentQuicklists.

Além disso, o script não detecta arquivos movidos, excluídos ou renomeados e, em tais casos, o arquivo é removido da lista rápida somente após o usuário clicar nele. Quando isso ocorre, uma notificação é exibida.

Conheça melhor o RecentQuicklists

Para saber mais sobre esse programa, clique nesse link.

Como instalar o RecentQuicklists no Ubuntu para ter uma quicklist de arquivos recentes no Lançador do Unity

Para instalar o programa no Ubuntu com Unity, você deve fazer o seguinte:
Passo 1. Abra um terminal (no Unity use as teclas CTRL + ALT + T);
Passo 2. Use o comando abaixo para baixar o programa. Se o link estiver desatualizado, acesse essa página, baixe a última versão e salve-o com o nome quicklist.zip;

wget https://github.com/thirschbuechler/ubuntu-recentquicklists/archive/V1.2.2.zip -O quicklist.zip

Passo 3. Use o comando a seguir para descompactar o arquivo baixado;

sudo unzip quicklist.zip -d /opt/

Passo 4. Renomeie a pasta criada usando o comando abaixo. Se ao executar o comando abaixo ocorrer um erro com a mensagem iniciando com “mv: é impossível sobrescrever o não-diretório”, pule este passo;

sudo mv /opt/ubuntu-recentquicklists*/ /opt/ubuntu-recentquicklists

Passo 5. Torne o arquivo do programa executáve com o comando abaixo;

sudo chmod +x /opt/ubuntu-recentquicklists/ubuntu-recentquicklists.py

Feito isso, execute o ubuntu-recentquicklists.py a partir do seu gerenciador de arquivos (se você usar o Nautilus, precisará alterar algumas configurações para poder fazer duplo clique em executáveis ​​para executá-los) ou a partir da linha de comando:

sudo /opt/ubuntu-recentquicklists/ubuntu-recentquicklists.py

Para iniciar automaticamente o Ubuntu RecentQuicklists ao iniciar uma sessão, abra o “Aplicativos de sessão” no Dash. Em seguida, clique em “Adicionar”, use o nome que quiser para o campo nome, e para “Comamnd”, clique em “Procurar” e selecione o arquivo ubuntu-recentquicklists.py.

Para mais detalhes sobre esse procedimento, acesse o tutorial abaixo:

Como gerenciar a inicialização de aplicativos no Ubuntu

Fonte

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Como acessar sites bloqueados em regiões censuradas com o Lantern

Como acessar sites bloqueados em regiões censuradas com o Lantern

Sabe aquele site que você precisa acessar mas nunca consegue porque está bloqueado? Pois é, agora tem como resolver isso. Para isso, veja como acessar sites bloqueados em regiões censuradas usando o app Lantern.


Lantern é um software de código aberto que serve para contornar mecanismos de censura da Internet. segundo a página do aplicativo, ele é “gratuito e oferece acesso rápido, confiável e seguro à Internet aberta”. A aplicação está disponível para desktops (Linux, Windows, Mac) e aparelhos com o sistema Android.

Como acessar sites bloqueados em regiões censuradas com o Lantern

O aplicativo não é novo. Lantern é produzido pela empresa Brave New Software, cujo fundador e desenvolvedor líder é Adam Fisk, ex-desenvolvedor do LimeWire e LittleShoot.

O projeto começou em 2013, e inicialmente, era disponibilizado apenas através de um sistema para convidados. Mas com o lançamento da versão 2.0 (em 2015), isso foi abandonado, e agora, qualquer um pode baixar, instalar e usar a aplicação.

Para desbloquear sites, Lantern depende dos seus próprios servidores e da largura de banda dos usuários (com conexões para vários usuários ao mesmo tempo) que estão em regiões sem censura, já que estes últimos acabam atuando como pontos de acesso. De acordo com a FAQ do Lantern, o programa criptografa todo o tráfego quando você está acessando um site bloqueado.

É importante mencionar que o Lantern não foi concebido para ser uma ferramenta de anonimato. Se é isso que precisa, você deve usar o Tor em seu lugar, já que o objetivo do Lantern é apenas fornecer acesso rápido, fácil de usar e seguro aos sites bloqueados.

Por falar em facilidade, a aplicação é muito fácil de usar: basta instalar e executar. Ao iniciar, ele deve mudar automaticamente o proxy do seu sistema, permitindo que o seu navegador Web possa acessar sites bloqueados.

A interface de usuário do programa consiste em uma bandeja/appindicator e uma interface web (que abre automaticamente após o lançamento de Lantern).

Essa interface permite o acesso a algumas configurações, como a opção que permite executar o Lantern na inicialização do sistema, proxy de todo o tráfego, ativar/desativar as estatísticas de uso anônimas e gerenciar o proxy do sistema.

Como acessar sites bloqueados em regiões censuradas com o Lantern

O programa pode ser muito útil para acessar serviços estrangeiros que não estão disponíveis no Brasil (como Hulu e Pandora), ou outros como a Netflix, que funciona no Brasil, mas possui um catálogo diferente em outros países.

Conheça melhor o Lantern

Para saber mais sobre esse programa, clique nesse link.
Para mais informações sobre Lanterna, verificar a sua FAQ.

Como instalar o Lantern no Linux Ubuntu, Debian e derivados

Para instalar o Lantern no Linux Ubuntu, Debian e derivados, basta baixar o pacote DEB, disponível nessa link, clicando em “Download Desktop”.

Depois de baixar, basta dar um duplo clique sobre ele. Então, confirme a instalação e aguarde terminar o processo.

Se preferir, você também pode fazer o seguinte:
Passo 1. Abra um terminal;
Passo 2. Confira se o seu sistema é de 32 bits ou 64 bits, para isso, use o seguinte comando no terminal:

uname -m

Passo 4. Se seu sistema é de 64 bits, use o comando abaixo para baixar o programa. Se o link estiver desatualizado, acesse essa página, baixe a última versão e salve-o com o nome lantern.deb:

wget https://getlantern.org/lantern-installer-beta-64-bit.deb -O lantern.deb

Passo 5. Agora instale o programa com o comando:

sudo dpkg -i lantern.deb

Passo 6. Caso seja necessário, instale as dependências do programa com o comando:

sudo apt-get install -f

Pronto! Agora, quando quiser iniciar o programa, digite lantern no Dash (ou em um terminal, seguido da tecla TAB).

Como acessar sites bloqueados em regiões censuradas com o Lantern

Acessar sites bloqueados em regiões censuradas com o Lantern é muito simples: basta executar o aplicativo.

Por padrão, o programa tenta usar um proxy apenas para sites que ele detecta como bloqueado. Infelizmente isso nem sempre funciona adequadamente para a maioria dos sites.

No entanto, tudo funciona como esperado depois que você ativa a opção “proxy all traffic” (proxy todo tráfego).

Para fazer essa mudança, clique no ícone do Lantern no painel do Ubuntu. Quando for exibido o menu, clique na opção “Mostre o Lanterna”;

Como acessar sites bloqueados em regiões censuradas com o Lantern

Na tela do navegador, clique no ícone da engrenagem que fica no lado inferior direito;

Como acessar sites bloqueados em regiões censuradas com o Lantern

Em “Configurações”, marque a opção “Proxy todo o tráfego” e depois clique no botão “Fechar”;Como acessar sites bloqueados em regiões censuradas com o Lantern

Como acessar sites bloqueados em regiões censuradas com o Lantern

Depois de fazer isso, você precisar reiniciar (fechar e executar novamente) o Lantern e seu navegador, para que a mudança seja aplicada.

Desinstalando o Lantern no Linux Ubuntu, Debian e derivados

Para desinstalar o Lantern no Linux Ubuntu, Debian e derivados, faça o seguinte:
Passo 1. Abra um terminal;
Passo 2. Desinstale o programa, usando os comandos abaixo;

sudo apt-get remove lantern
sudo apt-get autoremove

Fonte

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Instale Youtube-DLG: uma interface gráfica para o youtube-dl

Instale Youtube-DLG: uma interface gráfica para o youtube-dl

Se você gostou do youtube-dl, mas não quer trabalhar com a linha de comando, experimente instalar o Youtube-DLG e use essa ferramenta em uma interface gráfica multiplataforma.


Para que não conhece, o youtube-dl é um utilitário para download de vídeo que funciona na linha de comando e que, apesar do que o nome sugere, suporta download de vídeos a partir de centenas de sites além do YouTube. Ele pode extrair o áudio automaticamente, suporta download de playlists, fazer o download e incorporação de legendas em vídeos e muito mais.

Instale Youtube-DLG: uma interface gráfica para o youtube-dl

Já o Youtube-DLG é uma interface gráfica multiplataforma para o youtube-dl. Essa interface permite baixar vários vídeos de uma só vez, converter automaticamente os vídeos baixados para áudio, também permite que você selecione a qualidade de vídeo e muito mais.

Infelizmente, o Youtube-DLG (ou youtube-dl-gui) não oferece acesso a todos os recursos do youtube-dl (há tantos, que é quase impossível encaixá-los todos em uma única interface de usuário). Mas o programa dá acesso à maioria dos recursos básicos que devem ser suficientes para a maioria dos usuários.

Conheça melhor o Youtube-DLG

Para saber mais sobre o programa, clique nesse link.

Veja como instalar a interface gráfica Youtube-DLG para a ferramenta youtube-dl no Ubuntu e seus derivados

Para instalar o Youtube-DLG no Ubuntu e seus derivados e ainda poder receber automaticamente as futuras atualizações dele, você deve fazer o seguinte:
Passo 1. Abra um terminal (no Unity use as teclas CTRL + ALT + T);
Passo 2. Se ainda não tiver, adicione o repositório do programa com este comando ou use esse tutorial;

sudo add-apt-repository ppa:nilarimogard/webupd8

Passo 3. Atualize o APT com o comando:

sudo apt-get update

Passo 4. Agora instale o programa com o comando:

sudo apt-get install youtube-dlg

Como instalar o Youtube-DLG manualmente ou em outras distros

Para aqueles que não conseguiram instalar com o procedimento acima, não querem adicionar o repositório ou querem tentar instalar em outra distribuição baseada em Debian, você pode pegar o arquivo DEB do programa nesse link e instalar ele manualmente (clicando duas vezes nele).

Mas lembre-se! Ao optar por esse tipo de instalação, você não receberá nenhuma atualização do programa.

Pronto! Agora, quando quiser iniciar o programa, digite youtube no Dash (ou em um terminal, seguido da tecla TAB).

Desinstalando o Youtube-DLG no Ubuntu e derivados

Para desinstalar o Youtube-DLG no Ubuntu e derivados, faça o seguinte:
Passo 1. Abra um terminal;
Passo 2. Desinstale o programa, usando os comandos abaixo;

sudo apt-get remove youtube-dlg
sudo apt-get autoremove

Gostou do programa? Então veja também esses outros tutoriais:
Instale Youtube-dl no Ubuntu e baixe vídeos em vários sites de um jeito bem simples e rápido
Conheça várias maneiras fáceis de baixar vídeos do YouTube no Ubuntu e derivados

Fonte

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Conversor de áudio: veja como instalar o fre:ac no Linux

Conversor de áudio: veja como instalar o fre:ac no Linux

Procurando um bom conversor de áudio para seu sistema? Então veja como instalar o fre:ac no Linux e resolva seu problema.


fre:ac é um conversor de áudio e também CD Ripper de código aberto. Além de ser gratuito, ele suporta vários formatos de áudio e codificadores, e também está disponível em vários idiomas. Com fre:ac você pode converter entre muitos formatos de som como MP3, MP4, M4A, WMA, Ogg Vorbis, FLAC e AAC.

Conversor de áudio: veja como instalar o fre:ac no Linux

O aplicativo é portátil e pode ser instalado em qualquer mídia de armazenamento externo (unidade flash USB). Neste tutorial você verá como instalar e executar o aplicativo em qualquer distribuição Linux.

Conheça melhor o conversor de áudio fre:ac

Para saber mais sobre esse programa, clique nesse link.

Como instalar o conversor de áudio fre:ac no Linux

Para instalar o conversor de áudio fre:ac no Linux, faça o seguinte:
Passo 1. Abra um terminal;
Passo 5. Caso já tenha feito alguma instalação manual, apague a pasta, o link e o atalho anterior com esse comando;

sudo rm -Rf /opt/freac*
sudo rm -Rf /usr/bin/freac
sudo rm -Rf /usr/share/applications/freac.desktop

Passo 3. Confira se o seu sistema é de 32 bits ou 64 bits, para isso, use o seguinte comando no terminal:

uname -m

Passo 4. Se seu sistema é de 32 bits, use o comando abaixo para baixar o programa. Se o link estiver desatualizado, acesse essa página, baixe a última versão e salve-o com o nome freac.tar.gz:

wget https://ufpr.dl.sourceforge.net/project/bonkenc/snapshots/20170317/freac-20170317-linux.tar.gz -O freac.tar.gz

Passo 5. Se seu sistema é de 64 bits, use o comando abaixo para baixar o programa. Se o link estiver desatualizado, acesse essa página e baixe a última versão e salve-o com o nome freac.tar.gz:

wget https://ufpr.dl.sourceforge.net/project/bonkenc/snapshots/20170317/freac-20170317-linux-x64.tar.gz -O freac.tar.gz

Passo 6. Execute o comando abaixo para descomprimir o pacote baixado, para a pasta /opt/;

sudo tar -zxvf  freac.tar.gz -C /opt/

Passo 7. Renomeie a pasta criada. Se ao executar o comando abaixo ocorrer um erro com a mensagem iniciando com “mv: é impossível sobrescrever o não-diretório”, pule este passo;

sudo mv /opt/freac*/ /opt/freac

Passo 8. Adicione as bibliotecas do programa no sistema;

sudo ldconfig /opt/freac/

Passo 9. Finalmente, crie um atalho para facilitar a execução do programa;

sudo ln -sf /opt/freac/freac /usr/bin/freac

Passo 10. Se seu ambiente gráfico atual suportar, crie um lançador para o programa, executando o comando abaixo;

echo -e '[Desktop Entry]\n Version=1.0\n Name=freac\n Exec=/opt/freac/freac\n Icon=/opt/freac/icons/freac.png\n Type=Application\n Categories=Application' | sudo tee /usr/share/applications/freac.desktop

Pronto! Agora, quando quiser iniciar o programa, digite freac no Dash (ou em um terminal, seguido da tecla TAB).

Já se a sua distribuição suportar, coloque o atalho na sua área de trabalho usando o gerenciador de arquivos do sistema ou o comando abaixo, e use-o para iniciar o programa.

sudo chmod +x /usr/share/applications/freac.desktop
cp /usr/share/applications/freac.desktop  ~/Área\ de\ Trabalho/

Se seu sistema estiver em inglês, use este comando para copiar o atalho para sua área de trabalho:

cp /usr/share/applications/freac.desktop ~/Desktop

Para mais detalhes sobre essa tarefa, consulte esse tutorial:
Como adicionar atalhos de aplicativos na área de trabalho do Unity

Se quiser, você também pode usar o gerenciador de arquivos do sistema para executar o programa, apenas abrindo a pasta dele e clicando em seu executável.

Como remover o freac no Linux

Para remover o freac no Linux, basta apagar a pasta, o link e o atalho anterior com esse comando;

sudo rm -Rf /opt/freac*
sudo rm -Rf /usr/bin/freac
sudo rm -Rf /usr/share/applications/freac.desktop

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Como montar partições automaticamente na inicialização do Ubuntu

Como montar partições automaticamente na inicialização do Ubuntu

Se você precisa montar partições automaticamente na inicialização do Ubuntu, veja aqui como fazer isso de um jeito bem simples.


Embora o Ubuntu atualmente monte a maioria das partições, nem sempre isso acontece. Nessa hora, é preciso ajustar o sistema, e este rápido tutorial, irá lhe mostrar como fazer para montar partições automaticamente na inicialização do Ubuntu.

Como montar partições automaticamente na inicialização do Ubuntu

Vale lembrar que o processo a seguir, feita a configuração inversa, também serve para desativar a inicialização automática de partições.

Como montar partições automaticamente na inicialização do Ubuntu

Para montar partições automaticamente na inicialização do Ubuntu, você deve fazer o seguinte:
Passo 1. Clique no Dash e digite a palavra discos. Quando aparecer o item “Discos”, clique nele para executá-lo;

Como montar partições automaticamente na inicialização do Ubuntu

Passo 2. Na tela do utilitário “Discos”, clique no ícone do disco que contém a partição que será montada automaticamente;

Como montar partições automaticamente na inicialização do Ubuntu

Passo 3. Clique na partição que será montada automaticamente e em seguida, no ícone das engrenagens que fica abaixo do nomes das partições. No menu que aparece, clique na opção “Editar opções de montagem…”;

Como montar partições automaticamente na inicialização do Ubuntu

Passo 4. Na janela que aparece, ative o item “Opções automáticas de montagem”, clicando no botão de chavear que fica depois da descrição. Se necessário, marque a opção “Montar ao inicializar” e desmarque “Exibir na interface do usuário” e “Exigir autorização adicional para montar”. Também deixe os campos “Nome de exibição”, “Nome do ícone”, Nome do ícone simbólico” vazios. Todo o resto é opcional, portanto, clique no botão “OK” para confirmar e fechar a janela de configuração da partição;

Como montar partições automaticamente na inicialização do Ubuntu

Passo 5. Por fim, será pedida a senha de administrador para efetuar as alterações. digite-a e confirme, clicando no botão “Autenticar”;

Como montar partições automaticamente na inicialização do Ubuntu

Pronto! Agora o Ubuntu irá montar automaticamente a partição que você configurou. Lembrando que apesar de existir a opção de editar o arquivo fstab, o procedimento acima é voltado para quem quer justamente evitar isso.

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Temas no GIMP: veja como mudar a aparência do programa

Se você não gosta do visual do GNU Image Manipulation Program, veja aqui como usar temas no GIMP e mudar a aparência do programa, para deixá-lo do jeito que você quer.


Se você gosta de edição de fotos ou já precisou fazer algo em imagens, são grandes as chances de que você provavelmente já ouviu falar do programa conhecido como GIMP. Ele é bem conhecido, principalmente por ser uma alternativa livre e de código aberto para o extremamente popular Adobe Photoshop.

Temas no GIMP: veja como mudar a aparência do programa

O GIMP é um aplicativo impressionante com um monte de recursos interessantes para você escolher. Ainda assim, o seu visual precisa mudar para melhor. É um bom programa, mas não é exatamente o mais moderno visualmente.

Vamos apenas dizer que a interface de usuário do programa precisa de alguma modernização. Uma das coisas que provavelmente mais precisa ser atualizada é o tema de ícones.

Não parece muito bom, e por vezes, os ícones podem ser difícil de ler. Felizmente, com temas no GIMP, é possível personalizar o programa.

No procedimento a seguir será mostrado como baixar, instalar e usar um determinado tema. Isso servirá de base para que você possa mudar a interface do programa, para que ele fique próximo do que você quer.

Com poucas mudanças, o processo pode funcionar para outros temas e em qualquer distribuição Linux, e até em outros sistemas operacionais :).

Conheça melhor o GIMP

Para saber mais sobre esse programa, clique nesse link.
Para encontrar mais temas para esse programa, clique nesse link.

Como usar temas no GIMP para mudar a aparência do programa

Para baixar, instalar e usar temas no GIMP para mudar a aparência do programa, você deve fazer o seguinte:
Passo 1. Se você for usar comandos, abra um terminal;
Passo 2. Baixe o Flat GIMP icon Theme usando o comando abaixo ou acesse o link e clique na opção “Download” que fica no lado direito da página. Para ficar de acordo com os comandos usados nesse tutorial, salve o arquivo como flat-gimp-icon.zip;

wget http://orig14.deviantart.net/0ee4/f/2015/118/5/7/flat_gimp_icon_theme_v_2_1_by_android272-d679s6z.zip -O flat-gimp-icon.zip

Temas no GIMP: veja como mudar a aparência do programa

Temas no GIMP: veja como mudar a aparência do programa

Passo 3. Descompacte o arquivo baixado com o comando a seguir ou abra o gerenciador de arquivo e clique nele com o botão direito do mouse. No menu que aparece, clique na opção “Extrair aqui”;

unzip flat-gimp-icon.zip

Temas no GIMP: veja como mudar a aparência do programa

Passo 4. Copie a pasta Decor e as pastas dentro de GIMP_Orange para a pasta ~/.gimp-2.8/themes/, usando o comando abaixo. Se quiser usar o mouse, clique com o botão direito na pasta e escolha a opção “Copiar” no menu (lembre-se copiar as pastas dentro de GIMP_Orange). Depois vá para a pasta ~/.gimp-2.8/themes/, clique com o botão direito e escolha a opção “Colar” no menu;

mv Flat\ GIMP\ icon\ Theme\ V2/Decor/ ~/.gimp-2.8/themes/
mv Flat\ GIMP\ icon\ Theme\ V2/GIMP_Orange/* ~/.gimp-2.8/themes/

Temas no GIMP: veja como mudar a aparência do programa

Temas no GIMP: veja como mudar a aparência do programa

Passo 5. Inicie o programa, digitando gimp em um terminal, seguido da tecla TAB ou clicando no atalho do programa;

Passo 6. Com o Gimp aberto, vá para o menu “Editar” e clique na opção “Preferências”;

Temas no GIMP: veja como mudar a aparência do programa

Passo 7. Na janela “Preferências”, clique no item “Tema” e depois no tema que você quer utilizar.

Temas no GIMP: veja como mudar a aparência do programa

Pronto! Agora que você já sabe como usar temas no GIMP, pode mudar a aparência do programa e personalizá-lo para deixar do jeito que quiser. Divirta-se!

Mais informações sobre temas no GIMP

Com temas é possível até mesmo deixar o GIMP parecido com o Photoshop. Duvida? Então confira esses tutoriais:
Como deixar o GIMP parecido com o Photoshop
Conheça PhotoGIMP, o GIMP com cara de Photoshop

E se você quiser encontrar mais temas para esse programa, clique nesse link.

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Como instalar o navegador Vivaldi no Linux

Como instalar o navegador Vivaldi no Linux

Procurando um navegador multiplataforma e com boa parte dos recursos do Chromium e um belo visual? Então veja como instalar o navegador Vivaldi no Linux e experimente essa alternativa.


Vivaldi é um navegador de internet de código aberto baseado no Chromium, e criado pelo fundador do Opera. O programa possui suporte para extensões do Chrome, o que lhe torna uma opção a ser considerada na hora de escolher um navegador web.

Como instalar o navegador Vivaldi no Linux

Recursos do Vivaldi

Conheça alguns dos recursos do Vivaldi oferece:

Histórico inteligente

O novo recurso Histórico é poderoso e permite aos usuários explorar os seus padrões de navegação, estatísticas e obter pistas visuais para ajudá-los a encontrar sites antigos.

Em vez de ter que percorrer centenas de linhas, Vivaldi oferece uma visão abrangente do histórico, apresentados de uma forma visual. Isso permite que nossos usuários analisar a sua atividade on-line e ajuda-los a encontrar o que estão procurando. ”

Além da lista de URLs oferecidos pela maioria dos navegadores, Vivaldi mostra a história em uma exibição de calendário com estatísticas detalhadas sobre sites visitados anteriormente. Gráficos e um mapa de calor com sobreposição com código de cores para acrescentar uma outra dimensão, que mostra picos de atividade on-line e as principais tendências de navegação.

Todos esses dados ajuda a encontrar páginas da web visitadas anteriormente, mesmo quando os usuários não podem lembrar o termo de pesquisa direita.

Notificações na guia

Vivaldi oferece funcionalidades de notificações de abas, que exibe ícones de sobreposição em fichas fixas e regulares que o notificam de novos e-mails ou mensagens provenientes de Web sites de redes sociais.

Renomear pilhas de guia

recurso Histórico poderosa que permite aos usuários explorar os seus padrões de navegação, estatísticas e obter pistas visuais para ajudá-los a encontrar sites antigos.

Como instalar o navegador Vivaldi no Linux

Vivaldi permite renomear suas pilhas de guia. Isto pode ser útil especialmente quando você está consultando sites com conteúdo semelhante, seja viagens, mídia comercial ou social.

Silent Tabs For Users

Como instalar o navegador Vivaldi no Linux

Notificações na guia

Depois de habilitar “Permitir a renomeação de Tab Stack” nas configurações, o Vivaldi também permite que você renomeie a pilha de tabulações clicando com o botão direito em uma guia e escolha a opção “Renomear Tabulação”.

Netflix no Vivaldi

Como instalar o navegador Vivaldi no Linux

Notificações HTML5

Como instalar o navegador Vivaldi no Linux

Captura de tela

Como instalar o navegador Vivaldi no Linux

Vivaldi torna mais fácil para capturar o que está na tela. O novo recurso de captura de tela permite aos usuários salvar e compartilhar páginas inteiras, mesmo fora da área visível no momento, enquanto eles navegam. Ele também permite tirar uma screenshot de uma seleção, incluindo a interface do usuário do próprio navegador.

Outra adição à funcionalidade screenshots é no painel Notes. Notas, localizado no painel lateral, permitem que os usuários anotar páginas e salvar capturas de tela para seus registros. Agora também é possível capturar áreas selecionadas de sites e adicioná-los para o Notes.

Além de ser capaz de salvar a imagem em JPEG ou PNG formatos de arquivo, Vivaldi permite copiar a imagem capturada na área de transferência e depois levar para outros programas.

Atalhos de teclado

Como instalar o navegador Vivaldi no Linux

Vivaldi inclui uma opção para mapear atalhos de teclado ou usar comandos rápidos. Os atalhos podem agora ser mapeada nas configurações do teclado, onde os usuários podem atribuir combinações de teclas de sua escolha.

Melhorias no controle de som das guias

Como instalar o navegador Vivaldi no Linux

Vivaldi agora torna possível para silenciar todas as guias de uma vez – e sem a necessidade de olhar para o guia que está causando o ruído. Isso pode ser particularmente útil para pessoas que gostam de navegar com muitas abas abertas.

Mais recursos

Vivaldi vem com o Theme Scheduling, um novo recurso que permite configurar o navegador para alterar automaticamente o tema com base no horário do dia. Isso é útil se você quiser usar um tema escuro à noite, alterar o tema com base em sua programação, e assim por diante.

Como instalar o navegador Vivaldi no Linux

Nele você pode ter diferentes larguras para painéis web, e escolher para mostrar todos os botões de navegação na sua barra de ferramentas (isso também pode ser completamente escondido).

Como instalar o navegador Vivaldi no Linux

Painéis web permitem adicionar sites individuais na barra lateral do Vivladi, útil se você quer ter algo como o Twitter, ou alguns sites de notícias e assim por diante, sempre visível enquanto navega em outros sites.

Também é possível restaurar a última guia fechada clicando com o botão do meio no ícone da lixeira.

O aplicativo foi atualizado recentemente e por isso, esse tutorial está sendo republicado com os links atualizados.

Novidades do navegador Vivaldi

  • A Vivaldi agora se integra com as lampadas Hue color da Philips, o que permite que o navegador possa “sincronizar o ambiente físico com a cor da web”;
  • Agora você pode aplicar comandos em massa nas guias, incluindo arrastá-los para pilhas ou para uma nova janela (mantenha pressionada a tecla Ctrl para selecionar várias guias);
  • As notas de compilação agora podem anexar automaticamente uma captura de tela de uma página da web;
  • Um botão de modo leitor está agora disponível na barra de endereços, e um atalho de teclado configurável para ele foi adicionado;
  • Suporte embutido ao Chromecast;
  • Suporte para atualizações delta no Windows.
  • Novidades da última versão o navegador Vivaldi

    Vivaldi 1.9 adiciona uma série de recursos e correções para melhorar ainda mais a experiência de navegação para seus usuários, com seguintes destaques:

    • Permite alterar o posicionamento dos botões de extensão na barra de endereço;
    • Permite mudar o diretório de armazenamento das capturas de tela;
    • Classificação de notas;
    • Melhorias para o autocomplemento de endereços;
    • Além de melhorias de privacidade e segurança.

    Para completar, a parceria do projeto com o Ecosia search engine, e agora, os usuários podem transformar suas pesquisas na web para o plantio de árvores em áreas mais ameaçadas ambientalmente do mundo.

    Para ver mais detalhes sobre a versão mais recente desse navegador, acesse a nota de lançamento.

    Conheça melhor o navegador Vivaldi

    Para saber mais sobre esse programa, clique nesse link.

    Para conhecer melhor o navegador, assista esses vídeos:

    Como instalar o navegador Vivaldi no Linux

    Para instalar o programa, o site do Vivaldi oferece pacotes RPM e DEB das últimas versões, e por isso, a instalação do navegador não deve ser difícil.

    Resumidamente, basta fazer o download do pacote rpm ou deb da arquitetura do seu sistema (i386/i686, para sistemas de 32 bits, e AMD64/x86_64, para sistemas de 64 bits) e instalar o pacote através do gerenciador de pacotes padrão (dpkg ou rpm).

    Você pode baixar diretamente e instalar manualmente, ou seguir os procedimentos abaixo.

    Instalando o navegador Vivaldi no Arch Linux

    Para instalar o navegador Vivaldi no Arch Linux, você pode usar o repositório AUR;

    Instalando o navegador Vivaldi no Linux Ubuntu, Debian ou sistemas derivados via repositório

    Para instalar o navegador Vivaldi no Linux Ubuntu, Debian ou sistemas derivados via repositório, faça o seguinte:
    Passo 1. Abra um terminal;
    Passo 2. Se ainda não tiver, adicione o repositório do programa com este comando:

    sudo sh -c 'echo "deb http://repo.vivaldi.com/stable/deb/ stable main" >> /etc/apt/sources.list'

    Passo 3. Baixe e importe a chave do repositório com o comando:

    wget -q -O - http://repo.vivaldi.com/stable/linux_signing_key.pub | sudo apt-key add -

    Passo 4. Atualize o gerenciador de pacotes com o comando:

    sudo apt-get update

    Passo 5. Agora use o comando abaixo para instalar o programa;

    sudo apt install vivaldi-stable

    Passo 6. Você também pode instalar Vivaldi beta, Vivaldi preview ou Vivaldi snapshot, usando um dos seguintes comandos:

    sudo apt install vivaldi-beta
    sudo apt install vivaldi-preview
    sudo apt install vivaldi-snapshot

    Instalando o navegador Vivaldi no Linux Ubuntu, Debian ou sistemas com suporte a pacotes DEB

    Para instalar o navegador Vivaldi no Linux Ubuntu, Debian ou sistemas com suporte a pacotes DEB, faça o seguinte:
    Passo 1. Abra um terminal;
    Passo 2. Confira se o seu sistema é de 32 bits ou 64 bits, para isso, use o seguinte comando no terminal:

    uname -m

    Passo 3. Se seu sistema é de 32 bits, use o comando abaixo para baixar o programa. Se o link estiver desatualizado, acesse essa página, baixe a última versão e salve-o com o nome vivaldi.deb:

    wget https://downloads.vivaldi.com/stable/vivaldi-stable_1.9.818.50-1_i386.deb -O vivaldi.deb

    Passo 4. Se seu sistema é de 64 bits, use o comando abaixo para baixar o programa. Se o link estiver desatualizado, acesse essa página, baixe a última versão e salve-o com o nome vivaldi.deb:

    wget https://downloads.vivaldi.com/stable/vivaldi-stable_1.9.818.50-1_amd64.deb -O vivaldi.deb

    Passo 5. Agora instale o programa com o comando:

    sudo dpkg -i vivaldi.deb

    Passo 6. Caso seja necessário, instale as dependências do programa com o comando:

    sudo apt-get install -f

    Passo 7. Depois, se for necessário, desinstale o programa usando o comando abaixo;

    sudo apt-get remove vivaldi*

    Instalando o navegador Vivaldi no Linux Fedora e sistemas com suporte a pacotes RPM

    Para instalar o navegador Vivaldi no Linux Fedora e sistemas com suporte a pacotes RPM, faça o seguinte:
    Passo 1. Abra um terminal;
    Passo 2. Confira se o seu sistema é de 32 bits ou 64 bits, para isso, use o seguinte comando no terminal:

    uname -m

    Passo 3. Se seu sistema é de 32 bits, use o comando abaixo para baixar o programa. Se o link estiver desatualizado, acesse essa página, baixe a última versão e salve-o com o nome vivaldi.rpm;

    wget https://downloads.vivaldi.com/stable/vivaldi-stable-1.9.818.50-1.i386.rpm -O vivaldi.rpm

    Passo 4. Se seu sistema é de 64 bits, use o comando abaixo para baixar o programa. Se o link estiver desatualizado, acesse essa página, baixe a última versão e salve-o com o nome vivaldi.rpm;

    wget https://downloads.vivaldi.com/stable/vivaldi-stable-1.9.818.50-1.x86_64.rpm -O vivaldi.rpm

    Passo 5. Para instalar em um Fedora, RedHat e seus derivados, use o comando abaixo:

    sudo yum localinstall vivaldi.rpm

    ou

    sudo dnf install vivaldi.rpm

    Passo 6. Para instalar em um openSUSE ou um de seus derivados, use o comando abaixo:

    sudo zypper install vivaldi.rpm

    Passo 7. Para instalar em um OpenMandriva, Mageia e seus derivados, use o comando abaixo:

    sudo urpmi vivaldi.rpm

    Passo 8. Para instalar o programa em qualquer distro que suporte RPM, use o comando:

    sudo rpm -i vivaldi.rpm

    Passo 9. Se depois você precisar desinstalar o programa em uma distro que suporte RPM, use o comando a seguir;

    sudo rpm -e vivaldi*

    Pronto! Agora, quando quiser iniciar o programa, digite vivaldi no Dash (ou em um terminal, seguido da tecla TAB).

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    Instalando o tema Adapta dark no Ubuntu

    Instalando o tema Adapta dark no Ubuntu

    Você gosta de temas escuros? Pois então precisa instalar e experimentar o tema Adapta dark no Ubuntu. Conheça um pouco mais sobre ele veja como fazer isso.


    Adapta dark é um tema GTK estilo material design projeto muito agradável. Diversos elementos deste tema são um fork do Flat-Plat.

    Instalando o tema Adapta dark no Ubuntu

    Esse tema atualmente suporta vários ambientes de desktop como o GNOME 3.20 (ou 3.18), gnome-shell (>= 3.19.92 ou 3.18.4), mutter (>= 3.19.92 ou(or 3.18.4), GNOME-Flashback 3.18.x, budgie-desktop 10.2.x, Unity7 7.4.0 e Cinnamon 2.8.x.

    O suporte a Unity e Cinnamon ainda está em fase inicial de desenvolvimento, mas como o desenvolvedor é muito ativo, então possivelmente em breve, esse suporte estará totalmente pronto. No momento, o MATE, Xfce e Pantheon não são suportados.

    Conheça melhor o tema Adapta dark

    Para saber mais sobre o tema, clique nesse link.

    Instalando o tema Adapta dark no Ubuntu e derivados

    Para instalar o tema Adapta dark no Ubuntu e derivados, faça o seguinte:
    Passo 1. Abra um terminal (Usando o Dash ou pressionando as teclas CTRL+ALT+T);
    Passo 2. Se ainda não tiver, adicione o repositório do programa com este comando ou use esse tutorial;

    sudo apt-add-repository ppa:tista/adapta -y

    Passo 3. Depois, atualize o APT com este comando:

    sudo apt-get update

    Passo 4. Finalmente, instale o tema Adapta dark usando o seguinte comando:

    sudo apt-get install adapta-gtk-theme

    Como instalar o tema Adapta dark manualmente ou em outras distros

    Se não quiser adicionar o repositório ou quer tentar instalar em outra distribuição baseada em Debian, você pode pegar o arquivo DEB do programa nesse link e instalar ele manualmente (clicando duas vezes nele). Ou faça o seguinte:
    Passo 1. Abra um terminal;
    Passo 2. Use o comando abaixo para baixar o programa. Se o link estiver desatualizado, acesse essa página, baixe a última versão e salve-o com o nome adapta-gtk.deb:

    wget https://launchpad.net/~tista/+archive/ubuntu/adapta/+files/adapta-gtk-theme_3.89.4.56-0ubuntu1~zesty1_all.deb -O adapta-gtk.deb

    Passo 3. Agora instale o programa com o comando:

    sudo dpkg -i adapta-gtk.deb

    Passo 4. Caso seja necessário, instale as dependências do programa com o comando:

    sudo apt-get install -f

    Mas lembre-se! Ao optar por esse tipo de instalação, você não receberá nenhuma atualização do programa.

    Depois de instalar, você pode usar o Unity Tweak Tool, Gnome-tweak-tool ou Ubuntu-Tweak, para mudar o tema, use este tutorial:

    Como mudar o tema e conjunto de ícones padrão do Ubuntu.

    Desinstalando o tema Adapta dark no Ubuntu e derivados

    Para desinstalar o tema Adapta dark no Ubuntu e derivados, faça o seguinte:
    Passo 1. Abra um terminal;
    Passo 2. Desinstale o tema Adapta dark, usando o comando abaixo;

    sudo apt-add-repository ppa:tista/adapta --remove
    sudo apt-get remove adapta-gtk-theme
    sudo apt-get autoremove

    Para voltar ao estado anterior, use novamente o Unity Tweak Tool, Gnome-tweak-tool ou Ubuntu-Tweak, para mudar o tema, use este tutorial:

    Como mudar o tema e conjunto de ícones padrão do Ubuntu.

    Fonte

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    26 de maio de 2017

    KDE Neon – o jeito fácil de experimentar a última versão do KDE Plasma

    KDE Neon - o jeito fácil de experimentar a última versão do KDE Plasma

    Quer saber como está a mais recente versão do KDE plasma? Use o KDE Neon. Saiba um pouco mais sobre essa distro e descubra onde baixá-la.


    KDE neon é uma distribuição Linux baseada no Kubuntu na forma de um Live DVD, com o mais recente ambiente de trabalho KDE Plasma e outros softwares da comunidade KDE. Além da imagem de DVD instalável, o projeto fornece um repositório de software que está em rápida evolução com as versões mais recentes dos aplicativos KDE.

    KDE Neon - o jeito fácil de experimentar a última versão do KDE Plasma

    KDE Neon – o jeito fácil de experimentar a última versão do KDE Plasma

    Na prática, KDE neon é a intersecção das necessidades dos usuários quem querem os nais recentes programa da comunidade KDE, em uma versão estável do Ubuntu com suporte de longo prazo.

    A distribuição está disponível em duas variações:

    • Edição “User”, que foi projetado para aqueles interessados em verificar como está o mais recente software KDE, assim que ele é liberado.
    • Edição “Developer”, criada como uma plataforma para testes de ponta para aplicações do KDE.

    Kde Neon em imagens

    KDE Neon 5.7 já está disponível para download

    KDE Neon 5.7 já está disponível para download

    KDE Neon 5.7 já está disponível para download

    KDE Neon 5.7 já está disponível para download

    Conheça melhor a distribuição KDE Neon

    Para saber mais sobre a distribuição KDE Neon, clique nesse link.

    Para conhecer o sistema mais detalhadamente, assista o vídeo abaixo:

    Se você usa o Ubuntu e quer experimentar o KDE Plasma, veja esse outro artigo:
    Instalar a versão mais recente do KDE Plasma 5.x no Ubuntu 16.10, 16.04

    Baixe e experimente o KDE Neon

    A imagem ISO do KDE Neon já pode ser baixada acessando o link abaixo:
    KDE Neon

    Verifique se a imagem ISO está corrompida

    Antes de gravar a imagem ISO que você baixou, verifique se ela está corrompida usando o tutorial abaixo:
    Como verificar se uma imagem ISO está corrompida

    Como gravar uma imagem ISO no Linux

    Quem precisar gravar a imagem ISO após o download, pode usar esse tutorial do blog:
    Como gravar uma imagem ISO Usando o Nautilus
    Como gravar uma imagem ISO usando o Terminal
    Como criar um pendrive de instalação
    Como criar um pendrive inicializável com GNOME Disks
    Como criar um pendrive inicializável com o Etcher no Linux

    O que está sendo falado no blog nos últimos dias


    Como corrigir diferenças de tempo entre o Ubuntu e o Windows em sistemas com dual boot

    Como corrigir diferenças de tempo entre o Ubuntu e o Windows em sistemas com dual boot

    Se você usa Ubuntu (ou qualquer outro Linux) e Windows em um mesmo computador e isso está gerando confusão no relógio do PC, veja como corrigir diferenças de tempo entre o Ubuntu e o Windows em sistema com dual boot.


    Nem todo mundo sabe, mas usar sistemas em dual boot pode gerar conflitos de tempo entre o Windows e o Ubuntu, por exemplo.

    Como corrigir diferenças de tempo entre o Ubuntu e o Windows em sistemas com dual boot

    Isso ocorre porque o Ubuntu pode estar armazenando a hora no relógio de hardware como UTC por padrão (Tempo Universal Coordenado, ou Universal Time Coordinated), enquanto o Microsoft Windows armazena o tempo como hora local, causando tais conflitos.

    Felizmente, a correção é muito fácil e pode ser feita a partir do Ubuntu ou do Windows.

    Como corrigir diferenças de tempo entre o Ubuntu e o Windows em sistema com dual boot a partir do Ubuntu

    O procedimento a seguir, com poucos ajustes, pode ser usado em qualquer sistema Linux.

    Para corrigir diferenças de tempo entre o Ubuntu e o Windows em sistema com dual boot a partir do Ubuntu, é preciso fazer o Ubuntu usar o tempo local.

    Como corrigir diferenças de tempo entre o Ubuntu e o Windows (Ubuntu com Upstart)

    Para fazer o Ubuntu usar o tempo local em versões anteriores do Ubuntu que ainda não usam o serviço de inicialização systemd (qualquer versão anterior ao 15.04), faça o seguinte:
    Passo 1. Abra um terminal (no Unity use as teclas CTRL + ALT + T);
    Passo 2. Abra o arquivo /etc/default/rcS com o comando a seguir:

    sudo gedit /etc/default/rcS

    Passo 3. Com o arquivo aberto, substituia “UTC = yes”, por “UTC = no” (ambos sem as aspas). Em seguida, salve e feche o arquivo;
    Passo 4. Ou se preferir, faça isso automaticamente, digitando o seguinte:

    sudo sed -i 's/UTC=yes/UTC=no/' /etc/default/rcS

    Passo 5. Independente do método usado, reinicie o sistema com pelo ambiente gráfico ou digitando o comando:

    sudo reboot

    Como corrigir diferenças de tempo entre o Ubuntu e o Windows (Ubuntu com systemd)

    Para fazer o Ubuntu usar o tempo local em versões mais recentes do Ubuntu que já usam o serviço de inicialização systemd, faça o seguinte:
    Passo 1. Abra um terminal (no Unity use as teclas CTRL + ALT + T);
    Passo 2. Use o comando abaixo para desativar o UTC e usar Hora Local no Ubuntu

    timedatectl set-local-rtc 1 --adjust-system-clock

    Passo 3. Para verificar se o seu sistema usa hora local, basta executar este comando:

    timedatectl

    Como corrigir diferenças de tempo entre o Ubuntu e o Windows em sistemas com dual boot

    Finalmente reinicie o PC e acesse o Windows. Em seguida, ajuste a hora do relógio do sistema (se for necessário) e estará pronto.

    Como corrigir diferenças de tempo entre o Ubuntu e o Windows em sistema com dual boot a partir do Windows

    Outra maneira de corrigir esse problema é fazer as seguintes alterações no Windows:

    Passo 1. Primeiro, se você mudou para a hora local no Ubuntu, execute comando no terminal Ubuntu para voltar a usar o UTC:

    timedatectl set-local-rtc 0

    Passo 2. Reinicie o PC e selecione a inicialização pelo Windows;

    Passo 3. Quando já estiver na área de trabalho do Windows, pressione as teclas “Windows + X”. No menu que será exibido, clique em “Prompt de comando (Admin)”, para acessar o prompt como administrador;

    prompt-1

    Passo 4. Se o sistema for um Windows de 32 bits, execute o comando abaixo para criar um valor DWORD no registro do Windows;
    Reg add HKLM\SYSTEM\CurrentControlSet\Control\TimeZoneInformation /v RealTimeIsUniversal /t REG_DWORD /d 1
    Passo 5. Se o sistema for um Windows de 64 bits, execute o comando abaixo para criar um valor DWORD no registro do Windows;
    Reg add HKLM\SYSTEM\CurrentControlSet\Control\TimeZoneInformation /v RealTimeIsUniversal /t REG_QWORD /d 1

    Fonte

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    Como integrar o uGet com o Chrome no Ubuntu e derivados

    Como integrar o uGet com o Chrome no Ubuntu e derivados

    Instalou o gerenciador de downloads uGet, mas ele não funcionou com o Chrome? Veja como integrar o uGet com o Chrome no Ubuntu e derivados.


    Usuários do Google Chrome que não estão satisfeitos com o gerenciador de download embutido, podem integrar o gerenciador de downloads do uGet com o navegador Chrome.

    UGet costumava ter uma extensão oficial para o Chrome/Chromium, mas ela está desatualizada porque o Google removeu o suporte a NPAPI, o que a deixou quase inútil.

    Felizmente, agora existe o uGet Chrome Wrapper, um utilitário que integra o gerenciador de download uGet com o Google Chrome em sistemas Linux.

    Como integrar o uGet com o Chrome no Ubuntu e derivados

    Conheça melhor o uGet Chrome Wrapper

    Para saber mais sobre esse programa, clique nesse link.

    Como integrar o uGet Download Manager com o Google Chrome no Ubuntu

    Para integrar o uGet Download Manager com o Google Chrome no Ubuntu, você precisa instalar a extensão oficial para Google Chrome e o uGet Chrome Wrapper. Para isso, veja o tutorial abaixo.

    Como instalar o uGet Chrome Wrapper no Ubuntu e seus derivados

    Para instalar o uGet Chrome Wrapper no Ubuntu e ainda poder receber automaticamente as futuras atualizações dele, você deve fazer o seguinte:
    Passo 1. Abra o navegador Chrome e instale a extensão de integração com uGet, acessando esse link:
    Passo 1. Abra um terminal (no Unity use as teclas CTRL + ALT + T);
    Passo 2. Se ainda não tiver, adicione o repositório do programa com este comando ou use esse tutorial;

    sudo add-apt-repository ppa:slgobinath/uget-chrome-wrapper

    Passo 3. Atualize o gerenciador de pacotes com o comando:

    sudo apt-get update

    Passo 4. Agora use o comando abaixo para instalar o programa;

    sudo apt-get install uget-chrome-wrapper

    Como instalar o uGet Chrome Wrapper manualmente ou em outras distros

    Para aqueles que não conseguiram instalar com o procedimento acima, não querem adicionar o repositório ou querem tentar instalar em outra distribuição baseada em Debian, você pode pegar o arquivo DEB do programa nesse link e instalar ele manualmente (clicando duas vezes nele).

    Mas lembre-se! Ao optar por esse tipo de instalação, você não receberá nenhuma atualização do programa.

    Como usar o uGet Chrome Wrapper

    Com o uGet Chrome Wrapper instalado, ao clicar em qualquer link de download, o diálogo ‘uGet new Download’ aparecerá e continuará o download.

    Também é possível clicar com o botão direito do mouse em um link e será exibida a opção ‘Download with uGet’.

    Mantenha pressionada a tecla Insert para evitar que uGet interrompa o download.

    Use Ctrl + Shift + U para desativar ou reativar a extensão (opção uGet Download no menu de contexto ainda está disponível).

    Desinstalando o uGet Chrome Wrapper no Ubuntu e derivados

    Para desinstalar o uGet Chrome Wrapper no Ubuntu e derivados, faça o seguinte:
    Passo 1. Abra um terminal;
    Passo 2. Desinstale o programa, usando os comandos abaixo;

    sudo add-apt-repository ppa:slgobinath/uget-chrome-wrapper --remove
    sudo apt-get remove uget-chrome-wrapper
    sudo apt-get autoremove

    Fonte

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    Como instalar o Google Play Music Desktop no Linux

    Quer ouvir suas músicas do Google Play Music no seu PC? Então veja como instalar o Google Play Music Desktop no Linux e comece a usar o serviço no desktop.


    Google é conhecido por não fazer aplicações para desktop Linux, exceto alguns poucos casos como o do Chrome, por exemplo. Por causa disso, Samuel Attard desenvolveu o Google Play Music Desktop Player (GPMDP). O programa é um cliente para o Google Play Music, voltado para o desktop.

    Como instalar o Google Play Music Desktop no Linux

    De código aberto e multiplataforma, o aplicativo está disponível para Linux (com versões de 32 e 64 bits), Windows e Mac OS X.

    O reprodutor do Google Play Music Desktop é baseado em HTML5, e por isso, para ele funcionar não é preciso ter o Flash instalado no sistema.

    Ele tem integração com Last.fm e até mesmo uma implementação de hands-free voice controls (controles de voz com as mãos livres), que é experimental.

    Como instalar o Google Play Music Desktop no Linux

    Você também pode mudar para o mini-reprodutor e melhorar a experiência de desktop. Há também um indicador de painel para esta aplicação que é bastante conveniente.

    Outra característica importante é que ele oferece suporte a teclas multimídia, o que permite configurar teclas de atalho para ações específicas e tornar o uso do programa ainda muito mais simples.

    Para completar, quando você clica no botão de fechamento o programa minimiza na bandeja do sistema.

    Como instalar o Google Play Music Desktop no Linux

    Conheça melhor o Google Play Music Desktop

    Para saber mais sobre esse programa, clique nesse link.

    Como instalar o Google Play Music Desktop no Linux Ubuntu, Debian e derivados

    Quem quiser instalar o Google Play Music Desktop no Linux Ubuntu, Debian e outros sistemas que suportam arquivos .deb, deve fazer o seguinte:
    Passo 1. Abra um terminal;
    Passo 2. Confira se o seu sistema é de 32 bits ou 64 bits, para isso, use o seguinte comando no terminal:

    uname -m

    Passo 4. Se seu sistema é de 32 bits, use o comando abaixo para baixar o programa. Se o link estiver desatualizado, acesse essa página, baixe a última versão e salve-o com o nome gpmdp.deb:

    wget https://github.com/MarshallOfSound/Google-Play-Music-Desktop-Player-UNOFFICIAL-/releases/download/v4.3.0/google-play-music-desktop-player_4.3.0_i386.deb -O gpmdp.deb

    Passo 5. Se seu sistema é de 64 bits, use o comando abaixo para baixar o programa. Se o link estiver desatualizado, acesse essa página, baixe a última versão e salve-o com o nome gpmdp.deb:

    wget https://github.com/MarshallOfSound/Google-Play-Music-Desktop-Player-UNOFFICIAL-/releases/download/v4.3.0/google-play-music-desktop-player_4.3.0_amd64.deb -O gpmdp.deb

    Passo 5. Agora instale o programa com o comando:

    sudo dpkg -i gpmdp.deb

    Passo 6. Caso seja necessário, instale as dependências do programa com o comando:

    sudo apt-get install -f

    Passo 7. Depois, se precisar desinstalar o programa, use esse comando:

    sudo apt-get remove google-play-music-desktop-player

    Como instalar o Google Play Music Desktop no Linux Fedora, OpenSUse, CentOS e derivados

    Quem quiser instalar o Google Play Music Desktop no Linux Fedora, OpenSUse, CentOS e outros sistemas que suportam arquivos .rpm, tem de fazer o seguinte:
    Passo 1. Abra um terminal;
    Passo 2. Confira se o seu sistema é de 32 bits ou 64 bits, para isso, use o seguinte comando no terminal:

    uname -m

    Passo 4. Se seu sistema é de 32 bits, use o comando abaixo para baixar o programa. Se o link estiver desatualizado, acesse essa página, baixe a última versão e salve-o com o nome gpmdp.rpm:

    wget https://github.com/MarshallOfSound/Google-Play-Music-Desktop-Player-UNOFFICIAL-/releases/download/v4.3.0/google-play-music-desktop-player-4.3.0.i386.rpm -O gpmdp.rpm

    Passo 5. Se seu sistema é de 64 bits, use o comando abaixo para baixar o programa. Se o link estiver desatualizado, acesse essa página, baixe a última versão e salve-o com o nome gpmdp.rpm:

    wget https://github.com/MarshallOfSound/Google-Play-Music-Desktop-Player-UNOFFICIAL-/releases/download/v4.3.0/google-play-music-desktop-player-4.3.0.x86_64.rpm -O gpmdp.rpm

    Passo 5. Agora instale o programa com o comando:

    sudo rpm -i gpmdp.rpm

    Passo 6. Depois, se precisar desinstalar o programa, use esse comando:

    sudo rpm -e gpmdp*

    Usando o Google Play Music Desktop no Linux

    Quando você quiser iniciar o programa, use o atalho dele ou digite google em um terminal, seguido da tecla TAB.

    De acordo com a FAQ do programa, se ele travar ao entrar em sua conta Google, basta executá-lo a partir do terminal usando este comando (como mencionado no FAQ):

    google-play-music-desktop-player --disable-gpu

    Depois, é só fazer login com sua conta e começar a ouvir suas musicas.

    Divirta-se!

    Fonte

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    Como instalar as ferramentas do Kali Linux no Ubuntu com o Katoolin

    Como instalar as ferramentas do Kali Linux no Ubuntu com o Katoolin

    Já imaginou poder usar as ferramentas do Kali Linux no Ubuntu, Debian ou derivados? Basta instalar e usar o Katoolin que você consegue isso.


    Entre as muitas distribuições de Linux disponíveis, também é possível encontrar soluções projetadas para testar a segurança das infraestruturas, servidores e etc. E um bom exemplo desse tipo de distro é a Kali Linux.

    Como instalar as ferramentas Kali do Linux no Ubuntu com o Katoolin

    Baseado no Debian, Kali Linux fornece um sistema operacional que inclui todas as ferramentas incluídas com BackTrack (e estas são constantemente atualizadas, graças a um repositório dedicado), além de várias otimizações.

    A boa noticia é que se você quiser instalar algumas ferramentas presentes no Kali Linux/BackTrack no Ubuntu, Debian ou derivados, basta usar o Katoolin.

    Katoolin é uma ferramenta de código aberto, escrita em Python, que permite adicionar os repositórios Kali Linux e com isso, instalar facilmente vários aplicativos.

    Conheça melhor o katoolin

    Para saber mais sobre esse programa, clique nesse link.

    Como instalar as ferramentas do Kali Linux no Ubuntu, Debian ou derivado com o katoolin

    Para instalar as ferramentas Kali Linux no Ubuntu, Debian ou derivados com o katoolin, você deve fazer o seguinte:
    Passo 1. Abra um terminal (no Unity use as teclas CTRL + ALT + T);
    Passo 2. Baixe o katoolin com o comando abaixo;

    wget https://raw.githubusercontent.com/LionSec/katoolin/master/katoolin.py

    Passo 3. Depois de baixar, leve o arquivo para a pasta /usr/bin/ do sistema;

    sudo mv katoolin.py /usr/bin/katoolin

    Passo 4. Finalmente, use o comando abaixo para tornar o programa executável;

    sudo chmod +x /usr/bin/katoolin

    Pronto! Agora, quando quiser iniciar o programa, digite katoolin no Dash (ou em um terminal, seguido da tecla TAB).

    Observe que ao executar o Katoolin ele exibe uma lista de opções que vão desde a inclusão (e atualização) dos repositórios dos programas, as categorias, a instalação do Classic Menu Indicator e do Kali menu, e finalmente, uma ajuda.

    Como instalar as ferramentas Kali do Linux no Ubuntu com o Katoolin

    Para você ter uma ideia dos softwares disponíveis, essas são as categorias:

    1) Information Gathering
    2) Vulnerability Analysis
    3) Wireless Attacks
    4) Web Applications
    5) Sniffing & Spoofing
    6) Maintaining Access
    7) Reporting Tools
    8) Exploitation Tools
    9) Forensics Tools
    10) Stress Testing
    11) Password Attacks
    12) Reverse Engineering
    13) Hardware Hacking
    14) Extra

    Basta escolher uma categoria para obter uma lista de todas as várias aplicações e então escolher qual ferramenta instalar.

    Como instalar as ferramentas do Kali Linux no Ubuntu com o Katoolin

    Fonte

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    Como deixar o GIMP parecido com o Photoshop

    Como deixar o GIMP parecido com o Photoshop

    Se você usa o GIMP, mas está acostumado com o estilo da interface do famoso editor de imagens da Adobe, veja aqui como deixar o GIMP parecido com o Photoshop.


    Para ajudar aqueles que são usuários do Photoshop e estão migrando para o GIMP ou para aqueles que apenas preferem o estilo do Photoshop, foi criado uma coleção de ajustes para GIMP 2.8 (GIMP Photoshop Tweaks) que podem ajudar a diminuir essa diferença de visual entre os programas.

    Como deixar o GIMP parecido com o Photoshop

    Os ajustes incluem ícones da caixa de ferramentas como os do Photoshop, atalhos de teclado, diálogos acopláveis modificados e até mesmo uma cor de fundo ajustada para coincidir com o padrão do Photoshop, o que realmente deixa o GIMP parecido com o Photoshop.

    Esses ajustes foram criados para o GIMP 2.8, então, se você usar o GIMP 2.9, nem tudo irá funcionar. Por exemplo, os atalhos de teclado podem não funcionar corretamente e há uma pequena falha com os ícones.

    Conheça melhor o GIMP e o GIMP Photoshop Tweaks

    Para saber mais sobre o programa, clique nesse link e para a coleção de ajustes, acesse a página dele no DeviantArt.

    Como deixar o GIMP parecido com o Photoshop

    Para instalar o GIMP Photoshop Tweaks e deixar o GIMP parecido com o Photoshop, faça o seguinte:
    Passo 1. Abra um terminal (Usando o Dash ou pressionando as teclas CTRL+ALT+T);
    Passo 2. Baixe o arquivo zip do GIMP Photoshop Tweaks no DeviantArt (há um link para download à direita) e coloque ele em sua pasta pessoal. Se quiser, pode usar o comando abaixo para baixar diretamente:

    wget -c http://fc03.deviantart.net/fs70/f/2014/043/c/c/gimp_2_8_photoshop_tweaks_by_doctormo-d75n1qc.zip

    Passo 3. Se o GIMP estiver aberto, feche-o;
    Passo 4. Faça um backup de sua configuração atual do GIMP com o comando:

    mv ~/.gimp-2.8 ~/.gimp-2.8.old

    Passo 5. Agora para instalar o GIMP Photoshop Tweaks, apenas descompacte o arquivo baixado na sua pasta pessoal (o arquivo contém uma pasta .gimp-2.8 oculta com todos os ajustes), usando o menu de contexto no Nautilus ou o comando abaixo:

    unzip gimp_2_8_photoshop_tweaks_by_doctormo-d75n1qc.zip

    Passo 6. Execute o GIMP, e veja como ficou.

    Como desfazer a modificação

    Se você não gostar do resultado ou não achar que deixou o GIMP parecido com o photoshop, é possível reverter as alterações restaurando a configuração para o estado anterior, executando os comandos a seguir em um terminal (claro, com o GIMP fechado):

    rm -r ~/.gimp-2.8
    mv ~/.gimp-2.8.old ~/.gimp-2.8

    Se você quiser deixar o Gimp ainda mais parecido, dê uma olhada nesse anuncio sobre o PhotoGIMP
    Conheça PhotoGIMP, o GIMP com cara de Photoshop

    Fonte

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    Como instalar o Player Quod Libet no Linux

    Como instalar o Player Quod Libet no Linux

    Se o que faltava no seu sistema era um reprodutor de áudio robusto e com bons recursos de pesquisa, sua busca acabou. Veja a seguir como instalar o Player Quod Libet no Linux Ubuntu, Fedora, openSUSE e sistemas derivados deles.


    Quod Libet é um áudio player GTK+ de código aberto escrito em Python, que usa a biblioteca de marcação Mutagen, sendo capaz de lidar com grandes bibliotecas.

    Como instalar o Player Quod Libet no Linux

    Esse reprodutor foi projetado em torno da ideia de que você sabe como organizar a sua música melhor do que os produtores do software.Com ele você cria playlists baseadas em expressões regulares (não se preocupe, pesquisas regulares também funcionam).

    Para completar, ele permite que você exiba e edite todas as tags que você quer no arquivo, para todos os formatos de arquivo que ele suporta.

    Ele também suporta a maioria das características que você esperaria de um moderno media player: suporte a Unicode, edição de tag avançado, Replay Gain, podcasts e rádio pela internet, suporte a arte do álbum e a todos os principais formatos de áudio.

    Novidades da versão mais recente do Player Quod Libet

    Quod Libet 3.9 traz com um monte de correções, ajustes e pequenos recursos novos, incluindo:

    • Plugin para ocultar a barra de menu e mostrá-la ao pressionar a tecla Alt;
    • Plug-ins agrupados por tipo/função;
    • Suporte para o operador “! =” na pesquisa;
    • Os painéis no navegador panorâmico agora podem ser redimensionados;
    • Qualidade de codificação Lame para arquivos MP3;
    • Plugin para alterar o idioma da interface do usuário;
    • Plugin para exportar uma lista de reprodução para uma pasta;
    • MPD plugin agora funciona com MALP para Android
    • plugin BPM tap;
    • Barra de espaço agora alterna pausa/reprodução;
    • Barra de busca de forma de onda melhorada para HiDPI;
    • O aplicativo agora requer Python 3.4, python-feedparser e Gstreamer 1.4.

    Para saber mais sobre a versão mais recente, acesse o changelog oficial.

    Conheça melhor o Player Quod Libet

    Para saber mais sobre esse programa, clique nesse link.

    Como instalar o Player Quod Libet no Linux Ubuntu e seus derivados

    Quod Libet está disponível nos repositórios oficiais das versões mais recentes do Ubuntu e pode ser instalado usando a Central de programas ou usando o comando sudo apt-get install quodlibet exfalso. No entanto, para instalar a última versão do programa no Ubuntu e poder receber automaticamente as futuras atualizações dele, você deve fazer o seguinte:
    Passo 1. Abra um terminal (no Unity use as teclas CTRL + ALT + T);
    Passo 2. Se ainda não tiver, adicione o repositório do programa com este comando ou use esse tutorial;

    sudo add-apt-repository ppa:lazka/ppa

    Passo 3. Atualize o gerenciador de pacotes com o comando:

    sudo apt-get update

    Passo 4. Agora use o comando abaixo para instalar o programa;

    sudo apt-get install quodlibet exfalso

    Passo 5. Se for preciso desinstalar o programa depois de um tempo, use o comando abaixo;

    sudo apt-get remove quodlibet exfalso

    Como instalar o Player Quod Libet no Linux Debian e seus derivados

    Para instalar o Player Quod Libet no Linux Debian e ainda poder receber automaticamente as futuras atualizações dele, você deve fazer o seguinte:
    Passo 1. Abra um terminal;
    Passo 2. Torne-se superusuário com o comando:

    su -

    Passo 3. Adicione o repositório do programa usando este comando;

    echo "deb http://lazka.github.io/ql-debian/stable/ quodlibet-stable/" | tee /etc/apt/sources.list

    Passo 4. Adicione a chave do repositório;

    sudo apt-key adv --keyserver keyserver.ubuntu.com --recv-keys 5A62D0CAB6264964

    Passo 5. Atualize o Apt;

    apt-get update

    Passo 6. Agora instale o programa com o seguinte comando:

    sudo apt-get install quodlibet

    Passo 7. Se for preciso desinstalar o programa depois de um tempo, use o comando abaixo;

    sudo apt-get remove quodlibet

    Como instalar o Player Quod Libet manualmente ou em outras distros

    Se não quiser adicionar o repositório ou quer tentar instalar em outra distribuição baseada em Debian, você pode pegar o arquivo DEB do programa nesse link e instalar ele manualmente (clicando duas vezes nele).

    Mas lembre-se! Ao optar por esse tipo de instalação, você não receberá nenhuma atualização do programa.

    Como instalar o Player Quod Libet no Linux Fedora 23, 24, 25 e sistemas derivados

    Para instalar o Player Quod Libet no Linux Fedora 23, 24, 25 e sistemas derivados, você deve fazer o seguinte:
    Passo 1. Abra um terminal;
    Passo 2. Se estiver usando o Fedora 23 ou um derivado dele, adicione o repositório do programa com este comando:

    sudo wget http://download.opensuse.org/repositories/home:lazka0:ql-stable/Fedora_23/home:lazka0:ql-stable.repo -O /etc/yum.repos.d/home:lazka0:ql-stable.repo

    Passo 3. Se estiver usando o Fedora 24 ou um derivado dele, adicione o repositório do programa com este comando:

    sudo wget http://download.opensuse.org/repositories/home:lazka0:ql-stable/Fedora_24/home:lazka0:ql-stable.repo -O /etc/yum.repos.d/home:lazka0:ql-stable.repo

    Passo 4. Se estiver usando o Fedora 25 ou um derivado dele, adicione o repositório do programa com este comando:

    sudo wget http://download.opensuse.org/repositories/home:/lazka0:/ql-stable/Fedora_25/home:lazka0:ql-stable.repo -O /etc/yum.repos.d/home:lazka0:ql-stable.repo

    Passo 5. Atualize o gerenciador de pacotes com o comando:

    sudo yum update

    Passo 6. Agora use o comando abaixo para instalar o programa;

    sudo yum install quodlibet

    ou

    sudo dnf install quodlibet

    Passo 7. Se precisar desinstalar o programa depois de um tempo, use o comando abaixo;

    sudo yum remove quodlibet

    ou

    sudo dnf remove quodlibet

    ou

    sudo rpm -e quodlibet

    Como instalar o Player Quod Libet no Linux OpenSUSE e sistemas derivados

    Para instalar o Player Quod Libet no Linux OpenSUSE e sistemas derivados, você deve fazer o seguinte:
    Passo 1. Abra um terminal;
    Passo 2. Se você estiver usando o openSUSE 13.1, adicione o repositório do programa com este comando:

    wget http://download.opensuse.org/repositories/home:/lazka0:/ql-stable/openSUSE_13.1/home:lazka0:ql-stable.repo -O /etc/zypp/repos.d/home:lazka0:ql-stable.repo

    Passo 3. Se você estiver usando o openSUSE 13.2, adicione o repositório do programa com este comando:

    wget http://download.opensuse.org/repositories/home:/lazka0:/ql-stable/openSUSE_13.2/home:lazka0:ql-stable.repo -O /etc/zypp/repos.d/home:lazka0:ql-stable.repo

    Passo 4. Se você estiver usando o openSUSE 42.1, adicione o repositório do programa com este comando:

    wget http://download.opensuse.org/repositories/home:/lazka0:/ql-stable/openSUSE_42.1/home:lazka0:ql-stable.repo -O /etc/zypp/repos.d/home:lazka0:ql-stable.repo

    Passo 5. Se você estiver usando o openSUSE Leap 42.2, adicione o repositório do programa com este comando:

    wget http://download.opensuse.org/repositories/home:/lazka0:/ql-stable/openSUSE_Leap_42.2/home:lazka0:ql-stable.repo -O /etc/zypp/repos.d/home:lazka0:ql-stable.repo

    Passo 6. Se você estiver usando o openSUSE Leap 42.3, adicione o repositório do programa com este comando:

    wget http://download.opensuse.org/repositories/home:/lazka0:/ql-stable/openSUSE_Leap_42.3/home:lazka0:ql-stable.repo -O /etc/zypp/repos.d/home:lazka0:ql-stable.repo

    Passo 7. Se você estiver usando o openSUSE Tumbleweed, adicione o repositório do programa com este comando:

    wget http://download.opensuse.org/repositories/home:/lazka0:/ql-stable/openSUSE_Tumbleweed/home:lazka0:ql-stable.repo -O /etc/zypp/repos.d/home:lazka0:ql-stable.repo

    Passo 8. Atualize o gerenciador de pacotes com o comando:

    sudo zypper refresh

    Passo 9. Agora use o comando abaixo para instalar o programa;

    sudo zypper install quodlibet

    Passo 10. Caso precise desinstalar o programa depois de um tempo, use o comando abaixo;

    sudo zypper remove quodlibet

    Pronto! Agora, quando quiser iniciar o programa, digite quodlibet em um terminal, seguido da tecla TAB.

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    Como instalar a última versão do VLC no Ubuntu

    Como instalar a última versão do VLC no Ubuntu

    Novas versões do VLC são lançadas com frequência, e mesmo que alguns não tragam nenhuma nova funcionalidade, sempre há importantes correções de bugs, que podem resolver muitos problemas. Por isso, para manter seu player sempre atualizado, veja aqui como instalar a última versão do VLC no Ubuntu.


    VLC media player é um reprodutor multimídia, framework, streamer e encoder. Ele pode reproduzir arquivos, streams de rede, DVDs, CDs de áudio, Blu-Rays, dispositivos de captura, e telas.

    Como instalar a última versão do VLC no Ubuntu

    Na verdade, o VLC pode reproduzir a maioria dos codecs e formatos de áudio e vídeo (MPEG 1/2/4, H264, VC-1, DivX, WMV, Vorbis, AC3, AAC, MKV, etc.) e também pode ser usado para converter formatos diferentes ou enviar stream através da rede.

    Conheça melhor o VLC

    Para saber mais sobre esse programa, clique nesse link.

    Instale a versão mais recente do VLC e evite o “ataque via legendas”

    Recentemente, os analistas da Check Point descobriram um novo vetor de ataque que poderia permitir que cibercriminosos criassem legendas maliciosas para atacar os usuários de plataformas multimídia populares.

    Através da criação de legendas maliciosas, que depois seriam baixadas pelos usuários, os cibercriminosos podem potencialmente tomar o controle completo de qualquer dispositivo que execute estas aplicações, como computadores, dispositivos móveis e Smart TVs.

    VLC, Kodi (XBMC), Popcorn Time e Stremio são algumas das plataformas que estariam vulneráveis ao já popular “ataque via legendas”. Por isso, atualize logo o seu VLC.

    Para mais detalhes sobre o ataque via legendas, acesse a nota da Check Point.

    Como instalar o VLC no Ubuntu e seus derivados

    O VLC está disponível nos repositórios oficiais do Ubuntu, no entanto, não é a versão mais recente. Por isso, quem precisa estar sempre com a última versão dele pode usar o PPA “VLC Daily build of stable branch” (compilação diária do ramo estável do VLC). A vantagem deste PPA é que ele tem pacotes para muitas versões do Ubuntu e também, é atualizado com mais frequência.

    Como instalar a última versão do VLC no Ubuntu e seus derivados

    Para instalar a versão última versão do VLC no Ubuntu, faça o seguinte:
    Passo 1. Abra um terminal (no Unity use as teclas CTRL + ALT + T);
    Passo 2. Se ainda não tiver, adicione o repositório do programa com este comando ou use esse tutorial;

    sudo add-apt-repository ppa:videolan/stable-daily

    Passo 3. Se você estiver usando o Ubuntu 15.10, adicione o repositório do programa com este comando ou use esse tutorial;

    sudo add-apt-repository ppa:nicola-onorata/desktop

    Passo 4. Atualize o Apt digitando o comando:

    sudo apt-get update

    Passo 5. Agora instale o programa com o comando:

    sudo apt-get install vlc

    Como instalar a última versão do VLC manualmente ou em outras distros

    Se não quiser adicionar o repositório ou quer tentar instalar em outra distribuição baseada em Debian, você pode pegar o arquivo DEB do Unity LauncherSwitcher nesse link e instalar ele manualmente (clicando duas vezes nele).

    Mas lembre-se! Ao optar por esse tipo de instalação, você não receberá nenhuma atualização do programa.

    Como instalar a última versão de testes do VLC no Ubuntu e seus derivados

    Para instalar a última versão de testes do VLC no Ubuntu, faça o seguinte:
    Passo 1. Abra um terminal (no Unity use as teclas CTRL + ALT + T);
    Passo 2. Se ainda não tiver, adicione o repositório do programa com este comando ou use esse tutorial;

    sudo add-apt-repository ppa:videolan/master-daily

    Passo 3. Atualize o Apt digitando o comando:

    sudo apt-get update

    Passo 4. Agora instale o programa com o comando:

    sudo apt-get install vlc

    Como instalar a última versão instável do VLC manualmente ou em outras distros

    Se não quiser adicionar o repositório ou quer tentar instalar em outra distribuição baseada em Debian, você pode pegar o arquivo DEB do Unity LauncherSwitcher nesse link e instalar ele manualmente (clicando duas vezes nele).

    Mas lembre-se! Ao optar por esse tipo de instalação, você não receberá nenhuma atualização do programa.

    Pronto! Agora, quando quiser iniciar o programa, digite vlc no Dash (ou em um terminal, seguido da tecla TAB).

    Desinstalando o VLC no Ubuntu e derivados

    Para desinstalar o VLC no Ubuntu e derivados, faça o seguinte:
    Passo 1. Abra um terminal;
    Passo 2. Desinstale o programa, usando os comandos abaixo;

    sudo add-apt-repository ppa:nicola-onorata/desktop --remove
    sudo apt-get remove vlc
    sudo apt-get autoremove

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    Como instalar o editor de vídeos LosslessCut no Linux

    Como instalar o editor de vídeos LosslessCut no Linux

    Se ao modificar vídeos tudo que você faz é apenas cortar uma parte deles, conheça e veja como instalar o editor de vídeos LosslessCut no Linux.


    LosslessCut é um programa para cortar vídeo que foi especialmente criado para facilitar a extração rápida de partes de arquivos de vídeo de uma câmera de vídeo, GoPro, drone, e assim por diante, sem perder qualidade de vídeo.

    Como instalar o editor de vídeos LosslessCut no Linux

    O aplicativo é baseado no Chromium, usando um player de vídeo HTML5, e usa FFmpeg para cortar os vídeos.

    De acordo com a sua página GitHub, LosslessCut não re-codificar ou decodificar os vídeos, o que o torna muito rápido e especialmente útil para grandes vídeos.

    Características do LosslessCut:

  • Corte de vídeo sem perdas;
  • Permite capturar imagens dos vídeos;
  • Suporta os formatos/codecs: MP4, MOV, WebM, MKV, OGG, WAV, MP3, AAC, H264, Theora, VP8, VP9;
  • Permite usar atalhos de teclado (pressione “h” para ver uma lista de atalhos de teclado).
  • Como instalar o editor de vídeos LosslessCut no Linux

    Conheça melhor o LosslessCut

    Para saber mais sobre esse programa, clique nesse link.

    Como instalar o LosslessCut no Linux

    Para instalar o LosslessCut no Linux, faça o seguinte:
    Passo 1. Abra um terminal;
    Passo 2. Caso já tenha feito alguma instalação manual, apague a pasta, o link e o atalho anterior com esse comando;

    sudo rm -Rf /opt/programa*
    sudo rm -Rf /usr/bin/programa
    sudo rm -Rf /usr/share/applications/programa.desktop

    Passo 3. Confira se o seu sistema é de 32 bits ou 64 bits, para isso, use o seguinte comando no terminal:

    uname -m

    Passo 4. Se seu sistema é de 32 bits, use o comando abaixo para baixar o programa. Se o link estiver desatualizado, acesse essa página, baixe a última versão e salve-o com o nome losslesscut.zip:

    wget https://github.com/mifi/lossless-cut/releases/download/v1.6.0/LosslessCut-linux-ia32.zip -O losslesscut.zip

    Passo 5. Se seu sistema é de 64 bits, use o comando abaixo para baixar o programa. Se o link estiver desatualizado, acesse essa página, baixe a última versão e salve-o com o nome losslesscut.zip:

    wget https://github.com/mifi/lossless-cut/releases/download/v1.6.0/LosslessCut-linux-x64.zip -O losslesscut.zip

    Passo 6. Use o comando a seguir para descompactar o arquivo baixado;

    sudo unzip losslesscut.zip -d /opt/

    Passo 7. Renomeie a pasta criada. Se ao executar o comando abaixo ocorrer um erro com a mensagem iniciando com “mv: é impossível sobrescrever o não-diretório”, pule este passo;

    sudo mv /opt/Loss*/ /opt/losslesscut

    Passo 8. Finalmente, crie um atalho para facilitar a execução do programa;

    sudo ln -sf /opt/losslesscut/LosslessCut /usr/bin/losslesscut

    Passo 9. Se seu ambiente gráfico atual suportar, crie um lançador para o programa, executando o comando abaixo;

    echo -e '[Desktop Entry]\n Version=1.0\n Name=losslesscut\n Exec=/opt/losslesscut/LosslessCut\n Icon=/\n Type=Application\n Categories=Application' | sudo tee /usr/share/applications/losslesscut.desktop

    Pronto! Agora, quando quiser iniciar o programa, digite lossless em um terminal, seguido da tecla TAB.

    Já se a sua distribuição suportar, coloque o atalho na sua área de trabalho usando o gerenciador de arquivos do sistema ou o comando abaixo, e use-o para iniciar o programa.

    sudo chmod +x /usr/share/applications/programa.desktop
    cp /usr/share/applications/programa.desktop  ~/Área\ de\ Trabalho/

    Se seu sistema estiver em inglês, use este comando para copiar o atalho para sua área de trabalho:

    cp /usr/share/applications/programa.desktop ~/Desktop

    Para mais detalhes sobre essa tarefa, consulte esse tutorial:
    Como adicionar atalhos de aplicativos na área de trabalho do Unity

    Se quiser, você também pode usar o gerenciador de arquivos do sistema para executar o programa, apenas abrindo a pasta dele e clicando em seu executável.

    Como usar o LosslessCut no Linux

    Para usar o LosslessCut, adicione o vídeo por arrastando e soltando ele na janela do programa. Em seguida, basta selecionar o início (representado pelo ícone “” )(2) do vídeo que você deseja cortar, então clique no ícone de tesoura (3) para exportá-lo:

    A menos que você escolha uma pasta de saída diferente, o vídeo deve ser exportado no mesmo diretório que o original.

    Como instalar o editor de vídeos LosslessCut no Linux

    Como remover o LosslessCut no Linux

    Para remover o programa no Linux, basta fazer o segundo passo do procedimento anterior.

    Fonte

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    Kodi 17.3 já está disponível! Confira as novidades e atualize

    Kodi 17.3 já está disponível! Confira as novidades e atualize

    Pouco depois de lançar a versão 17.2, saiu o Kodi 17.3. O motivo? uma rápida correção de segurança. Confira as novidades e atualize.


    Kodi é um multimídia player e central de mídia que anteriormente era conhecido como o XBMC. Ele foi projetado para a reprodução de rede, para que você possa transmitir o seu conteúdo multimídia a partir de qualquer lugar da casa ou diretamente da internet, usando praticamente qualquer protocolo disponível.

    Kodi 17.3 já está disponível! Confira as novidades e atualize

    Kodi 17.3 já está disponível! Confira as novidades e atualize

    Com o Media Center Kodi você Utiliza a mídia como ela está, pois ele pode reproduzir CDs e DVDs diretamente do arquivo de disco ou de uma imagem, e suporta quase todos os formatos populares de arquivo do seu disco rígido, ele pode até mesmo reproduzir arquivos dentro de arquivos ZIP e RAR.

    Conheça o ataque via legendas

    Recentemente, os analistas da Check Point descobriram um novo vetor de ataque que poderia permitir que cibercriminosos criassem legendas maliciosas para atacar os usuários de plataformas multimídia populares.

    Através da criação de legendas maliciosas, que depois seriam baixadas pelos usuários, os cibercriminosos podem potencialmente tomar o controle completo de qualquer dispositivo que execute estas aplicações, como computadores, dispositivos móveis e Smart TVs.

    VLC, Kodi (XBMC), Popcorn Time e Stremio são algumas das plataformas que estariam vulneráveis ao já popular “ataque via legendas”.

    Para mais detalhes sobre o ataque via legendas, acesse a nota da Check Point.

    Novidades do Media Center ​​Kodi 17.3

    Como o Kodi era uma das plataformas afetadas e a equipe de desenvolvimento do projeto rapidamente lançou a versão 17.2 para resolver essa vulnerabilidade. No entanto, logo após o lançamento, foram detectados alguns problemas nos binários de alguns addons e também instabilidade em sistemas Linux com o compilador GCC 4.8.

    Para resolver tais problemas foi disponibilizado o Kodi 17.3. Por causa disso, os usuários do Kodi devem atualizar o programa o mais breve possível.

    Resumindo, nessa versão foram corrigido os binários de alguns addons (complementos) e a falha em distros mais antigas, como o Ubuntu 14.04 com o compilador do GCC 4.8.

    Para ver todas as novidades, consulte a nota de lançamento.

    Conheça melhor o Kodi

    Para saber mais sobre esse programa, clique nesse link.

    Como instalar o Kodi 17.3 no Ubuntu e seus derivados

    Para instalar o Kodi 17.3 no Ubuntu e seus derivados, siga as instruções desse tutorial:
    Como instalar a versão mais recente do Media Center Kodi no Ubuntu

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    Como instalar o Adobe Flash Player no Linux

    Como instalar o Adobe Flash Player no Linux manualmente

    Se você instalou uma distribuição Linux e na hora de navegar, ficou faltando o Adobe Flash Player para poder acessar algumas páginas, veja aqui como instalar esse plugin, independente de qual seja o Linux usado.


    Adobe Flash Player é um plugin para navegador e um aplicativo com tempo de execução e muitos recursos para a Internet que oferece uma experiência web mais rica.

    Como instalar o Adobe Flash Player no Linux manualmente

    Além de disponibilizar versões do Flash especificas para as principais distribuições da atualidade, a Adobe também fornece um pacote de instalação que pode ser usado nas outras distros.

    Diferente dos outros tutoriais que já existem no Blog, onde normalmente é mostrada a instalação usando repositórios, nesse tutorial, será mostrado como instalar manualmente o Adobe Flash no Linux, usando exatamente esse pacote.

    Se quiser ver outras informações sobre a instalação do Adobe Flash no Linux, veja esses mais tutoriais nesse artigo:
    Instalando o Flash player no Linux: tudo que já foi publicado sobre o assunto

    Atenção! a partir da versão 52, o Firefox não suporta mais plugins NPAPI, portanto, nessa versão você deve instalar o Flash PPAPI

    Para mais detalhes sobre o assunto, leia esse artigo:
    Firefox não suporta plugins NPAPI (Java, Flash e etc)? Veja como resolver

    Conheça melhor o Adobe Flash Player

    Para saber mais sobre esse programa, clique nesse link.

    Como instalar manualmente o Adobe Flash no Linux

    Existem basicamente três formas de instalar o Adobe Flash no Linux: manualmente (usando um pacote genérico que teoricamente funciona em qualquer distro), usando pacotes DEB (para distros derivadas do Debian) e usando pacotes RPM (para distros derivadas do Red Hat). Confira a seguir os procedimentos, e use o que for mais conveniente para você.

    Como instalar manualmente o Adobe Flash no Linux

    Para instalar manualmente o Adobe Flash no Linux, faça o seguinte:
    Passo 1. Abra um terminal como root ou com uma conta de administrador;
    Passo 2. Confira se o seu sistema é de 32 bits ou 64 bits, para isso, use o seguinte comando no terminal:

    uname -m

    Passo 3. Se seu sistema é de 32 bits e você utiliza o Google Chrome/Firefox 52 ou superior (ou um derivado deles), use o comando abaixo para baixar o Adobe Flash Player no padrão PPAPI (Pepper Plugin API). Se o link estiver desatualizado, acesse essa página, baixe a última versão e salve-o com o nome flash.tar.gz:

    wget https://fpdownload.adobe.com/pub/flashplayer/pdc/25.0.0.171/flash_player_ppapi_linux.i386.tar.gz -O flash.tar.gz

    Passo 4. Se seu sistema é de 32 bits e você utiliza o Mozilla Firefox (ou um derivado dele), use o comando abaixo para baixar o Adobe Flash Player no padrão NPAPI (Netscape Plugin Application Programming Interface). Se o link estiver desatualizado, acesse essa página, baixe a última versão e salve-o com o nome flash.tar.gz:

    wget https://fpdownload.adobe.com/get/flashplayer/pdc/25.0.0.171/flash_player_npapi_linux.i386.tar.gz -O flash.tar.gz

    Passo 5. Se seu sistema é de 64 bits e você utiliza o Google Chrome/Firefox 52 ou superior (ou um derivado deles), use o comando abaixo para baixar o Adobe Flash Player no padrão PPAPI (Pepper Plugin API). Se o link estiver desatualizado, acesse essa página, baixe a última versão e salve-o com o nome flash.tar.gz:

    wget https://fpdownload.adobe.com/pub/flashplayer/pdc/25.0.0.171/flash_player_ppapi_linux.x86_64.tar.gz -O flash.tar.gz

    Passo 6. Se seu sistema é de 64 bits e você utiliza o Mozilla Firefox (ou um derivado dele), use o comando abaixo para baixar o Adobe Flash Player no padrão NPAPI (Netscape Plugin Application Programming Interface). Se o link estiver desatualizado, acesse essa página, baixe a última versão e salve-o com o nome flash.tar.gz:

    wget https://fpdownload.adobe.com/get/flashplayer/pdc/25.0.0.171/flash_player_npapi_linux.x86_64.tar.gz -O flash.tar.gz

    Passo 7. Depois de baixar, execute o comando a seguir, para descomprimir o pacote baixado;

    tar -zxvf flash.tar.gz

    Passo 8. Identifique a pasta de plugins do navegador, olhando a listagem de plugin deles. No caso do Firefox, digite about:plugins na caixa de endereço e tecle “enter”:

    Como instalar o Adobe Flash Player no Linux manualmente

    Identificando a pasta dos plugins, para instalar o Flash Player

    Passo 9. Feche o navegador e depois copie o arquivo libflashplayer.so para o diretório de plugins do navegador, identificado no passo anterior (no exemplo, /usr/lib/mozilla/plugins/);

    sudo cp libflashplayer.so /usr/lib/mozilla/plugins/

    Passo 10. Copie os arquivos de configurações do Flash Player para o diretório /usr;

    sudo cp -r usr/* /usr

    Passo 11. Abra o navegador novamente, digite about:plugins na caixa de endereço e tecle “enter”, para conferir se o plugin já está sendo reconhecido e consequentemente, aparecendo na listagem de plugins.

    Como instalar o Adobe Flash no Linux Ubuntu, Debian e derivados

    Quem quiser instalar o Adobe Flash no Linux Ubuntu, Debian e outros sistemas que suportam arquivos .deb, deve fazer o seguinte:
    Como Instalar o Adobe Flash Player no Ubuntu e derivados

    Como instalar o Adobe Flash no Linux Fedora, OpenSUse, CentOS e derivados

    Quem quiser instalar o Adobe Flash no Linux Fedora, OpenSUse, CentOS e outros sistemas que suportam arquivos .rpm, tem de fazer o seguinte:
    Passo 1. Abra um terminal;
    Passo 2. Confira se o seu sistema é de 32 bits ou 64 bits, para isso, use o seguinte comando no terminal:

    uname -m

    Passo 3. Se seu sistema é de 32 bits e você utiliza o Google Chrome/Firefox 52 ou superior (ou um derivado deles), use o comando abaixo para baixar o Adobe Flash Player no padrão PPAPI (Pepper Plugin API). Se o link estiver desatualizado, acesse essa página, baixe a última versão e salve-o com o nome flash.rpm:

    wget https://fpdownload.adobe.com/pub/flashplayer/pdc/25.0.0.171/flash-player-ppapi-25.0.0.171-release.i386.rpm -O flash.rpm

    Passo 4. Se seu sistema é de 32 bits e você utiliza o Mozilla Firefox (ou um derivado dele), use o comando abaixo para baixar o Adobe Flash Player no padrão NPAPI (Netscape Plugin Application Programming Interface). Se o link estiver desatualizado, acesse essa página, baixe a última versão e salve-o com o nome flash.rpm:

    wget https://fpdownload.adobe.com/pub/flashplayer/pdc/25.0.0.171/flash-player-npapi-25.0.0.171-release.i386.rpm -O flash.rpm

    Passo 5. Se seu sistema é de 64 bits e você utiliza o Google Chrome/Firefox 52 ou superior (ou um derivado deles), use o comando abaixo para baixar o Adobe Flash Player no padrão PPAPI (Pepper Plugin API). Se o link estiver desatualizado, acesse essa página, baixe a última versão e salve-o com o nome flash.rpm:

    wget https://fpdownload.adobe.com/pub/flashplayer/pdc/25.0.0.171/flash-player-ppapi-25.0.0.171-release.x86_64.rpm -O flash.rpm

    Passo 6. Se seu sistema é de 32 bits e você utiliza o Mozilla Firefox (ou um derivado dele), use o comando abaixo para baixar o Adobe Flash Player no padrão NPAPI (Netscape Plugin Application Programming Interface). Se o link estiver desatualizado, acesse essa página, baixe a última versão e salve-o com o nome flash.rpm:

    wget https://fpdownload.adobe.com/pub/flashplayer/pdc/25.0.0.171/flash-player-npapi-25.0.0.171-release.x86_64.rpm -O flash.rpm

    Passo 7. Para instalar em um openSUSE ou um de seus derivados, use o comando abaixo:

    sudo zypper install flash.rpm

    Passo 8. Para instalar em um Fedora, RedHat e seus derivados, use o comando abaixo:

    sudo yum localinstall flash.rpm

    ou

    sudo dnf install flash.rpm

    Passo 9. Para instalar o programa na maioria das distro com suporte a arquivos RPM, use o comando:

    sudo rpm -i flash.rpm

    Passo 6. Depois, se precisar desinstalar o programa, use esse comando:

    sudo rpm -e flash*

    Fonte

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    Informações de hardware: Instale i-Nex no Ubuntu e derivados

    Informações de hardware: Instale i-Nex no Ubuntu e derivados

    Se você precisa de mais informações de hardware do seu computador, experimente instalar o i-Nex no Ubuntu e seus derivados.


    I-Nex é uma ferramenta de informações do sistema que é usada para coletar dados sobre os principais componentes do sistema (dispositivos), como CPU, placa mãe, memória, memória de vídeo, som, dispositivos USB e assim por diante.

    Informações de hardware: Instale i-Nex no Ubuntu e derivados

    Através de uma interface baseada em abas, o aplicativo exibe informações sobre o hardware do sistema com uma quantidade significativa de detalhes.

    Se quiser experimentar outra ferramenta, dê uma olhada nesse tutorial:

    CPU-Z para Linux – instale CPU-G no Ubuntu e saiba mais sobre seu PC

    Conheça melhor o aplicativo de informações de hardware i-Nex

    Para saber mais sobre o aplicativo de informações de hardware, clicando nesse link

    Instalando o aplicativo de informações de hardware i-Nex no Ubuntu e derivados

    Para instalar i-Nex no Ubuntu e derivados, faça o seguinte:
    Passo 1. Abra um terminal (Usando o Dash ou pressionando as teclas CTRL+ALT+T);
    Passo 2. Se ainda não tiver o repositório dos programas, adicione com os comandos abaixo:

    sudo add-apt-repository ppa:nemh/gambas3
    sudo add-apt-repository ppa:i-nex-development-team/daily 
    sudo add-apt-repository ppa:i-nex-development-team/libcpuid11

    Passo 3. Atualize o APT com o comando:

    sudo apt-get update

    Passo 4. Agora instale o programa com o comando abaixo:

    sudo apt-get install i-nex

    Pronto! Agora, quando quiser iniciar o programa, digite i-nex -a no Dash (ou em um terminal, seguido da tecla TAB).

    Desinstalando o aplicativo de informações de hardware i-Nex no Ubuntu e derivados

    Para desinstalar o aplicativo de informações de hardware i-Nex no Ubuntu e derivados, faça o seguinte:
    Passo 1. Abra um terminal;
    Passo 2. Desinstale o programa, usando os comandos abaixo;

    sudo add-apt-repository ppa:nemh/gambas3 -r
    sudo add-apt-repository ppa:i-nex-development-team/daily -r
    sudo add-apt-repository ppa:i-nex-development-team/libcpuid11 -r
    sudo apt-get remove i-nex
    sudo apt-get autoremove

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    Firefox no Ubuntu: veja como manter o navegador atualizado

    Firefox no Ubuntu: veja como manter o navegador atualizado

    A Mozilla lança frequentemente atualizações do seu navegador. Se você quer estar sempre com a última versão do Firefox no Ubuntu, veja como manter o navegador atualizado nesse sistema.


    A cada nova versão do Firefox, mais e mais funcionalidades são adicionadas e diversas melhorias são feitas, além de inúmeras correções de segurança e muitos outros ajustes. Por isso, é sempre bom estar com a versão mais recente desse navegador.

    Firefox no Ubuntu:  veja como manter o navegador atualizado

    Conheça melhor o Firefox

    Para saber mais sobre o Firefox, clique nesse link.

    Normalmente a última versão do Firefox fica disponível como uma atualização de segurança em todas as versões suportadas do Ubuntu, depois de algumas horas do anúncio da Mozilla. Mas se você atualizou o sistema e a nova versão não apareceu, siga os passos a seguir e resolva seu problema.

    Como atualizar o Firefox no Ubuntu e derivados

    Para atualizar o Firefox no Ubuntu e instalar a versão mais recente do navegador, faça o seguinte:

    Passo 1. Certifique-se de que o repositório de atualizações recomendadas está habilitado. Para fazer isso, abra as “Configurações do sistema” e depois clique no item a opção “Programas e atualizações”. Quando aparecer a tela, vá para a aba “Atualizações” e veja se o item repositório de atualizações recomendadas está habilitado. Se não estiver, marque o item;

    Firefox no Ubuntu:  veja como manter o navegador atualizado

    Passo 2. Para executar o atualizador do sistema, digite update no Dash ou em um terminal, seguido da tecla TAB;

    Firefox no Ubuntu:  veja como manter o navegador atualizado

    Passo 3. Clique no ícone do atualizador e espere ele receber as informações de atualização;

    Firefox no Ubuntu:  veja como manter o navegador atualizado

    Passo 4. Na tela do programa, clique em “Detalhes das atualizações” para ver se o Firefox está no meio das atualizações. Se estiver, confirme a atualização clicando em “Instalar agora” e espere até finalizar.

    Firefox no Ubuntu:  veja como manter o navegador atualizado

    Se tudo correu bem, no final do processo, seu Firefox estará com a última versão instalada.

    Se mesmo com esse procedimento, o Firefox não ficou na versão mais recente, experimente usar esse outro tutorial, que mostra como instalar ele em qualquer distribuição Linux:
    Firefox no Linux: veja como instalar manualmente

    Mais sobre o Firefox

    Fonte

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    Instalando os conjuntos de ícones Ardis no Ubuntu

    Instalando os conjuntos de ícones Ardis no Ubuntu

    Procurando ícones bonitos e simples para repaginar o visual do seu sistema? Então conheça e veja como instalar os conjuntos de ícones Ardis no Ubuntu.


    Os conjuntos de ícones Ardis e Ardis Basic são elegantes e possuem um design simples, o que os tornam uma escolha perfeita para aqueles que amam a simplicidade. O projeto dos ícones Ardis é inspirado nos ícones Numix uTouch, mas é completamente diferente e bonito, e contém 25000+ ícones exclusivos.

    Instalando os conjuntos de ícones Ardis no Ubuntu

    Instalando os conjuntos de ícones Ardis no Ubuntu

    Instalando os conjuntos de ícones Ardis no Ubuntu

    Ardis Classic

    Instalando os conjuntos de ícones Ardis no Ubuntu

    Ardis Square

    O criador original do tema de ícones abandonou o Ardis, mas ZMA tomou a cargo e agora irá suportá-lo. Aliás, ZMA também introduziu uma nova variante do Ardis chamada “Ardis Square”, de modo que agora ele está em desenvolvimento ativo.

    Estes conjuntos de ícones tem uma variedade de cores agradáveis, olhando grandes ícones da forma circulados com longas sombras. É compatível com a maioria dos desktops Linux, como Unity, Gnome, KDE, Cinnamon, e outros.

    Conheça melhor os conjuntos de ícones Ardis

    Para saber mais sobre o tema, clique nesse link.

    Instalando o conjunto de ícones Ardis, Ardis Square e Ardis Basic no Ubuntu e derivados

    Para instalar os conjuntos de ícones Ardis, Ardis-Square e Ardis-Basic no Ubuntu e derivados, faça o seguinte:
    Passo 1. Abra um terminal (Usando o Dash ou pressionando as teclas CTRL+ALT+T);
    Passo 2. Se ainda não tiver, adicione o repositório do programa com este comando ou use esse tutorial;

    sudo add-apt-repository ppa:noobslab/icons

    Passo 3. Depois, atualize o APT com este comando:

    sudo apt-get update

    Passo 4. Finalmente, instale o Ardis, Ardis-Square e Ardis-Basic usando o seguinte comando:

    sudo apt-get install ardis-icons ardis-icons-square ardis-basic-icons

    Como instalar o conjunto de ícones Ardis, Ardis-Square e Ardis-Basic manualmente ou em outras distros

    Se não quiser adicionar o repositório ou quer tentar instalar em outra distribuição baseada em Debian, você pode pegar o arquivo DEB do programa nesse link e instalar ele manualmente (clicando duas vezes nele).

    Mas lembre-se! Ao optar por esse tipo de instalação, você não receberá nenhuma atualização do programa.

    Depois de instalar, você pode usar o Unity Tweak Tool, Gnome-tweak-tool ou Ubuntu-Tweak, para mudar o tema, use este tutorial:

    Como mudar o tema e conjunto de ícones padrão do Ubuntu.

    Desinstalando o conjunto de ícones Ardis, Ardis-Square e Ardis-Basic no Ubuntu e derivados

    Para desinstalar o conjunto de ícones Ardis, Ardis-Square e Ardis-Basic no Ubuntu e derivados, faça o seguinte:
    Passo 1. Abra um terminal;
    Passo 2. Desinstale o conjunto de ícones Ardis, Ardis-Square e Ardis-Basic, usando o comando abaixo;

    sudo apt-get remove ardis-icons ardis-icons-square ardis-basic-icons

    Para voltar ao estado anterior, use novamente o Unity Tweak Tool, Gnome-tweak-tool ou Ubuntu-Tweak, para mudar o tema, use este tutorial:

    Como mudar o tema e conjunto de ícones padrão do Ubuntu.

    Fonte

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    25 de maio de 2017

    Como trocar o Systemd pelo Upstart no Ubuntu 15.04/15.10

    Como trocar o Systemd pelo Upstart no Ubuntu 15.04/15.10

    Não gostou da escolha da Canonical ao colocar o Systemd como gerenciador de inicialização padrão do novo Ubuntu? Não tem problema! Veja aqui como trocar o Systemd pelo Upstart no Ubuntu 15.04/15.10 (e vice-versa).


    Desde de que o Ubuntu 15.04 foi lançado, a comunidade Linux tem tido uma discussão sobre a escolha da Canonical em relação ao gerenciador de inicialização. Resumindo o assunto: a empresa optou por usar o Systemd no lugar do Upstart.

    Como trocar o Systemd pelo Upstart no Ubuntu 15.04/15.10

    Mas por que escolheram o Systemd? Simples: o projeto Debian tomou a decisão de mudar, de modo que a Canonical decidiu seguir o exemplo. Isso porque o Ubuntu é um derivado do Debian e se o projeto pai está fazendo uma mudança, o correto é fazer o mesmo em vez de criar mais fragmentação.

    A decisão agradou a alguns e desagradou outros. Mas nem tudo é polêmica, pois apesar do Systemd ser o padrão do novo Ubuntu, a Canonical permite que o usuário escolha qual sistema de inicialização usar. Por isso, mostrarei para você como trocar o Systemd pelo Upstart no Ubuntu 15.04/15.10 e até como voltar ao padrão do sistema, desfazendo a troca.

    Conheça melhor esses gerenciadores de inicialização

    Para saber mais sobre o Systemd, clique nesse link.
    Para saber mais sobre o Upstart, clique nesse link.

    Como trocar o Systemd pelo Upstart no Ubuntu 15.04/15.10

    Para trocar o Systemd pelo Upstart no Ubuntu 15.04/15.10, você deve fazer o seguinte:
    Passo 1. Abra um terminal (no Unity use as teclas CTRL + ALT + T);
    Passo 2. Instale o Upstart usando o comando abaixo. Ao instalar o pacote Upstart, o Ubuntu irá remover automaticamente o Systemd;

    sudo apt-get install upstart-sysv

    Passo 3. Com o pacote Upstart instalado e o Systemd removido, você precisa atualizar o sistema Ubuntu para refletir as mudanças que foram feitas. Para isso, use o seguinte comando;

    sudo update-initramfs -u

    Passo 4. Finalmente, reinicie o sistema com o comando abaixo e estará pronto;

    sudo reboot

    Como trocar o Upstart pelo Systemd no Ubuntu 15.04/15.10

    Para trocar o Upstart pelo Systemd no Ubuntu 15.04/15.10, faça o seguinte:
    Passo 1. Abra um terminal (no Unity use as teclas CTRL + ALT + T);
    Passo 2. Para instalar o Systemd, use o comando abaixo. Ao fazer essa instalação, o Ubuntu irá remover automaticamente o Upstart;

    sudo apt-get install ubuntu-standard systemd-sysv

    Passo 3. Agora que o pacote Systemd foi instalado e o Upstart removido, você precisa atualizar o sistema Ubuntu para refletir as mudanças que foram feitas. Para isso, use o seguinte comando;

    sudo update-initramfs -u

    Passo 4. Depois disso, basta reiniciar o PC, usando o comando abaixo. Quando iniciar, o sistema já estará usando o Systemd novamente!

    sudo reboot

    Pronto! Com estes dois procedimentos você poderá trocar o Systemd pelo Upstart (ou o contrário) e usar o sistema de inicialização que quiser, sem se preocupar com as polêmicas geradas por essa mudança.

    Fonte

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    Como ativar ou desativar o som da tela de login do Ubuntu

    Como ativar ou desativar o som da tela de login do Ubuntu

    Não gosta daquele barulho? Se você precisa ativar ou desativar o som da tela de login do Ubuntu, veja nesse tutorial como fazer isso.


    O som da tela de login do Ubuntu é bastante chamativo (principalmente se o volume estiver alto) e pode ser até legal para saber que é hora de entrar com o usuário e senha. Mas depois de um tempo ele pode incomodar.

    Como ativar ou desativar o som da tela de login do Ubuntu

    Para resolver isso, a maneira mais fácil de se livrar desse som irritante é colocar o volume em mudo através do ícone indicador que fica no canto superior direito da tela de login (essa mudança, não afetará o volume do sistema depois de logado).

    Entretanto, essa modificação só pode ser feita na tela de login. Se você já estiver logado e não quiser sair, você pode desativar ou ativar o som de login através de uma ferramenta gráfica chamada Ubuntu Tweak.

    Conheça melhor o Ubuntu Tweak

    Para saber mais sobre esse programa, clique nesse link.

    Como ativar ou desativar o som da tela de login do Ubuntu usando o Ubuntu Tweak

    Para ativar ou desativar o som da tela de login do Ubuntu usando o Ubuntu Tweak, você precisa fazer o seguinte:
    Passo 1. Instale o programa, seguindo os passos desse tutorial, ou se preferir, faça o download pacote DEB do Ubuntu Tweak a partir desse link e clique duas vezes para abri-lo com a Central de programas e finalmente instalá-lo.
    Passo 2. Uma vez instalado, inicie o programa digitando tweak no Dash, e quando ele abrir, vá para a opção “Tweaks” (Ajustes) e depois “Login Settings” (Configuração de login).

    Como ativar ou desativar o som da tela de login do Ubuntu

    Passo 3. Nessa tela, antes de fazer quaisquer alterações, lembre-se de tocar no ícone “Unlock” (desbloqueio), depois digitar a senha do administrador, para finalmente ter acesso aos campos;

    Como ativar ou desativar o som da tela de login do Ubuntu

    Passo 4. Depois disso, você verá a chave que permite ligar/desligar, no campo “Play login sound” (Tocar som de login) e poderá  modificá-la quando quiser.

    Como ativar ou desativar o som da tela de login do Ubuntu

    Pronto! Agora sempre que quiser, você pode ativar ou desativar o som da tela de login, do jeito que lhe for mais conveniente.

    Fonte

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    Como instalar o cliente torrent FrostWire no Ubuntu, Debian, Fedora e derivados

    Como instalar o cliente torrent FrostWire no Ubuntu, Debian, Fedora e derivados

    Já experimentou várias opções de clientes torrents que citei aqui no blog e ainda não gostou de nenhum? Pois então conheça e veja como instalar o cliente torrent FrostWire no Ubuntu, Debian, Fedora e derivados.


    FrostWire é um cliente Bittorrent livre e recheado de recursos voltados para áudio, vídeo e download, com um Media Player e Media Library integrados. Ele permite que qualquer indivíduo possa compartilhar seus conteúdos com milhões de pessoas a partir de seu computador sem nenhum custo, graças à rede P2P de BitTorrent.

    Como instalar o cliente torrent FrostWire no Ubuntu, Debian, Fedora e derivados

    Inicialmente, o FrostWire era um fork do projeto comunitário em volta do LimeWire, mas evoluiu para substituir o núcleo BitTorrent do LimeWire pelo do Vuze, o Azureus BitTorrent Engine, e, finalmente, para remover o núcleo Gnutella do LimeWire para se tornar um cliente BitTorrent completo e fácil de usar.

    Ele também possui uma pesquisa embutida de vários trackers de torrent e sites de download, visualização e seleção de formato de arquivo. FrostWire faz o trabalho pesado para você: ele procura vários índices de torrent e apresenta os resultados dentro do aplicativo, separados por tipo de arquivo, pronto para que você fazer o download com apenas um clique.

    Com o FrostWire é possível reproduzir a maioria dos arquivos, antes mesmo que o download esteja concluído, o que é ótimo para arquivos maiores, como vídeo ou álbuns inteiros de áudio.

    Conheça melhor o cliente torrent FrostWire

    Para saber mais sobre esse programa, clique nesse link.

    Se você quiser conhecer a versão mobile do programa, veja esse vídeo:



    Como instalar o cliente torrent FrostWire no Ubuntu, Debian, Fedora e derivados

    Para instalar o cliente torrent FrostWire no Ubuntu, Debian e distros que usam arquivos .DEB, faça o seguinte:
    Passo 1. Abra um terminal;
    Passo 2. Use o comando abaixo para baixar o programa. Se o link estiver desatualizado, acesse essa página, baixe a última versão e salve-o com o nome frostwire.deb;

    wget http://dl6.frostwire.com/frostwire/6.5.1/frostwire-6.5.1.all.deb -O frostwire.deb

    Passo 4. Agora instale o programa com o comando:

    sudo dpkg -i frostwire.deb

    Passo 5. Caso seja necessário, instale as dependências do programa com o comando:

    sudo apt-get install -f

    Passo 6. Depois, caso seja necessário, desinstale o programa usando o comando abaixo;

    sudo apt-get remove frostwire*

    Como instalar o cliente torrent FrostWire no Linux e derivados ou em distros que usam arquivos .RPM

    Para instalar o cliente torrent FrostWire no Linux Fedora e derivados ou em distros que usam arquivos .RPM, faça o seguinte:
    Passo 1. Abra um terminal;
    Passo 2. Passo 2. Use o comando abaixo para baixar o programa. Se o link estiver desatualizado, acesse essa página, baixe a última versão e salve-o com o nome frostwire.rpm;

    wget http://dl7.frostwire.com/frostwire/6.5.1/frostwire-6.5.1.noarch.rpm -O frostwire.rpm

    Passo 4. Para instalar em um Fedora, RedHat e seus derivados, use o comando abaixo:

    sudo yum localinstall frostwire.rpm

    ou

    sudo dnf install frostwire.rpm

    Passo 5. Para instalar em um openSUSE ou um de seus derivados, use o comando abaixo:

    sudo zypper install frostwire.rpm

    Passo 6. Para instalar em um OpenMandriva, Mageia e seus derivados, use o comando abaixo:

    sudo urpmi frostwire.rpm

    Passo 7. Depois, caso seja necessário, desinstale o programa usando o comando abaixo;

    sudo urpme frostwire*

    Pronto! Agora, quando quiser iniciar o programa, digite frostwire no Dash (ou em um terminal, seguido da tecla TAB).

    Como instalar o cliente torrent FrostWire no Ubuntu, Debian, Fedora e derivados

    Como instalar o cliente torrent FrostWire no Ubuntu, Debian, Fedora e derivados

    Como instalar o cliente torrent FrostWire no Ubuntu, Debian, Fedora e derivados

    Como instalar o cliente torrent FrostWire no Ubuntu, Debian, Fedora e derivados

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    WannaCry Infectando o Linux? O que você precisa saber sobre isso!

    WannaCry Infectando o Linux? O que você precisa saber sobre isso!

    WannaCry Infectando o Linux? Isso pode acontecer? O vírus do momento levanta muitas dúvidas e se você usa Linux, precisa conhecer algumas informações sobre esse assunto.


    Vários dias se passaram desde que o WannaCry começou a causar estragos no mundo todo com o seu uso inteligente de um exploit SMB encontrado dentro do Windows. Mesmo depois de todo esse tempo, o malware continua a fazer a notícia com novas informações e especulações em torno de suas origens, sua trajetória e seu potencial para ataques mais massivos .

    WannaCry Infectando o Linux? O que você precisa saber sobre isso!

    WannaCry Infectando o Linux? O que você precisa saber sobre isso!

    Algumas organizações de imprensa locais em todo o mundo até fizeram alegações sobre o vírus, às vezes chegando a dizer que o líder norte-coreano Kim Jong Un é responsável por ele. Deixando afirmações como estas de lado, há uma preocupante alegação que tem chamado a atenção: a de que o Linux não é imune à infecção do WannaCry, e isso não é completamente verdade.

    WannaCry Infectando o Linux? O que você precisa saber sobre isso!

    WannaCry Infectando o Linux é uma possibilidade, mas não é um fato. Certo, é tolice supor que o Linux é completamente impermeável aos ataques. O Titanic foi chamado de navio indestrutível, contudo, hoje ele está no fundo do Oceano Atlântico incapaz de terminar a viagem inaugural de 1912.

    A ideia de que um ataque poderia ser realizado no Linux é meio assustadora, e as notícias de que o WannaCry poderia infectar o sistema operacional, levantaram algumas preocupações entre seus usuários. Alguns deles até estavam perguntando se isso é mesmo possível, em fóruns da Internet.

    Na verdade, o efeito foi suficientemente forte para justificar um post no blog do openSUSE. A postagem sugere sem rodeios que, embora seja tecnicamente possível que o WannaCry obtenha algum acesso privilegiado ao Linux através do WINE (para quem não conhece, ele é um emulador que permite executar aplicativos do Windows no Linux), seria necessário uma tonelada métrica de “As coisas teriam que ir horrivelmente errado para que isso aconteça em primeiro lugar”. E a maioria dessas coisas teria que ser feita pelo usuário.

    Por exemplo, você teria que fornecer ao WINE uma maneira de obter acesso ao seu diretório pessoal (home), permitindo que ele seja executado com permissões de root (por exemplo, usando “sudo” antes de “wine” no terminal). Mesmo assim, no pior cenário, o máximo que o WannaCry conseguiria seria ter acesso sua pasta usuário.

    Os usuários Linux devem se preocupar?

    Enquanto você não estiver executando aplicativos como WINE como root e abrindo WannaCry através dele, você não deve se preocupar em estar infectado.

    Se você executar aplicativos como eles são destinados a ser executado no Linux, eles vão fazê-lo sob um sistema fechado com certas restrições. Geralmente, é mais difícil para um aplicativo ultrapassar os limites definidos pelo sistema operacional do que seria no Windows.

    Na prática, você teria que praticamente tentar infectar-se com o WannaCry worm, a fim de encontrar qualquer efeito a partir dele.

    Apenas Lembre-se de ser cauteloso

    Fique atento! Quando algo está em execução no Linux e precisa obter o sistema operacional para fazer algo com privilégios de root, ele pedirá sua senha.

    Se você já usa o Linux por um longo tempo, provavelmente já está acostumado com o prompt de senha que aparece sempre que você atualiza um aplicativo ou instala um novo. Isso é praticamente parte da rotina diária. Então, se você receber um prompt de senha do nada, isso deve despertar sua suspeita.

    Basta lembrar que, embora o Linux seja um tanque blindado, você é o motorista. Um sistema operacional é uma ferramenta (o que também se aplica ao Windows, por sinal), e como você usá-lo em grande parte determina o quão seguro você será.

    Sim, o Linux faz um ótimo trabalho para protegê-lo da maioria das ameaças, mas ele está apenas fazendo setenta por cento do trabalho. O resto tem que vir de sua própria vigilância. Use a ferramenta do jeito que ela deve ser usada e não fique complacente.

    Mais importante ainda, não confie na conveniência de concluir um trabalho. Não altere as permissões de pasta para um nível mais alto do que deveria ser. Não execute aplicativos como root, quando eles não precisam dele. Siga estas regras simples e você (e seu sistema) deve ficar bem seguros.

    Fonte.

    O que está sendo falado no blog nos últimos dias


    Alternativa ao Chrome: instalando o Superbird Browser no Debian, Ubuntu e openSUSE

    Alternativa ao Chrome: instalando o Superbird Browser no Debian, Ubuntu e openSUSE

    Se você procura uma alternativa ao Chrome, que seja um navegador rápido, seguro e com quase as mesmas características do navegador do Google, veja como instalar o Superbird Browser no Debian, Ubuntu, openSUSE e sistema derivados.


    Superbird Browser é um navegador alternativo para o Google Chrome. A produtora do software alega que ele é uma alternativa ao Chrome porque é baseado no navegador do Google, porém, é mais rápido, pois tem uma ênfase especial em velocidade, estabilidade e segurança de dados.

    Alternativa ao Chrome: instalando o Superbird Browser no Debian, Ubuntu e openSUSE

    Por ser uma alternativa ao Chrome, assim como o navegador do gigante de buscas, ele tem um monte de plugins disponíveis e possui funções de atualização automática.

    Mas diferente do navegador do Google, o Superbird Browser tem melhorias de privacidade que garantem que nenhuma informação será enviada para o Google ou terceiros.

    Além disso, ele tem baixo uso de memória e o motor de busca padrão é o mecanismo o DuckDuckGo.

    Conheça melhor o Superbird Browser, uma alternativa ao Chrome

    Para saber mais sobre esse programa, clique nesse link.

    Como instalar o Superbird Browser no Linux

    Instalar o Superbird Browser no Linux se resume a baixar o pacote no site e abri-lo com o gerenciador de pacotes do seu sistema. Se preferir, você também pode fazer isso seguindo os procedimentos abaixo.

    Como instalar o Superbird Browser no Debian, Ubuntu e seus derivados

    Para instalar o Superbird Browser no Debian, Ubuntu e sistemas derivados, você pode fazer o seguinte:
    Passo 1. Abra um terminal (no Unity use as teclas CTRL + ALT + T);
    Passo 2. Confira se o seu sistema é de 32 bits ou 64 bits, para isso, use o seguinte comando no terminal:

    uname -m

    Passo 3. Se seu sistema é de 64 bits, use o comando abaixo para baixar o programa. Se o link estiver desatualizado, acesse essa página, baixe a última versão e salve-o com o nome superbird.deb:

    wget http://superbird-browser.com/download/superbird.deb -O superbird.deb

    Passo 4. Agora instale o programa com o comando:

    sudo dpkg -i superbird.deb

    Passo 5. Caso seja necessário, instale as dependências do programa com o comando:

    sudo apt-get install -f

    Passo 6. Se depois você precisar desinstalar, use o seguinte comando:

    sudo apt-get remove superbird*

    Como instalar o Superbird Browser no openSUSE e seus derivados

    Para instalar o Superbird Browser no openSUSE e sistemas derivados, faça o seguinte:
    Passo 1. Abra um terminal;
    Passo 2. Confira se o seu sistema é de 32 bits ou 64 bits, para isso, use o seguinte comando no terminal:

    uname -m

    Passo 3. Se seu sistema é de 64 bits, use o comando abaixo para baixar o programa. Se o link estiver desatualizado, acesse essa página, baixe a última versão e salve-o com o nome superbird.rpm:

    wget http://superbird-browser.com/download/superbird-32-amd64.rpm -O superbird.rpm

    Passo 4. Agora instale o programa com o comando:

    sudo rpm -ivh superbird.rpm

    Passo 5. Se depois você precisar desinstalar, use o seguinte comando:

    sudo rpm -e superbird*

    Pronto! Agora, quando quiser iniciar o programa, digite superbird no terminal, seguido da tecla TAB.

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    Como instalar a IDE PyCharm no Ubuntu e derivados

    Como instalar a IDE PyCharm no Ubuntu e derivados

    Se você programa em Python e está a procura de um bom ambiente de desenvolvimento, conheça e veja como instalar a IDE PyCharm no Ubuntu e derivados.


    PyCharm é um ambiente de desenvolvimento integrado (IDE) usado na programação com a linguagem Python. O aplicativo é desenvolvido pela companhia checa JetBrains. PyCharm é multiplataforma, ou seja, funciona no Windows, macOS e Linux.

    Como instalar a IDE PyCharm no Ubuntu e derivados

    Como instalar a IDE PyCharm no Ubuntu e derivados

    Essa IDE fornece análise de código, um depurador gráfico, um testador de unidade integrado, integração com sistemas de controle de versão (VCSes), e suporta desenvolvimento de web com Django.

    PyCharm possui duas edições: Community e Professional. A edição Community é liberada sob a licença de Apache, e a edição profissional liberada sob uma licença proprietária, com alumas características extra.

    Conheça melhor a IDE PyCharm

    Para saber mais sobre esse programa, clique nesse link.

    Como instalar a IDE PyCharm no Ubuntu e seus derivados

    Para instalar a IDE PyCharm e ainda poder receber automaticamente as futuras atualizações dele, você deve fazer o seguinte:
    Passo 1. Abra um terminal (Usando o Dash ou pressionando as teclas CTRL+ALT+T);
    Passo 2. Adicione o repositório do aplicativo com o seguinte comando:

    sudo sh -c 'echo "deb http://archive.getdeb.net/ubuntu $(lsb_release -sc)-getdeb apps" >> /etc/apt/sources.list.d/getdeb.list'

    Passo 3. Baixe e adicione a chave do repositório GetDeb com o comando:

    wget -q -O - http://archive.getdeb.net/getdeb-archive.key | sudo apt-key add -

    Passo 4. Atualize o Apt com o comando abaixo:

    sudo apt-get update

    Passo 5. Para instalar o programa, use este comando:

    sudo apt-get install pycharm

    Como instalar a IDE PyCharm manualmente ou em outras distros

    Se não quiser adicionar o repositório ou quer tentar instalar em outra distribuição baseada em Debian, você pode pegar o arquivo DEB do programa nesse link, e instalar ele manualmente (clicando duas vezes nele).

    Mas lembre-se! Ao optar por esse tipo de instalação, você não receberá nenhuma atualização do programa.

    Pronto! Agora, quando quiser iniciar o programa, digite pycharm no Dash (ou em um terminal, seguido da tecla TAB).

    Desinstalando a IDE PyCharm no Ubuntu e derivados

    Para desinstalar a IDE PyCharm no Ubuntu e derivados, faça o seguinte:
    Passo 1. Abra um terminal;
    Passo 2. Desinstale o programa, usando os comandos abaixo;

    sudo apt-get remove pycharm
    sudo apt-get autoremove

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    OCR no Linux – Instale o Lios (Linux-Intelligent-Ocr-Solution)

    OCR no Linux - Instale o Lios (Linux-Intelligent-Ocr-Solution)

    Se você está a procura de um OCR no Linux, ou seja, um software de reconhecimento ótico de caracteres (OCR), experimente instalar o Lios (Linux-Intelligent-Ocr-Solution).


    Softwares de reconhecimento ótico de caracteres (OCR) podem extrair o texto de imagens, documentos e etc com facilidade. Para Linux existe Lios (Linux-inteligente-OCR-Solution), um programa de código aberto muito interessante.

    OCR no Linux - Instale o Lios (Linux-Intelligent-Ocr-Solution)

    Escrito em Python 3, o programa consegue “puxar” imagens de um scanner ou webcam (ainda em fase de desenvolvimento) ou a partir de um documento PDF e processá-los por meio de Tesseract ou cuneiforme.

    Graças a uma interface gráfica simples, é possível digitalizar a imagem/documento inteira ou apenas uma parte dela. Para completar, ele também tem verificação ortográfica (através aspell), para corrigir o texto digitalizado.

    O Lion tem uma série de opções relativas à aquisição através do scanner e permite imprimir diretamente no texto extraído ou exportar tudo em um documento PDF.

    Também está disponível a partir das preferências um suporte para exibição otimizada para usuários com deficiência visual.

    Conheça melhor o Lios

    Para saber mais sobre esse programa, clique nesse .

    Instalando o Lios para ter um OCR no Linux Ubuntu, Debian e derivados

    Para instalar o Lios e ter um OCR no Linux Ubuntu, Debian e outros sistemas com suporte a pacotes DEB, faça o seguinte:
    Passo 1. Abra um terminal;
    Passo 2. Use o comando abaixo para baixar o pacote DEB. Se o link estiver desatualizado, acesse essa página, baixe a última versão e salve-o com o nome lios.deb:

    wget https://ufpr.dl.sourceforge.net/project/lios/lios_2.5_all.deb -O lios.deb 

    Passo 3. Agora, use os comandos abaixo para instalar o programa:

    sudo dpkg -i lios.deb
    sudo apt-get install -f -y

    Instalando o Lios para ter um OCR no Linux Fedora, RedHat, CentOS, openSUSE e derivados

    Para instalar o Lios e ter um OCR no Linux Fedora, RedHat, CentOS, openSUSE e outros sistemas com suporte a pacotes RPM, faça o seguinte:
    Passo 1. Abra um terminal;
    Passo 3. Use o comando abaixo para baixar o pacote RPM. Se o link estiver desatualizado, acesse essa página, baixe a última versão e salve-o com o nome lios.rpm::

    wget http://ufpr.dl.sourceforge.net/project/lios/lios-2.0-0.noarch.rpm -O lios.rpm

    Passo 5. Para instalar em um Fedora, RedHat, CentOS e outras distros derivadas delas, use o comando abaixo:

    sudo yum localinstall lios.rpm

    ou

    sudo dnf install lios.rpm

    Passo 6. Para instalar em um openSUSE ou um de seus derivados, use o comando abaixo:

    sudo zypper install lios.rpm

    Passo 7. Para instalar em um OpenMandriva, Mageia e seus derivados, use o comando abaixo:

    sudo urpmi lios.rpm

    Para baixar outros pacotes de instalação de versões anteriores dessas distros, acesse esse link.

    Se tiver problemas com dependências, procure os pacotes nos gerenciadores da distribuição e instale elas. Depois, volte ao procedimento e instale o programa.

    Depois de instalado, execute o programa digitando lios em um terminal, seguido da tecla TAB.

    Ao abrir o programa, vá nas nas preferências dele e selecione se irá usar Tesseract ou cuneiforme. Se optar pelo Tesseract, não esqueça de instalar ele.

    OCR no Linux - Instale o Lios (Linux-Intelligent-Ocr-Solution)

    Desinstalando o Lios no Linux

    Para desinstalar o Lios no Linux, faça o seguinte:
    Passo 1. Abra um terminal;
    Passo 2. No Debian, Ubuntu e derivados, desinstale o programa, usando os comandos abaixo;

    sudo apt-get remove lios*
    sudo apt-get autoremove

    Passo 3. No Fedora, RedHat, CentOS e outras distros derivadas delas, desinstale o programa usando o comando abaixo;

    sudo yum remove lios*

    ou

    sudo dnf remove lios*

    Passo 4. No openSUSE ou um de seus derivados, desinstale o programa usando o comando abaixo;

    sudo zypper remove lios*

    Passo 5. No OpenMandriva, Mageia e seus derivados, desinstale o programa usando o comando abaixo;

    sudo urpme lios*

    Fonte

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    Como instalar o editor de vídeo LiVEs no Ubuntu

    Como instalar o editor de vídeo LiVEs no Ubuntu

    Foi lançada mais uma versão do editor de vídeo LiVEs. Se você quiser experimentar essa versão, veja aqui como instalar o editor de vídeo LiVEs no Ubuntu.


    O editor de vídeo LiVEs é um software livre e também uma ferramenta para VJ escrita em C, Perl e Python. LiVES é projetado para ser simples de usar, mas poderoso, pois ele é pequeno no tamanho, mas tem muitas características avançadas.

    Como instalar o editor de vídeo LiVEs no Ubuntu

    Como instalar o editor de vídeo LiVEs no Ubuntu

    Ele permite ao usuário manipular vídeo em tempo real ou não. O programa também tem características que vão além de aplicativos de edição de vídeo tradicionais, por exemplo, ele pode ser controlado e monitorado remotamente através de uma rede, e tem facilidades para streaming de e para uma outra cópia do LiVEs.

    O programa utiliza um sistema de plugins para reprodução de vídeo, efeitos, codificadores e decodificadores. As APIs para estes agora estão bem definidas e por causa disso, o aplicativo pode ser facilmente estendido.

    Confira as novidades da última versão do editor de vídeo LiVEs

    LiVES 2.8.6 foi traz algumas melhorias de desempenho e várias correções de bugs.

    • Foi removida a dependência no (depreciado) GLee;
    • Agora ele exibe áudio como níveis de volume no Clip Editor;
    • Melhorias de desempenho para reprodução multitrack;
    • É possível expandir corretamente a largura do texto na janela de informações da mensagem;
    • Melhoria no zoom na multitrack (aproxima o cursor em vez do centro da tela);
    • Corrigido o áudio quebrado fade in/out (regressão);
    • Corrigida a captura de janela externa (regressão);
    • Corrigidas as falhas nas conversões de paleta;
    • Corrigidos os problemas de compilação com o mecanismo de scripts liblives;
    • Corrigido para teclas na visualização multitrack em tela cheia;
    • Reformatação e limpeza do código (W.I.P).

    Para mais detalhes sobre as mudanças dessa versão, acesse a ChangeLog.

    Conheça melhor o editor de vídeo LiVEs

    Para saber mais sobre esse programa, clique nesse link.

    Como instalar o editor de vídeo LiVEs no Ubuntu e seus derivados

    LiVEs está disponível nos repositórios oficiais das versões mais recentes do Ubuntu e pode ser instalado usando a Central de programas ou usando o comando sudo apt-get install lives.

    No entanto, em versões mais antigas, para instalar o programa no Ubuntu e poder receber automaticamente as futuras atualizações dele, você deve fazer o seguinte:

    Passo 1. Abra um terminal (no Unity use as teclas CTRL + ALT + T);
    Passo 2. Se ainda não tiver, adicione o repositório do programa com este comando ou use esse tutorial;

    sudo add-apt-repository ppa:ubuntuhandbook1/lives

    Passo 3. Atualize o APT com o comando:

    sudo apt-get update

    Passo 4. Agora use o comando abaixo para instalar o programa;

    sudo apt-get install lives lives-plugins

    Como instalar o editor de vídeo LiVEs manualmente ou em outras distros

    Para aqueles que não querem adicionar o repositório ou querem tentar instalar em outra distribuição baseada em Debian, basta fazer o download do instalador .deb diretamente nesse link, e depois clicar nele para instalar manualmente.

    Mas lembre-se! Ao optar por esse tipo de instalação, você não receberá nenhuma atualização do programa.

    Pronto! Agora, quando quiser iniciar o programa, digite lives no Dash (ou em um terminal, seguido da tecla TAB).

    Como desinstalar o editor de vídeo LiVEs no Ubuntu e seus derivados

    Caso não tenha gostado ou não precise mais do programa, para desinstalar o editor de vídeo LiVEs, faça o seguinte:
    Passo 1. Abra um terminal (no Unity use as teclas CTRL + ALT + T);
    Passo 2. Use o comando abaixo para desinstalar o programa;

    sudo apt-get remove lives lives-plugins
    sudo apt-get autoremove

    Fonte

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    Como alterar os nomes das unidades de disco usando o Gparted

    Como alterar os nomes das unidades de disco usando o Gparted

    Se você precisa identificar melhor as unidades do seu computador, aprenda nesse tutorial como alterar os nomes das unidades de disco usando o Gparted.


    Quando o gerenciador de arquivos Nautilus mostra as unidades de disco apenas com “x GB Volume” fica chato e as vezes complicado para descobrir qual é qual.

    Como alterar os nomes das unidades de disco usando o Gparted

    Nessa situação, o melhor a fazer é nomear essas unidades de um jeito que o usuário não tenha que bater muita cabeça para identificar a unidade, conforme será mostrado a seguir.

    Conheça melhor o Gparted

    Para saber mais sobre esse programa, clique nesse link.

    Como alterar os nomes das unidades de disco usando o Gparted

    Para alterar os nomes das unidades de disco usando o Gparted, você deve fazer o seguinte:
    Passo 1. Se você ainda não tiver o Gparted instalado, procure por ele na Central de programas e instale-o ou use o comando abaixo para isso;

    sudo apt-get install gparted -y

    Passo 2. Para executar o programa, clique no Dash e digite a palavra gparted. Quando ele aparecer no resultado da pesquisa, clique nele para executá-lo;

    Como alterar os nomes das unidades de disco usando o Gparted

    Passo 3. Dentro do programa, clique no disco que você deseja mudar o nome, para selecioná-lo;

    Como alterar os nomes das unidades de disco usando o Gparted

    Passo 4. Se a partição não estiver desmontada, clique com o botão direito sobre ela e no menu que aparece, selecione a opção “Desmontar”;

    Como alterar os nomes das unidades de disco usando o Gparted

    Passo 5. Com a partição já desmontada, clique novamente com o botão direito sobre ela e quando o menu aparecer, clique na opção “Rótulo”;

    Como alterar os nomes das unidades de disco usando o Gparted

    Passo 6. Na janela que será exibida, coloque o nome que deseja chamar a unidade e depois, clique no botão “OK” para confirmar;

    Como alterar os nomes das unidades de disco usando o Gparted

    Pronto! Agora que a unidade irá exibir o nome que você colocou, e certamente ficará bem mais fácil identificá-la

    Fonte

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    Como criar compartilhamentos seguros para máquinas Windows

    Como criar compartilhamentos seguros para máquinas Windows

    Quer um método seguro e fácil de compartilhar seus dados com usuários específicos em máquinas Windows na rede? Experimente usar o Samba, ele pode ser uma ferramenta muito simples (mesmo para usuários iniciantes), para criar compartilhamentos seguros.


    Samba é um software livre licenciado sob a GNU General Public License e que existe desde 1992. O software provê acesso seguro, estável e rápido a arquivo e serviços de impressão para todos os clientes que utilizam o protocolo SMB/CIFS, como todas as versões do DOS e Windows, OS/2, Linux e muitos outros.

    Como criar compartilhamentos seguros para máquinas Windows

    Ele é um componente importante para integrar servidores e desktops Linux/Unix em ambientes mistos e criar compartilhamentos seguros.

    Na prática, o Samba é o recurso que permite integrar máquinas Linux e Windows em rede e, apesar do que muitos falam, ele pode ser muito fácil de usar e permite que você crie compartilhamentos seguros para serem acessados em máquinas com Windows.

    Por isso, se você precisa criar um compartilhamento publico, mas que só possa ser acessado por usuários cadastrados no Linux, veja aqui como fazer isso.

    Conheça melhor o Samba

    Para saber mais sobre o programa, clique nesse link.

    criando compartilhamentos seguros para máquinas Windows

    Para criar criar compartilhamentos seguros para máquinas Windows usando o Samba, você deve fazer o seguinte:

    Criando o usuário que irá acessar o compartilhamento

    A primeira coisa a ser feita é a criação dos usuários na máquina host, que serão usados na configuração dos compartilhamentos, para isso, faça o seguinte:
    Passo 1. Abra as “Configurações do sistema”, clicando em seu ícone na barra lateral do Ubuntu;

    Como criar compartilhamentos seguros para máquinas Windows

    Passo 2. Em “Configurações do sistema”, clique na opção “Contas de usuários”;

    Como criar compartilhamentos seguros para máquinas Windows

    Passo 3. Em “Contas de usuários”, clique no botão “Desbloquear” para permitir modificações. Será exibida a tela de autenticação. Para autorizar, digite a senha de administrador e clique no botão “Autenticar”;

    Como criar compartilhamentos seguros para máquinas Windows

    Passo 4. Clique no botão com o símbolo de adição “+”. Na tela que aparece, escolha o tipo de conta, digite o nome do usuário completo e o que será usado para autenticar. Finalmente, clique no botão “Adicionar” para confirmar a criação do usuário (Cuidado! No exemplo eu criei um usuário Administrador e dei todas as permissões, mais o ideal é utilizar um usuário com permissões restritas);

    Como criar compartilhamentos seguros para máquinas Windows

    Passo 5. Para ativar a conta, clique em “Conta desabilitada”. Na tela que aparece, digite a senha do usuário duas vezes e clique no botão “Alterar”;

    Como criar compartilhamentos seguros para máquinas Windows

    Passo 6. Com o usuário criado, feche a janela de “Contas de usuários”.

    Como criar compartilhamentos seguros para máquinas Windows

    Configurando o servidor Samba e criando o compartilhamento

    Passo 1. Abra um terminal (Usando o Dash ou pressionando as teclas CTRL+ALT+T);
    Passo 2. Se seus sistema ainda não tem o samba, instale o programa e seus configurador com o seguinte comando:

    sudo apt-get install samba system-config-samba

    Passo 3. Ainda no terminal, execute o comando abaixo para configurar o samba. Se tiver um erro, use o comando sudo touch /etc/libuser.conf e depois execute o comando abaixo:

    sudo system-config-samba

    Passo 4. Com o programa aberto, vá no menu “Preferências” e clique na opção “Usuários Samba…”;

    Como criar compartilhamentos seguros para máquinas Windows

    Passo 5. Clique no botão “Adicionar usuário”. Na janela que aparece, no campo “Nome de Usuário Unix” selecione o usuário criado. No próximo campo, digite o nome de usuários Windows e em seguida,  coloque a senha nos dois campos seguintes. Finalmente, clique em “OK” para confirmar. Ao voltar para a tela “Usuários Samba”, clique no botão “OK” para fechá-la.

    Como criar compartilhamentos seguros para máquinas Windows

    Passo 6. De volta a tela principal, clique no menu “Preferências” e depois na opção “Configurações do Servidor…”;

    Como criar compartilhamentos seguros para máquinas Windows

    Passo 7. Clique na aba “Segurança” e deixe ela conforme a figura abaixo;

    10

    Passo 8. Volte para a tela principal e clique no menu “Arquivo” e “Adicionar Compartilhamento”;

    Como criar compartilhamentos seguros para máquinas Windows

    Passo 9. Coloque o endereço da pasta a ser compartilhada, um nome, uma descrição e marque as permissões;

    Como criar compartilhamentos seguros para máquinas Windows

    Passo 10. Clique na aba acesso e marque o usuário que deverá acessar o compartilhamento. Depois, clique no botão “OK” para confirmar;

    Como criar compartilhamentos seguros para máquinas Windows

    Como criar compartilhamentos seguros para máquinas Windows

    Pronto. Agora a pasta já pode ser acessada a partir de uma máquina Windows, desde que sejam usadas as devidas credenciais,

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    Instale LAMP no Linux e tenha um servidor web no PC

    Instale LAMP no Linux e tenha um servidor web no PC

    Se você está precisando testar sites em seu PC, uma boa opção para isso é o LAMP, melhor ainda, se você precisa instalar o LAMP no Linux, veja como é fácil fazer isso.



    Abreviação de Linux, Apache, MySQL e PHP, esse conjunto de programas colocam em seu PC com (L)inux um servidor web (A)pache, a linguagem de programação voltada para web (P)HP e o poderoso banco de dados (M)ySQL.

    Instale LAMP no Linux e tenha um servidor web no PC

    Instale LAMP no Linux e tenha um servidor web no PC

    Para que a instalação possa funcionar tanto no Ubuntu como nos outros derivados do Debian, o passo a passo será feito todo no terminal, acompanhe.

    Como instalar o LAMP no Linux Ubuntu, Debian e derivados

    Para instalar o LAMP no Linux Ubuntu e derivados, faça o seguinte:
    Passo 1. Abra um terminal;
    Passo 2. Dentro do terminal do Ubuntu, digite o comando abaixo (Observe que o símbolo ^ não é um erro, o comando é assim mesmo). Depois de digitar o comando, pressione a tecla “enter”, e quando for solicitado, digite a senha e a tecla “enter” novamente. Após a listagem dos pacotes necessários, será perguntado se deseja realmente continuar a instalação. Para confirmar, digite “S” e tecle “enter”;

    sudo apt-get install lamp-server^

    Passo 3. Se você estiver usando Debian, use o comando abaixo;

    apt-get install apache2 mysql-server php5 php5-mysql libapache2-mod-php5 

    Passo 4. Na hora de instalar o MySQL será pedido para criar uma senha para o administrador do banco, digite-a tecle “enter”;

    Instale LAMP no Linux e tenha um servidor web no PC

    Passo 5. Na próxima tela será pedido para digitar novamente a senha, repita-a e tecle “enter”. Depois basta aguardar a finalização da instalação;

    Instale LAMP no Linux e tenha um servidor web no PC

    Passo 6. Se quiser instalar uma ótima ferramenta de administração para o MySQL, use o comando abaixo;

    sudo apt-get install phpmyadmin

    Passo 7. Para saber como ficou a instalação é preciso criar uma página em PHP, para isso, no terminal digite o comando abaixo e e em seguida, tecle “enter”;

    echo "<?php phpinfo(); ?>" | sudo tee /var/www/test.php

    Em versões do ubuntu acima de 16.04 o padrão da página de teste muda para /var/www/html, ao invés de só /var/www/. portanto, ajuste o comando acima conforme sua versão.

    Passo 8. Reinicie o servidor apache digitando o comando abaixo e depois tecle “enter”;

    sudo /etc/init.d/apache2 restart

    Passo 9. Abra seu navegador favorito e na barra de endereço dele digite “http://localhost/test.php” (sem as aspas) e depois tecle “enter”. Serão mostradas todas as informações sobre a versão do PHP, MySQL e Apache que foram instalados.

    Instale LAMP no Linux e tenha um servidor web no PC

    Pronto! Com essa instalação, sempre que precisar, você já pode usar seu servidor web no PC.

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    Como desativar o relatório de erros do Apport no Ubuntu

    Como desativar o relatório de erros do Apport no Ubuntu

    Se você está sendo incomodado constantemente por mensagens de erros no Ubuntu, veja aqui como desativar o relatório de erros do Apport no Ubuntu.


    Apport é a ferramenta de relatório de error do Ubuntu. Ele é um sistema que reúne informações potencialmente úteis sobre o acidente e o ambiente do sistema operacional.

    Como desativar o relatório de erros do Apport no Ubuntu

    Se qualquer houver qualquer falha em um processo do sistema, uma caixa de diálogo aparece e pergunta ao usuário se ele quer enviar um relatório de erro para ajudar a resolver o problema.

    Erros com títulos parecido com “Ubuntu xx.xx sofreu um erro interno”, “Problema de programa de sistema detectado” etc. são comuns após a instalação do Ubuntu.

    Informar erros é importante, pois ajuda melhorar a estabilidade do sistema. Mas se você está constantemente recebendo pop-up de relatório do incidentes, você pode querer desativar essa funcionalidade para poder usar o sistema sem interrupções.

    Desativar essa funcionalidade não é recomendável, portanto, faça isso por sua própria conta e risco.

    Conheça melhor o Apport

    Para saber mais sobre esse recurso, clique nesse link.

    Como desativar o relatório de erros do Apport no Ubuntu

    Para desativar o relatório de erros do Apport no Ubuntu, você deve fazer o seguinte:
    Passo 1. Abra um terminal (no Unity use as teclas CTRL + ALT + T);
    Passo 2. Para parar o serviço Apport, execute o comando abaixo:

    sudo service apport stop

    Passo 3. Em seguida, use o comando abaixo para editar o arquivo de configuração:

    sudo gedit /etc/default/apport

    Passo 3. Com o arquivo aberto, altere o valor da opção “enabled” de “1” para “0”;

    Como desativar o relatório de erros do Apport no Ubuntu

    Passo 4. Em seguida, salve o arquivo e feche o editor de texto e estará pronto.

    Fonte

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    Gerenciador de download: Instale o uGet no Ubuntu

    Gerenciador de download: Instale o uGet no Ubuntu

    Se você precisa de um gerenciador de download leve e rápido, experimente instalar o uGet no Ubuntu.


    uGet é um aplicativo gerenciador de download para Linux desenvolvido com GTK+. Ele usa poucos recursos e, ao mesmo tempo embala um conjunto inigualável e poderoso de recursos.

    Gerenciador de download: Instale o uGet no Ubuntu

    Esses recursos incluem uma fila, pausar/retomar, multi conexão (com gestão adaptativa do segmento), espelhos (várias fontes), multi-protocolo, a categorização avançadas, velocidade limite, monitor de área de transferência, downloads em lote, integração com o FireFox via FlashGot e muito mais.

    Ele permite que você possa classificar os downloads, e suporta a importação de download a partir de arquivos HTML. Cada categoria tem uma configuração independente que pode ser herdado por cada download nessa categoria.

    O aplicativo foi atualizado recentemente e por isso, esse tutorial está sendo republicado com os links atualizados.

    Conheça melhor o gerenciador de download uGet

    Para saber mais sobre o programa, clique nesse link

    Instalando o gerenciador de download uGet no Ubuntu e derivados

    Para instalar o gerenciador de download uGet no Ubuntu e derivados, faça o seguinte:
    Passo 1. Abra um terminal (Usando o Dash ou pressionando as teclas CTRL+ALT+T);
    Passo 2. Se ainda não tiver, adicione o repositório do programa com este comando ou use esse tutorial;

    sudo add-apt-repository ppa:plushuang-tw/uget-stable

    Passo 3. Atualize o APT com o comando:

    sudo apt-get update

    Passo 4. Agora instale o programa com o comando:

    sudo apt-get install uget aria2

    Como instalar o gerenciador de download uGet manualmente ou em outras distros

    Se não quiser adicionar o repositório ou quer tentar instalar em outra distribuição baseada em Debian, você pode pegar o arquivo DEB do programa nesse link e instalar ele manualmente (clicando duas vezes nele).

    Mas lembre-se! Ao optar por esse tipo de instalação, você não receberá nenhuma atualização do programa.

    Pronto! Quando quiser iniciar o programa, digite uget no Dash (ou em um terminal, seguido da tecla TAB).

    Se você quiser integrar o uGet com o Chrome, use esse tutorial:
    Como integrar o uGet com o Chrome no Ubuntu e derivados

    Desinstalando o gerenciador de download uGet no Ubuntu e derivados

    Para desinstalar o gerenciador de download uGet no Ubuntu e derivados, faça o seguinte:
    Passo 1. Abra um terminal;
    Passo 2. Desinstale o programa, usando os comandos abaixo;

    sudo add-apt-repository ppa:plushuang-tw/uget-stable --remove
    sudo apt-get remove uget aria2
    sudo apt-get autoremove

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    Instalando os temas Ambiance Crunchy no Ubuntu e derivados

    Temas Ambiance Crunchy atualizados: instale no Ubuntu

    Na hora de dar uma mudada no visual do seu desktop, experimente instalar os temas Ambiance Crunchy no Ubuntu e veja como fica.


    É sempre bom ter mais de uma opção de cor no mesmo tema. Um bom exemplo desse tipo de opção, são os Temas Ambiance Crunchy. A boa noticia é que eles foram atualizados e você verá aqui como instalar ele em seus sistema.

    Temas Ambiance Crunchy atualizados: instale no Ubuntu

    Temas Ambiance Crunchy são inspiradas pelos temas originais do Ubuntu: Ambiance e Radiance. Por conta disso, você pode usar esses temas nos ambientes Gnome-Shell, em todas as versões do Cinnamon e em ambientes baseados em GTK.

    O autor fez esses temas com cores diferentes e por isso, os temas Ambiance Crunchy podem ser configurados para quatro variantes diferentes e estes são compatíveis com GTK+ 3, Gnome Shell, XFCE, Openbox, LXDE e Cinnamon.

    Temas Ambiance Crunchy atualizados: instale no Ubuntu

    Conheça melhor os temas Ambiance Crunchy

    Para saber mais sobre o tema, clique nesse link.

    Instalando os temas Ambiance Crunchy no Ubuntu e derivados

    Para instalar os temas Ambiance Crunchy no Ubuntu e derivados, faça o seguinte:
    Passo 1. Abra um terminal (Usando o Dash ou pressionando as teclas CTRL+ALT+T);
    Passo 2. Se ainda não tiver, adicione o repositório do programa com este comando ou use esse tutorial;

    sudo add-apt-repository ppa:noobslab/themes

    Passo 3. Depois, atualize o APT com este comando:

    sudo apt-get update

    Passo 4. Finalmente, instale o programa usando o seguinte comando:

    sudo apt-get install ambiance-crunchy

    Como instalar os temas Ambiance Crunchy manualmente ou em outras distros

    Para aqueles que não conseguiram instalar com o procedimento acima, não querem adicionar o repositório ou querem tentar instalar em outra distribuição baseada em Debian, você pode pegar o arquivo DEB do programa nesse link e instalar ele manualmente (clicando duas vezes nele). Ou fazendo o seguinte:

    Passo 1. Abra um terminal;
    Passo 2. Use o comando abaixo para baixar o programa. Se o link estiver desatualizado, acesse essa página, baixe a última versão e salve-o com o nome ambiance-crunchy.deb:

    wget https://launchpad.net/~noobslab/+archive/ubuntu/themes/+files/ambiance-crunchy_16.05~xenial~NoobsLab.com_all.deb -O ambiance-crunchy.deb

    Passo 5. Agora instale o tema com o comando:

    sudo dpkg -i ambiance-crunchy.deb

    Passo 6. Caso seja necessário, instale as dependências do pacote com o comando:

    sudo apt-get install -f

    Mas lembre-se! Ao optar por esse tipo de instalação, você não receberá nenhuma atualização do programa.

    Depois de instalar, você pode usar o Unity Tweak Tool, Gnome-tweak-tool ou Ubuntu-Tweak, para mudar o tema, use este tutorial:

    Como mudar o tema e conjunto de ícones padrão do Ubuntu.

    Desinstalando os temas Ambiance Crunchy no Ubuntu e derivados

    Para desinstalar os temas Ambiance Crunchy no Ubuntu e derivados, faça o seguinte:
    Passo 1. Abra um terminal;
    Passo 2. Desinstale o tema Ambiance Crunchy, usando o comando abaixo;

    sudo apt-get remove ambiance-crunchy

    Para voltar ao estado anterior, use novamente o Unity Tweak Tool, Gnome-tweak-tool ou Ubuntu-Tweak, para mudar o tema, use este tutorial:

    Como mudar o tema e conjunto de ícones padrão do Ubuntu.

    Fonte

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    24 de maio de 2017

    11 comandos Avconv para gravar, converter e extrair vídeos e áudio no Linux

    11 comandos Avconv para gravar, converter e extrair vídeos e áudio no Linux

    Se você trabalha com arquivos multimídia e quer gravar, converter e extrair vídeos e áudio no Linux, conheça 11 comandos do Avconv para fazer isso.


    Gravar, converter e extrair vídeos e áudio no Linux pode não ser uma tarefa muito trivial, mas o Avconv ajuda muito nisso. A ferramenta Avconv faz parte do pacote libav-tools e existem muitas formas de usá-la para lidar com stream de multimídia e arquivos.

    11 comandos Avconv para gravar, converter e extrair vídeos e áudio no Linux

    Se você quiser experimentar outras opções de edição de vídeos, consulte esses tutoriais:

    E nesse tutorial, você conhecerá algumas dessas opções para gravar, converter e extrair vídeos e áudio no Linux, usando o Avconv.

    Conheça melhor o pacote libav-tools

    Para saber mais sobre esse pacote de ferramentas, clique nesse link.

    Só para ter certeza, para usar os comandos a seguir você precisa ter a função “avconv” instalado para usar. Se você usar Ubuntu, Debian ou qualquer distro derivada deles, faça o procedimento abaixo.

    Como instalar o pacote libav-tools no Ubuntu e seus derivados

    Para instalar o libav-tools no Ubuntu, você deve fazer o seguinte:
    Passo 1. Abra um terminal (no Unity use as teclas CTRL + ALT + T);
    Passo 3. Atualize o gerenciador de pacotes com o comando:

    sudo apt-get update

    Passo 4. Agora use o comando abaixo para instalar o programa;

    sudo apt-get install libav-tools

    Como instalar o pacote libav-tools em outras distribuições Linux

    Abra o gerenciador de pacotes de sua distribuição e procure pelo pacote libav-tools, depois instale-o.

    11 comandos Avconv para gravar, converter e extrair vídeos e áudio no Linux

    .
    Agora que você tem o pacote instalado, conheça agora os comandos.

    1. Obtendo informações sobre um arquivo multimídia

    Se você quiser obter alguma informação sobre qualquer arquivo multimídia, execute o seguinte comando usando a opção ‘- i’ (informação) com o comando avcon e seu arquivo de áudio ou vídeo.

    avconv -i arquivo.mp4 

    2. Extraindo o áudio de um arquivo multimídia

    Para extrair o somente áudio a partir de qualquer arquivo multimídia para outro arquivo, você pode executar o comando a seguir:

    avconv -i arquivo.mp4 -vn -f wav arquivo-som.wav

    Observações sobre o comando acima:

    • Não se esqueça de substituir o nome do arquivo de entrada (arquivo.mp4) pelo nome do arquivo de vídeo;
    • -vn é uma opção que usada para remover o vídeo do arquivo multimídia;
    • -f wav é o que define o formato que o arquivo de saída usará. Se quiser, você pode mudar para “mp3” ou “webm”;
    • arquivo-som.wav é o nome do arquivo de saída.

    3. Extraindo o vídeo a partir de arquivo e um arquivo multimídia

    Você também pode extrair só o vídeo a partir de um arquivo multimídia que contém vídeo e áudio, usando o seguinte comando:

    avconv -i arquivo.avi -vcodec libx264 -an -f mp4 arquivo-video.mp4

    Observações sobre o comando acima:

    • Não se esqueça de substituir o nome do arquivo de entrada (arquivo.avi) pelo nome do arquivo de vídeo;
    • -an é uma opção para deixar o áudio do arquivo;
    • -f mp4 é o formato que será usado para o novo arquivo, você pode mudar para “mkv”, “ogg” .. etc. Mas lembre-se, ao fazer isso, você terá que mudar o “video.mp4” para “vídeo.mkv” também.;

    4. Convertendo do formato .avi para .mkv

    Para converter um arquivo .avi para o formato .mkv, use o seguinte comando:

    avconv -i arquivo.avi -vcodec libx264 arquivo.mkv

    Observações sobre o comando acima:

    • -i arquivo.avi é o arquivo que deseja converter (-i = -input).;
    • -vcodec é uma opção usada para escolher um codec de vídeo para usar durante o processamento da conversão, no caso do exemplo, é “libx264”, esta opção é importante para manter a qualidade do vídeo como ele é.
    • arquivo.mkv é o nome do arquivo de saída;

    5. Convertendo do formato .mp4 para .avi

    Para converter um arquivo .mp4 para o formato .avi, execute o seguinte comando.

    avconv -i arquivo.avi -vcodec libx264 arquivo.avi

    6. Convertendo do formato .mp3 para .wav

    Nada de novo aqui, você entra com um arquivo em um formato e gera um novo em outro formato.

    Entretanto, nesse caso é necessário usar a opção -vcodec libx264, porque se trata da conversão de um arquivo de áudio para outro arquivo de áudio, ou seja, não há nenhum vídeo aqui.

    Assim, para converter um arquivo .mp3 para formato o formato .wav, execute o seguinte comando.

    avconv -i arquivo.mp3 arquivo.wav

    7. Convertendo do formato .yuv para .avi

    Para converter um arquivo .yuv para o formato .avi, execute o seguinte comando.

    avconv -i arquivo.yuv arquivo.avi

    8. Mesclar vídeo e áudio juntos

    Para mesclar um arquivo de vídeo com um arquivo de áudio em conjunto, execute o seguinte comando.

    avconv -i arquivo.wav -i arquivo.avi arquivo.mkv

    Você pode substituir “arquivo.mkv” com “arquivo.avi” ou qualquer outro formato suportado pelo Libav (não se preocupe com isso, experimente e veja como fica).

    9. Convertendo vídeo em imagens

    Para converter um arquivo de vídeo em várias imagens diferentes, você pode executar o comando a seguir:

    avconv -i arquivo.mp4 -r 1 -s 1366x768 -f image2 image-%03d.png

    Observações sobre o comando acima:

    • -r 1: é o número de quadros que será usado por imagem, quanto maior, mais imagens serão criadas;
    • 1366×768: é a largura e altura que será usada na geração das imagens, você pode substituí-la por qualquer outro tamanho que você quiser;
    • image-%03d.png: é o formato de nome de imagem, se você tentou o comando, ele vai criar muitas imagens como “image-001.png” , “image-002.png”.. etc. Se quiser, você pode substituir a extensão “png” por “jpg” ou “jpeg”;

    10. Mais opções para usar com Libav

    A Libav possui uma coisa incrível chamada “filtros”. Usando filtros, você pode fazer muitas coisas boas com os seus arquivos multimídia. Por exemplo, ter o seguinte comando.

    avconv -i arquivo.avi -vcodec libx264 -vf "drawbox=x=50:y=50:width=400:height=300:color=red@0.5" novo-arquivo.avi

    Observações sobre o comando acima:

    • -vf: é uma opção para aplicar um filtro de vídeo (se você quiser usar um filtro de áudio, substitua-o por -af);
    • drawbox=x=50:y=50:width=400:height=300:color=red@0.5: Aqui foi aplicado um filtro chamado “drawbox” que desenha uma caixa vermelha com 400 de largura e 300 de altura em x = 50 e y = 50;

    E aqui está o resultado do comando acima.

    11 comandos Avconv para gravar, converter e extrair vídeos e áudio no Linux

    Agora experimente o comando abaixo, que usa o filtro transpose=cclock para girar o vídeo em 90 graus no sentido horário.

    avconv -i arquivo.avi -vcodec libx264 -vf "transpose=cclock" novo-arquivo.avi

    E aqui está o resultado do uso do comando acima.

    11 comandos Avconv para gravar, converter e extrair vídeos e áudio no Linux

    11. Registro tty como um Vídeo

    Este comando deve ser utilizado pelo usuário root, ele não vai funcionar sem sudo, porque requer o acesso ao dispositivo framebuffer (fbdev). Fbdev é o dispositivo de entrada framebuffer Linux, este dispositivo é o responsável por mostrar os gráficos do console.

    sudo avconv -f fbdev -r 30 -i /dev/fb0 arquivo.avi

    Observações sobre o comando acima:

    • * -r 30: é o número de quadros por segundo.;
    • * -i /dev/fb0: é o que está nó executando o arquivo de dispositivo, usando essa opção, você será capazes de capturar o vídeo da tty;

    Incrível não é mesmo? Existem muitos outros bons filtros para serem usados com os seus arquivos multimídia, ao lado de muitos outros modos de uso para avconv, você pode vê-los todos a partir da documentação oficial.

    Se você já experimentou o Libav antes e sabe de outros comandos importantes para avconv, escreva nos comentários e compartilhe eles com pessoal que lê o blog. vamos lá, participe!

    Fonte

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    Como esconder o menu de inicialização do Grub

    Como esconder o menu de inicialização do Grub

    O Grub está atrapalhando na inicialização? Se você precisa esconder o menu de inicialização do Grub, veja aqui como fazer isso.


    Normalmente, se você só tem apenas o Ubuntu instalado no seu computador, o menu do Grub fica oculto por padrão e para visualizar ele você precisa pressionar e segurar a tecla Shift para mostrar o menu durante a inicialização.

    Como esconder o menu de inicialização do Grub

    Mas se você tiver mais que um kernel em seu sistema, o menu do Grub ficará aparecendo na inicialização, o que pode incomodar depois de um tempo, por isso, siga os passos abaixo para escondê-lo de novo.

    Para complementar esse tutorial, assista o vídeo abaixo:

    Como esconder o menu de inicialização do Grub editando o arquivo de configuração

    Para esconder o menu de inicialização do Grub editando o arquivo de configuração, você deve fazer o seguinte:
    Passo 1. Abra um terminal (no Unity use as teclas CTRL + ALT + T);
    Passo 2. Abra o arquivo de configuração do grub, com o seguinte comando:

    sudo gedit /etc/default/grub

    Passo 3. Com o arquivo aberto, remova o simbolo “#” antes da linha que contém o valor “GRUB_HIDDEN_TIMEOUT = 0” e defina “GRUB_HIDDEN_TIMEOUT_QUIET = true”. na linha GRUB_TIMEOUT=10 mude o valor para 0. Depois, adicione a linha “GRUB_DISABLE_OS_PROBER=true”, caso ela ainda não exista.Dessa forma que o arquivo ficará parecido com a listagem abaixo:

    GRUB_DEFAULT=0
    GRUB_HIDDEN_TIMEOUT=0
    GRUB_HIDDEN_TIMEOUT_QUIET=true
    GRUB_TIMEOUT=0
    GRUB_DISABLE_OS_PROBER=true

    GRUB_DISTRIBUTOR=”`lsb_release -i -s 2> /dev/null || echo Debian`”
    GRUB_CMDLINE_LINUX_DEFAULT=”quiet splash”
    GRUB_CMDLINE_LINUX=””

    Passo 4. Salve e feche o arquivo;
    Passo 5. Aplique as alterações executando o comando abaixo:

    sudo update-grub

    Como esconder o menu de inicialização do Grub usando a ferramenta gráfica Grub Customizer

    Nesse outro método para esconder o menu de inicialização do Grub será preciso usar a ferramenta Grub Customizer, que é uma interface gráfica para configurar as definições e entradas de menu do GRUB2/BURG. Para isso, faça o seguinte:
    Passo 1. Abra um terminal (no Unity use as teclas CTRL + ALT + T);
    Passo 2. Se ainda não tiver, adicione o repositório do programa com este comando ou use esse tutorial;

    sudo add-apt-repository ppa:danielrichter2007/grub-customizer 

    Passo 3. Atualize o APT com o comando:

    sudo apt-get update

    Passo 4. Agora use o comando abaixo para instalar o programa;

    sudo apt-get install grub-customizer

    Passo 5. Uma vez instalado, inicie o programa digitando no Dash:grub

    Como esconder o menu de inicialização do Grub

    Passo 6. Na tela do programa, clique na aba “Configurações gerais”. Depois desmarque as caixas das opções “mostrar menu” e “procurar por outros sistemas operacionais”. Em seguida clique no botão de atualização e por fim, clique no botão “Salvar”.

    Como esconder o menu de inicialização do Grub

    Pronto. Agora o menu do Grub ficará sempre oculto e só aparecerá quando você pedir.

    Fonte

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    Instale a dock Plank e o Plank-Themer no Ubuntu

    Instale a dock Plank e o Plank-Themer no Ubuntu

    Quer uma dock simples e com temas variados? Então instale a dock Plank e o Plank-Themer no Ubuntu.


    Plank pretende ser a dock mais simples do planeta. O objetivo dela é fornecer exatamente o que o usuário precisa de uma dock e absolutamente nada mais.

    Instale a dock Plank e o Plank-Themer no Ubuntu

    Instale a dock Plank e o Plank-Themer no Ubuntu

    Já o Plank-Themer é um pequeno programa que permite que você altere temas da dock Plank sem qualquer consumo adicional de recursos. Ele permite que você escolha os temas de forma rápida e fácil.

    Para ficar ainda mais simples, este pequeno programa escrito em bash script, agora está disponível via repositório PPA, para que o usuário faça uma instalação fácil e depois ainda possa receber as atualizações posteriores.

    Instale a dock Plank e o Plank-Themer no Ubuntu

    Conheça melhor a dock e o tema Plank

    Para saber mais sobre o Plank-Themer, clique nesse link e sobre a dock, clique nesse outro link.

    Instalando a dock Plank no Ubuntu e derivados

    Para instalar a dock Plank no Ubuntu e derivados, faça o seguinte:
    Passo 1. Abra um terminal (Usando o Dash ou pressionando as teclas CTRL+ALT+T);
    Passo 2. Se ainda não tiver, adicione o repositório do programa com este comando ou use esse tutorial;

    sudo add-apt-repository ppa:docky-core/stable

    Passo 3. Depois, atualize o APT com este comando:

    sudo apt-get update

    Passo 4. Finalmente, instale a dock usando o seguinte comando:

    sudo apt-get install plank

    Como instalar a dock Plank manualmente ou em outras distros

    Se não quiser adicionar o repositório ou quer tentar instalar em outra distribuição baseada em Debian, você pode pegar o arquivo DEB do programa nesse link e instalar ele manualmente (clicando duas vezes nele).
    Mas lembre-se! Ao optar por esse tipo de instalação, você não receberá nenhuma atualização do programa.

    Instalando o Plank-Themer no Ubuntu e derivados

    Para instalar o Plank-Themer no Ubuntu e derivados, faça o seguinte:
    Passo 1. Abra um terminal (Usando o Dash ou pressionando as teclas CTRL+ALT+T);
    Passo 2. Se ainda não tiver, adicione o repositório do programa com este comando ou use esse tutorial;

    sudo add-apt-repository ppa:noobslab/apps

    Passo 3. Depois, atualize o APT com este comando:

    sudo apt-get update

    Passo 4. Finalmente, instale o tema usando os seguintes comandos:

    sudo apt-get install plank-themer
    cd /tmp/ && ./Replace.sh;cd

    Como instalar o Plank-Themer manualmente ou em outras distros

    Se não quiser adicionar o repositório ou quer tentar instalar em outra distribuição baseada em Debian, você pode pegar o arquivo DEB do programa nesse link e instalar ele manualmente (clicando duas vezes nele).

    Mas lembre-se! Ao optar por esse tipo de instalação, você não receberá nenhuma atualização do programa.

    Pronto! Agora, quando quiser iniciar a dock, digite plank no Dash (ou em um terminal, seguido da tecla TAB). Ou simplesmente feche a sessão atual e entre novamente.

    Desinstalando a dock Plank e o Plank-Themer no Ubuntu e derivados

    Para desinstalar a dock Plank e o Plank-Themer no Ubuntu e derivados, faça o seguinte:
    Passo 1. Abra um terminal;
    Passo 2. Desinstale o programa, usando os comandos abaixo;

    sudo apt-get remove plank plank-themer
    sudo apt-get autoremove

    Fonte

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    Estressando CPU, memória RAM e disco rígido com stress-ng no Ubuntu

    Precisando testar até onde vai a estabilidade de seu PC? Para fazer isso, instale e use a ferramenta de stress stress-ng.


    stress-ng é uma ferramenta com a qual podemos literalmente “estressar” o processador, memória RAM, disco rígido, sdd e outros componentes do PC, usando apenas o terminal do Linux.

    Estressando CPU, memória RAM e disco rígido com stress-ng no Ubuntu

    Existem muitos usuários que utilizam programas para “estressar” o computador pessoal, que é uma operação útil, pois permite verificar se o PC permanece estável e confiável em qualquer tipo de uso.

    Graças a esse tipo de ferramenta, é possível colocar uma pressão sobre o processador, placa de vídeo, disco rígido e etc, para garantir que tudo está funcionando corretamente.

    As características especiais do stress-ng, permitem a realização de testes específicos para cada componente. Com isso dá para lidar com a carga de trabalho da CPU, operando em velocidade de leitura e escrita de nosso disco rígido ou sdd etc ..

    O stress-ng possui muitas opções dedicadas que permitem realizar teste direcionados para cada componente individual. Com isso é possível, por exemplo gerenciar cargas de trabalho de CPU, operações de leitura e escrita, velocidade do disco rígido ou sdd e etc.

    Conheça melhor a ferramenta de stress stress-ng

    Para saber mais sobre esse programa, clique nesse link.

    Como instalar a ferramenta de stress stress-ng

    stress-ng é uma ferramenta incluída nos repositórios oficiais do Debian SID, Jessie e 8 e Ubuntu. Para as versões anteriores, você pode baixar o pacote DEB que está disponível na página do programa ou no caso do Ubuntu e seus derivados, você pode fazer o seguinte:
    Passo 1. Abra um terminal (no Unity use as teclas CTRL + ALT + T);
    Passo 2. Se ainda não tiver, adicione o repositório do programa com este comando ou use esse tutorial;

    sudo add-apt-repository ppa:ferramroberto/lffl

    Passo 3. Atualize o APT com o comando:

    sudo apt-get update

    Passo 4. Agora use o comando abaixo para instalar o programa;

    sudo apt-get install stress-ng

    Como instalar a ferramenta de stress stress-ng manualmente ou em outras distros

    Para aqueles que não conseguiram instalar com o procedimento acima, não querem adicionar o repositório ou querem tentar instalar em outra distribuição baseada em Debian, você pode pegar o arquivo DEB do programa nesse link e instalar ele manualmente (clicando duas vezes nele).

    Mas lembre-se! Ao optar por esse tipo de instalação, você não receberá nenhuma atualização do programa.

    Como usar a ferramenta de stress stress-ng

    Depois de instalado, para usar o programa, abra um terminal e use esse exemplo recomendado pelo desenvolvedor do projeto:

    stress-ng --cpu 1 --vm 1 --hdd 1 --fork 1 --switch 1 --timeout 10 --metrics

    Para conhecer todas as opções disponíveis, basta digitar:

    stress-ng -h

    Gostou da ferramenta? Comente como foi a sua experiência!

    Fonte

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    Use o PyAudioSelector para alternar entre dispositivos de áudio

    Use o PyAudioSelector para alternar entre dispositivos de áudio

    Quem não gosta de ter que ficar abrindo as configurações de som apenas para mudar a fonte de áudio, precisa instalar e experimentar o PyAudioSelector, um recurso que permite alternar entre dispositivos de áudio.


    PyAudioSelector é um applet indicador GTK3 para os usuários do Ubuntu que permite que estes possam alternar facilmente entre dispositivos de áudio, para todas ou algumas das fontes de áudio.

    Use o PyAudioSelector para alternar entre dispositivos de áudio

    Com o applet indicador, você pode até mesmo definir as diferentes fontes de áudio para diferentes dispositivos de saída.

    Normalmente, para alternar entre dispositivos de áudio no Ubuntu, basta clicar no indicador de som que fica no painel do Ubuntu e clicar na opção “Configurações de som…”.

    Use o PyAudioSelector para alternar entre dispositivos de áudio

    Contudo, esse é um longo caminho a ser percorrido para simplesmente alternar entre dispositivos de áudio. Com o PyAudioSelector isso pode ser resolvido com apenas poucos cliques, e sem precisar abrir uma nova janela.

    Conheça melhor o Indicador PyAudioSelector

    Para saber mais sobre esse programa, clique nesse link.

    Instale e use o PyAudioSelector para alternar entre dispositivos de áudio

    PyAudioSelector é um projeto de código aberto escrito em Python. Como ele agora está em estágio inicial de desenvolvimento, ainda não possui pacotes de instalação prontos.

    Em breve, um repositório para será criado para tornar sua instalação mais fácil. Até lá, siga os passos abaixo para instalar o indicador PyAudioSelector usando o git:

    Passo 1. Abra um terminal (no Unity use as teclas CTRL + ALT + T);
    Passo 2. Atualize o sistema com o comando;

    sudo apt-get update

    Passo 3. Se não tiver o Git no sistema, instale-o com este comando;

    sudo apt-get install git

    Passo 4. Use o comando abaixo para baixar o código fonte do programa;

    cd /tmp/ && git clone https://github.com/agustinmista/PyAudioSelector.git

    Passo 5. Navegue até a pasta de origem e executar o script de instalação;

    cd /tmp/PyAudioSelector && sudo sh install.sh

    Pronto! Uma vez instalado, basta fechar a sessão atual e ele iniciará automaticamente no próximo login.

    Desinstalando o PyAudioSelector

    Se você não gostar de ter um recurso para alternar entre dispositivos de áudio, basta desinstalar o PyAudioSelector. Infelizmente ainda não existe um script de desinstalação no momento, mas você pode facilmente remover o applet. Para isso, faça o seguinte:
    Passo 1. Abra um terminal;
    Passo 2. Remova o script python com este comando;

    sudo rm /usr/local/bin/PyAudioSelector/PyAudioSelector.py

    Passo 3. Remova o arquivo de configuração do programa;

    sudo rm /usr/share/PyAudioSelector/config.ini

    Passo 4. Finalmente remova o arquivo de auto inicialização do indicador:

    rm ~/.config/autostart/PyAudioSelector.desktop

    Fonte

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    Firefox no Linux – veja como instalar manualmente

    Firefox no Linux: veja como instalar manualmente

    Se você precisa ter a última versão do navegador da Mozilla no seu sistema, veja aqui como instalar o Firefox no Linux manualmente.


    Embora os repositórios das principais distribuições forneçam uma versão do Firefox, ela as vezes pode vir desatualizada. Por isso, você sempre pode seguir este tutorial para instalar a versão mais recente do Firefox no Linux, independente de qual seja a sua distribuição favorita.

    Firefox no Linux: veja como instalar manualmente

    Se você usa Ubuntu e quer apenas atualizar o Firefox, veja esse outro tutorial:
    Firefox:veja como atualizar para a última versão no Ubuntu

    O aplicativo foi atualizado recentemente e por isso, esse tutorial está sendo republicado com os links atualizados.
    Para ver as novidades dessa versão, acesse esse link.

    Conheça melhor o Firefox

    Para saber mais sobre esse programa, clique nesse link.

    Atenção! Antes de fazer o procedimento, desinstale qualquer versão do navegador que já esteja em seu sistema.

    Como instalar a última versão do Firefox no Linux

    Para instalar a última versão do Firefox no Linux, faça o seguinte:
    Passo 1. Abra um terminal;
    Passo 2. Caso já tenha feito alguma instalação manual, apague a pasta, o link e o atalho anterior com esse comando;

    sudo rm -Rf /opt/firefox*
    sudo rm -Rf /usr/bin/firefox
    sudo rm -Rf /usr/share/applications/firefox.desktop

    Passo 3. Confira se o seu sistema é de 32 bits ou 64 bits, para isso, use o seguinte comando no terminal:

    uname -m

    Passo 4. Se seu sistema for de 32 bits, use o comando abaixo para baixar o programa. Se o link estiver desatualizado, acesse essa página e baixe a última versão e salve-o com o nome firefox.tar.bz2:

    wget "https://download.mozilla.org/?product=firefox-latest&os=linux&lang=pt-BR" -O firefox.tar.bz2

    Passo 5. Se seu sistema for de 64 bits, use o comando abaixo para baixar o programa. Se o link estiver desatualizado, acesse essa página e baixe a última versão e salve-o com o nome firefox.tar.bz2:

    wget "https://download.mozilla.org/?product=firefox-latest&os=linux64&lang=pt-BR" -O firefox.tar.bz2

    Passo 6. Execute o comando abaixo para descomprimir o pacote baixado, para a pasta /opt/;

    sudo tar -jxvf  firefox.tar.bz2 -C /opt/

    Passo 7. Renomeie a pasta criada. Se ao executar o comando abaixo ocorrer um erro com a mensagem iniciando com “mv: é impossível sobrescrever o não-diretório”, pule este passo;

    sudo mv /opt/firefox*/ /opt/firefox

    Passo 8. Finalmente, crie um atalho para facilitar a execução do programa;

    sudo ln -sf /opt/firefox/firefox /usr/bin/firefox

    Passo 9. Se seu ambiente gráfico atual suportar, crie um lançador para o Firefox, usando comando abaixo;

    echo -e '[Desktop Entry]\n Version=46.0.1\n Encoding=UTF-8\n Name=Mozilla Firefox\n Comment=Navegador Web\n Exec=/opt/firefox/firefox\n Icon=/opt/firefox/browser/icons/mozicon128.png\n Type=Application\n Categories=Network' | sudo tee /usr/share/applications/firefox.desktop

    Pronto! Agora, quando quiser iniciar o programa, digite firefox em um terminal, seguido da tecla TAB.

    Já se a sua distribuição suportar, coloque o atalho na sua área de trabalho usando o gerenciador de arquivos do sistema ou o comando abaixo, e use-o para iniciar o programa.

    sudo chmod +x /usr/share/applications/firefox.desktop
    cp /usr/share/applications/firefox.desktop  ~/Área\ de\ Trabalho/

    Se seu sistema estiver em inglês, use este comando para copiar o atalho para sua área de trabalho:

    cp /usr/share/applications/firefox.desktop ~/Desktop

    Para mais detalhes sobre essa tarefa, consulte esse tutorial:
    Como adicionar atalhos de aplicativos na área de trabalho do Unity

    Se quiser, você também pode usar o gerenciador de arquivos do sistema para executar o programa, apenas abrindo a pasta dele e clicando em seu executável.

    Como remover o Firefox no Linux

    Para remover o Firefox no Linux, basta apagar a pasta, o link e o atalho anterior com esse comando;

    sudo rm -Rf /opt/firefox*
    sudo rm -Rf /usr/bin/firefox
    sudo rm -Rf /usr/share/applications/firefox.desktop

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    Como instalar o Ruby Version Manager no Ubuntu

    Como instalar o Ruby Version Manager no Ubuntu

    Se você quer gerenciar ambientes de aplicações Ruby, veja aqui como instalar o Ruby Version Manager no Ubuntu.


    Ruby Version Manager (ou simplesmente RVM ) é uma ferramenta que gerencia ambientes de aplicações Ruby e permite alternar entre eles.

    Como instalar o Ruby Version Manager no Ubuntu

    RVM não foi empacotado para as versões recentes do Ubuntu (ele só está disponível para o Ubuntu 12.04, mas essa é uma versão muito antiga) e para instalar ou atualizar ele, você deve executar um script.

    Para facilitar as coisas, um leitor do site WebUpd8 e deste blog (Rael Gugelmin Cunha), empacotou o RVM para Ubuntu e disponibilizou em um PPA, para facilitar a instalação, e claro, receber as atualizações automáticas.

    Rael informou que se alguém precisar reportar um bug, pode fazê-lo diretamente no repositório GitHub do projeto, acessando esse link

    Conheça melhor o Ruby Version Manager

    Para saber mais sobre esse programa, clique nesse link.

    Como instalar o Ruby Version Manager no Ubuntu e seus derivados

    Para instalar o Ruby Version Manager no Ubuntu e ainda poder receber automaticamente as futuras atualizações dele, você deve fazer o seguinte:
    Passo 1. Abra um terminal (no Unity use as teclas CTRL + ALT + T);
    Passo 2. Se ainda não tiver, adicione o repositório do programa com este comando ou use esse tutorial;

    sudo apt-add-repository ppa:rael-gc/rvm

    Passo 3. Atualize o gerenciador de pacotes com o comando:

    sudo apt-get update

    Passo 4. Agora use o comando abaixo para instalar o programa;

    sudo apt-get install rvm

    Como instalar o Ruby Version Manager manualmente ou em outras distros

    Para aqueles que não conseguiram instalar com o procedimento acima, não querem adicionar o repositório ou querem tentar instalar em outra distribuição baseada em Debian, você pode pegar o arquivo DEB do programa nesse link e instalar ele manualmente (clicando duas vezes nele). Ou faça o seguinte:
    Passo 1. Abra um terminal;
    Passo 2. Use o comando abaixo para baixar o programa. Se o link estiver desatualizado, acesse essa página, baixe a última versão e salve-o com o nome rvm.deb:

    wget https://launchpad.net/~rael-gc/+archive/ubuntu/rvm/+files/rvm_1.29.1-1_all.deb -O rvm.deb

    Passo 5. Agora instale o programa com o comando:

    sudo dpkg -i rvm.deb

    Passo 6. Caso seja necessário, instale as dependências do programa com o comando:

    sudo apt-get install -f

    Mas lembre-se! Ao optar por esse tipo de instalação, você não receberá nenhuma atualização do programa.

    Executando o Ruby Version Manager no Ubuntu

    A fim de sempre carregar o RVM, você precisa definir o GNOME Terminal (ou qualquer outro emulador de terminal que você usa) para executar Bash como shell de login.

    Para fazer isso no GNOME Terminal, vá no menu, selecione “Editar” e depois “Preferências do perfil”. Na aba “Título e commando”, ative a opção “Executar comando como shell de sessão”.

    Como instalar o Ruby Version Manager no Ubuntu

    Encerre a sessão e depois, abra novamente.
    Agora você já pode começar a usar o RVM. Tente por exemplo, instalar a última versão de Ruby usando o comando abaixo:

    rvm install ruby

    Como instalar o Ruby Version Manager no Ubuntu

    Para saber como utilizar o RVM, consulte sua página no GitHub ou execute o comando man RVM em um terminal.

    Fonte

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    Como instalar o cliente Steam no Ubuntu

    Como instalar o cliente Steam no Ubuntu

    A Valve lança frequentemente uma nova atualização do cliente Steam para todos os sistemas operacionais suportados, incluindo SteamOS/Linux, Microsoft Windows e Mac OS X. Conheça e veja como instalar o cliente Steam no Ubuntu.


    O cliente Steam é o software da Valve que permite acessar e jogar no PC. Ele também fornece serviços como atualização automática de jogos aos usuários.

    Como instalar o cliente Steam no Ubuntu

    O programa também conta com um sistema de amigos, que permite ao usuário criar uma rede de contatos online, com os quais pode jogar, trocar ítens, interagir no chat e muito mais.

    O serviço conta com mais de 3500 jogos de diferentes gêneros, sendo que mais de 1600 títulos são para Linux. Acesse esse link e conheça todo os jogos para Linux que o serviço disponibiliza.

    Para ver as novidades da última versão, acesse a link.

    O aplicativo foi atualizado recentemente e por isso, esse tutorial está sendo republicado com os links atualizados.

    Depois de instalar, dê uma olhada nesses jogos gratuitos:

    Conheça melhor o cliente Steam

    Para saber mais sobre esse programa, clique nesse link.

    Mas se o que você quer mesmo é experimentar o sistema operacional da Valve, o SteamOS, dê uma olhada nesse texto:
    SteamOS beta já está disponível para download

    Cliente Steam no Ubuntu

    Para ter o cliente Steam no Ubuntu, primeiramente você deve instalar o programa via repositório, utilizando as instruções a seguir. Depois, veja como proceder na primeira inicialização do programa. Confira!

    Como instalar o cliente Steam no Ubuntu, Debian e seus derivados

    Para instalar o cliente Steam no Ubuntu, você deve fazer o seguinte:
    Passo 1. Abra um terminal (no Unity use as teclas CTRL + ALT + T);
    Passo 2. Baixe o pacote do programa com o comando:

    wget http://repo.steampowered.com/steam/archive/precise/steam_latest.deb

    Passo 3. Agora instale o programa com o comando:

    sudo dpkg -i steam_latest.deb

    Passo 4. Caso seja necessário, instale as dependências do programa com o comando:

    sudo apt-get install -f

    Executando o cliente Steam no Ubuntu, Debian e seus derivados

    Para executar o cliente Steam no Ubuntu, Debian e seus derivados, você deve fazer o seguinte:
    Passo 1. Digite steam no Dash ou em um terminal (seguido da tecla TAB) ou clique no ícone dele na área de trabalho. Na tela que aparece, marque a opção “I have read and accept these terms.” e finalmente, clique no botão “OK;”

    Como instalar o cliente Steam no Ubuntu

    Passo 2. Se seu sistema não tiver, será pedido para instalar algumas dependências adicionais. Informe a senha, tecle enter e aguarde finalizar a instalação;

    Como instalar o cliente Steam no Ubuntu

    Agora que o programa está instalado, comece a usar o Steam. Se ainda não tiver uma conta, crie uma.

    Desinstalando o programa no Ubuntu e derivados

    Para desinstalar o programa no Ubuntu e derivados, faça o seguinte:
    Passo 1. Abra um terminal;
    Passo 2. Desinstale o programa, usando os comandos abaixo;

    sudo apt-get remove steam-launcher
    sudo apt-get autoremove

    Fonte

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    Night Light no KDE Plasma – em breve recurso será nativo

    Night Light no KDE Plasma - em breve recurso será nativo

    A equipe do projeto KDE anunciou que em breve será possível ter Night Light no KDE Plasma nativamente. Confira os detalhes dessa novidade.


    Normalmente, para ter um Night Light no KDE Plasma é preciso usar aplicativos de terceiros. Mas se tudo correr como planejado, logo teremos um recurso “filtro de luz azul” incorporado ao desktop KDE Plasma.

    Night Light no KDE Plasma - em breve recurso será nativo

    Night Light no KDE Plasma – em breve recurso será nativo

    Acontece que os desenvolvedores estão trabalhando na adição de recursos de correção de cores ao KWin (o gerenciador/compositor de janelas do KDE) em Wayland.

    Possivelmente, o KDE Plasma 5.11 (planejado para setembro) já venha com o recurso, desde que este funcione como pretendido e que não apareçam novos erros.

    Night Light no KDE Plasma porque é importante

    Na prática, o recurso Night Light (cor noturna) é um redutor de luz azul, que alterará automaticamente a temperatura de cor com base em sua localização . À medida que o sol se põe à noite, a quantidade de “azul” emitida é reduzida e, em seguida, aumenta novamente durante o dia quando o sol nasce.

    Muitas pessoas ajustam a temperatura da tela com um aplicativo de filtro de luz azul como uma forma de reduzir a tensão ocular e evitar a fadiga visual. Mas há outros supostos benefícios atribuídos a uma redução na quantidade de luz azul emitida por telas de computador.

    Em teoria, a luz azul das telas engana nossos cérebros, fazendo-o pensar que ainda é dia, o que por sua vez afeta nosso ritmo circadiano (também conhecido como relógio interno/relógio biológico), que por sua vez, impacta em nossa disposição diária.

    Alguns estudos mostram que a produção de melatonina (um hormônio que regula o sono e a vigília) é afetada negativamente pela exposição prolongada à luz azul.

    Enquanto o recurso Night Light não chega ao KDE Plasma, você pode cuidar melhor dos seus olhos usando uma das opções abaixo:

    Como instalar a versão mais recente do Redshift no Linux
    Como instalar f.lux no Ubuntu para cuidar dos olhos

    Adicionalmente, utilize esse outro programa para fazer exercícios que preservarão a boa saúde de seus olhos:

    Cansaço ocular ao trabalhar em frente ao PC? SafeEyes protege você

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    Monitoramento de sistema: Instale Monitorix no Ubuntu

    Monitoramento de sistema: Instale Monitorix no Ubuntu

    Quer fazer o monitoramento de sistema de um servidor Ubuntu remotamente com uma interface gráfica, diretamente no seu navegador? Então conheça Monitorix.


    Monitorix é um utilitário de código aberto e leve, que permite fazer o monitoramento de sistema, ou seja, monitorar as informações do servidor através do seu navegador web.

    Monitoramento de sistema: Instale Monitorix no Ubuntu

    O programa foi criado para ser usado em servidores Linux/UNIX de produção, mas devido à sua simplicidade e pequeno tamanho, também pode ser usado em dispositivos embarcados.

    Para fazer o monitoramento de sistema, o Monitorix possui um servidor HTTP embutido. Ele também funciona com Apache, Nginx, lighttpd, e etc.

    Ele exibe gráficos com:

    • Média de carga do sistema e uso
    • Uso global do kernel
    • Uso do Kernel por processador
    • Uso do sistema de arquivos e atividade de Entrada/Saída
    • Tráfego de rede e uso
    • Demanda de serviços do sistema
    • Tráfego da porta de rede
    • Os usuários que utilizam o sistema

    O aplicativo foi atualizado recentemente e por isso, esse tutorial está sendo republicado com os links atualizados.

    Conheça melhor o Monitorix

    Para mais detalhes sobre o programa, acesse esse link.
    Para ver imagens dos painéis de informações do programa, acesse esse link.

    A instalação desse aplicativo não é garantida em todas as versões dos sistemas Debian, Ubuntu e derivados. De qualquer forma, vale a pena testar se ele é compatível com o sistema que você usa, e se for, comente para que os outros leitores saibam.

    Instalando o Monitorix fazer o monitoramento de sistema de no Ubuntu

    Para instalar o Monitorix em um servidor Ubuntu ou derivados, faça o seguinte:
    Passo 1. Abra um terminal;
    Passo 2. Atualize o APT com o comando:

    sudo apt-get update

    Passo 3. Se ainda não tiver, instale as dependências usando o comando abaixo:

    sudo apt-get install rrdtool perl libwww-perl libmailtools-perl libmime-lite-perl librrds-perl libdbi-perl libxml-simple-perl libhttp-server-simple-perl libconfig-general-perl

    Passo 4. Use o comando abaixo para baixar o programa. Se o link estiver desatualizado, acesse essa página, baixe a última versão e salve-o com o nome monitorix.deb;

    wget http://www.monitorix.org/monitorix_3.9.0-izzy1_all.deb -O monitorix.deb

    Passo 5. Instale o programa com os comandos abaixo:

    sudo dpkg -i monitorix.deb
    
    

    Passo 6. Caso seja necessário, inicie o serviço com o comando:

    sudo service monitorix start

    Finalmente, acesse remotamente ou localmente digitando http://ipdoservidor:8080/monitorix no seu navegador web.

    O arquivo de configuração do programa é /etc/monitorix.conf. Lá você pode alterar a porta, negar ou permitir o host remoto, e fazer outros ajustes.

    Desinstalando o Monitorix no Ubuntu e derivados

    Para desinstalar o Monitorix no Ubuntu e derivados, faça o seguinte:
    Passo 1. Abra um terminal;
    Passo 2. Desinstale o programa, usando os comandos abaixo;

    sudo apt-get remove monitorix
    sudo apt-get autoremove

    Fonte

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    Como instalar o SMPlayer com suporte a MPV

    como-instalar-o-smplayer-com-suporte-mpv

    SMPlayer pode ser usado em conjunto com outro reprodutor além do mplayer. Se você quer experimentar, veja aqui como instalar o SMPlayer com suporte a MPV.


    O SMPlayer é um reprodutor multimídia que já vem com codificadores nativos e que consegue reproduzir a maioria dos formatos vídeo e áudio sem a necessidade de codificadores extra. Basta instalar o SMPlayer e ele já será capaz de reproduzir boa parte dos formatos de vídeo e áudio disponíveis.

    como-instalar-o-smplayer-com-suporte-mpv

    como-instalar-o-smplayer-com-suporte-mpv

    Na verdade, o SMPlayer é um front-end gráfico baseado em Qt para mplayer. Mas agora, o programa também pode utilizar o player MPV para a reprodução, graças ao suporte a ele que foi adicionado recentemente. Entretanto, esse suporte irá demorar um pouco até aparecer na versão estável.

    A boa notícia é que você já pode instalar o SMPlayer com o suporte a MPV no Ubuntu e algumas de suas variantes, usando o repositório PPA oficial SMPlayer Testing.

    Para aqueles que ainda não conhecem o MPV, ele é um player de mídia baseado no mplayer2 (e mplayer), que vem com vários recursos extras e melhorias em relação ao mplayer2, tais como suporte nativo para VAAPI e VDA e melhorias na saída de vídeo VDPAU, opção para exibir duas legendas de uma só vez, suporte a Wayland, seeking preciso, função de codificação embutida (substituto para mencoder).

    Além disso, ele possui suporte melhorado para PulseAudio, melhor suporte a MKV (por exemplo, ordenação de capítulos, metadados 3D), além de várias outras características que pode ser vistas nessa página.
    muito mais.

    Para completar, SMPlayer já suporta a reprodução de vídeos YouTube. No entanto, com MPV, ele pode reproduzir vídeos a partir de qualquer website suportado pelo youtube-dl (apesar do nome, youtube-dl suporta inúmeros sites de vídeo).

    O suporte a vídeos online inclui Youtube (obviamente), DailyMotion, Vimeo, BlipTV, CBS, CollegeHumor, ComedyCentral, NBC, Vevo e muitos mais (são cerca de 500 sites são suportados e você pode ver uma lista completa nesse link).

    Nota: para ser capaz de usar SMPlayer com MPV, você vai precisar de mpv versão 0.6.2 ou mais recente e para ter o suporte ao youtube-dl, você precisará instalar o mpv 0.7.0 ou mais recente.

    Conheça melhor o SMPlayer

    Para saber mais sobre esse programa, clique nesse link.

    Como instalar o SMPlayer com suporte a MPV no Ubuntu 14.04 ou superior e Linux Mint 17.x/13

    Para instalar o SMPlayer com suporte a MPV no Ubuntu 14.04 ou superior e Linux Mint 17.x/13 e ainda poder receber automaticamente as futuras atualizações dele, você deve fazer o seguinte:
    Passo 1. Abra um terminal (no Unity use as teclas CTRL + ALT + T);
    Passo 2. Se você estiver usando o Ubuntu 14.04/Linux Mint 17.x, adicione o repositório do programa com este comando ou use esse tutorial;

    sudo add-apt-repository ppa:mc3man/mpv-tests

    Passo 2. Se você estiver usando o Ubuntu 15.10 ou 15.04, o MPV já está disponível nos repositórios oficiais, por isso, apenas adicione o repositório do SMPlayer com o comando abaixo ou use esse tutorial;

    sudo add-apt-repository ppa:rvm/smplayer

    Passo 3. Atualize o gerenciador de pacotes com o comando:

    sudo apt-get update

    Passo 4. Finalmente, use o comando abaixo para instalar todos os programas;

    sudo apt-get install mpv smplayer smtube smplayer-themes smplayer-skins youtube-dl

    Como instalar o SMPlayer com suporte a MPV no Ubuntu 12.04 / Linux Mint 13

    Infelizmente não há nenhuma MPV 0.7.0+ PPA para o Ubuntu 12.04. O PPA oficial estável do SMPlayer fornece SMPlayer com suporte a MPV, na versão 0.6.2 e enquanto esta versão funciona, ele não vem com a integração youtube-dl, por causa disso, você não poderá usar o SMPlayer para reproduzir vídeos a partir do site suportados pelo youtube -dl.

    Para instalar o SMPlayer com suporte a MPV no Ubuntu 12.04/Linux Mint 13 e ainda poder receber automaticamente as futuras atualizações dele, você deve fazer o seguinte:
    Passo 1. Abra um terminal (no Unity use as teclas CTRL + ALT + T);
    Passo 2. Se ainda não tiver, adicione o repositório do programa com este comando ou use esse tutorial;

    sudo add-apt-repository ppa:rvm/testing

    Passo 3. Atualize o gerenciador de pacotes com o comando:

    sudo apt-get update

    Passo 4. Finalmente, use o comando abaixo para instalar o programa;

    sudo apt-get install mpv smplayer smtube smplayer-themes smplayer-skins

    Configurando o SMPlayer para usar o MPV

    Para configurar o SMPlayer para usar MPV em vez de mplayer, faça o seguinte:
    Passo 1. Inicie o programa, digitando smplayer no Dash (ou em um terminal, seguido da tecla TAB).
    Passo 2. Clique no menu  “Opções” e depois no item “Preferencias”. Na tela, clique em “Geral” e na aba “Geral”, preencha o campo  “Executável MPlayer” com o valor “mpv” (sem as aspas), como na imagem abaixo e clique em “Aplicar”:

    Como instalar o SMPlayer com suporte a MPV

    Passo 3. Para ser capaz de reproduzir vídeos de todos os sites suportados pelo youtube-dl (requer mpv 0.7.0 ou mais recente, por isso não vai funcionar no Ubuntu 12.04), na mesma tela, clique em “Rede” à esquerda e marque a opção “Reproduzir vídeos de sites de streaming”.

    Como instalar o SMPlayer com suporte a MPV

    Pronto! Agora você já pode aproveitar os recursos desse incrível player.

    Desinstalando o SMPlayer no Ubuntu e derivados

    Para desinstalar o SMPlayer no Ubuntu e derivados, faça o seguinte:
    Passo 1. Abra um terminal;
    Passo 2. Desinstale o programa, usando os comandos abaixo;

    sudo apt-get remove mpv smplayer smtube smplayer-themes smplayer-skins
    sudo apt-get autoremove

    Fonte

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    Instalando o pacote de ícones Sigma Metro no Ubuntu

    Instalando o pacote de ícones Sigma Metro no Ubuntu

    Que tal colocar “um pouco” (só um pouco mesmo) do estilo do Windows 8 em seu desktop? Para fazer isso, você só precisa instalar o pacote de ícones Sigma Metro.


    O pacote Sigma Metro contém ícones para a maioria das aplicações, pastas, estado, mime-types e outros que estão disponíveis para Linux, ele é liberado sob a licença GNU General Public. Se você gosta do trabalho criador, então não se esqueça de animá-los com a doação.

    Instalando o pacote de ícones Sigma Metro no Ubuntu

    Instalando o pacote de ícones Sigma Metro no Ubuntu

    Este pacote de ícones é inspirado no Windows 8, em seus live tiles e na sua interface estilo metro, Modern, ou seja lá como chamam atualmente.

    Ele foi criado para dar um pouco desse estilo para o desktop Linux. O conjunto é compatível com os ambientes Unity, Gnome, Xfce, Mate e Cinnamon.

    Instalando o pacote de ícones Sigma Metro no Ubuntu

    Conheça melhor o pacote de ícones Sigma Metro

    Para saber mais sobre o tema, clique nesse link.

    Instalando o pacote de ícones Sigma Metro no Ubuntu e derivados

    Para instalar o pacote de ícones Sigma Metro no Ubuntu e derivados, faça o seguinte:
    Passo 1. Abra um terminal (Usando o Dash ou pressionando as teclas CTRL+ALT+T);
    Passo 2. Se ainda não tiver, adicione o repositório do programa com este comando ou use esse tutorial;

    sudo add-apt-repository ppa:noobslab/icons2

    Passo 3. Depois, atualize o APT com este comando:

    sudo apt-get update

    Passo 4. Finalmente, instale o programa usando o seguinte comando:

    sudo apt-get install sigma-metro-icons

    Como instalar o pacote de ícones Sigma Metro manualmente ou em outras distros

    Se não quiser adicionar o repositório ou quer tentar instalar em outra distribuição baseada em Debian, você pode pegar o arquivo DEB do programa nesse link e instalar ele manualmente (clicando duas vezes nele). Ou faça o seguinte:
    Passo 1. Abra um terminal;
    Passo 2. Use o comando abaixo para baixar o programa. Se o link estiver desatualizado, acesse essa página, baixe a última versão e salve-o com o nome sigma.deb:

    wget https://launchpad.net/~noobslab/+archive/ubuntu/icons2/+files/sigma-metro-icons_0.2~xenial~NoobsLab.com_all.deb -O sigma.deb

    Passo 5. Agora instale o pacote com o comando:

    sudo dpkg -i sigma.deb

    Passo 6. Caso seja necessário, instale as dependências do programa com o comando:

    sudo apt-get install -f

    Mas lembre-se! Ao optar por esse tipo de instalação, você não receberá nenhuma atualização do programa.

    Depois de instalar, você pode usar o Unity Tweak Tool, Gnome-tweak-tool ou Ubuntu-Tweak, para mudar o tema, use este tutorial:

    Como mudar o tema e conjunto de ícones padrão do Ubuntu.

    Instalando o pacote de ícones Sigma Metro no Ubuntu

    Desinstalando o pacote de ícones Sigma Metro no Ubuntu e derivados

    Para desinstalar o pacote de ícones Sigma Metro no Ubuntu e derivados, faça o seguinte:
    Passo 1. Abra um terminal;
    Passo 2. Desinstale o pacote de ícones Sigma Metro, usando o comando abaixo;

    sudo apt-get remove sigma-metro-icons

    Para voltar ao estado anterior, use novamente o Unity Tweak Tool, Gnome-tweak-tool ou Ubuntu-Tweak, para mudar o tema, use este tutorial:

    Como mudar o tema e conjunto de ícones padrão do Ubuntu.

    Fonte

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    23 de maio de 2017

    Removedor de metadados de arquivos de mídia: instale e experimente MAT

    Removedor de metadados de arquivos de mídia: instale e experimente MAT

    Se você possui muitos arquivos de fotos, vídeos e outros formatos que guardam informações e quer ter mais privacidade, instale o removedor de metadados de arquivos de mídia MAT.


    MAT (Metadata Anonymisation Toolkit), é um software que permite remover facilmente metadados de diversos arquivos de mídia, de forma a manter a nossa privacidade.

    Removedor de metadados de arquivos de mídia: instale e experimente MAT

    Quando você captura uma foto com seu smartphone ou câmera digital, o dispositivo salva metadados dentro da imagem. Esses metadados contem informações úteis, tais como a data, o local, informações sobre o dispositivo e etc.

    Metadados também podem estar presentes em documentos, arquivos de vídeo, arquivos compactados e etc. Embora muitas vezes os metadados sejam usados para facilitar a busca, em alguns casos isso pode comprometer a sua privacidade.

    Felizmente, para remover todas essas informações e garantir maior privacidade, é possível usar o MAT, um simples software livre para Linux.

    Através do MAT é posssível remover metadados de imagens JPEG e PNG, documentos em Open Document (.odt, .odx, .ods, …), Office Openxml (.docx, .pptx, .xlsx, ecc) e PDF, ou em arquivos compactados ZIO ou arquivos de áudio e vídeo em MPEG, Ogg Vorbis e FLAC.

    Conheça melhor o removedor de metadados de arquivos de mídia MAT

    Para saber mais sobre esse programa, clique nesse link.

    Como instalar o removedor de metadados de arquivos de mídia MAT no Arch e seus derivados

    MAT também está disponível para Arch Linux via AUR.

    Como instalar o removedor de metadados de arquivos de mídia MAT no Ubuntu e seus derivados

    Mat está disponível nos repositórios oficiais do Ubuntu e pode ser instalado usando a Central de programas, ou fzendo o seguinte:
    Passo 1. Abra um terminal (no Unity use as teclas CTRL + ALT + T);
    Passo 2. Agora use o comando abaixo para instalar o programa;

    sudo apt-get install mat

    Pronto! Agora, quando quiser iniciar o programa, digite mat no Dash (ou em um terminal, seguido da tecla TAB).

    Desinstalando o Mat no Ubuntu e derivados

    Para desinstalar o Mat no Ubuntu e derivados, faça o seguinte:
    Passo 1. Abra um terminal;
    Passo 2. Desinstale o programa, usando o comando abaixo;

    sudo apt-get remove mat

    Fonte

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    Como integrar o Xtreme Download Manager com o Firefox, Opera, Chrome e outros navegadores

    Como integrar o Xtreme Download Manager com o Firefox, Opera, Chrome e outros navegadores

    Depois de aprender a instalar no Ubuntu e derivados, é hora de aprender a integrar o Xtreme Download Manager ao Firefox, Opera, Chrome e a outros navegadores.


    Xtreme Download Manager (XDM) é utilitário de gerenciamento de download que tem a capacidade de aumentar a velocidade de download.

    Como integrar o Xtreme Download Manager com o Firefox, Opera, Chrome e outros navegadores

    Ele também permite pausar/retomar downloads, pegar vídeos disponíveis na internet, fazer agendamento de downloads, algoritmo de segmentação dinâmica, compressão de dados e reutilização da conexão para acelerar o processo de download.

    O programa possui suporte a HTTP, HTTPS e FTP, firewalls, servidores proxy, redirecionamentos de arquivos, cookies, autorização etc, e até mesmo pode retomar downloads quebrados que não oferecem a opção de retomar.

    Apesar de muito poderoso, infelizmente, o Xtreme Download Manager não se integra automaticamente com os navegadores, sendo necessário um pequeno procedimento para fazer isso.

    A boa notícia é que o procedimento é bem simples e rápido e funciona no Firefox, Opera, Chrome e outros navegadores. Acompanhe.

    Conheça melhor o Xtreme Download Manager

    Para saber mais sobre esse programa, clique nesse link.

    Como integrar o Xtreme Download Manager com o Firefox

    No Firefox, tudo que você precisa fazer é instalar uma extensão acessando o seguinte endereço:
    http://127.0.0.1:9614/xdmff.xpi
    Quando aparecer a tela de instalação, apenas confirme e estará pronto.

    Como integrar o Xtreme Download Manager com o Firefox, Opera, Chrome e outros navegadores

    Como integrar o Xtreme Download Manager com o Chrome/Chromium

    Para integrar o Xtreme Download Manager com o Chrome/Chromium, faça o seguinte:
    Passo 1. Digite “chrome://extensions” na caixa de endereço do Google Chrome e tecle enter. Na tela que será exibida, marque a opção “Modo do desenvolvedor”, e em seguida, clique no botão “Carregar extensão expandida…”;

    Como integrar o Xtreme Download Manager com o Firefox, Opera, Chrome e outros navegadores

    Passo 3. Na janela “Selecionar o diretório da extensão”, vá até a sua pasta de usuário (/home/usuario) e clique na pasta xdm-helper. Finalmente, clique no botão “Open” (Abrir). Assim que a janela fechar, você já verá a extensão instalada e ativa no Chrome.

    Como integrar o Xtreme Download Manager com o Firefox, Opera, Chrome e outros navegadores

    Como integrar o Xtreme Download Manager com o Firefox, Opera, Chrome e outros navegadores

    Como integrar o Xtreme Download Manager nos principais navegadores do Linux

    Para integrar o Xtreme Download Manager nos principais navegadores do Linux, siga as instruções abaixo,

    Como integrar o Xtreme Download Manager com o Opera

    Vá para a tela de “Preferências” do Opera, depois clique na aba “Avançado”, em seguida no item “Rede” e finalmente, clique no botão na opção “Servidores Proxy”. Marque a opção”Usar configuração automática de proxy” e forneça o seguinte endereço: http://127.0.0.1:9614/proxy.pac

    Como integrar o Xtreme Download Manager com o Firefox, Opera, Chrome e outros navegadores

    Como integrar o Xtreme Download Manager com outros navegadores

    No Ubuntu, para integrar o Xtreme Download Manager com outros navegadores, vá para “Configurações do Sistema”, depois para “Rede” e finalmente para “Proxy da rede”. Na configuração, mude o campo “Método” para “Automático”. Para completar, cole o seguinte endereço no campo “URL de configuração”: http://127.0.0.1:9614/proxy.pac

    Como integrar o Xtreme Download Manager com o Firefox, Opera, Chrome e outros navegadores

    Quer saber mais sobre proxy no Ubuntu?
    Como configurar o acesso via proxy no UbuntuPara saber mais detalhes sobre a integração do XDM com os navegadores, clique no menu “Tools” e depois na opção “Browser Integration”.

    integrar-o-xtreme-download-manager-4

    Como integrar o Xtreme Download Manager com o Firefox, Opera, Chrome e outros navegadores

    Fonte

    O que está sendo falado no blog nos últimos dias


    YouTube Viewer: um completo cliente YouTube para Linux

    YouTube Viewer: um completo cliente YouTube para Linux

    Complementando a nossa lista de opções para baixar vídeos do YouTube no Linux, conheçam outro app cliente desse serviço de vídeos, o YouTube Viewer.


    YouTube Viewer é um aplicativo escrito em Perl que podem ser usados para pesquisar, reproduzir e baixar vídeos do YouTube.

    YouTube Viewer: um completo cliente YouTube para Linux

    YouTube Viewer: um completo cliente YouTube para Linux

    O programa possui uma interface gráfica, baseada em GTK2 e outra de linha de comando e oferece uma ampla gama de recursos, como uma pesquisa avançada, navegação de categorias do YouTube, visualização de suas assinaturas, favoritos ou vídeos recomendados, visualização completa das informações de vídeo e muito mais.

    YouTube Viewer: um completo cliente YouTube para Linux

    Conheça melhor o YouTube Viewer

    Para saber mais sobre esse programa, clique nesse link.

    Como instalar o YouTube Viewer no Ubuntu e seus derivados

    YouTube Viewer está disponível nos repositórios oficiais do Ubuntu e pode ser instalado usando a Central de programas ou usando o comando sudo apt-get install youtube-viewer.

    No entanto, em versões mais antigas, para instalar o YouTube Viewer no Ubuntu e ainda poder receber automaticamente as futuras atualizações dele, você deve fazer o seguinte:

    Passo 1. Abra um terminal (no Unity use as teclas CTRL + ALT + T);
    Passo 2. Embora o YouTube Viewer suporte vários players de vídeo, agora ele só funciona corretamente com MPV. Para instalar ele, use o comando abaixo;

    sudo apt-get install mpv

    Se ainda não tiver, adicione o repositório do programa com este comando:

    sudo add-apt-repository ppa:nilarimogard/webupd8

    Passo 3. Atualize o gerenciador de pacotes com o comando:

    sudo apt-get update

    Passo 4. Agora use o comando abaixo para instalar o programa;

    sudo apt-get install youtube-viewer

    Como instalar o YouTube Viewer manualmente ou em outras distros

    Para aqueles que não conseguiram instalar com o procedimento acima, não querem adicionar o repositório ou querem tentar instalar em outra distribuição baseada em Debian, você pode pegar o arquivo DEB do programa nesse link e instalar ele manualmente (clicando duas vezes nele).

    Mas lembre-se! Ao optar por esse tipo de instalação, você não receberá nenhuma atualização do programa.

    Pronto! Agora, quando quiser iniciar o programa, digite youtube no Dash (ou em um terminal, seguido da tecla TAB).

    Desinstalando o programa no Ubuntu e derivados

    Para desinstalar o programa no Ubuntu e derivados, faça o seguinte:
    Passo 1. Abra um terminal;
    Passo 2. Desinstale o programa, usando o comando abaixo;

    sudo apt-get remove youtube-viewer
    sudo apt-get autoremove

    Como instalar o YouTube Viewer em outras distribuições Linux

    Usuários do Arch Linux pode instalar YouTube Viewer (GIT) via AUR: cli | gtk

    Para outras distribuições Linux, consulte as páginas do Google Code e GitHub YouTube Viewer.

    Fonte

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    Instale a última versão do MKVToolNix no Linux Ubuntu, Debian, Fedora e openSUSE

    Instale a última versão do MKVToolNix no Linux Ubuntu, Debian, Fedora e derivados

    Se você tem arquivos no formato Matroska (.mkv), então precisa instalar o MKVToolnix para poder manipular esse tipo de arquivo. Por isso, veja como instalar a última versão do MKVToolNix no Linux Ubuntu, Debian, Fedora e openSUSE.


    MKVToolnix é um conjunto de ferramentas para criar, alterar e inspecionar arquivos Matroska no Linux, Unix e Windows.

    Instale a última versão do MKVToolNix no Linux Ubuntu, Debian, Fedora e derivados

    Esse utilitário pode ser usada para obter informações sobre arquivos Matroska (mkvinfo), extrair faixas/dados de arquivos de Matroska (mkvextract) e criar (mkvmerge) arquivos Matroska a partir de outros arquivos de mídia.

    O MKVToolnix fornece apenas as ferramentas de linha de comando. Se você quiser trabalhar com ferramentas gráficas, você deve instalar o MKVToolnix-gui, que é uma interface simples e fácil de usar.

    Com MKVToolnix-gui, você pode adicionar o arquivo MKV (s) usando o navegador de arquivos ou simplesmente arrastando e soltando os arquivos na MKVToolnix.

    O programa também permite que você edite as tags e nomes das faixas, também é usado para alterar a relação de aspecto de arquivos de vídeo, exibir a largura e altura e etc.

    Novidades da mais recente versão do MKVToolNix

    Dentre as mudanças e melhorias, MKVToolNix 12.0 traz os seguintes destaques:

  • A combinação das teclas Ctrl + Shift + Espaço agora alterna a seleção do item atual em todas as vistas de árvore (múltiplas seleções são permitidas);
  • O editor de capítulos adicionou a extensão “* .cue” (para arquivos de folha de sinalização) para a caixa de diálogo “open chapter file” (arquivo de capítulo aberto);
  • Quando a folha CUE inclui um título global, ela será automaticamente usada para a tag title, quando a opção –title estiver vazia;
  • Adicionada uma opção “-no-date” que impede que o campo “date” seja gravado nos cabeçalhos de informação de segmentos;
  • Adicionado suporte para editar o campo de informação de segmento “data”.
  • Para mais detalhes sobre as mudanças nessa versão, acesse a nota de lançamento.

    Conheça melhor o MKVToolNix

    Para saber mais sobre esse programa, clique nesse link.

    Instalando a última versão do MKVToolNix no Linux Debian, Ubuntu e derivados

    A ferramenta está disponível em repositórios padrão do Debian e Ubuntu, mas essa versão pode estar um pouco obsoleta.
    Então, para obter a última versão do MKVToolNix no Linux Debian, Ubuntu e derivados, adicione um repositório. Para isso, faça o seguinte:
    Passo 1. Abra um terminal;
    Passo 2. Primeiro você tem que importar a chave GPG com o seguinte comando:

    wget -q -O - https://www.bunkus.org/gpg-pub-moritzbunkus.txt | sudo apt-key add -

    Passo 3. Se você estiver usando o Ubuntu ou um derivado dele, adicione o repositório do aplicativo, usando o seguinte comando;

    sudo sh -c "echo  'deb http://www.bunkus.org/ubuntu/$(lsb_release -cs)/ ./ ' >> /etc/apt/sources.list

    Passo 3. Se você estiver usando o Debian ou um derivado dele, adicione o repositório do aplicativo, usando o seguinte comando;

    sudo sh -c "echo  'deb http://www.bunkus.org/debian/$(lsb_release -cs)/ ./ ' >> /etc/apt/sources.list

    Passo 4. Atualize o APT com o comando:

    sudo apt-get update

    Passo 5. Agora instale o programa com o comando:

    sudo apt-get install mkvtoolnix mkvtoolnix-gui

    Passo 6. Se for necessário, desinstale o programa, usando os comandos abaixo;

    sudo apt-get remove mkvtoolnix mkvtoolnix-gui
    sudo apt-get autoremove

    Como instalar a última versão do MKVToolNix no openSUSE Leap 42.1 e 42.2

    Para instalar a última versão do MKVToolNix no openSUSE Leap 42.1 e 42.2, faça o seguinte:
    Passo 1. Abra um terminal;
    Passo 2. Baixe a chave do repositório;

    wget https://mkvtoolnix.download/gpg-pub-bunkusorg-rpm-signing.txt

    Passo 3. Em seguida, use o comando abaixo para importar a chave para o gerenciador de pacotes do seu sistema;

    sudo rpmkeys --import gpg-pub-bunkusorg-rpm-signing.txt

    Passo 4. Se você estiver usando o openSUSE Leap 42.1, use o comando a seguir para adicionar o repositório do programa;

    sudo zypper addrepo --refresh https://mkvtoolnix.download/opensuse/42.1/ MKVToolNix

    Passo 5. Se você estiver usando o openSUSE Leap 42.2, use o comando a seguir para adicionar o repositório do programa;

    sudo zypper addrepo --refresh https://mkvtoolnix.download/opensuse/42.2/ MKVToolNix

    Passo 6. Agora instale o programa com o seguinte comando;

    sudo zypper install mkvtoolnix

    Como instalar a última versão do MKVToolNix no Linux Fedora e sistemas derivados

    Para instalar a última versão do MKVToolNix no Linux Fedora e sistemas derivados, faça o seguinte:
    Passo 1. Abra um terminal;
    Passo 2. Adicione o repositório RPMFusion com o comando ou seguindo a dica desse tutorial. Esse repositórios também podem ser instalado usando a ferramenta PostInstallerF, que já foi apresentada em outro tutorial;

    su -c 'yum localinstall --nogpgcheck http://download1.rpmfusion.org/free/fedora/rpmfusion-free-release-$(rpm -E %fedora).noarch.rpm http://download1.rpmfusion.org/nonfree/fedora/rpmfusion-nonfree-release-$(rpm -E %fedora).noarch.rpm'

    ou

    sudo rpm -Uhv https://mkvtoolnix.download/fedora/bunkus-org-repo-2-3.noarch.rpm

    Passo 3. Agora use o comando abaixo para instalar o programa;

    su -c 'yum install mkvtoolnix mkvtoolnix-gui'

    Ou

    su -c 'dnf install mkvtoolnix mkvtoolnix-gui'

    Passo 4. Caso precise desinstalar, use o comando abaixo;

    su -c 'yum remove mkvtoolnix mkvtoolnix-gui'

    Ou

    su -c 'dnf remove mkvtoolnix mkvtoolnix-gui'

    Pronto! Agora, quando quiser iniciar o programa, digite mkv no Dash (ou em um terminal, seguido da tecla TAB).

    Para instalar em outras distribuições, por favor, veja nesse link.

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    Conheça e instale o Xournal no Ubuntu e faça anotações em PDF

    Anotações em PDF: instale o Xournal no Ubuntu

    Se você está precisando fazer anotações em PDF, então conheça o Xournal. E se você quiser instalar ele em seu sistema, veja aqui como fazer isso.


    Para aqueles não familiarizados com o Xournal, ele é uma aplicação GTK+ para fazer anotações, desenhar e manter um diário usando uma caneta em Tablet PCs e outras plataformas.

    Anotações em PDF: instale o Xournal no Ubuntu

    O aplicativo vem com várias ferramentas, tais como: caneta, borracha, marca-texto, ferramenta de texto e forma de reconhecimento. Além disso, traços e blocos de texto podem ser selecionados, movidos e copiados usando uma ferramenta de seleção retangular.

    Além de servir para tomar notas ou esboços, essas ferramentas podem ser usadas para anotar em arquivos PDF (ele usa a biblioteca Poppler para processar documentos PDF), que podem ser salvos no formato de arquivo nativo do Xournal, ou exportados para PDF.

    O aplicativo possui uma opção de exportação para PDF usando Cairo, um modo de visualização horizontal e opções de configuração para dispositivos touchscreen.

    Conheça melhor o Xournal

    Para saber mais sobre esse programa, clique nesse link.

    Como instalar o aplicativo de anotações em PDF Xournal no Ubuntu e seus derivados

    Xournal está disponível nos repositórios oficiais do Ubuntu (começando com o Ubuntu 15.04) e pode ser instalado usando a Central de programas ou usando o comando sudo apt-get install xournal. No entanto, em versões mais antigas, para instalar o aplicativo de anotações em PDF Xournal no Ubuntu e poder receber automaticamente as futuras atualizações dele, você deve fazer o seguinte:
    Passo 1. Abra um terminal (no Unity use as teclas CTRL + ALT + T);
    Passo 2. Se ainda não tiver, adicione o repositório do programa com este comando:

    sudo add-apt-repository ppa:nilarimogard/webupd8

    Passo 3. Atualize o APT com o comando:

    sudo apt-get update

    Passo 4. Agora use o comando abaixo para instalar o programa;

    sudo apt-get install xournal

    Como instalar o aplicativo de anotações em PDF Xournal manualmente ou em outras distros

    Se não quiser adicionar o repositório ou quer tentar instalar em outra distribuição baseada em Debian, você pode pegar o arquivo DEB do programa nesse link e instalar ele manualmente (clicando duas vezes nele).

    Mas lembre-se! Ao optar por esse tipo de instalação, você não receberá nenhuma atualização do programa.

    Pronto! Agora, quando quiser iniciar o programa, digite xournal no Dash (ou em um terminal, seguido da tecla TAB).

    Desinstalando o aplicativo de anotações em PDF Xournal no Ubuntu e derivados

    Para desinstalar o aplicativo de anotações em PDF Xournal no Ubuntu e derivados, faça o seguinte:
    Passo 1. Abra um terminal;
    Passo 2. Desinstale o programa, usando os comandos abaixo;

    sudo apt-get remove xournal
    sudo apt-get autoremove

    Fonte

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    Como instalar ou atualizar para o ambiente LXQt no Ubuntu

    Como instalar o ambiente LXQt no Debian

    LXQt é baseado na biblioteca QT e é praticamente o ambiente gráfico da distribuição LXDE. Se você quiser experimentar esse desktop, veja aqui como instalar ou atualizar para o ambiente LXQt no Ubuntu e derivados.


    LXQt é resultado da fusão entre os projetos LXDE-Qt e Razor-qt: um ambiente de desktop leve, modular, super rápido e fácil de usar. O ambiente é uma boa opção para quem não quer ficar no Unity ou quer experimentar novos ares.

    Como instalar ou atualizar para o ambiente LXQt no Ubuntu

    Ele usa o gerenciador de janelas Openbox, gerenciador de arquivos PCManFM-Qt (que é um port em qt do PCManFM), o painel de desktop razor-panel, bem como outros itens Qt, como seus Core Components.

    Como instalar ou atualizar para o ambiente LXQt no Ubuntu

    Conheça melhor o ambiente gráfico LXQt

    Para saber mais sobre esse programa, clique nesse link.

    Como instalar o ambiente LXQt no Ubuntu e seus derivados

    Para instalar o ambiente LXQt no Ubuntu e ainda poder receber automaticamente as futuras atualizações dele, você deve fazer o seguinte:
    Passo 1. Abra um terminal (no Unity use as teclas CTRL + ALT + T);
    Passo 2. Se ainda não tiver, adicione o repositório do programa com este comando ou use esse tutorial;

    sudo add-apt-repository -y ppa:lubuntu-dev/lubuntu-daily

    Passo 3. Atualize o APT com o comando:

    sudo apt-get update

    Passo 4. Atualize o sistema com o comando:

    sudo apt-get upgrade

    Passo 5. Agora use o comando abaixo para instalar o programa;

    sudo apt-get install lxqt-metapackage lxqt-panel openbox

    Uma vez que a instalação estiver concluída, saia da sua sessão atual do Ubuntu. Na tela de login, clique no ícone usado para escolher o ambiente gráfico (o circulo branco).

    Você será apresentado a uma tela com todas as opções de ambientes de desktop atualmente instalados. A mais recente adição a esta lista será o LXQt. Clique nesta opção e faça login novamente.

    Como instalar ou atualizar para o ambiente LXQt no Ubuntu

    Como instalar o ambiente gráfico LXQt em outras distribuições

    Para instalar o ambiente gráfico LXQt em outras distribuições, acesse a página do projeto e clique no ícone da distro.

    Como instalar ou atualizar para o ambiente LXQt no Ubuntu

    Desinstalando o ambiente LXQt no Ubuntu e derivados

    Se você não gostar ou se arrepender, para desinstalar o ambiente LXQt no Ubuntu e derivados, faça o seguinte:
    Passo 1. Abra um terminal;
    Passo 2. Desinstale o programa, usando os comandos abaixo;

    sudo add-apt-repository -y ppa:lubuntu-dev/lubuntu-daily --remove
    sudo apt-get remove lxqt-metapackage lxqt-session lxsession
    sudo apt-get autoremove

    Fonte

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    Como instalar as últimas versões do Oracle Java no Ubuntu

    Como instalar as últimas versões do Oracle Java no Ubuntu

    Se você está precisando usar o Oracle Java no Ubuntu (em vez do OpenJDK) e quer usar uma das últimas versões, por conta de algum tipo de compatibilidade (como internet banking, por exemplo), veja aqui como fazer isso.


    Este simples tutorial irá mostrar como instalar o Oracle Java no Ubuntu (versões 6, 7, 8 e 9). Para isso, será usado um repositório do site WebUpd8, que foi criado para tornar o processo de instalação do Oracle Java bem mais fácil para usuários do Ubuntu e seus derivados.

    Oracle Java no Ubuntu Como instalar as últimas versões do Oracle Java no Ubuntu

    O repositório foi atualizado recentemente e por isso, esse tutorial está sendo republicado com os links atualizados.

    Oracle Java no Debian

    Usuários do Debian podem instalar o Oracle Java, seguindo esse tutorial:
    Como instalar o Oracle Java 8 no Debian via repositório

    Java no Linux

    Para mais informações sobre o Java no Linux, acesse esse outro tutorial:
    Java no Linux

    Conheça melhor o Oracle Java

    Para saber mais sobre o programa, clique nesse link.

    Instalando o Oracle Java no Ubuntu e derivados

    Para instalar o Oracle Java no Ubuntu e derivados, faça o seguinte:
    Passo 1. Abra um terminal (Usando o Dash ou pressionando as teclas CTRL+ALT+T);
    Passo 2. Se você já tiver instalado o OpenJDK, remova ele executando o seguinte comando:

    sudo apt-get purge openjdk*

    Passo 3. Se ainda não tiver o repositório do Oracle Java, adicione ele o comando:

    sudo add-apt-repository ppa:webupd8team/java

    Passo 4. Atualize o APT com o comando:

    sudo apt-get update

    Passo 5. Se quiser instalar o Oracle Java 6, use o comando:

    sudo apt-get install oracle-java6-installer

    Passo 6. Se quiser instalar o Oracle Java 7, use o comando:

    sudo apt-get install oracle-java7-installer

    Passo 7. Se quiser instalar o Oracle Java 8, use o comando:

    sudo apt-get install oracle-java8-installer

    Passo 8. Ao executar o instalador, você terá que concordar com os termos de uso, para poder finalmente baixar e instalar o Java (use as setas de teclado para ir até a opção e confirme com a tecla enter);

    Como instalar as últimas versões do Oracle Java no Ubuntu

    Como instalar as últimas versões do Oracle Java no Ubuntu

    Como instalar as últimas versões do Oracle Java no Ubuntu

    Passo 9. Depois disso, se for necessário configurar automaticamente as variáveis de ambiente Java, você pode instalar o seguinte pacote (ajuste o nome para a versão que deseja usar) :

    sudo apt-get install oracle-java8-set-default

    Java no Ubuntu… e o Java 9?

    Importante !!! Por enquanto, você deve continuar a usar o Oracle Java 8, porque a versão 9 está disponível apenas como um release antecipado (que deve ser lançado em 2016)!

    Então, só use o Oracle Java 9 se você explicitamente precisar dele, porque este pode conter erros e pode não incluir as últimas correções de segurança! Além disso, algumas opções Java foram removidos no JDK9, assim você pode encontrar problemas com vários aplicativos Java.

    Ciente disso, se o que você quer é realmente o Java 9, veja esse outro tutorial:
    Como instalar o Oracle Java 9 no Ubuntu, Debian e derivados

    Verificando a versão do Java e se o plugin está funcionando

    Para saber se o plugin está funcionando, acesse a página de verificação do Oracle Java e clique no botão “Verificar versão do Java”;

    Como instalar as últimas versões do Oracle Java no Ubuntu

    Como instalar as últimas versões do Oracle Java no Ubuntu

    E as atualizações do Java?

    Depois de instalar usando esse procedimento, você não precisa se preocupar com as atualizações do Java. Como durante o processo você adicionou um repositório, as atualizações serão oferecidas automaticamente junto com os updates do sistema. Você só precisará confirmar a atualização e pronto!

    Removendo o Oracle Java no Ubuntu

    Se você não quiser usar o Oracle Java no Ubuntu e quiser voltar para o OpenJDK, tudo que você tem a fazer é remover o JDK Installer Oracle e depois instalar o Java que deseja usar, ou deixar sem nenhum, conforme for a sua necessidade. Para isso, faça o seguinte:
    Passo 1. Abra um terminal;
    Passo 2. Desinstale o OpenJDK Java, usando os comandos abaixo;

    sudo apt-get install ppa-purge -y
    sudo ppa-purge ppa:webupd8team/java
    sudo apt-get update
    sudo apt-get autoremove

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    Como instalar o editor de tags EasyTAG no Ubuntu

    Como instalar o editor de tags EasyTAG no Ubuntu

    Se você estava a procura de um editor de tags para por ordem em seus áudios, veja como instalar o editor de tags EasyTAG no Ubuntu e resolva seu problema.


    EasyTag é uma ferramenta para visualização e edição de tags para os seguintes formatos: MP3, MP2, MP4/AAC, FLAC, Ogg Opus, Ogg Speex, Ogg Vorbis, MusePack, Monkey’s Audio e arquivos WavPack. Ele funciona tanto em Linux e Windows, e tem uma interface simples e intuitiva, escrita em GTK2.

    Como instalar o editor de tags EasyTAG no Ubuntu

    O programa suporta CDDB usando Freedb.org e servidores Gnudb.org (busca manual e automática).

    Nele você pode editar os campos tag de título, artista, álbum, número do disco, ano, número da faixa, comentário, compositor, artista original, copyright, a URL, nome do encoder e imagem anexada.

    Conheça melhor o editor de tags EasyTAG

    Para saber mais sobre esse programa, clique nesse link.

    Como instalar o editor de tags EasyTAG no Ubuntu e seus derivados

    EasyTAG está disponível nos repositórios oficiais das versões mais recentes do Ubuntu e pode ser instalado usando a Central de programas ou usando o comando sudo apt-get install easytag. No entanto, em versões mais antigas, para instalar o programa no Ubuntu e poder receber automaticamente as futuras atualizações dele, você deve fazer o seguinte:

    Passo 1. Abra um terminal (no Unity use as teclas CTRL + ALT + T);
    Passo 2. Se ainda não tiver, adicione o repositório do programa com este comando ou use esse tutorial;

    sudo add-apt-repository ppa:amigadave/ppa

    Passo 3. Atualize o gerenciador de pacotes com o comando:

    sudo apt-get update

    Passo 4. Agora use o comando abaixo para instalar o programa;

    sudo apt-get install easytag

    Como instalar o editor de tags EasyTAG manualmente ou em outras distros

    Se não quiser adicionar o repositório ou quer tentar instalar em outra distribuição baseada em Debian, você pode pegar o arquivo DEB do programa nesse link e instalar ele manualmente (clicando duas vezes nele).

    Mas lembre-se! Ao optar por esse tipo de instalação, você não receberá nenhuma atualização do programa.

    Pronto! Agora, quando quiser iniciar o programa, digite easytag no Dash (ou em um terminal, seguido da tecla TAB).

    Desinstalando o editor de tags EasyTAG no Ubuntu e derivados

    Para desinstalar o editor de tags EasyTAG no Ubuntu e derivados, faça o seguinte:
    Passo 1. Abra um terminal;
    Passo 2. Desinstale o programa, usando o comando abaixo;

    sudo add-apt-repository ppa:amigadave/ppa --remove
    sudo apt-get remove easytag
    sudo apt-get autoremove

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    Quer ouvir rádios online no Linux? Use o Gradio

    Quer ouvir rádios online no Linux? Use o Gradio

    Na hora de ouvir rádios online no Linux, quanto mais opções melhor, certo? Pois então conheça e veja como instalar o Gradio em seu sistema.


    Já existem algumas aplicações disponíveis para ouvir estações de rádio internet no Desktop. Mas Gradio é algo novo. O programa permite que os usuários possam encontrar estações de rádio, digitando em sua caixa de pesquisa. Em seguida, já é possível ouvir uma rádio de internet, apenas clicando sobre ela.

    Quer ouvir rádios online no Linux? Use o Gradio

    Quer ouvir rádios online no Linux? Use o Gradio

    A versão mais recente do Gradio requer GTK3 >= 3.18, por isso ele funciona no Ubuntu 16.04, o Ubuntu 16.10, e seus derivados, como por exemplo, o Linux Mint 18 e Elementary OS 0.4 Loki. Para versões mais antigas, use esse link.

    Conheça melhor o Gradio

    Para saber mais sobre esse programa, clique nesse link.

    Como instalar o Gradio para ouvir rádios online no Linux Ubuntu

    Gradio está disponível nos repositórios oficiais nas versões mais recentes do Ubuntu e pode ser instalado usando a Central de programas ou usando o comando sudo apt-get install gradio. No entanto, essa nem sempre é a versão mais recente. Por isso, para ter a última versão do Gradio no Ubuntu mais atual, e ainda poder receber automaticamente as futuras atualizações dele, você deve fazer o seguinte:
    Passo 1. Abra um terminal (no Unity use as teclas CTRL + ALT + T);
    Passo 2. Se ainda não tiver, adicione o repositório do programa com este comando ou use esse tutorial;

    sudo add-apt-repository ppa:haecker-felix/gradio-daily

    Passo 3. Atualize o gerenciador de pacotes com o comando:

    sudo apt-get update

    Passo 4. Agora use o comando abaixo para instalar o programa;

    sudo apt-get install gradio

    Como instalar o Gradio manualmente ou em outras distros

    Para aqueles que não conseguiram instalar com o procedimento acima, não querem adicionar o repositório ou querem tentar instalar em outra distribuição baseada em Debian, você pode pegar o arquivo DEB do programa nesse link (Ubuntu 16.04 e 16.10) ou esse linke instalar ele manualmente (clicando duas vezes nele).

    Mas lembre-se! Ao optar por esse tipo de instalação, você não receberá nenhuma atualização do programa.

    Pronto! Agora, quando quiser iniciar o programa, digite programa no Dash (ou em um terminal, seguido da tecla TAB) e comece a ouvir rádios online no Linux.

    Desinstalando o Gradio no Ubuntu e derivados

    Para desinstalar o Gradio no Ubuntu e derivados, faça o seguinte:
    Passo 1. Abra um terminal;
    Passo 2. Desinstale o programa, usando os comandos abaixo;

    sudo add-apt-repository ppa:haecker-felix/gradio-daily --remove
    sudo apt-get remove gradio
    sudo apt-get autoremove

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    Planeta Ubuntu Brasil

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    Última atualização:
    27 de maio de 2017, 22:02
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